Somos gratos a Deus pelo privilégio de viver num país abençoado como o Brasil, bonito por natureza! Aqui é a terra de um povo caloroso, fervoroso e entusiasmado, que não fraqueja ou se acovarda diante das batalhas e dificuldades, mas que cultiva a fé inabalável em um Deus que nunca falha. (Salmos 125:1)
Nossa Constituição Federal de 1988 proclama o Brasil como um Estado Laico, vez que o poder público não detém uma religião oficial, nem subvenciona qualquer delas. Isso não quer dizer que somos um país ateu, muito pelo contrário, aqui todos desfrutam da liberdade para crer e cultuar como melhor entenderem. Segundo dados do IBGE, aproximadamente 85% da população brasileira se professa cristã.
O parágrafo único do Art. 1º da Constituição Federal consagra que "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição". Ou seja, vivemos numa democracia em franco amadurecimento, onde o nosso poder é exercido diretamente através do voto, dos plebiscitos e referendos, e indiretamente por meio dos representantes que elegemos para os Poderes Executivo e Legislativo.
Nessa democracia, o poder Estatal, que é legitimado pelo povo brasileiro não fica concentrado nas mãos de um único destinatário, mas é repartido entre executivo, legislativo e judiciário, nas diversas camadas federativas, a saber: a União, os Estados e os Municípios.
A nossa Constituição Federal distribui as competências entre esses entes e poderes de forma a criar um verdadeiro sistema de freios e contrapesos, que nos proporciona segurança, equilíbrio e cooperação. A cada um desses poderes cabe a fiscalização e o controle dos demais, fazendo o sistema presidencialista da nossa república federativa conduzir o avanço da nação.
Dentro desse sistema, a atuação política se torna fundamental, seja por meios dos diversos partidos políticos, que são grupos de pessoas que buscam ocupar os poderes políticos com uma reunião de cidadãos, ideias e valores, e especialmente por meio do voto, que é uma espécie de procuração que constituímos a alguém para que nos represente exercendo o poder em nosso lugar.
Dessa forma, cabe a cada um de nós o prudente exercício da nossa cidadania, que é um direito indisponível, intransferível e inegociável. Como cidadãos somos diretamente responsáveis pelos destinos e pelo avanço do nosso país, estado e cidade.