Álvaro de Campos é um dos heterónimos de Fernando Pessoa. É o único heterónimo a manifestar fases poéticas diferentes ao longo da obra. Essas fases são três: a primeira é decadentista, influenciada pelo Simbolismo; a segunda é modernista e futurista, apresenta uma linguagem eufórica em que exalta o mundo moderno do progresso técnico e científico, da evolução e industrialização; a terceira é negativista, expressa a desilusão com o mundo em que vive, a tristeza, o cansaço, a angústia de existir.
Fontes: Help2Learn, 'Fernando Pessoa' (5 vídeos) em YouTube (incorporados em baixo)
Santillana, 'Álvaro de Campos', em YouTube (incorporado em baixo)
Álvaro do Carvalhal (1844-1868) teve uma vida curta (faleceu com vinte e quatro anos) e, por isso, a sua obra é escassa, tendo sido os 'Contos' publicados já postumamente. Hoje, no entanto, é apreciado por se enquadrar na literatura negra e de terror, género pouco cultivado na época.
Ana de Castro Osório (1872-1935) foi uma escritora que se distinguiu nos domínios da literatura infantil, no jornalismo e na pedagogia, tendo defendido nas suas obras os ideais republicanos e feministas. É considerada a fundadora da literatura infantil em Portugal. Numa época em que as mulheres não tinham direitos, defendeu a igualdade de género na educação, no trabalho e na vida sociopolítica, tema que se repercute em 'Às Mulheres Portuguesas' que é um manifesto feminista.
Fontes: 'Ana de Castro Osório' em Wikipédia
Até ao Fim do Mundo, Literatura Aqui, 'Ana de Castro Osório, militante do feminismo e da literatura infantil' em RTP Ensina (apresentado em baixo)