A) "Nota trinitária, cristológica e eclesial no culto da Virgem Maria".
Quer dizer, todo culto a Maria prestado na Igreja Católica devem exprimir de maneira clara o caráter Trinitário e Cristológico. Pois todo culto cristão se faz antes de tudo ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Ou, conforme expressa a Liturgia: "Ao Pai por Cristo no Espírito Santo".
O documento então lembra que, de fato, tudo em Maria é relativo a Cristo e d'Ele depende. Portanto, a figura de Maria deve ser vista sempre inserida de forma absoluta no no Plano de Deus, com o fim de operar a nossa Redenção e Salvação. Que se fez a partir efetivamente da Encarnação do Filho nela.
Nisso o documento chama a nossa atenção para outro aspecto a se realçar no culto a Maria: a Pessoa e a obra do Espírito Santo. Diz que a intervenção santificadora do Espírito no caso de Maria foi momento culminante de Sua ação na História da Salvação. E discorre sobre quão é necessário na piedade moderna ainda se desenvolver entre os fiéis compreensão acerca do Espírito Santo. Pois a Igreja é Sua obra.
Os exercícios de piedade com que os os fiéis exprimem sua veneração para com a Mãe do Senhor deve manifestar de modo claro o lugar que ela ocupa na vida da Igreja. Deste modo, o amor pela Igreja traduzir-se-á em amor para com Maria. E o amor por Maria deve traduzir-se para com a Igreja.
Em seguida o documento dá
B) Algumas orientações de ordem bíblica, litúrgica, ecumênica e antropológica para o culto à Virgem Maria.
Por ser o culto à Virgem Maria muito variado nas suas expressões em meio aos fiéis, exige-se dos responsáveis pelo pastoreio do povo de Deus ter claro algumas exigências.
Em todo e qualquer culto cristão o cunho bíblico é necessário como postulado geral.
Depois de ter falado sobre a veneração que a Igreja presta à Mãe do Senhor em sua Liturgia, neste tópico o documento lembra a norma da Constituição Sacossantum Concílio que recomenda: