Um trabalho em equipe, seja grande ou pequena, mas em equipe.
Um trabalho em equipe, seja grande ou pequena, mas em equipe.
Passei a infância e adolescência sonhando em ser goleiro. Culpa do Tafarel e da copa do mundo de 94. Não cresci o suficiente e minha mãe me obrigou a sair de casa para estudar. A biologia me encontrou, encantou, e por ela me apaixonei. Junto com ela veio a neurociência, a cronobiologia e a biologia do sono.
Hoje brinco de ser goleiro num time de perna de pau e dedico meu trabalho a entender como diversos fatores influem no sono e como isso altera a vigília subsequente.
De tanto sonhar ela acabou estudando os sonhos. Seu trabalho sugere uma relação entre a valência emocional dos sonhos e desempenho acadêmico. Agora ela sonha é mestranda em Fisiologia e estuda sono e resoluçoão de problemas. Na voz dela:
Na busca por responder "O que você quer ser quando crescer?", eu quase me aventurei numa vida na área teatral, mas a curiosidade pela Biologia foi mais forte e me conduziu à Licenciatura em Ciências Biológicas. Dentro do curso, conheci a neurociência, a fisiologia humana e tive a oportunidade de estudar algo incrível: os sonhos!
A Ana é uma psicóloga que enveredou pela área dos Direitos Humanos. Preocupada com a dignidade humana é mestranda em Direitos Humanos na UFFS e estuda as adolescências. Na voz dela:
Cresci sendo a mais velha de cinco irmãos e, desde cedo, observei e me encantei com a singularidade do desenvolvimento de cada um deles. Ao acompanhá-los crescer, despertei meu interesse pela infância, pela adolescência e pelas relações familiares. Essa curiosidade se intensificou com minha atuação nas políticas públicas, onde tive contato com infâncias e adolescências marcadas por realidades diversas. Hoje, no Mestrado, pesquiso a adolescência, seus comportamentos e suas relações familiares, buscando compreender como esses vínculos influenciam o desenvolvimento e o bem-estar psicológico de adolescentes
O Vitor é um médico psiquiatra que gosta de ciência e quer ajudar os insones a dormir e sonhar, é mestrando na fisiologia da UFPR. Na voz dele:
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O Jacir é bacharel em Administração, professor do Ensino Técnico, e servidor da UFFS, preocupado com a alienação digital ele é mestrando em direitos humanos na UFFS. Na voz dele:
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A Luíza é uma médica veterinária em formação que ama cavalos mas estuda cronotipos e memória de reconhecimento facial. Na voz dela:
Quando era mais nova, sonhava que seria uma policial, e a graduação parecia uma realidade distante. Hoje, cursando Medicina Veterinária, entendo que, por meio dela, alguns sonhos se tornaram mais próximos. Sempre fui apaixonada por cavalos e, ao longo da graduação, a neurociência passou a me encantar de forma especial. A partir disso, surgiu o interesse em estudar a formação e a fisiologia da memória em cavalos das cavalarias militares, buscando compreender como eles respondem ao treinamento. Como cristã, a neurociência se torna uma dádiva quando compreendo partes das complexidades da vida.
A Lisa é uma médica veterinária em formação curiosa por neurociências e ajudante da Luíza na sua iniciação científica Na voz dela:
Toda criança passa pela famosa fase dos “por quês”, mas, no meu caso, ela claramente não acabou quando deveria. Até hoje, não se passa um dia sem que eu me pegue tentando entender o porquê das pequenas bobagens do cotidiano. Com o tempo, percebi que muitas dessas perguntas envolviam aniamais, e foi assim que a Medicina Veterinária entrou na minha vida. Achei que encontraria todas as respostas, mas acabei me deparando com mais perguntas. No meio desse caminho, conheci o grupo de Neurociências e, quase sem perceber, comecei a me interessar por temas como o sono e a formação de memórias
A Yasmin é uma licenciada em Ciências Biológicas em formação. Destemida, gosta de neurociências e caminha para ser uma ótima professora. Na voz dela:
Eu sou a típica aluna curiosa e ansiosa com o futuro. Pensando nisso, a neurociência comportamental e metacognitiva me adotou, passei a me questionar como ensinar sem destruir quem aprende e quem ensina, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Meu interesse pela neurociência foi crescendo durante o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, no qual quis compreender como o cérebro se desenvolve em contextos reais, não ideais. Ingressar no projeto representa, para mim, a oportunidade real de crescimento e amadurecimento, contribuindo para minha formação como futura professora e pesquisadora.
Já passaram por aqui, fizeram um ótimo trabalho e seguiram suas vidas
Licenciada em Ciências Biológicas
Mestre em Biociências - UNILA
Mestre em Biociências - UNILA
Licenciada em Ciências Biológicas - UFFS
Ane Caroline Machado