Experiência
Experiência
Relatos realizados pelos integrantes do grupo pesquisador deste projeto acerca da sua experiência individual para com a manifestação cultural.
Francisco Daniel Barbosa
Ida
Me encontrei com demais integrantes do grupo no campus de São Bernardo da UFABC que, por sinal, momentos antes realizei minha refeição no restaurante universitário antes de me encontrar com os demais integrantes do grupo, de lá fomos juntos até o local por um caminho que em sua maioria passava pela rodovia Anchieta, chegarmos ao teatro sem maiores preocupações por ser uma área “aberta” e de fácil acesso para carros e pedestres.
A viagem foi um percurso de aproximadamente 25 minutos, apesar do horário comum de maior circulação de carros. Além de muitos carros ao redor (dado que passamos por uma rodovia), haviam pessoas que aparentemente estariam voltando para casa após um dia de trabalho, acompanhadas em sua maioria com bolsas e mochilas.
Uma Vez Lá
A apresentação do grupo Big Band Salada Mista durou cerca de 2hrs30min, com um bate-papo e recepção do maestro da banda, Ogair Junior, para com a plateia; um momento destinado para tirar fotos e conversas, aproximando a banda com o espectador.
O comportamento das pessoas era basicamente o mesmo dentre todos os presentes, silêncio em respeito aos artistas e momentos de aplausos e assobios para celebrar ao fim de cada música. Houveram momentos em que deveriam ter maior participação para cantar junto a vocalista, mas era um público um pouco mais contido e tímido.
Havia uma grande maioria de adultos com aparência por volta dos 30 à 50 anos, com trajes típicos e alguns com trajes formais, a presença de jaquetas e casacos era comum dado à temperatura no local.
Sem presença de bebidas (alcoólicas e não alcoólicas) e nem alimentos; aparentemente não era permitido entre os membros da plateia a consumação dentro ao espaço, somente do lado de fora, que contava com carrinhos de lanches, snacks e pipoca, mas sem vinculação ao teatro municipal.
Volta
Após uma pequena conversa com o maestro, nos organizamos para nossa volta pois já era estava um pouco tarde, por volta das 23hrs da noite. Uma parte do grupo se reuniu no carro de um dos integrantes e acabou sendo um pouco trajeto mais rápido, aprox. 15 minutos do teatro até a minha residência de carro, passando pelo terminal de ônibus do município. No caminho foi possível perceber que as ruas estavam mais vazias, dado o horário, sem um fluxo de pessoas. Apenas haviam profissionais da guarda civil municipal de São Caetano do Sul em volta ao teatro para garantir a segurança dos espectadores.
FIGURA: 'Percurso da Casa até o campus de São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC'
FIGURA: 'Caminho até o campus de São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC (UFABC)'
FIGURA: 'Refeição realizada no restaurante universitário da UFABC momentos antes do encontro'
FIGURA: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Percurso de Volta'
Gabriel Fernandes de Maria
Ida
Peguei o metrô na estação Alto do Ipiranga, fiz baldeação no Tamanduateí para o trem, depois desci na estação São Caetano e de lá peguei carona até o teatro. O trajeto durou uma hora e meia.
Percurso tranquilo, sem muitas surpresas, como era horário de pico o metrô e o trem estavam bem cheios, era uma sensação nova porque nunca tinha feito um trabalho com pesquisa de campo.
Uma Vez Lá
O evento durou duas horas e meia.
O ingresso era 1kg de alimento não perecível, lá uma maioria de pessoas com roupas mais formais(camisa social, blazer, etc.), que aparentavam ser de classe média alta, muitos casais e poucas crianças, não falavam alto.
Volta
Voltei às 00hrs. Peguei carona com o grupo até a estação São Caetano e de lá peguei o trem até a estação Tamanduateí, fiz baldeação para o metrô e fui até a estação Alto do Ipiranga, então andei até em casa.
FIGURA: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Percurso de Volta'
Guilherme Silva de Almeida
Ida
Me encontrei com demais integrantes do grupo no campus de São Bernardo da UFABC que, por sinal, momentos antes realizei minha refeição no restaurante universitário antes de me encontrar com os demais integrantes do grupo, de lá fomos juntos até o local por um caminho que em sua maioria passava pela rodovia Anchieta, chegarmos ao teatro sem maiores preocupações por ser uma área “aberta” e de fácil acesso para carros e pedestres.
A viagem foi um percurso de aproximadamente 20 minutos, apesar do horário comum de maior circulação de carros. Além de muitos carros ao redor (dado que passamos por uma rodovia), haviam pessoas que aparentemente estariam voltando para casa após um dia de trabalho, acompanhadas em sua maioria com bolsas e mochilas.
FIGURA: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Frente do Teatro Paulo Machado de Carvalho'
Uma Vez Lá
A apresentação do grupo Big Band Salada Mista durou cerca de 2hrs30min, com um bate-papo e recepção do maestro da banda, Ogair Junior, para com a plateia; um momento destinado para tirar fotos e conversas, aproximando a banda com o espectador.
O comportamento das pessoas era basicamente o mesmo dentre todos os presentes, silêncio em respeito aos artistas e momentos de aplausos e assobios para celebrar ao fim de cada música. Houveram momentos em que deveriam ter maior participação para cantar junto a vocalista, mas era um público um pouco mais contido e tímido.
Havia uma grande maioria de adultos com aparência por volta dos 30 à 50 anos, com trajes típicos e alguns com trajes formais, a presença de jaquetas e casacos era comum dado à temperatura no local.
Sem presença de bebidas (alcoólicas e não alcoólicas) e nem alimentos; aparentemente não era permitido entre os membros da plateia a consumação dentro ao espaço, somente do lado de fora, que contava com carrinhos de lanches, snacks e pipoca, mas sem vinculação ao teatro municipal.
Volta
Após uma pequena conversa com o maestro, nos organizamos para nossa volta pois já era estava um pouco tarde, por volta das 23hrs da noite. O retorno foi um pouco mais rápido, sendo um trajeto de aprox. 15 minutos do teatro até a minha residência de carro, passando pelo terminal de ônibus do município. No caminho foi possível perceber que as ruas estavam mais vazias, dado o horário, sem um fluxo de pessoas. Apenas haviam profissionais da guarda cívil municipal de São Caetano do Sul em volta ao teatro para garantir a segurança dos espectadores.
FIGURA: 'Percurso do campus de São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC até a residência do aluno'
Henrique Santos de Souza
Ida
O percurso foi de 6,8 km e durou cerca de 20 minutos, fui com alguns integrantes do grupo de carro partindo da UFABC. Conversamos bastante durante a trajetória, tive uma sensação de experiência nova pois nunca tinha ido a um teatro.
Uma Vez Lá
O evento durou cerca de 3hrs. As pessoas estavam bem quietas apreciando a orquestra, estavam bem vestidas, como era uma orquestra, não dançavam obviamente, a arquibancada era preta e o preço do ingresso era um kg de alimento não perecível.
FIGURA: 'Interior do Teatro Paulo Machado de Carvalho'
Volta
Voltamos do teatro para a UFABC, estávamos bem cansados pois já era mais de 23hr, da UFABC fui direto para casa dormir.
FIGURA: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Entrada do Teatro Paulo Machado de Carvalho'
FIGURA: 'Percurso de Volta até o Campus de São Bernardo da Universidade Federal do ABC (UFABC)'
FIGURA: 'Percurso do campus de São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC até a residência do aluno'
Higor Carvalho de Jesus
Ida
O meu processo foi tranquilo, estava em horário de pico indo sentido centro, então não peguei trânsito e nem transporte cheio (exceto na linha 10 do metrô). Para ir até o teatro eu peguei carona com um colega de grupo, Thiago Dimitri. Para chegar em São Caetano, sai de casa e peguei um ônibus até a estação Capão Redondo e fui no sentido Chácara Klabin; na última estação da linha 5, fizemos baldeação para a linha 2 – verde e fui sentido Vila Prudente até descer na estação Tamanduateí, onde fiz baldeação para a linha 10 do metrô para o sentido Rio Grande da Serra e desci em São Caetano para encontrar o resto do grupo.
FIGURAS: 'Percurso de Ida'; FIGURA: 'Registros durante o percurso de Ida'
Uma Vez Lá
O público que frequenta o local é de aparência mais velha e têm comportamentos bem modestos, falando com o tom da voz baixo e movimentos corporais sutis. Eles prestam atenção a todo momento na apresentação e interagem cantando as músicas do repertório. De aperitivos grande parte comprou pipoca que estava sendo vendida na entrada do teatro para comer na hora da apresentação. Tinham bastante casais que aparentavam ser heterossexuais e alguns acompanhados de crianças ou adolescentes. O local é bastante aconchegante, possui um auditório com capacidade para mil pessoas e uma ótima acústica que valoriza a apresentação. A entrada para ver o espetáculo é gratuita, eles pedem apenas um quilo de alimento para ajudar na arrecadação.
Volta
A minha volta foi tranquila. Refiz o caminho de forma inversa a ida. Estava tarde e peguei o transporte praticamente vazio. Vim para casa escutando música e revendo as fotos da apresentação. Para voltar eu peguei carona do teatro até a estação São Caetano com Samuel, membro do meu grupo. De São Caetano eu fui até Tamanduateí (ambas na linha 10 do metro) e de la fiz baldeação para a linha verde e fui até a estação Chácara Klabin, linha 5, onde eu peguei o metro até o Capão Redondo, chegando na estação Capão, eu peguei meu ônibus para casa. Sendo um percurso de aprox. 2hr
FIGURA: 'Percurso de Volta'
FIGURA: 'Salada Mista' se apresenta no Teatro Paulo Machado de Carvalho
FIGURA: 'Percurso de Volta: Estação Chácara Klabin'
Miguel Henrique Coelho Andrade
Ida
O trajeto de ida durou 2 horas. Fui até a estação Campo limpo e peguei o metrô até São Caetano, com baldeações na chácara Klabin (para linha verde) e em Tamanduateí (linha Turquesa). De lá, me encontrei com um amigo e fomos de carro até o teatro.
Sem sensações peculiares, uma vez que o caminho até a estação é o mesmo que pego rotineiramente á faculdade.
Uma Vez Lá
Apesar de ser um evento beneficente, onde entrava era permitida mediante apenas 1 kg de alimento, o público era majoritário de pessoas que aparentam ser de classe média, com conduta, fala e expressões cultas e com poucos jovens.
Volta
Na volta, peguei um Uber até a estação Chácara Klabin, para conseguir seguir o trajeto de metrô antes do horário de fechamento (às 00h) e de metrô segui até a estação Campo Limpo, cheguei em 1 hora.
FIGURA: 'Percurso de Volta: do Teatro Paulo Machado de Carvalho até a Estação Chácara Klabin'
FIGURA: 'Percurso de Volta: da Estação Chácara Klabin até o destino final'
FIGURA: 'Percurso de Ida'
VÍDEO: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Percurso de Ida: Transferência para Linha 10 - Turquesa'
FIGURA: 'Percurso de Ida: Estação Tamanduateí da Linha 5 - Verde'
Samuel de Castro Leme Brisola
Ida
Com respeito ao percurso, foi muito tranquilo, tendo em vista que sou da região do ABC Paulista e já conhecia a área. Na ida, muitas pessoas voltando do trabalho, homens nos bares, pessoas aglomeradas nos pontos de ônibus. A rota durou aproximadamente 30 minutos, mesmo em horário de pico (às 18:30h). Às ruas são bem iluminadas e sinalizadas; haviam vagas para estacionar.
Uma Vez Lá
No local, havia em sua maioria idosos, casais e famílias; poucas crianças ocupavam o local. A imensa maioria era branca e, mesmo sendo um evento gratuito (cobrava-se apenas 1kg de alimento) as pessoas pareciam ter uma renda superior; todos (talvez devido ao frio) estavam bem vestidos; homens com blazer e mulheres com sobretudos, São Caetano do Sul é conhecido por ser uma cidade muito rica e desenvolvida, um suporte para esse argumento é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) ser o maior do Brasil, superando até mesmo o IDH de Brasília. Havia policiamento, a sensação de segurança era alta e a infraestrutura do local muito boa. Os guardas municipais eram simpáticos, buscavam ajudar a todos e manter a ordem no local. Havia uma barraquinha de hot dog e um carrinho de pipoca no local, e mesmo tendo acabado o evento “tarde”, ambos estavam tranquilos com respeito ao local. Havia também uma sensação de intimidade entre o maestro, a cantora convidada, os integrantes da banda e o público. Ao final, muitos foram para a frente da plateia parabenizar o maestro e a cantora. O maestro conhecia muitos por nome e nos tratou muito bem. Em alguns momentos, a cantora convidou a plateia para cantar, o que não funcionou como ela imaginava, já que parecia haver certa timidez por parte do público. Todos os atos eram comedidos no teatro, sem grandes expressões. Até mesmo na hora de aplaudir, palmas fortes e ritualísticas, apenas obedecendo ao rito das salas eruditas.
FIGURA: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Auditório do Teatro Paulo Machado de Carvalho'
Volta
Ao término do evento, que ocorreu pouco antes das 23 horas, dei carona para Higor, Daniel, Thiago Juan e De Maria até a estação de São Caetano. Depois, deixei o Daniel em casa, já que moramos muito perto um do outro. As ruas estavam vazias, havia apenas alguns serviços básicos, como GCM, ônibus, bombeiros. O caminho durou algo em torno de 15 minutos até chegar em casa. Coloquei pagode para ouvir no caminho de volta.
FIGURA: 'Percurso de Volta'
Thiago Dimitri Pereira da Silva
Ida
Foi bem tranquilo, saí do bairro Baeta Neves em SBC e fui de carro até a estação São Caetano da CPTM para buscar o Thiago, Gabriel, Miguel e Higor que estavam me esperando. Em seguida fomos até o Teatro. O percurso completo durou 40 minutos.
Saí de São Bernardo do Campo por volta das 18h, em pleno horário de pico, o que já proporcionou uma série de reflexões sobre a rotina urbana e o cotidiano dos trabalhadores da região do ABC. No trajeto até São Caetano do Sul, pude observar muitas pessoas voltando para casa, possivelmente após um longo dia de trabalho. A movimentação nas ruas e o fluxo intenso nos pontos de ônibus reforçavam a ideia de um espaço urbano marcado por deslocamentos diários e intensos.
Ao passar por alguns bares e restaurantes, notei que estavam relativamente cheios, o que demonstra como esses espaços cumprem uma função social importante no encerramento do dia — seja para relaxar, encontrar amigos ou simplesmente fazer uma pausa antes de ir para casa.
Outro ponto de destaque foi o Parque Linear de São Caetano, onde muitas pessoas estavam caminhando, correndo ou praticando outras atividades físicas. Esse contraste entre o movimento urbano acelerado e a busca por bem-estar físico e mental chamou bastante minha atenção. O espaço público, neste caso, funcionava como um lugar de encontro e de respiro em meio à rotina atribulada da cidade.
Uma Vez Lá
O público presente no evento era majoritariamente composto por idosos e pessoas mais velhas, em sua maioria com aparência de classe média, o que reforça um perfil mais tradicional e habituado a esse tipo de manifestação cultural. Apesar de o evento ser beneficente — com a entrada garantida mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível — a atmosfera geral era de elegância e apreço pela arte.
As vestimentas eram discretas e apropriadas ao ambiente formal do teatro, com roupas sociais leves ou casuais mais arrumadas, demonstrando respeito pelo espaço e pela proposta artística da noite. Havia um comportamento predominantemente respeitoso e silencioso durante a apresentação, típico de públicos que frequentam concertos ou apresentações musicais mais tradicionais. Apesar disso, era possível perceber que o público estava animado e engajado, ainda que mantivesse uma postura mais clássica e contida, compatível com o ambiente cultural em questão.
Não havia consumo de bebidas alcoólicas no interior do espaço, e o único ponto de comércio visível era um carrinho de pipoca, posicionado em frente ao teatro, oferecendo pipoca doce e salgada — o que adicionava um toque popular e acessível à experiência.
Não havia distinções marcadas por códigos de acesso, como arquibancadas ou setores divididos por cor (ex: arquibancada azul ou verde), o que contribuiu para uma sensação de acolhimento e igualdade entre os presentes. O ambiente era bem organizado e tranquilo.
O preço de entrada, sendo apenas a doação de alimento, tornava o evento muito acessível, o que favorece a democratização da cultura e aproxima diferentes camadas da população de experiências artísticas de qualidade.
FIGURA: 'Percurso de Ida: a caminho da Estação São Caetano do Sul'
FIGURA: 'Percurso de Ida: da Estação São Caetano até o Teatro Paulo Machado de Carvalho'
VÍDEO: 'Auditório do Teatro Paulo Machado de Carvalho'
Volta
O trajeto completo durou cerca de 45 minutos, iniciando por volta das 23h, quando saí acompanhado do Guilherme e Henrique, colega que também participou da atividade. Seguimos juntos até o campus da UFABC em São Bernardo do Campo.
Depois de deixá-los no campus, continuei o trajeto sozinho até minha casa, onde cheguei por volta das 23h45. O retorno foi calmo e, de certo modo, reflexivo
Durante o percurso de volta, as ruas estavam praticamente desertas, com pouquíssima movimentação de pessoas ou veículos, o que facilitou bastante o trajeto, já que não enfrentamos trânsito. Isso contrasta com o caminho de ida, que foi feito em pleno horário de pico. A ausência de movimento nas ruas gerou uma sensação de calma, mas também reforçou o cansaço físico acumulado ao longo do dia.
Ao passar pela UFABC, vimos diversos alunos deixando o campus, possivelmente após o término das aulas noturnas.
Cheguei em casa bastante cansado, tanto pelo horário quanto pela intensidade do dia. Assim que cheguei, tomei um banho e fui direto dormir, encerrando a noite sem emendar nenhuma outra atividade.
FIGURA: 'Percurso de Volta até o Campus de São Bernardo da Universidade Federal do ABC'
FIGURA: 'Percurso do campus de São Bernardo do Campo da
Universidade Federal do ABC até a residência do aluno'
FIGURA: 'Percurso de Ida'
FIGURA: 'Percurso de Ida: Estação Alto do Ipiranga'
FIGURA: 'Percurso de Ida: Estação Tamanduateí'
FIGURA: 'Percurso de Volta: Estação São Caetano do Sul'
Thiago Juan Lima Martins
Ida
Duração foi de 1h30
Percurso fácil, sem muitos problemas. Andei até a estação de metrô Alto do Ipiranga, ir do Alto do Ipiranga à estação Tamanduateí, fazer a baldeação para a linha 10 da CPTM e chegar à estação São Caetano. Depois de chegar em São Caetano peguei carona.
Por conta do horário não havia muitas pessoas nas ruas, mas no metrô/cptm estava cheio. Como no dia estava frio, as pessoas, em sua maioria, estavam agasalhadas, e aparentavam estar voltando do trabalho.
Uma Vez Lá
O evento se tratava de um grupo de orquestra , o qual se propôs tocar música popular, misturando assim a cultura erudita e popular. Os músicos estavam vestindo, em sua maioria, uma roupa mais formal, usando pólo ou blazer, alguns com blusas(cor das roupas: tons de marrom e branco).
Antes de iniciar a atração principal, para abrir o show, houve a apresentação do trompetista André Serrano, que estreou sua música “choro do quase” e outras de suas produções. O grupo inicial era menor que a big band, composto inicialmente por metais, piano, instrumentos de percussão, violão, violinos, contrabaixo e trompete. (estilo tocado: samba-jazz)
O público era composto por muitos adultos e idosos com poucas crianças e jovens(o teatro estava cheio). Com um comportamento tímido/reservado, sem conversar muito mesmo nos momentos de espera da apresentação, esse comportamento é muito notado em momentos em que os artistas tentavam interagir com o público e quase não eram respondidos, por conta do silêncio da plateia(não acontecia em todas as interações) ; estavam com roupas de frio.
O preço para o evento era simbólico, sendo cobrado um quilo de alimento não perecível.(mesmo tendo um valor simbólico/acessível, o público aparentava ser de classe média)
Volta
Cheguei às 23h50, o percurso teve duração de 1h30min.
Primeiro peguei carona para chegar à estação São Caetano. Depois na estação fui até Tamanduateí, fiz a baldeação para a linha verde , e fui à estação Alto do Ipiranga e por último andei até minha casa.
VIDEO: 'Auditório do Teatro Paulo Machado de Carvalho'