A história que você vai ler agora pode parecer um poucoabsurda, mas a natureza tem seus segredos e ninguém acredita,ainda mais em si tratando de presas e predador, e Se Fosse possível o predador conversar antes de comer sua presa será que os bichos teriam coragem de fazer isso mesmo? Ou será que
iriam ficar com vergonha de assa-los? Seja como for eles tem que comer, e a vida é assim um morre para que outro viva.
Certo dia um tamanduá com uma fome terrível estava procurando comida na floresta, de longe avistou um formigueiro era tucandeira num vai e vem daqueles estavam trabalhando carregavam tudo quanto podia, ele parou e ficou observando admirado com a rapidez em que andavam com o peso nas costa, mas num canto tinha umaformiga parada, aproximou-se e disse bom dia já comi - bom dia Senhor tamanduá, mas não estais pensando em me comer ta? – Pensando não eu vou te comer - calma para que a pressa? Vamos conversar um pouco - Está bem, mas por que eu não devo lê comer? Dê-me um motivo _ está certo é que eu tenho gosto de formiga, além disso sou jovem demais para morrer e tenho meus irmãos pequenos para cuidar. - Ora se você tem irmãos para cuidar então porque não está trabalhando com as outras formigas? E seus pais onde estão? – Bem meus pais foram devorados por um calango gigante, e eu estava trabalhando sim, mas quando vinha pelo
caminho pisei num espinho e feri minha pata então parei aqui para descansar um pouco, pois ta doendo muito _ Você diz que machucou a pata é verdade ou ta fugindo do trabalho e se escondeu,deixando aresponsabilidade para os irmãos menores? Não jamais faria algo assim se não acredita em mim olhe com seus próprios olhos e veja - É isso mesmo que farei, deixe-me ver! Sim é verdade tem mesmo um espinho na
sua pata vou tirar vai doer_ tudo bem tire_ tirou o tal espinho pronto está livre pode ir embora_ Mas não me vai comer?_ Não você falou a verdade foi honesta comigo é a primeira vez que uma formiga me encara sem medo por isso ti darei a liberdade para ir onde quiser.
A presa agradeceu ao seu predador e foi embora rindo
de alegria, e o tamanduá ainda com fome foi procurar comida
em outro lugar.
Autor: José Garcia 016/09/2011
Você já ouviu história de muita gente que vive nas ruas das grandes cidades deste país e do mundo, mais essa não é igual ás outra, pois se trata de duas pessoas completamente diferentes um era vagabundo o outro um empresário rico dono de supermercado, será usado nomes que não são verdadeiros para manter as personagens em oculto.
Joaquim 35 anos de idade um vagabundo que não tinha coragem para trabalhar era tão preguiçoso que mal falava vivia com cinco amigos perambulando nas ruas do bairro e dependia da bondade das pessoas para comer, mais o problema é que todos já o conheciam e não queriam mais ajuda-lo quando viam ele se aproximar saiam correndo com medo não porque fosse mal, mas pelo cheiro horrível pela falta de higiene, pois ficava dias semanas meses sem tomar banho barba e cabelos compridos a cabeça cheia de piolho e usava ás mesmas roupas sujas e rasgadas, dormia no banco da praça e se cobria com jornal, e papelão é o que se pode chamar de refugo da sociedade um excluído jogado ao Deus dará ”apesar de levar essa vida Joaquim não usou drogas”.
Neste bairro havia um convento das irmãs (...) que desenvolviam um trabalho social na cidade principalmente com moradores de rua, uma vez por semana ela trazia comida para eles e Joaquim estava no meio enquanto comiam a freira falava do amor do pai Celeste dizia que a vida vale mais e que um dia aquela situação ia mudar bastava ter fé, mais Joaquim não acreditava em Deus mesmo assim era honesto si achasse a carteira de alguém com os documentos e dinheiro procurava o dono e devolvia tudo sem tirar nada nem pedia recompensa em troca disso só queria que não contassem a ninguém, tinha loucura por flores especialmente orquídeas um amante da natureza admirava os astros e estrelas ficava horas e horas sentado num bloco de concreto olhando o brilho da lua cheia e pensava consigo mesmo quem fez tudo isso é muito inteligente que coisa linda! E as lágrimas caíram dos olhos quando via os trabalhadores voltando pra casa e ele não tinha onde cair morto baixou a cabeça e por um estante lembrou-se das palavras da caridosa que tudo tem fim, então disse se existe mesmo um Deus ajude-me a sair dessa vida de cachorro sem dono mostre-me o caminho que eu acreditarei e lhe serei fiel, e sono bateu ali adormeceu as pessoas passava olhava “mas”, fingia que não via no outro dia de manhã a barriga roncou de fome saiu andando chegou a porta de um mercado grande era do Sr. João junto com os dois filhos e dez funcionários trabalhavam no local o homem já conhecia Joaquim que ainda não havia passado por lá, nesse dia passou e pediu um pacote de biscoito porque as tripas gritavam e estômago doía, mas o proprietário disse não saia daqui! Seu vadio preguiçoso tudo que tem aqui é pra vender se ajudar a todos que pede logo ficarei pobre também.
Joaquim foi embora de mãos vazia, mas não disse nada andou um pouco e encontrou trez mulheres ajuntando lata de refrigerante, garrafa pet e caixa de papel, parou olhou e perguntou o que vão fazer com este material descartável? – Vamos vendê-lo! – É mesmo? –Sim! – Sabe de uma vou fazer isso também e enquanto conversavam chegou os outros cinco elas contaram quanto ganhavam por quilo vendido eles gostaram do que ouviram e fizeram parceria, da ir em diante começaram a ganhar dinheiro os donos de clubes vendo essa mudança os chamava para fazer a limpeza no pátio em troca do material que podia ser aproveitado e dava comida, roupa, calçados e deixava tomar banho e dormir lá nos dias que não tinha festa assim vigiavam o lugar isto era bom para ambos.
Joaquim e seus amigos conquistaram o respeito da comunidade que passará a separar o lixo reciclável do orgânico vendo isso a prefeitura doou um terreno no subúrbio, montaram uma associação de catadores de lixo, depois uma fabrica de fertilizante natural com resto de frutas apanhadas no final das feiras livres, supermercados e se asas, dessa forma tornaram-se empresário vendiam seus produtos até para o exterior era bons ficaram ricos enquanto isso o Sr. João ia perdendo freguês e faliu, gastou suas reserva, mas não deu conta de pagar os fornecedores, endividado teve de vender o comercio para um comprador desconhecido aparentemente, ficou sem nada nem o carro escapou entrou na dança também perdeu toda sua fortuna só restaram á vida os filhos, a tristeza, e a rua da amargura, o novo proprietário porem surtiu de novo o mercado chamou de volta os funcionários.
Desempregado e sem ter o que comer o Sr. João se viu obrigado a catar lixo pra sobreviver um dia com fome parou na frente do mercado que já foi seu outrora e com lagrimas nos olhos implorou por um pacote de biscoito de água, e sal de repente apareceu um homem bem vestido de terno, e gravata com um objeto na mão a quinze anos atrás o Senhor me expulsou da qui negando este mesmo pacote de bolacha água, e sal ao ouvir estas palavras reconheceu que era o mendigo Joaquim agora dono do que em tempos passado lhe pertenceu -“Caiu de joelho aos seus pés pedindo perdão” – Levante-se! Pegue seu biscoito e venha ser meu gerente e traga os dois com tigo, pois aprendi que a vida vale mais que o pão, mais com a experiência que o senhor já tem acredito que podemos ser amigos e fazer bons negócios.
José Garcia: Autor. 14/08/2010
Um fazendeiro plantador de soja muito rico possuía também varias fazendas de gado, casas na praia, porto, navio, avião, transportadoras, e milhares de funcionários espalhados pelo mundo, enfim tudo que alguém pode querer ele tinha ganhava tanto dinheiro que não sabia mais onde guardar gastava com festas e mulheres de programa, mais nunca se preocupou com quem ajudou a ganhar sua fortuna pagava mal aos empregados, nem dava esmola ao sego desprezava todo mundo só pensava em si próprio primeiro eu segundo eu terceiro eu, frequentar igreja nem pensar pagar dizimo então nem no sonho disia que isso era bobagem e queria curtir a vida enquanto podia o resto é resto, pobre homem não sabia o que iria ouvir, mas tarde.
“Certo dia tava almoçando num restaurante de repente olhou pro lado e viu um garoto na faixa de doze anos vindo em sua direção o menino entrou lá enquanto os garçons estavam ocupados aproximou-se dele dizendo - Moço”, por favor, “me de um pouco dessa comida, pois estou com muita fome e quero comer- O que! Você quer que eu lhe dê da minha comida? Ora vá ver se to lá na esquina não perturbe forra daqui – ta bom, mas me arrume pelo menos um Real para comprar cachorro quente - Escute aqui seu pirralho trabalhei bastante na vida ganhei tanta coisa que nem sei direito o que tenho nem em quantos bancos meu dinheiro está guardado, agora queres que ti dê um trocado nem no sonho que saber vá engraxar sapatos si quiser comer- É já vi que o senhor é do jeitinho que minha mãe falou tem de tudo menos uma coisa amor e isso esta tirando sua paz, vou embora sim fique aí com seu dinheiro- Quem é você afinal de conta? _ Sou o fruto do seu egoísmo alguém que o senhor não conhece e nunca imaginou que existisse, mas agora é hora de saber a verdade está vendo aquela bela mulher de blusa rosa é minha que foi expulsa da cidade por ordem sua depois que usou dela o tanto que quis mandou-a embora como se fosse um trapo velho que não serve para mais nada, humilhada sem um tostão furado no bolso nem pra onde ir, passou fome, sede, frio e medo de não conseguir sobreviver sozinha num lugar estranho, mas ela foi à luta arrumou trabalho de ajudante de cozinha neste restaurante onde nasci cresci e morro, foi aqui que juntou um dinheirinho comprou ações da empresa e tornou-se sócia majoritária enquanto isso sua mãe aproximou-se deles - Como vai? Lembra se de mim? Vejo que você não mudou nada, mais a jovem garota de programa que uma vês acreditou nas palavras bonitas daquele que parecia um cavalheiro morreu, mas eu sobrevivi e estou bem na sua frente em carne, e osso e ao lado nosso filho meu filho, pois ele nunca teve pai desde o dia que fui mandada embora da boate rasa por culpa sua já esperava ele dentro de mim, mas para que guardar rancor viver com essas coisas ruins no coração isso é passado agora é vida nova, fique em paz já tem meu
perdão quem sabe se com o tempo não terá o dele também.
José Garcia Autor 09/09/20010
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