Índice

Capítulo 1 – O Autómato Programável

1.1.  Introdução

1.2.  Arquitectura do autómato

1.3.  Vantagens do autómato programável

1.4.  Classificação dos autómatos

1.5.  Funcionamento do autómato

        1.5.1. Fases do funcionamento do autómato

        1.5.2. Tempo de ciclo

1.6.  Programação de autómatos

        1.6.1. Linguagens de programação

                 1.6.1.1. Lista de instruções

                 1.6.1.2. Diagrama de contactos

        1.6.2. Notas sobre programação


Capítulo 2 – Autómatos Twido* (Schneider)

2.1.  Memória dos autómatos

        2.1.1. Salvaguarda da memória

        2.1.2. Endereçamento da memória

        2.1.3. Endereços dos bits

        2.1.4. Endereços dos principais bits do sistema

2.2.  Principais especificações dos autómatos Twido

2.3.  Principais especificações das E/S

        2.3.1. Ligações das E/S

2.4.  Instruções básicas

        2.4.1. Símbolos das instruções básicas

2.5.  Programar o autómato

2.6.  Modos de operação do autómato

        2.6.1. Alteração do modo de operação

2.7.  Inicialização do autómato

2.8.  Exemplos de programação

        2.8.1. Instruções lógicas com bits

        2.8.2. Instruções lógicas com parêntesis

        2.8.3. Instruções MPS, MRD e MPP

        2.8.4. Instruções Set/Reset

        2.8.5. Blocos função

        2.8.6. Temporizadores

        2.8.7. Contadores

        2.8.8. Instruções de comparação

        2.8.9. Regulação analógica

        2.8.10.  Programadores de tambor

        2.8.11.  Horodatadores


Capítulo 3 – Autómatos S7-200 (Siemens)

3.1.  Memória dos autómatos

        3.1.1. Salvaguarda da memória

        3.1.2. Endereçamento da memória

        3.1.3. Endereços dos bits

        3.1.4. Endereços das principais marcas especiais

3.2.  Principais especificações dos autómatos S7-200

3.3.  Principais especificações das E/S

        3.3.1. Ligações das E/S

3.4.  Instruções básicas

        3.4.1. Símbolos das instruções básicas

3.5.  Programar o autómato

3.6.  Modos de operação do autómato

        3.6.1. Alteração do modo de operação

3.7.  Inicialização do autómato

3.8.  Exemplos de programação

        3.8.1. Instruções lógicas com bits

        3.8.2. Blocos lógicos

        3.8.3. Instruções LPS, LRD e LPP

        3.8.4. Instruções Set/Reset

        3.8.5. Temporizadores

        3.8.6. Contadores

        3.8.7. Instrução de transferência

        3.8.8. Instruções de comparação

        3.8.9. Regulação analógica

 

Capítulo 4 – Autómatos CPM1A/2A (Omron)

4.1.  Memória dos autómatos

        4.1.1. Salvaguarda da memória

        4.1.2. Endereçamento da memória

        4.1.3. Endereços dos bits

                 4.1.3.1. Autómatos CPM1A

                 4.1.3.2. Autómatos CPM2A

        4.1.4. Endereços dos terminais de E/S

        4.1.5. Endereços dos principais bits/palavras especiais

4.2.  Principais especificações dos autómatos CPM1A/2A

4.3.  Principais especificações das E/S

        4.3.1. Ligações das E/S

4.4.  Instruções básicas

        4.4.1. Símbolos das instruções básicas

4.5.  Consola de programação CQM1

        4.5.1. Modos de operação

        4.5.2. Funções das teclas

4.6.  Programar o autómato com a consola

4.7.  Programar o autómato com o computador

4.8.  Inicialização do autómato

4.9.  Exemplos de programação

        4.9.1. Instruções lógicas com bits

        4.9.2. Blocos lógicos

        4.9.3. Bits temporários

        4.9.4. Instruções Set/Reset e Keep

        4.9.5. Temporizadores

        4.9.6. Contadores

        4.9.7. Instrução de transferência

        4.9.8. Instruções de comparação

        4.9.9. Regulação analógica


Capítulo 5 – Método Grafcet

5.1.  Introdução

5.2.  Elementos do Grafcet

        5.2.1. Etapas

                 5.2.1.1. Etapas iniciais

        5.2.2. Transições

                 5.2.2.1. Receptividades

        5.2.3. Ligações orientadas

5.3.  Regras de evolução do Grafcet

5.4.  Tipos de ligações entre etapas

        5.4.1. Sequência única

        5.4.2. Sequências alternativas

        5.4.3. Sequências simultâneas

        5.4.4. Salto de etapas

        5.4.5. Repetição de etapas

        5.4.6. Outras estruturas

                 5.4.6.1. Diagramas ligados

                 5.4.6.2. Sub-rotinas

                 5.4.6.3. Macroetapas

        5.4.7  Síntese das ligações

        5.4.8. Simplificação de sequências

5.5.  Tipos de receptividades

        5.5.1. Receptividades prioritárias

        5.5.2. Receptividades exclusivas

        5.5.3. Receptividades simultâneas

        5.5.4. Receptividades dependentes de flancos

5.6.  Tipos de acções

        5.6.1. Acções não memorizadas

        5.6.2. Acções memorizadas

                 5.6.2.1. Outras formas de memorização

        5.6.3. Acções dependentes do tempo

        5.6.4. Acções condicionadas

        5.6.5. Acções impulso

5.7.  Níveis de Grafcet


Capítulo 6 – Programar o Grafcet

6.1.  Introdução

6.2.  Método de programação do Grafcet

        6.2.1. Aplicação do método de programação

                 6.2.1.1. Programar sequências únicas

                 6.2.1.2. Programar sequências alternativas

                 6.2.1.3. Programar sequências simultâneas

                 6.2.1.4. Programar a etapa inicial

6.3.  Programar as acções

6.4.  Exemplo de aplicação

        6.4.1. Diagrama funcional da aplicação

        6.4.2. Resolução do exemplo com o autómato Twido

                 6.4.2.1. Bits utilizados

                 6.4.2.2. Equações para programar o autómato

                 6.4.2.3. Programa em diagrama de contactos

                 6.4.2.4. Programa em lista de instruções

        6.4.3. Resolução do exemplo com o autómato S7-200

                 6.4.3.1. Bits utilizados

                 6.4.3.2. Equações para programar o autómato

                 6.4.3.3. Programa em diagrama de contactos

                 6.4.3.4. Programa em lista de instruções

        6.4.4. Resolução do exemplo com o autómato CPM1A/2A

                 6.4.4.1. Bits utilizados

                 6.4.4.2. Equações para programar o autómato

                 6.4.4.3. Programa em diagrama de contactos

                 6.4.4.4. Programa em lista de instruções

        6.4.5. Esquema de ligação do autómato

        6.4.6. Ensaio da montagem


Capítulo 7 – Exemplos de Aplicação

 

PARTE I  Aplicações em autómatos Twido

7.1.  Exemplo 1 – Inversão de marcha de motor trifásico

7.2.  Exemplo 2 – Rega automática

          Solução 1

          Solução 2

7.3.  Exemplo 3 – Semáforos

7.4.  Exemplo 4 – Parque de estacionamento

 

PARTE II – Aplicações em autómatos S7-200

7.5.  Exemplo 5 – Arranque directo de motor trifásico

7.6.  Exemplo 6 – Portão automático

7.7.  Exemplo 7 – Selecção de caixas

7.8.  Exemplo 8 – Trituração de pedra

 

PARTE III – Aplicações em autómatos CPM1A/2A

7.9.    Exemplo 9 – Monta-cargas

7.10.  Exemplo 10 – Arranque estrela–triângulo

7.11.  Exemplo 11 – Guilhotina

7.12.  Exemplo 12 – Elevador


Anexo 1 – Montagem e Cablagem de Autómatos

A1.1. Montagem

A1.2. Cablagem

        A1.2.1. Auxiliares de cablagem

        A1.2.2. Distribuição da aparelhagem

        A1.2.3. Distâncias mínimas

        A1.2.4. Regras de cablagem

        A1.2.5. Cores/secções dos condutores

        A1.2.6. Intensidade de corrente em condutores flexíveis

                                                                                                    

Anexo 2  Sensores e Actuadores

A2.1. Sensores

        A2.1.1. Sensores passivos e activos

A2.2. Actuadores

        A2.2.1. Motores eléctricos

        A2.2.2. Cilindros

A2.3. Referenciação de sensores e actuadores

A2.4. Protecções

        A2.4.1. Entradas do autómato

        A2.4.2. Saídas do autómato

                                                                                                     

Glossário

 

Endereços Internet

 

Bibliografia

 

Índice Alfabético e Remissivo


 

*Autómatos que substituíram os TSX 07 (Nano) mas que, em termos das principais instruções, são praticamente  iguais.