A falta de equipamento e de acesso à internet não permite que alunos em isolamento profilático consigam acompanhar as aulas, denunciam duas instituições. Casos acumulam-se no norte e no Alentejo.
Há alunos de escolas públicas em isolamento profilático que estão privados de acompanhar as aulas por falta de equipamento e acesso à internet, denunciaram hoje a Associação Todos pela Escola Pública (ATEP) e a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
Há alunos de escolas públicas em isolamento profilático que estão privados de acompanhar as aulas por falta de equipamento e acesso à internet.
A denúncia foi feita por Mariana Pereira, vice-presidente da Associação Todos pela Escola Pública (ATEP), e pela Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
Muitos alunos de escolas públicas obrigados a ficar em isolamento por motivos de Covid-19 estão privados de acompanhar as atividades letivas por falta de equipamentos e acesso à Internet. A denúncia veio da ATEP – Associação Todos pela Escola Pública – e da FENPROF - Federação Nacional dos Professores, que têm recebido várias queixas de encarregados de educação, alunos e professores.
Dans un communiqué, les deux institutions rapportent l'existence de plusieurs cas dans des écoles et des groupements des municipalités de Porto, Matosinhos et Vila Nova de Gaia, dans le district de Porto et de l'Alentejo.
Há alunos de escolas públicas em isolamento profilático que estão privados de acompanhar as aulas por falta de equipamento e acesso à internet, denunciaram esta terça-feira a Associação Todos pela Escola Pública (ATEP) e a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
Em comunicado, as duas instituições reportam a existência de vários casos em escolas e agrupamentos dos concelhos do Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto e no Alentejo.
Há alunos de escolas públicas em isolamento profilático que estão privados de acompanhar as aulas por falta de equipamento e acesso à internet, denunciaram hoje a Associação Todos pela Escola Pública (ATEP) e a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
As duas instituições reportam a existência de vários casos em escolas e agrupamentos dos concelhos do Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto e no Alentejo.
ATEP, no programa "Manhã Informativa" do Porto Canal, sobre a falta de condições de vários agrupamentos de escolas para os alunos com Necessidades Educativas Especiais.
Há falta de assistentes operacionais com formação adequada para as atividades básicas fora do contexto de sala de aulas e de Professores do ensino especial.
O início do ano letivo em contexto de pandemia obrigou à definição de regras e planos de contingência, contendo diretrizes de atuação das escolas no âmbito da ocorrência de casos positivos em contexto escolar.
A necessidade da retoma das atividades letivas em regime presencial é consensual e indispensável em termos de aprendizagem, de socialização e do crescimento saudável de crianças e jovens há muito apoquentados por um inédito confinamento conjuntural.
A ATEP – Associação Todos pela Escola Pública – alerta para o facto de os alunos com necessidades educativas especiais estarem a ser deixados para trás nestas primeiras semanas do ano letivo, não dispondo de condições condignas para o acesso ao ensino.
ATEP – Associação Todos pela Escola Pública criticou o Ministério da Educação pela falta de estratégia e planeamento na preparação do novo ano letivo. A tardia, ou ausência, de disponibilização de meios e recursos às escolas é outra das grandes falhas apontadas pela associação.
André Julião, presidente da ATEP, critica a tardia contratação de auxiliares de ação educativa, “essenciais para tarefas como a separação das entradas nas escolas, o que evitaria a acumulação de alunos e encarregados de educação nos portões, como se viu um pouco por todo o país, mal começou o ano letivo.” E que levou, inclusive, ao encerramento de alguns estabelecimentos de ensino. “Fará sentido que um funcionário com Covid-19 leve ao encerramento de toda uma escola, deixando centenas de alunos em casa? Tudo porque não existe outro funcionário para o seu lugar?”, questiona o responsável da ATEP.
Na primeira posição pública que toma, a ATEP critica o Ministério da Educação “pela falta de estratégia e planeamento do ano letivo” e aponta ainda a “tardia ou ausência de disponibilização de meios e recursos às escolas”.
Foi recentemente criada a ATEP – Associação Todos pela Escola Pública, que reúne representantes de várias associações de pais e encarregados de educação que integraram o MESA – Movimento Escolas Sem Amianto, e representantes de várias outras associações e movimentos da sociedade civil.
Várias dezenas de encarregados de educação, professores, diretores escolares, alunos e funcionários não docentes juntaram-se para criar uma associação de defesa da Escola Pública.
Ambientalistas, sindicalistas e ativistas do movimento contra o amianto nas escolas juntaram-se a pais, alunos, professores e funcionários na recém-fundada Associação Todos pela Escola Pública.
A associação propõe-se segundo o presidente, “representar a comunidade educativa perante todos os organismos da tutela, abordando temas que persistentemente têm sido deixados para trás pela maioria das entidades responsáveis pela Escola Pública, tendo sempre como base os princípios da igualdade, da equidade, da acessibilidade, da cooperação e da construção comum, sempre como sendo uma solução”.
O objetivo da ATEP é contribuir para a defesa e o reforço da Escola Pública enquanto garante maior e constitucional da universalidade do ensino em Portugal.
O presidente da Associação, André Julião, referiu à Planície, que “nós vimos que havia necessidade de lutar por algumas causas relativamente à Escola Pública, nomeadamente no que respeita à representação dos seus vários intervenientes e decidimos congregar as vontades de todos na comunidade educativa, para defender a Escola Pública em todas as suas vertentes”.
A ATEP – Associação Todos pela Escola Pública, formada recentemente, reúne representantes de várias associações de pais e encarregados de educação que integraram o MESA – Movimento Escolas Sem Amianto – e representantes de várias outras associações e movimentos da sociedade civil.
Várias dezenas de encarregados de educação, professores, diretores escolares, alunos e funcionários não docentes juntaram-se para criar uma associação de defesa da Escola Pública.
Associação quer dar voz à comunidade educativa perante a tutela e abordar temas que são recorrentemente deixados para trás, com base nos princípios da igualdade, equidade, acessibilidade, cooperação e construção comum.