Atividades 3º período [2023-24]
Atividades 3º período [2023-24]
Camadas & Sombras [8 a 19 de Abril]
Livros Proibidos
Outro livro que destacámos foi «Esteiros» de Soeiro Pereira Gomes. Foram apresentados aos alunos e às alunas o Gineto, o Gaitinhas, o Maquineta e tantos outros. Os operários-meninos dos telhais à beira dos esteiros do Tejo, sujeitos à dureza do trabalho quando o conseguem arranjar, vadiam ou roubam para comer durante o resto do tempo, e apesar de tudo, sonham. Meninos-homens com histórias tristes de crianças forçadas a crescer demasiado rápido. E, no entanto, histórias cheias de esperança. Um livro que nos levou a discutir a pobreza e o trabalha infantil no Estado Novo.
Porque proíbem os livros nos sistemas ditatoriais?
Os livros podem ser perigosos: temas como política, religião, sexualidade podem ser subversivos. Os livros desafiam normas sociais, políticas ou religiosas e, por isso, são alvo de ataque. A partir deste objeto tivemos oportunidade para refletir sobre a liberdade de expressão, sobre o papel da censura na sociedade bem como sobre tudo o que pode desafiar as estruturas estabelecidas. Os alunos e as alunas destacaram a importância de proteger e promover a liberdade intelectual e o acesso à informação, pois, no contexto do fascismo, a proibição de livros frequentemente ocorria estratégia para manter o controlo ideológico e político sobre a sociedade.
Para terminar falámos de Ray Bradbury e do seu «Fahrenheit 451» e relembrei-os que «Um livro é uma arma carregada» contra a ignorância e alienação.
Cristina Janicas
Rumo ao cinquentenário [12 de Abril a 30 de maio]
«Com que então libertos, hein?» [17 de Abril de 2024]
A Cooperativa Bonifrates apresentou dois recitais na Escola Secundária José Falcão em Coimbra: «Com que então libertos, hein?»
Um recital que aborda o Portugal antes de Abril (poemas sobre a exploração do trabalho; a pobreza; a emigração; a guerra colonial; Perseguição política/ resistência) e poemas da Revolução de Abril.
A Biblioteca esteve cheia e a plateia esteve atenta e comprometida.
Foi um belo dia!
Instalação «As Portas que Abril abriu» - montagem 17 de Abril de 2024
O poema «As Portas que Abril Abriu» foi escrito por José Carlos Ary dos Santos, em Lisboa, em 1975.
Este poema celebra a Revolução do 25 de Abril, explicando, em verso, o caminho que Portugal percorreu desde a opressão da Ditadura à liberdade da Democracia.
Representa, então, a liberdade e esperança conquistadas com o fim da Ditadura, assim como os valores democráticos e os direitos humanos apresentados aquando a criação da democracia.
Este foi o mote para intervencionar 50 portas de salas de aula (assinalando os 50 anos do 25 de Abril)
A equipa PCE
Exposição "Manuel Filipe: da obra ao negro às cores da liberdade"
22 de abril a 24 de abril
Mural da Liberdade [Associação de Estudantes da ESJF]
Aves de Liberdade
Desvio: Sair para Entrar
26 de abril 2024
Sala da Cidade - AnoZero24 [Teresa Lacerda]
CACC - «Do lado mais visível das imagens»
11º1
Street Art - Uma explosão Global de Expressão
Saída de campo - CAPC e Bienal Ano zero'24 [8 de maio 2024 - 11º5 e 11º7]
Exposição de Bules intervencionados [Sala de Exposições]
ADEUS PÁTRIA E FAMÍLIA – Exposição Itinerante parte da exposição que esteve patente no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, de 28 de junho de 2022 a 29 de janeiro de 2023. Esta exposição aborda as dinâmicas e tensões entre a repressão e as resistências de diversidade sexual e de género durante a ditadura e após a Revolução, e tenta compreender como essa tensão condicionou a vida quotidiana, perpetuou práticas e discursos opressivos e discriminatórios, marcando a sociedade portuguesa até à atualidade.
Esta exposição convida a refletir sobre as construções, as desconstruções e reconstruções do conceito de género e o caminho ainda, e sempre, necessário para construir uma sociedade democrática.
Em 2022, celebrámos, pela primeira vez na nossa história, mais dias vividos em liberdade do que em ditadura, celebrámos também os 40 anos da descriminalização da homossexualidade e quatro anos desde a consagração legal da autodeterminação de género. Estes avanços são inseparáveis de décadas de resistência, coragem, mobilização, solidariedade e enfrentamento do medo.
Revelar, nomear, reconhecer, representar e visibilizar é desconstruir preconceitos, combater violências, educar para os direitos humanos
Todo o caminho feito até aqui inspira-nos a continuar a luta pela dignidade da pessoa humana, homenageando todos e todas os que foram perseguidos, criminalizados, patologizados, colonizados, humilhados e oprimidos, assumindo o nosso compromisso na defesa dos ideais e valores da liberdade e da democracia.
A Lição de Salazar
Poetas de Sodoma
«O que importa é não ter medo»
Antes de ser orgulho foi revolta
25 de abril de 1974, e agora?
Hoje é o último dia do resto das nossas vidas
Deixem Passar!
Mãe só há duas
«O que vem depois da esperança»
«Leis de orientação sexual no Mundo»
Observatório da Discriminação Contra Pessoas LGBTI+
https://drive.google.com/file/d/1PWDdZ9rZPT8OT1ql7hBt3CER-FpQ4lVO/view?usp=drive_link
https://drive.google.com/file/d/1A87A3IsUMt1fgXDYcqA3U3hWnwFvrXEe/view?usp=drive_link
Exposição de Desenho 12ºano - Artes
Concerto de Leitura [22 de maio de 2024]
31 de maio - «Leituras imprevistas: a ciência nas palavras dos poetas», pela Cooperativa Bonifrates, «Cosmos, Asas e Falsificações»
Semana da Ciência
Atores: Margarida Caramona, Maria José Almeida, João Paulo Janicas e Paula Santos
Poemas de Adília Lopes, Alberto Pimenta, António Gedeão, Ana Hatherly, Carlos de Oliveira, Eugénio Lisboa, Herberto Helder, Jorge Sousa Braga, Manuel Bandeira, Vinícius de Morais.
“O inferno são eles ou somos nós?”
Após o visionamento das duas curtas-metragens da Leonor Teles, «Balada de um Batráquio» e «Rhoma Acans». Os alunos e as alunas das turmas do 10º8 e do 10º9, da Escola Secundária José Falcão, em articulação com o PNC, coordenados pela professora Patrícia Porto, e no âmbito da temática do 10º ano de Filosofia, «A dimensão ético-política e análise e compreensão da experiência convivencial (Ética)», produziram trabalhos que espelham a sua reflexão sobre este tema e o cinema da Leonor Teles.
Exposição "Ilustrar Zeca", com alunos do 11º de Artes [parceria com A Grande Coisa]