Eletrização da alta atmosfera


INSTITUTO DE AERONÁUTICA E ESPAÇO - IAE
FACULDADES INTEGRADAS ESPÍRITA PROJETO UNIBEM
CAMPUS DE PESQUISAS GEOFÍSICAS MAJOR EDSEL DE FREITAS COUTINHO 


CONVÊNIO 2002-2012

Plano Trabalho Progr Cientifico Convenio CRS UNIBEM.pdf - 121 KB Download
CTA PLANO DE TRABALHO nov 2006.pdf - e113 KB Download
PROFESSOR ANGELO ANTONIO LEITHOLD, PROFESSOR ONEIDE JOSÉ PEREIRA



PY5AAL Dentre os diversos processos que podem resultar em eletrização das nuvens,o ora abordado trata da transferência de energia cinética das partículas provindas a alta atmosfera. A coleta de dados mapeou descargas atmosféricas em datas aleatoriamente escolhidas, entre maio de 2009 e julho de 2010, sabidamente de baixa atividade solar. A figura 1 está dividida em 4 partes.(clique na figura para ampliar) Na primeira (1 - esquerda, em cima), nota-se a região da AMAS (marcada com um círculo) perfeitamente destacada pelos monitoramentos quantitativos de descargas atmosféricas registrados pela NASA. A cor marrom no centro da região demarcada, indica quantidades de descargas muito acima da média, quando comparadas com as regiões circunvizinhas. Na mesma seção, também está marcado, próximo ao equador, com outro círculo, a região onde ocorrem descargas atmosféricas acima da média, mas com área muito menor que a registrada na AMAS. As duas regiões co-incidem com as localizações de espelhamento de partículas, conforme demonstrado na segunda seção da mesma figura (Em cima, à direita). No círculo mais ao norte (Próximo ao equador) também existe a reflexão de partículas, é interessante notar atentamente a figura 1 - seções 1, 2 e 3, os pontos de reflexão sugerem que de fato pode haver correlação entre o espelhamento de partículas presas e as descargas atmosféricas. Na mesma figura, na quarta seção, se observa uma imagem onde ocorreram múltiplas descargas atmosféricas, cuja intensidade e quantidade estão registradas por quilômetro quadrado registrado pela NASA. Observe-se que na África, na Bacia do Congo, é a região no planeta com maior densidade de descargas, mas no caso nada term a ver com o fenômeno da AMAS.




 Figura 1: DESCARGAS ATMOSFÉRICAS: 1- Monitoramento por satélites. (Fonte Modificada:NASA) - 2- Localização do Espelho Magnético em 1972 (Fonte: COUTINHO, E.F. 1972) - 3 Monitoramento ELAT. (Fonte Modificada: ELAT-INPE 2010) 4- Descargas Atmosféricas por metro quadrado por ano.(Fonte Modificada: NASA, 2010) Na terceira seção (3-figura esquerda, embaixo), está demarcado com círculo amarelo, região do epicentro da AMAS, e, nos demais quadros da mesma seção, estão registradas as descargas atmosféricas mapeadas pelo ELAT. O círculo ao Sul, indica o espelho magnético das partículas que refletem em menores altitudes e interam com os gases atmosféricos.


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