A história de Beregor e Guilberin reúne dezenas de personagens; a seguir, apresentamos alguns selecionados. No vídeo, cada personagem surge em um trecho que ilustra uma de suas falas no livro.
Nascido nas colinas serenas de Saváris, Beregor, de mãos calejadas e coração puro, ele é o jovem pastor chamado a enfrentar sombras antigas e a carregar a chama que pode salvar Valandor.
A coragem que nasceu do pastoreio se tornou força, e a força se tornou luz.
Em um mundo de guerras e sombras, ela surge como descanso:
Ilarin, a jovem de olhos verdes que guarda em si a calma dos prados e a força silenciosa da esperança.
Seu sorriso é como amanhecer depois da noite longa.
Sua presença muda destinos, acalma batalhas internas, reacende coragem.
Foi diante dela que Beregor, o pastor que enfrentou gigantes e feras, perdeu as palavras pela primeira vez…
porque algumas forças não se medem pela espada —
mas pela luz que nasce no coração.
Ilarin é isso: a luz que não precisa lutar para vencer. ✨💚
Envolto em vestes azul-prateadas e num manto estrelado como o firmamento, Galdren atravessa os reinos como um guardião da memória antiga.
É ele quem lê o que os ventos sussurram, quem vê o que a sombra tenta esconder, e quem conduz os povos livres quando a ameaça de Hor desperta.
Com seu lendário Bastão dos Ventos Antigos, cuja ponta brilha em fulgor etéreo, Galdren é mais que um mago:
é o conselheiro, o vigia e a luz silenciosa que antecede a aurora.
Quando Valandor vacila, é Galdren quem se levanta. 🔵✨
Caranir Bramil, um dos mais honrados generais de Valandor, é conhecido por sua presença imponente — cada músculo talhado como pedra viva, cada gesto marcado por disciplina e força.
Treinador-chefe dos cavaleiros e braço fiel do rei Emoldor, Bramil carrega no olhar firme a serenidade de quem nasceu para proteger.
Em batalha, move-se como um furacão de aço: golpes certeiros, defesa inabalável, coragem que inspira legiões.
Quando as sombras avançam, é Bramil quem permanece de pé, firme como rocha contra a tempestade.
Um guerreiro. Um mestre. Uma muralha viva de Valandor.⚔️🔵
Quando as trevas avançam, há um nome que ecoa entre guerreiros e monstros: Bhanun.
Chamado de Jaguar Negro, ele luta com a força de um titã e a agilidade de um felino.
Cada golpe seu é um trovão.
Cada passo, um aviso às sombras:
Valandor não cairá enquanto ele estiver de pé.
Bhanun não é apenas um guerreiro…
É a fúria que protege seus irmãos de armas,
e a coragem viva que desafia qualquer criatura forjada nas trevas.⚔️🐾🔥
Mais alto que muitos homens… e mais firme que qualquer muralha,
Théor marcha como um rochedo em movimento.
Seu braço sustenta espadas que outros mal conseguem erguer,
e seu coração permanece sereno mesmo quando o mundo treme.
No campo de batalha, ele não corre.
Ele avança.
E quando avança, a guerra muda de forma.
Théor não é apenas um guerreiro.
Ele é a fortaleza viva de Valandor.
Enquanto ele estiver de pé, as trevas jamais passarão. 🛡️🔥
Forjado pela floresta e guiado pela terra, Rigar caminha onde poucos ousam pisar.
Seus olhos carregam a sabedoria das raízes antigas, e seus pés descalços sentem o pulsar do mundo vivo.
Não veste coroa…
mas a própria natureza o reconhece como rei.
Quando as sombras avançam, não é um exército que responde —
é Rigar, e as feras ancestrais que o seguem como extensão de sua vontade.
Ele não luta por glória.
Ele luta pelo equilíbrio do mundo.
Onde Rigar pisa, a floresta desperta.
Mais que um guerreiro, Dinor é uma força da própria terra.
Com mais de três metros de altura e músculos que parecem esculpidos em pedra, ele caminha como um terremoto silencioso.
Seu escudo é muralha.
Sua espada, um trovão.
Mas por trás da força colossal, há honra.
Dinor não luta por glória…
ele luta para proteger os seus.
E quando ele entra em batalha, o chão treme,
e até as trevas aprendem o significado do medo.
Dinor não é lenda.
Ele é o fim das lendas inimigas.
Entre as sombras que avançam, surge Elrin:
leve como vento, precisa como flecha, firme como estrela.
Filha de Elendur, ela carrega a delicadeza de uma flor…
e a coragem de mil guerreiros.
Seu olhar azul não teme a escuridão.
Sua armadura rosada brilha como aurora em meio à guerra.
E quando seu arco se ergue, até as trevas silenciam —
pois sabem que a graça dela é tão mortal quanto bela.
Elrin não apenas luta. Ela inspira.
A luz segue onde seus passos tocam. 🏹✨
A Lindalorëa não é apenas uma árvore na narrativa de A Jornada de Beregor e Guilberin; ela é um símbolo sagrado de paz, memória e conexão espiritual, servindo como testemunha silenciosa dos momentos mais cruciais.