A rã é um anfíbio que vive em ambientes húmidos, como lagoas, charcos, rios e zonas pantanosas. Possui pele fina e húmida, que ajuda nas trocas gasosas, e patas traseiras longas e musculosas, adaptadas para saltar e nadar com facilidade.
A alimentação da rã é constituída principalmente por insetos, aranhas e outros pequenos invertebrados, desempenhando um papel importante no controlo natural destas populações. Por sua vez, serve de alimento a aves, peixes, répteis e mamíferos, sendo um elemento essencial das cadeias alimentares.
O seu ciclo de vida inclui uma metamorfose. A rã nasce de um ovo, transforma-se em girino aquático, com cauda e brânquias, e, à medida que cresce, desenvolve patas, perde a cauda e passa a respirar pelos pulmões, tornando-se um adulto.
As rãs são excelentes indicadores da qualidade ambiental, pois a sua pele permeável torna-as muito sensíveis à poluição e às alterações dos ecossistemas. A diminuição das suas populações pode ser um sinal de degradação do ambiente.
Algumas espécies de rãs conseguem saltar mais de 20 vezes o comprimento do seu corpo, graças à força das suas patas traseiras.
Rãs passam por uma transformação incrível chamada metamorfose começam a vida como girinos, com cauda e brânquias, e depois desenvolvem pernas e pulmões até se tornarem adultas.
Autor do trabalho
Aluno: Leonor Botão Boavida
Turma: 8.ºD