ENRIQUECER A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA,
FORTALECER OS LAÇOS CULTURAIS E SOCIAIS DA COMUNIDADE
O QUÊ?
Galeria Isolino Vaz – Programa de Exposições do Plano Cultural de Escola
Formato: expositivo, participativo
Tipologia: exposições de artistas convidados e/ou de alunos, mostras artísticas e projetos curatoriais dos parceiros
COM QUEM?
Alunos da ESDJGFA
Professores de Artes Visuais (Grupo 600)
Coordenação do Plano Cultural de Escola
Biblioteca Escolar
Parceiros culturais convidados
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
58 alunos das turmas de Artes Visuais participam diretamente na conceção, produção, montagem e mediação das exposições, em articulação com a Comissão Permanente do PCE, a Coordenadora da Biblioteca Escolar e os professores de Artes Visuais da ESDJGFA
PARA QUEM?
Alunos de todos os ciclos de ensino
Pessoal docente e não docente
Famílias e comunidade local
ONDE?
Galeria Isolino Vaz
• Espaço Expositivo I: Piso 1 do Auditório
• Espaço Expositivo II: Biblioteca Escolar
QUANDO?
Ao longo do ano letivo 2025–2026
Exposições temporárias com calendarização variável
COM O QUÊ?
Espaço expositivo da escola
Materiais artísticos produzidos pelos alunos e/ou artistas convidados
Suportes de montagem, iluminação e comunicação visual
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A Galeria Isolino Vaz constitui um dispositivo pedagógico do PCE, promovendo aprendizagens significativas em contexto real. As práticas expositivas incentivam a fruição artística presencial, a comunicação cara a cara e a participação ativa, contribuindo para limites saudáveis no uso de equipamentos digitais. Valoriza-se o uso consciente e criativo da tecnologia quando necessário aos processos de criação, documentação e mediação. Em articulação com o PAE e o Projeto Educativo, promove o debate sobre a arte como forma de comunicação, a educação artística e ambiental, práticas inclusivas e o reforço do bem-estar, do sentido de pertença e da participação cultural.
TEATRO NA ESCOLA
INOVAR PARA ENSINAR, CRIAR PARA APRENDER
O QUÊ?
ACD – Teatro na Escola: ação de curta duração dirigida a docentes, centrada no teatro enquanto ferramenta pedagógica, laboratório de inovação curricular e metodologia ativa transversal às diferentes disciplinas, com enfoque na criação de um Clube de Teatro escolar.
COM QUEM?
Professores da ESDJGFA.
Formadora: Joana Félix (Coordenadora Nacional do Plano Nacional das Artes).
Coordenação: Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
Inscrições via CFAE Aurélio Paz dos Reis.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
18 professores da ESDJGFA.
PARA QUEM?
Professores da ESDJGFA, de todos os grupos disciplinares, interessados em metodologias ativas, inovação pedagógica, trabalho colaborativo e práticas artísticas em contexto educativo.
ONDE?
Sala de Espelhos da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
QUANDO?
22 de outubro de 2025 (quarta-feira), das 17h00 às 20h00.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: formadora convidada e docentes participantes.
Infraestruturas: sala de espelhos.
Equipamento técnico: espaço amplo, cadeiras móveis e equipamento básico de som.
Recursos pedagógicos: exercícios teatrais, dinâmicas de grupo e materiais de apoio à implementação de um Clube de Teatro.
Recursos financeiros: atividade gratuita, integrada no plano de formação do CFAE.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A ação concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola ao investir no desenvolvimento profissional docente através das artes, promovendo práticas pedagógicas inovadoras, colaborativas e centradas no aluno. O teatro é explorado como linguagem artística, espaço de experimentação e ferramenta de aprendizagem ativa, reforçando a comunicação cara a cara, o trabalho em equipa e a autonomia curricular. A ACD sensibiliza e capacita os docentes para a criação de um Clube de Teatro na escola, afirmando a arte como motor de inovação pedagógica, bem-estar e construção de comunidade educativa, em articulação com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo.
CINEMA DE ANIMAÇÃO NA ESCOLA:
ESTIMULAR CRIATIVIDADE E LITERACIA FÍLMICA
O QUÊ?
CINANIMA vai às Escolas – Sessões de cinema de animação
Formato: exibição orientada e comentada
Tipologia: sessões de cinema de animação em contexto educativo
COM QUEM?
CINANIMA
Grupo Disciplinar de Artes Visuais da ESDJGFA
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
518 alunos do 3.º ciclo e das turmas de Artes Visuais do ensino secundário. Sessões orientadas e dinamizadas pelos professores de Artes Visuais
PARA QUEM?
Alunos do 3.º ciclo e das turmas de Artes Visuais do ensino secundário
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves
(salas de aula e/ou espaços equipados para projeção)
QUANDO?
7 a 21 de novembro de 2025
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores de Artes Visuais da ESDJGFA, responsáveis pela orientação pedagógica e dinamização das sessões.
Recursos físicos e infraestruturas: salas de aula e espaços equipados para projeção audiovisual.
Equipamento técnico: computador, projetor, sistema de som e suportes de projeção.
Recursos pedagógicos: seleção de filmes de animação do CINANIMA e guiões de apoio à visualização e reflexão.
Recursos financeiros: utilização de recursos próprios da escola e materiais disponibilizados pelo CINANIMA, sem encargos adicionais relevantes.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A atividade promove a fruição artística presencial e o contacto com o cinema de animação como linguagem cultural e artística. Desenvolve literacia visual, pensamento crítico e debate em grupo, reforçando a comunicação cara a cara e estabelecendo limites saudáveis no uso de ecrãs. Em articulação com o Programa de Educação para a Saúde (PES) e com Cidadania e Desenvolvimento, aborda temas como bem-estar, emoções, diversidade, sustentabilidade e responsabilidade social. Em consonância com o PAE e o Projeto Educativo, afirma o cinema como experiência cultural partilhada, inclusiva e formadora.
ONDE A RUA SONHA
A CULTURA ACORDA
O QUÊ?
Participação no MIRA MOBILE PRIZE, concurso internacional promovido pela Galeria MIRA FORUM (Porto) que distingue as melhores imagens captadas e editadas com dispositivos móveis (smartphones e tablets), valorizando a fotografia contemporânea, a literacia visual e a criatividade digital.
COM QUEM?
Galeria MIRA FORUM, professores de Artes Visuais, Biblioteca Escolar e coordenação do Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Envolvimento direto de 58 alunos, correspondentes às turmas 10.ºD, 11.ºD e 12.ºD do Curso de Artes Visuais, docentes de Artes Visuais e professores de outros grupos disciplinares interessados.
PARA QUEM?
Alunos do Ensino Secundário, em especial do Curso de Artes Visuais.
ONDE?
ESDJGFA (captação e edição das imagens) e **Galerias MIRA
QUANDO?
Prazo de submissão: até 14 de outubro de 2025 (23h59).
Inauguração da exposição: 8 de novembro de 2025.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores de Artes Visuais, Biblioteca Escolar e alunos.
Recursos pedagógicos: dispositivos móveis, aplicações de edição de imagem, guiões de leitura de imagem e de criação fotográfica.
Recursos institucionais: Plano Cultural de Escola e Plano Nacional das Artes.
Recursos financeiros: participação gratuita.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A atividade concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo a literacia visual, a criatividade digital e o uso produtivo e responsável da tecnologia. Articula-se com as Aprendizagens Essenciais das disciplinas do Curso de Artes Visuais, desenvolvendo competências de observação, composição, edição e leitura crítica da imagem fotográfica contemporânea. Desenvolve competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, nomeadamente sensibilidade estética, pensamento crítico, autonomia e criatividade, promovendo a participação em contextos culturais de âmbito internacional. Articula-se ainda com o Plano de Ação Estratégica e com o Projeto Educativo da Escola.
CINEMA NA ESCOLA:
ESTIMULAR CRIATIVIDADE E LITERACIA FÍLMICA
QUÊ?
10.º Festival de Cinema Internacional Infantil e Juvenil IndieJúnior Porto – participação ativa dos alunos na programação, fruição e reflexão sobre cinema de animação e de autor. A atividade educativa “Eu Programo Um Festival de Cinema”, desenvolvida com a turma 9.º G em Cidadania e Desenvolvimento, envolve o visionamento de 17 filmes e a seleção de 5 filmes para uma sessão de 50–60 minutos, integrada na programação oficial do IndieJúnior Porto.
COM QUEM?
9.º G – 27 alunos (programadores); 9.º E – 26 alunos (público).
Comissão Permanente do PCE – EU-EM-REDE.
Serviço Educativo do IndieJúnior Porto (coordenação de Irina Raimundo; acompanhamento de Jéssica Pestana).
Articulação com PNC e PNA.
Pais e Encarregados de Educação.
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
53 alunos diretamente envolvidos (27 do 9.º G + 26 do 9.º E).
PARA QUEM?
Alunos do 3.º Ciclo, com incidência nas turmas 9.º G e 9.º E.
ONDE?
Batalha Centro de Cinema – Sala 1 (festival) e ESDJGFA (salas de aula para visualização, reflexão e seleção).
QUANDO?
Sessões preparatórias na ESDJGFA: outubro e novembro de 2025.
Sessões no Batalha Centro de Cinema (Sala 1): 26 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores do Conselho de Turma, Comissão Permanente do PCE, equipa do Serviço Educativo do IndieJúnior Porto e Pais/Encarregados de Educação.
Infraestruturas e equipamento: salas de aula e salas de cinema do festival, com meios de projeção e suportes audiovisuais.
Recursos pedagógicos: filmes de animação e de autor, materiais de apoio à análise e curadoria.
Recursos financeiros: atividade gratuita, assegurada por parcerias institucionais e recursos próprios.
Observações / Intencionalidade pedagógica
Atividade desenvolvida como projeto de Cidadania e Desenvolvimento e Domínio de Autonomia Curricular (DAC), alinhada com os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo a participação cultural ativa, o pensamento crítico e a valorização da arte como forma de comunicação. O envolvimento no processo de curadoria reforça a comunicação cara a cara, a escuta ativa e o trabalho colaborativo, contribuindo para o estabelecimento de limites saudáveis no uso de tecnologias digitais e para a sua utilização consciente, criativa e responsável. Articula-se com as Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento, em consonância com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, contribuindo para uma formação integral, inclusiva e culturalmente significativa.
CINEMA NA ESCOLA: ERRO, ACASO E DESCOBERTA
PENSAR COM AS MÃOS, COM O CORPO E COM O OLHAR
O QUÊ?
Oficina de Cinema Experimental – Porto/Post/Doc: oficina prática de criação cinematográfica centrada na experimentação com cinema em película, explorando luz, movimento, câmara e fita através de processos criativos, sensoriais e colaborativos.
COM QUEM?
Alunos da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Porto/Post/Doc – Festival de Cinema (Serviço Educativo).
Artistas dinamizadores: Ángel Rueda (realizador) e Ana Domínguez (artista plástica), do S8 – Mostra de Cinema Periférico (Corunha, Espanha).
Coordenação do Projeto Educativo Porto/Post/Doc: Melanie Pereira e Maria Moreira (realizadoras).
Coordenação PCE: Luís Ribeiro.
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
16 alunos do ensino secundário, com participação pontual de alunos do 9.º ano e de professores ao longo do dia, promovendo a abertura da atividade à comunidade escolar.
PARA QUEM?
Alunos do ensino secundário, nomeadamente dos cursos de Artes Visuais e Línguas e Humanidades.
ONDE?
ESDJGFA – Bloco C, Piso 1, Oficina Ícaro Pintor.
QUANDO?
25 de novembro de 2025.
Manhã (9h00–13h00) – no âmbito da flexibilidade curricular.
Tarde (14h30–18h30) – em regime de enriquecimento curricular.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: artistas/formadores internacionais, equipa do Porto/Post/Doc, professores e alunos participantes.
Infraestruturas: sala/oficina equipada na escola.
Equipamento técnico: câmaras, película, projetor e materiais específicos de cinema experimental.
Recursos pedagógicos: práticas experimentais, exploração da linguagem fílmica analógica, processos colaborativos de criação, observação e reflexão crítica.
Recursos financeiros: atividade gratuita, assegurada no âmbito da parceria com o Porto/Post/Doc, sem encargos para os alunos nem para a escola.
Observações / Intencionalidade pedagógica
A Oficina de Cinema Experimental concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, ao propor uma experiência artística que desloca o olhar dos alunos do uso imediato do digital para um tempo de observação, experimentação e escuta da matéria. O trabalho com cinema em película, luz, movimento e processos químicos de revelação cria um território de aprendizagem onde técnica e sensibilidade se cruzam, integrando o erro, o acaso e a descoberta como parte do processo criativo.
Os alunos são convidados a pensar com as mãos, com o corpo e com o olhar, desenvolvendo pensamento crítico, curiosidade estética e consciência dos processos materiais da imagem em movimento. A tecnologia afirma-se como ferramenta de criação consciente e poética, enquanto a relação com elementos naturais — luz, água e tempo — se transforma em linguagem artística, dando origem a imagens únicas.
A oficina valoriza a criação coletiva, a partilha de saberes e o diálogo entre diferentes percursos culturais, reforçando a comunicação cara a cara, a autonomia criativa e o respeito pela diversidade de linguagens. O processo culmina numa experiência de pertença, afirmando o cinema como arte, património e forma de comunicação sensível, em articulação com o PCE, o PAE, o Plano Nacional de Cinema (PNC) e o Projeto Educativo, contribuindo para uma educação mais humana, estética e consciente.
POESIA, MÚSICA E TEATRO NAS SALAS DE AULA:
UMA EXPERIÊNCIA SENSORIAL
O QUÊ?
Brigadas de Intervenção Poética (BIP) – intervenções performativas de leitura de poesia e ação artística em salas de aula e espaços escolares, promovendo o encontro com a palavra dita, o corpo e a performance como formas de comunicação.
COM QUEM?
Grupo Disciplinar de Português da ESDJGFA.
Parceiro: ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo.
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
1 357 alunos, correspondentes à totalidade dos alunos do 3.º ciclo (460) e do ensino secundário (897), abrangendo todas as turmas ao longo das intervenções, com participação ativa dos alunos do 1.º ano da Licenciatura em Teatro – variante Interpretação, no âmbito da unidade curricular Introdução à Interpretação / Poesia, orientada pelo Prof. António Durães (ESMAE). A coordenação na ESDJGFA é assegurada pelo Grupo Disciplinar de Português.
PARA QUEM?
Alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário.
ONDE?
Salas de aula e outros espaços da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves, em contexto de intervenção artística inesperada.
QUANDO?
2 a 5 de dezembro de 2025 — Durante quatro dias, diferentes grupos de alunos interrompem o quotidiano escolar para dar vida às palavras de poetas considerados “perigosos”, autores que inquietam, provocam e despertam novas formas de olhar o mundo, através de intervenções poéticas performativas.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores do Grupo Disciplinar de Português e intérpretes da ESMAE.
Recursos físicos: salas de aula e espaços escolares.
Recursos pedagógicos: textos poéticos; voz, corpo e performance como meios centrais.
Recursos financeiros: atividade desenvolvida no âmbito de parcerias educativas, sem encargos adicionais relevantes.
Observações / Intencionalidade pedagógica
A atividade concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, afirmando as artes, as culturas e os patrimónios como dimensões centrais da aprendizagem e da vida escolar. Ao introduzir a poesia performativa no quotidiano da escola, promove atividades fora do ambiente digital, valorizando a presença, a escuta e a relação direta com a palavra dita, o corpo e o espaço. O contacto com textos poéticos que convocam memória cultural, diversidade de vozes e pensamento crítico permite reconhecer a literatura e a performance como patrimónios vivos e contemporâneos. A BIP reforça a comunicação cara a cara, o trabalho colaborativo e o desenvolvimento de competências sociais e emocionais, contribuindo para o bem-estar individual e coletivo. Ao cruzar escola e ensino superior artístico, cria pontes entre comunidades culturais, promovendo participação cultural ativa, inclusão e acesso democrático à criação artística. Articula-se com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, valorizando a arte como outra forma de comunicação, conhecimento e cidadania.
DESENHO, IMAGEM, MEMÓRIA E TERRITÓRIO EM MOVIMENTO
CRIAR EM CONJUNTO PARA DAR FORMA AO MUNDO
O QUÊ?
Oficina Correspondências – 2.ª edição: criação cinematográfica em cinema de animação, centrada na escrita visual e na construção de narrativas a partir da relação entre imagem, memória, território e identidade, culminando na realização de um filme coletivo.
COM QUEM?
Alunos do Curso de Artes Visuais.
Artista orientador: Ícaro Pintor.
Coordenação do Projeto Educativo do Porto/Post/Doc: Maria Moreira (realizadora).
Coordenação PCE: Luís Ribeiro.
N.º DE ALUNOS / INTERVENIENTES
12 alunos do 11.º e 12.º anos (Artes Visuais), envolvidos em todas as fases do processo criativo, com acompanhamento de docentes e da equipa do Porto/Post/Doc.
PARA QUEM?
Alunos do ensino secundário (Artes Visuais); alunos de 9.º ano convidados a acompanhar o processo; comunidade educativa como público da apresentação final.
ONDE?
ESDJGFA – salas/oficinas de Artes Visuais.
Apresentação pública do filme no Batalha Centro de Cinema.
QUANDO?
Fevereiro–março de 2026: oficina intensiva (duas semanas), manhã (flexibilidade curricular) e tarde (enriquecimento curricular).
Apresentação pública em novembro de 2026, no âmbito do Porto/Post/Doc.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: artista convidado, equipa Porto/Post/Doc, professores e alunos.
Infraestruturas: oficinas da escola e sala de cinema para exibição.
Equipamento técnico: materiais de desenho, dispositivos de animação, câmaras, computadores e software de edição.
Recursos pedagógicos: guiões de criação, escrita visual, práticas de animação e reflexão coletiva.
Recursos financeiros: atividade gratuita, assegurada pela parceria com o Porto/Post/Doc.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A Oficina Correspondências – 2.ª edição promove aprendizagens que se afastam do uso automático do digital, afirmando a criação artística como comunicação e pensamento crítico. Em linha com o fazer-com do PCE, o trabalho articula Desenho A, Oficina de Artes e Oficina Multimédia B, valorizando o tempo longo, a observação, o desenho como instrumento de pensamento e a articulação consciente entre meios analógicos e digitais. A comunicação cara a cara e o trabalho colaborativo estruturam o processo. A apresentação pública do filme reforça a escola como espaço de criação cultural viva e consolida a ligação às instituições culturais. Em articulação com o PCE, PAE, PNC e Projeto Educativo, a oficina afirma uma educação mais humana, crítica e culturalmente significativa.
MOVIMENTO QUE NOS UNE
ARTE QUE NOS TRANSFORMA
O QUÊ?
Grupo de Dança do Projeto ELO 3 – processo de criação artística em dança contemporânea, centrado no corpo como linguagem, na criação coletiva e na construção de um espetáculo a apresentar no grande palco do Coliseu Porto Ageas.
COM QUEM?
Participantes do Grupo de Dança ELO 3.
Orientação artística: Beatriz Bizarro (professora/bailarina).
Coordenação PCE: Luís Ribeiro e Sofia Dias.
Serviço Educativo do Coliseu Porto Ageas: Filipa Godinho (Direção) e Tiago Azevedo (Gestão e Produção).
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
26 participantes, selecionados por inscrição.
PARA QUEM?
Participantes diretos do Projeto ELO 3 e comunidades envolvidas em cada ação artística: dança na ESDJGFA; música no Estabelecimento Prisional de Custóias; teatro no Coliseu do Porto; criação plástica no Coliseu Porto Ageas. Apresentação final para cerca de 2 500 espectadores — famílias, convidados e parceiros culturais.
ONDE?
ESDJGFA – Sala de Espelhos (Bloco C).
Ensaios gerais e espetáculo final no Coliseu Porto Ageas.
QUANDO?
Outubro de 2025 a maio de 2026.
Sessões semanais às terças-feiras, das 16h30 às 18h30.
Ensaios no Coliseu: 19, 27 e 28 de abril; 4 e 5 de maio de 2026.
Espetáculo final: 5 de maio de 2026.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: participantes, Beatriz Bizarro, professores, equipa do PCE e Serviço Educativo do Coliseu.
Infraestruturas: sala de dança na escola; palco e recursos técnicos do Coliseu.
Equipamento técnico: som, iluminação e materiais cénicos.
Recursos pedagógicos: consciência corporal, improvisação, composição coreográfica e reflexão coletiva.
Recursos financeiros: participação gratuita; produção assegurada pelo Coliseu Porto Ageas.
Observações / Intencionalidade pedagógica
O Grupo de Dança ELO 3, orientado por Beatriz Bizarro, concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo aprendizagens fora do ambiente digital e valorizando o corpo como meio de expressão, comunicação e conhecimento. Através da dança e da criação coletiva, reforça a comunicação cara a cara, a escuta, o trabalho colaborativo e o bem-estar físico e emocional.
O projeto promove valores de inclusão, igualdade, empatia, respeito pela diferença e participação ativa, envolvendo alunos, docentes, assistentes operacionais e encarregados de educação num processo artístico comum.
A 3.ª edição do ELO debruça-se sobre a adolescência nos tempos atuais, questionando preconceitos, emoções, liberdade de expressão e identidade, dando voz aos jovens através das práticas artísticas. Inspirado na obra Coro dos Maus Alunos, de Tiago Rodrigues, padrinho desta edição, o projeto assume um caráter metropolitano e inclusivo, cruzando escolas e territórios.
O trabalho desenvolvido afirma a arte, a cultura e o património imaterial como outra forma de comunicação e pertença, culminando num espetáculo que celebra a diversidade e o direito de todos à participação cultural, em consonância com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo.
DA ESCOLA AO TEATRO
CAMÕES EM MOVIMENTO
O QUÊ?
Leituras Dramatizadas da obra "Os Lusíadas", de Luís Vaz de Camões. Oficina performativa em que os alunos do ensino básico dramatizam textos dos programas curriculares, explorando a leitura expressiva, a voz, o corpo e a dimensão simbólica da epopeia, orientados por uma atriz do Teatro Nacional São João.
COM QUEM?
Alunos do 9.º ano da ESDJGFA; Joana Sarabando, do Centro Educativo do Teatro Nacional São João; Departamentos de Línguas e de Expressões; professores acompanhantes das disciplinas envolvidas; Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Aproximadamente 25 a 28 alunos por sessão (uma turma do 9.º ano), acompanhados por 2 docentes.
PARA QUEM?
176 alunos do 9.º ano da ESDJGFA, enquanto participantes diretos, em formato DAC – Oficinas de Leituras Dramatizadas
ONDE?
Sala de Ensaios do Teatro Carlos Alberto (TeCA).
QUANDO?
Primeiro semestre e início do segundo semestre, a decorrer em tempo letivo, em sessões de 3 horas, agendadas e articuladas pelos professores das respetivas turmas, realizadas à terça, quarta ou quinta-feira, conforme datas definidas em Conselho de Turma e confirmadas pelo TeCA.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: Joana Sarabando (Centro Educativo do TNSJ) e professores acompanhantes. Infraestruturas: sala de ensaios do TeCA. Equipamento técnico: espaço cénico e condições técnicas do teatro. Recursos pedagógicos: texto literário (Os Lusíadas), propostas de leitura dramatizada, exercícios de voz, corpo e interpretação. Recursos financeiros: atividade gratuita, assegurada pelo TNSJ e pelo Plano Nacional das Artes.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A atividade concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo aprendizagens fora do ambiente digital e afirmando a arte e a literatura como outras formas de comunicação, encontro e construção de sentido. A leitura dramatizada de Os Lusíadas transforma o texto literário em experiência viva, corporal e coletiva, desenvolvendo expressão oral, consciência corporal, escuta ativa e pensamento crítico. Trata-se de uma aprendizagem contextualizada, fora da sala de aula, assente em metodologias ativas e diferenciadas, em espaço cultural de referência. Reforça a comunicação cara a cara, o trabalho colaborativo e articula-se com as Aprendizagens Essenciais de Português, Educação Visual, Oficina de Artes, Educação Física, História, Geografia e Cidadania e Desenvolvimento. Em consonância com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, afirma a escola como espaço de encontro entre educação, cultura e património.
DAR CORPO À VOZ
DAR EXPRESSÃO AO QUE SOMOS
O QUÊ?
Realização da Oficina de Teatro “Lilith: Corpo, Identidade e Voz na Adolescência”, dinamizada por Nuno Nunes, utilizando o teatro como ferramenta pedagógica de reflexão sobre a adolescência, o corpo, a identidade e a expressão.
COM QUEM?
Teatro Experimental do Porto (TEP), Nuno Nunes, professores de Artes Visuais e de Português, em articulação com o Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
28 alunos da turma 9.ºD, docentes acompanhantes e dinamizador da oficina.
PARA QUEM?
Alunos do 9.º ano – turma D.
ONDE?
Teatro Experimental do Porto (TEP) – Campanhã.
QUANDO?
15 de janeiro de 2026 (quinta-feira).
COM O QUÊ?
Recursos humanos: Nuno Nunes, professores acompanhantes e alunos.
Recursos pedagógicos: exercícios teatrais orientados e guiões de reflexão.
Recursos institucionais: PCE, PAE, PES e Projeto Educativo.
Recursos financeiros: atividade gratuita.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A oficina concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promove experiências culturais fora do ambiente digital e o contacto direto com práticas artísticas contemporâneas. Articula-se com as Aprendizagens Essenciais de Educação Visual e Português, desenvolvendo leitura e interpretação da obra, expressão corporal e oralidade, argumentação e reflexão crítica. Contribui para o PES e desenvolve competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, reforçando criatividade, sensibilidade estética, comunicação, relacionamento interpessoal e bem-estar.
OLHAR O MUNDO, OUVIR HISTÓRIAS, CONSTRUIR O FUTURO
ARTE É VIDA, CULTURA É CONHECIMENTO E PATRIMÓNIO É IDENTIDADE.
O QUÊ?
Mobilidades internacionais no âmbito dos projetos Erasmus+, envolvendo alunos e professores em experiências educativas, culturais e formativas em contexto europeu.
COM QUEM?
Equipa Erasmus+ da ESDJGFA.
Coordenação do programa Erasmus+.
Escolas e instituições parceiras Erasmus+.
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
85 alunos, para além dos professores envolvidos nos projetos e mobilidades.
PARA QUEM?
Alunos e professores da ESDJGFA envolvidos nos projetos Erasmus+.
ONDE?
Escolas e instituições parceiras nos países participantes do Erasmus+.
QUANDO?
Ano letivo 2025/2026, de acordo com os calendários específicos de cada mobilidade.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, professores e parceiros internacionais.
Infraestruturas: escolas e espaços educativos europeus.
Equipamento técnico: dispositivos digitais para produção de conteúdos.
Recursos pedagógicos: guiões de mobilidade, diários de bordo, reportagens e sessões de storytelling, com publicação no Jornal Impressões e no suplemento O Gaiense.
Recursos financeiros: financiamento assegurado pelo programa Erasmus+.
Observações / Intencionalidade pedagógica
Os projetos e mobilidades Erasmus+ concretizam os objetivos do Plano Cultural de Escola, valorizando as artes, as culturas e os patrimónios como eixos estruturantes da aprendizagem. Promovem experiências presenciais fora do ambiente digital, reforçam a comunicação cara a cara e o contacto direto com diferentes culturas, línguas e contextos educativos. Desenvolvem o pensamento e a ação inclusiva, a cidadania europeia e a valorização da diversidade cultural. A tecnologia é utilizada de forma responsável e criativa, através da produção de reportagens, diários de bordo, exposições e narrativas de storytelling, fortalecendo competências linguísticas, digitais e culturais e contribuindo para a projeção da escola no espaço europeu, em articulação com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo.
O QUÊ?
Viagem cultural a Nova Iorque, focada na relação entre arte, urbanismo, diversidade cultural e patrimonial e sustentabilidade, através da visita a espaços urbanos e culturais emblemáticos da cidade.
COM QUEM?
Alunos do 12.º ano.
Departamento de Línguas.
Professores acompanhantes da ESDJGFA.
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
45 alunos do 12.º ano, acompanhados por professores da ESDJGFA.
PARA QUEM?
Alunos do 12.º ano e professores acompanhantes.
ONDE?
Espaços urbanos icónicos e culturais de Nova Iorque.
QUANDO?
Ano letivo 2025/2026, durante a interrupção letiva do Carnaval.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, professores acompanhantes e mediadores culturais.
Infraestruturas: museus, galerias, espaços urbanos e rede de transportes (metro).
Equipamento técnico: dispositivos digitais para produção de vídeo, fotografia e áudio.
Recursos pedagógicos: guiões de observação, entrevistas e instrumentos de reflexão crítica.
Recursos financeiros: comparticipação das famílias e parcerias educativas.
Observações / Intencionalidade pedagógica
A atividade concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo aprendizagens fora do ambiente digital e o contacto direto com realidades culturais diversas em contexto urbano contemporâneo. Através da observação e análise crítica da cidade, desenvolve o pensamento crítico, a cidadania global e a ação inclusiva, valorizando a diversidade cultural, social e identitária. Em articulação com Cidadania e Desenvolvimento, promove a reflexão sobre direitos humanos, diversidade cultural, sustentabilidade, responsabilidade cívica e participação ativa, reconhecendo a cidade como espaço de convivência, criação e cidadania. A tecnologia é utilizada de forma criativa, ética e responsável, através da produção de vlogs, reportagens, entrevistas e exposições fotográficas, com publicação no Jornal Impressões e eventual apresentação pública na escola. A atividade contribui para a consolidação de uma consciência estética, cultural e cidadã, integrando artes visuais, sustentabilidade, urbanismo e educação para a cidadania, em consonância com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo.
O QUÊ?
Viagem cultural a Paris, centrada na fruição artística, cultural e patrimonial, com visitas a museus, monumentos, espaços históricos e culturais, integrando experiências de aprendizagem em contexto real.
COM QUEM?
Alunos do 9.º ano com Francês.
Departamento de Línguas.
Professores de Francês.
Parceiros culturais locais em Paris.
N.º de alunos por atividade e/ou de outros intervenientes
45 alunos do 9.º ano, acompanhados por professores das turmas.
PARA QUEM?
Alunos do 9.º ano e professores acompanhantes.
ONDE?
Museus, monumentos, espaços históricos e culturais de Paris.
QUANDO?
Abril de 2026, durante a interrupção letiva da Páscoa (2.º semestre do ano letivo 2025/2026).
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores acompanhantes e mediadores culturais.
Infraestruturas: espaços museológicos, patrimoniais e urbanos.
Equipamento técnico: dispositivos digitais para registo fotográfico, vídeo e diário gráfico digital.
Recursos pedagógicos: guiões de observação, registo e reflexão.
Recursos financeiros: comparticipação das famílias na aquisição da viagem e parcerias educativas.
Observações / Intencionalidade pedagógica
A viagem cultural a Paris concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo aprendizagens fora do ambiente digital e o contacto direto com a arte, a cultura e o património europeu em contexto real. A cidade é vivenciada como espaço artístico, histórico e simbólico, estimulando a observação crítica, a leitura do património e a compreensão da arte como forma de comunicação e expressão cultural. A deslocação a museus, monumentos e espaços urbanos reforça a comunicação cara a cara, o diálogo intercultural e o desenvolvimento de competências linguísticas em língua francesa. A tecnologia é utilizada de forma produtiva e criativa, através de diários gráficos, fotografia, vídeo e reportagens multimédia, com publicação no Jornal Impressões e eventual apresentação pública na escola. A atividade contribui para a literacia cultural e patrimonial, a expressão crítica e o sentido de pertença europeia, articulando-se com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, promovendo uma educação mais aberta, consciente e culturalmente significativa.
A equipa do Jornal Escolar Impressões (edição online) apresenta-se neste novo ano letivo de 2025/2026 cheia de entusiasmo e vontade de concretizar o nosso grande objetivo: fazer mais e melhor, aprendendo sempre para ser melhores, sempre.
Convidamos toda a comunidade educativa a envolver-se neste projeto, aberto à participação de todos os alunos e todos os professores, de qualquer disciplina ou nível de ensino.
O QUÊ?
O Jornal Escolar Impressões é um projeto pedagógico e cultural de natureza contínua que articula educação, artes, culturas e patrimónios, capacitando alunos do ensino básico e secundário para compreender, interpretar e intervir criticamente na ecologia comunicacional contemporânea. Mais do que uma publicação, constitui-se como um espaço de literacia mediática, digital e visual, onde o jornalismo escolar se cruza com a criação artística, a reflexão cultural e a valorização do património material e imaterial da escola, do território e das comunidades. Promove a análise, a produção e a partilha responsável de conteúdos jornalísticos, artísticos e culturais, estimulando o pensamento crítico, a sensibilidade estética e a consciência patrimonial. A tecnologia é assumida como ferramenta de expressão, reflexão e participação cívica, valorizando práticas éticas, seguras e conscientes no uso da Internet e das redes sociais.
COM QUEM?
Equipa do Jornal Escolar Impressões.
Coordenação do Jornal Escolar: Ricardo Cruz.
Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
Colaboração de professores de diferentes áreas disciplinares.
N.º DE ALUNOS / INTERVENIENTES
Participação aberta a alunos do ensino básico e secundário e a professores de todas as disciplinas, em regime de adesão voluntária e por projetos editoriais, permitindo diferentes níveis de envolvimento, autoria e responsabilidade.
PARA QUEM?
Alunos do ensino básico e secundário da ESDJGFA.
Comunidade educativa (professores, assistentes operacionais e famílias).
Comunidade alargada, enquanto público leitor da edição digital.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Plataforma digital do Jornal Escolar Impressões (TRUE).
QUANDO?
Ano letivo 2025/2026, com funcionamento regular ao longo do ano e avaliação contínua.
Culminação em produtos editoriais digitais e eventuais edições especiais no final do ano letivo.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, professores colaboradores e coordenação editorial.
Infraestruturas: espaços escolares e plataformas digitais.
Equipamento técnico: plataforma TRUE; dispositivos digitais, fotografia, vídeo e ferramentas de edição.
Recursos pedagógicos: práticas jornalísticas, oficinas, debates, entrevistas, criação artística e multimédia.
Recursos financeiros: projeto integrado nas atividades regulares da escola e em parcerias educativas.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O Impressões concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, do Plano de Ação Estratégica e do Projeto Educativo, afirmando-se como um projeto transversal que articula educação, artes, culturas, patrimónios e cidadania digital. Promove a utilização crítica, ética e responsável das tecnologias, reforçando o pensamento crítico, a comunicação interpessoal e o trabalho colaborativo. Através do jornalismo escolar, valoriza a arte como linguagem de comunicação, fomenta práticas inclusivas e estimula a participação ativa dos alunos na vida cultural e social da escola, contribuindo para aprendizagens significativas e para a formação de cidadãos informados, criativos e conscientes.
O GAIENSE – MELHOR ESCOLA: CONSCIÊNCIA DIGITAL E EXPRESSÃO CRÍTICA
UM PROJETO DE LITERACIA MEDIÁTICA
O QUÊ?
Melhor Escola é um projeto pedagógico e cultural de natureza anual promovido pelo jornal O Gaiense, em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, envolvendo as escolas secundárias, públicas e privadas, do concelho. No âmbito deste projeto, O Gaiense entra na escola, proporcionando formação e acompanhamento aos alunos na criação do seu próprio jornal escolar, posteriormente encartado, ao sábado, no jornal O Gaiense. A iniciativa permite o contacto direto com a prática jornalística profissional e promove a literacia mediática, a consciência digital e a expressão crítica, articuladas com as artes, as culturas e os patrimónios. O projeto culmina numa edição especial do Jornal O Gaiense – “Melhor Escola”, numa Gala pública com entrega de prémios e na publicação dos trabalhos em livro.
COM QUEM?
Equipa do Jornal Escolar.
Coordenação: Ricardo Cruz (Professor de Português).
Professores colaboradores de diferentes áreas disciplinares.
Parceiros externos: Jornal O Gaiense e Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E / OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável ao longo do projeto, envolvendo alunos do ensino básico e secundário em regime de adesão voluntária, organizados por equipas editoriais e projetos temáticos. Envolvimento pontual de professores, técnicos, jornalistas profissionais e convidados externos nas diferentes fases do projeto.
PARA QUEM?
Alunos do ensino básico e secundário da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves, enquanto participantes ativos nos processos de criação, reflexão e produção jornalística, artística e cultural.
Comunidade escolar, incluindo professores, assistentes operacionais e restantes funcionários, como destinatários, colaboradores e agentes de mediação educativa e cultural.
Comunidade local e público leitor do Jornal O Gaiense, enquanto recetores dos conteúdos produzidos, promovendo a ligação da escola ao território, o diálogo com a comunidade e a valorização da cidadania cultural e da participação democrática.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Espaços culturais e institucionais associados à Gala “Melhor Escola”.
QUANDO?
Ao longo do ano letivo 2025/2026, com desenvolvimento contínuo e avaliação formativa, culminando no final do ano letivo com a Gala de entrega de prémios e a publicação dos trabalhos em edição especial e em livro.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, equipa do Jornal Escolar, professores colaboradores e parceiros externos.
Infraestruturas: espaços escolares, redação do jornal, auditório e espaços culturais parceiros.
Equipamentos e tecnologias: computadores, dispositivos móveis, fotografia, vídeo, plataformas digitais e ferramentas de edição.
Recursos pedagógicos: práticas jornalísticas, oficinas, debates, entrevistas, criação artística e multimédia.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O projeto concretiza de forma integrada os objetivos do Plano Cultural de Escola, do Plano de Ação Estratégica e do Projeto Educativo, articulando-se igualmente com a Estratégia de Cidadania e Desenvolvimento. Promove uma utilização crítica, ética e criativa da tecnologia, em diálogo com as artes, as culturas e os patrimónios, valorizando o jornalismo escolar como espaço de participação democrática, inclusão e expressão artística. Contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico, da literacia mediática, da comunicação interpessoal e do trabalho colaborativo, estimulando a responsabilidade social, a consciência cívica e a participação ativa dos alunos na comunidade e no território.
LER O MUNDO. PENSAR CRITICAMENTE.
INTERVIR NO NOSSO KM².
O QUÊ?
Projeto pedagógico centrado na literacia mediática, na reflexão ética e na cidadania ativa, utilizando o Jornal PÚBLICO como recurso pedagógico privilegiado. Desenvolvido no âmbito das disciplinas de Filosofia e Cidadania e Desenvolvimento, articula ciência, sociedade e atualidade, promovendo a análise crítica da informação e o uso responsável dos media. Os alunos produzem reportagens, artigos de opinião e propostas de intervenção local, incluindo a participação no concurso nacional “Vamos Fazer um Plano”. O projeto está integrado no Jornal Escolar Impressões (plataforma TRUE) e em articulação com O Gaiense, valorizando o jornalismo escolar como espaço de participação democrática e expressão crítica.
COM QUEM?
Alunos do 10.ºJ (Ciências e Tecnologias) e do 12.ºB (Línguas e Humanidades), no âmbito do Jornal Escolar.
Professoras Sónia Múrias e Júlia Rocha.
Apoio da Coordenação do Jornal Escolar Impressões e da Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
Parcerias: Plano Nacional das Artes e Jornal PÚBLICO.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E / OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Turma 10.ºJ – Ciências e Tecnologias: 27 alunos + 1 professora = 28 códigos de acesso digital ao Jornal PÚBLICO.
Turma 12.ºB – Línguas e Humanidades: 27 alunos + 1 professora = 28 códigos de acesso digital ao Jornal PÚBLICO.
O acesso individual assegura a integração regular dos conteúdos jornalísticos no trabalho pedagógico e editorial.
PARA QUEM?
Alunos do ensino secundário da ESDJGFA, enquanto participantes ativos na leitura, análise e produção de conteúdos jornalísticos e cívicos.
Comunidade escolar, como destinatária e mediadora das reflexões e produções realizadas.
Comunidade local e público leitor do Jornal Impressões (plataforma TRUE) e do suplemento d’O Gaiense, promovendo o diálogo entre escola, território e sociedade.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Salas de aula e espaços de trabalho colaborativo.
Plataforma digital Impressões / TRUE (PÚBLICO).
Suplemento do Jornal O Gaiense.
QUANDO?
Ano letivo 2025/2026, com desenvolvimento faseado ao longo do ano, integrado nas disciplinas envolvidas e articulado com o Jornal Escolar, com publicação regular de conteúdos.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos das turmas 10.ºJ e 12.ºB, professoras dinamizadoras, coordenação do Jornal Escolar e parceiros externos.
Recursos pedagógicos: Jornal PÚBLICO online, práticas jornalísticas, análise de notícias, reportagens e artigos de opinião.
Tecnologias: plataforma TRUE, dispositivos digitais, ferramentas de escrita e edição.
Recursos institucionais: enquadramento do Plano Cultural de Escola, Plano Nacional das Artes e parcerias com os media.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O projeto concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola ao promover a literacia cultural, mediática e digital, reconhecendo os alunos como agentes culturais capazes de interpretar criticamente a realidade e de intervir de forma informada no seu km². Articula educação com as artes, as culturas e os patrimónios, valorizando o jornalismo escolar como linguagem cultural e espaço de expressão crítica. Reforça a participação democrática e a cidadania ativa, incentiva práticas interdisciplinares e aproxima a escola do território, promovendo a inclusão, a diversidade de vozes e a responsabilidade social. Contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia e da consciência cívica dos alunos, em coerência com o Projeto Educativo, o Plano de Ação Estratégica e a Estratégia de Cidadania e Desenvolvimento.
AS ARTES PENSAM. A CULTURA LIGA.
O JORNALISMO DÁ VOZ.
O QUÊ?
Concurso pedagógico e cultural promovido pelo Plano Nacional das Artes e pelo jornal PÚBLICO, no âmbito do projeto Público na Escola, que desafia os alunos a observar, interpretar e valorizar o seu km² cultural. Propõe a criação de um plano jornalístico em duas páginas, cruzando literacia mediática, artes, patrimónios, culturas e cidadania, incentivando a leitura crítica do território e a produção de discurso cultural informado.
COM QUEM?
Alunos da ESDJGFA do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Professores orientadores das disciplinas envolvidas.
Apoio da Coordenação do Jornal Escolar Impressões e da Coordenação do Plano Cultural de Escola.
Parcerias institucionais: Plano Nacional das Artes e Jornal PÚBLICO.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E / OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável, individual ou em grupo, envolvendo alunos do Ensino Básico (3.º ciclo) e do Ensino Secundário, de acordo com o regulamento do concurso.
PARA QUEM?
Alunos do Ensino Básico e Secundário da ESDJGFA, enquanto agentes culturais e produtores de reflexão crítica.
Comunidade escolar e comunidade local, como destinatárias das propostas culturais e cívicas apresentadas.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Coordenação do Jornal Escolar Impressões (revisão e validação interna).
Plataformas oficiais do concurso para submissão final dos trabalhos.
QUANDO?
Ano letivo 2025/2026.
Envio dos materiais: até 31 de março de 2026.
Divulgação dos premiados: abril de 2026.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos participantes, professores orientadores, coordenação do PCE e do Jornal Escolar.
Recursos pedagógicos: regulamento do concurso, assinaturas digitais do Jornal PÚBLICO, práticas de escrita jornalística, investigação do território e análise crítica da informação.
Tecnologias: ferramentas de escrita, edição, paginação e exportação em PDF.
Recursos institucionais: enquadramento do PCE, do PAE, do Projeto Educativo e do PNA.
TEMÁTICAS POSSÍVEIS (KM²)
Manifestações culturais, artes e patrimónios de proximidade (materiais e imateriais).
Crítica de arte, cinema, música, teatro, dança, livros e outras expressões artísticas.
Projetos culturais da escola.
Cruzamentos entre artes e cidadania (direitos humanos, democracia, inclusão, diversidade, ambiente).
JÚRI
O júri do concurso é constituído por representantes do jornal PÚBLICO e do Plano Nacional das Artes.
PRÉMIOS
Publicação dos cinco melhores planos na edição impressa do jornal PÚBLICO (em data a anunciar).
Mentoria com jornalistas do PÚBLICO, de várias áreas.
Integração dos resultados da mentoria no processo de edição profissional dos trabalhos publicados.
Possibilidade de visita à redação do PÚBLICO pelos vencedores.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O concurso concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola da ESDJGFA, afirmando a cultura como eixo estruturante das aprendizagens e promovendo o acesso qualificado às artes, às culturas e aos patrimónios. Em alinhamento com o Projeto Educativo, valoriza práticas pedagógicas que desenvolvem a literacia cultural e mediática, o pensamento crítico, a autonomia e a comunicação, reconhecendo os alunos como sujeitos ativos do processo educativo e agentes culturais no seu território. Em articulação com o Plano de Ação Estratégica, contribui para aprendizagens significativas, interdisciplinares e contextualizadas, reforçando a ligação da escola ao km², à comunidade e aos seus patrimónios. Em coerência com a Estratégia de Cidadania e Desenvolvimento, promove a reflexão ética, a participação cívica, a responsabilidade social e a valorização da diversidade, afirmando o jornalismo escolar como espaço de criação, mediação cultural e exercício de cidadania.
VER. SENTIR. PENSAR.
TRANSFORMAR.
O QUÊ?
Projeto pedagógico e cultural integrado no Plano Nacional de Cinema, que utiliza o cinema como linguagem artística, cultural e educativa. Através da fruição orientada de obras cinematográficas e de momentos de debate e reflexão, promove a leitura crítica das imagens, o cinema como forma de comunicação e a relação entre arte, sociedade, cidadania e ambiente. Valoriza a experiência presencial do cinema, incentivando práticas culturais fora do ambiente digital e a reflexão coletiva sobre temas contemporâneos.
COM QUEM?
Equipa do Plano Nacional de Cinema da ESDJGFA, coordenada pelo professor Joaquim Pimenta.
Colaboração dos professores da área disciplinar de Filosofia e de outras áreas disciplinares envolvidas.
Apoio da Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E / OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável por sessão, envolvendo turmas do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, de acordo com a programação anual e o público-alvo definido para cada exibição.
PARA QUEM?
Alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário da ESDJGFA.
Comunidade educativa, enquanto destinatária dos momentos de fruição cultural, reflexão crítica e debate.
ONDE?
Auditório da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Cinema Batalha, em sessões externas integradas na programação cultural.
Outros espaços escolares adequados à exibição e debate cinematográfico.
QUANDO?
Ao longo do ano letivo 2025/2026, com sessões distribuídas entre novembro e abril, integrando o programa Cinanima vai à Escola (Ensino Básico e Secundário) e o programa educativo EU PROGRAMO UM FESTIVAL DE CINEMA, envolvendo os alunos do 9.ºG em processos de curadoria, reflexão e programação.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: equipa do PNC, professores acompanhantes e mediadores dos debates.
Recursos pedagógicos: filmes do Plano Nacional de Cinema, Cinanima vai à Escola e EU PROGRAMO UM FESTIVAL DE CINEMA, guiões de análise e reflexão.
Infraestruturas: auditório, equipamento de projeção e som.
Recursos institucionais: enquadramento do PCE e articulação com o PNC.
PROGRAMAÇÃO
Novembro de 2025 – Cinanima vai à Escola (Básico e Secundário).
Novembro (26/11) – De Um Lado ao Outro (Ícaro Pintor) – Cinema Batalha – Comunidade Educativa.
Dezembro (10/12) – IndieJúnior Porto – Curtas-Metragens (Estilhaços, José Miguel Ribeiro; La Bestia, Alfredo Gerard et al.) – Auditório – Secundário (10.º e 11.º anos).
Janeiro (23/01) – Flee (Jonas Poher Rasmussen) – Auditório – Secundário (10.º e 11.º anos). Dia Mundial da Liberdade.
Janeiro (26/01) - EU PROGRAMO UM FESTIVAL DE CINEMA (9.ºG).
Fevereiro (12/02) – Einstein e Eddington (Philip Martin, versão adaptada) – Auditório – 11.º ano.
Março (07/03) – Desert Flower (Sherry Hormann, versão adaptada) – Auditório – 10.º ano. Dia Mundial da Mulher.
Abril (24 e 29/04) – Aristides de Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus (João Correa; Francisco Manso) – Auditório – Comunidade Educativa.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O projeto concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo a utilização saudável dos equipamentos digitais ao privilegiar a fruição cultural presencial e o debate coletivo. Valoriza o cinema como forma artística e meio de comunicação, incentivando a interpretação crítica das obras. Em articulação com a Estratégia de Cidadania e Desenvolvimento, aborda Direitos Humanos, Liberdade, Democracia, Igualdade, Inclusão e Educação Ambiental, promovendo pensamento crítico, empatia, comunicação interpessoal e valorização da diversidade.
VER. SENTIR. PENSAR.
APRENDER. TRANSFORMAR.
O QUÊ?
Implementação da plataforma educativa NEXTUS, no âmbito da parceria com o IndieJúnior, permitindo o acesso gratuito a documentários, planos de aula e clipes pedagógicos que promovem a aprendizagem através do audiovisual, integrando literacia mediática, pensamento crítico e reflexão sobre os grandes desafios contemporâneos.
COM QUEM?
IndieJúnior, professores da ESDJGFA e equipa NEXTUS, em articulação com o Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Abrangência transversal a turmas do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário, envolvendo docentes de diferentes grupos disciplinares e respetivos alunos.
PARA QUEM?
Docentes e alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário da ESDJGFA.
ONDE?
Em contexto de sala de aula, Biblioteca Escolar, Auditório e ambientes digitais de aprendizagem da escola.
QUANDO?
Ao longo do ano letivo, com utilização continuada da plataforma NEXTUS.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: docentes da ESDJGFA, Biblioteca Escolar, coordenação de Cidadania e Desenvolvimento, coordenação do PCE e equipa NEXTUS.
Recursos pedagógicos: documentários, planos de aula e clipes educativos da plataforma NEXTUS.
Recursos institucionais: Plano Cultural de Escola, Plano Nacional de Cinema, Estratégia de Educação para a Cidadania da ESDJGFA (ENEC), PAE e Projeto Educativo.
Recursos financeiros: acesso gratuito no âmbito da parceria IndieJúnior / NEXTUS e ESDJGFA / PCE / PNA.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A NEXTUS operacionaliza a componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento de forma transversal e interdisciplinar, mobilizando contributos de diferentes disciplinas e áreas curriculares através do desenvolvimento de projetos de turma. Permite abordar as dimensões estruturantes da ENEC (Direitos Humanos, Democracia e Instituições Políticas, Desenvolvimento Sustentável e Literacia Financeira e Empreendedorismo) e temáticas prioritárias (Saúde, Media, Pluralismo e Diversidade Cultural, Segurança Rodoviária), reforçando práticas de Domínios de Autonomia Curricular. Concretiza os objetivos do PCE, PAE e Projeto Educativo, desenvolvendo competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e afirmando-se como recurso estratégico de inovação pedagógica da escola.
IMAGEM, MEMÓRIA E IDENTIDADE
CRIAR, VER E PENSAR O MUNDO
O QUÊ?
Conjunto de projetos educativos e artísticos desenvolvidos em parceria com a Casa da Imagem – Fundação Manuel Leão, integrando o Concurso Manuel Leão – Retrato Imaginado, oficinas de fotografia, a exposição Arquivo Vivo de Teófilo Rego e ações de formação para docentes, promovendo a literacia visual, a criação artística e a reflexão crítica sobre imagem, identidade, memória e património.
COM QUEM?
Alunos da ESDJGFA; Casa da Imagem – Fundação Manuel Leão; professores da ESDJGFA; Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
341 alunos, correspondentes à totalidade dos alunos do 7.º ano (143 alunos), à totalidade dos alunos do 9.º ano (176 alunos) e à turma 12.ºD do Curso de Artes Visuais (22 alunos), envolvidos diretamente nas diferentes ações do projeto.
PARA QUEM?
Alunos do 7.º e 9.º anos do ensino básico e alunos do 12.ºD de Artes Visuais, bem como professores participantes nas ações de formação. Comunidade educativa como público das exposições e atividades de divulgação.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves; Galeria Isolino Vaz; espaços expositivos da escola; Casa da Imagem; outros espaços culturais parceiros, conforme a atividade.
QUANDO?
Ao longo do ano letivo 2025/2026, de acordo com a calendarização específica de cada atividade (concurso, oficinas, exposição e formação).
COM O QUÊ?
Recursos humanos: equipa da Casa da Imagem, professores da escola e alunos participantes.
Infraestruturas: salas de aula, oficinas de Artes Visuais e espaços expositivos.
Equipamento técnico: projetores, dispositivos digitais e analógicos, materiais de exposição.
Recursos pedagógicos: guiões de observação, exercícios de leitura e produção de imagem, enquadramento teórico e crítico.
Recursos financeiros: atividades asseguradas no âmbito da parceria com a Casa da Imagem e do Plano Cultural de Escola.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
Os projetos desenvolvidos com a Casa da Imagem concretizam os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo aprendizagens fora do uso automático do digital e valorizando a imagem como linguagem artística, cultural e patrimonial. Através da fotografia, do retrato e da exposição, os alunos desenvolvem literacia visual, pensamento crítico e consciência ética sobre a produção e circulação da imagem.
As atividades articulam-se com as Aprendizagens Essenciais de Educação Visual, Oficina de Artes, Desenho A, Cidadania e Desenvolvimento e História, promovendo metodologias ativas, trabalho colaborativo e comunicação cara a cara. A valorização do património fotográfico e da memória coletiva reforça a ligação entre arte, cultura e território, afirmando a escola como espaço de criação, reflexão e participação cultural. Em consonância com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, estes projetos contribuem para uma formação integral, crítica e culturalmente consciente dos alunos.
OFICINA DE FORMAÇÃO
"OS RETRATOS DOS JOVENS NAS REDES SOCIAIS - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS"
"Os desafios colocados atualmente pelas redes sociais são múltiplos e as respostas integradoras, colaborativas e construtivas de cenários futuros positivos, ao qual esta formação se refere, devem ser dadas a partir de uma abordagem escolar interdisciplinar. Além disso, esta Formação de Professores resultou de um pedido inserido no Projeto Escolar "EU-EM-REDE: comigo-contigo-com o mundo" para o qual contribuem todas as áreas curriculares e que foi definido e identificado pelos professores como sendo transversal a toda a escola."
O QUÊ?
Oficina de Formação para docentes centrada na análise crítica da auto-representação dos jovens nas redes sociais, através da fotografia e da imagem digital, mobilizando metodologias da educação artística para abordar identidade, ética, privacidade, literacia visual e mediática e inclusão social, como resposta ao tema-problema do PCE: de que forma a utilização indevida de equipamentos digitais pode comprometer o bem-estar pessoal e social da comunidade escolar.
COM QUEM?
Professores da ESDJGFA.
Promotores: Casa da Imagem – Fundação Manuel Leão.
Parceiros: CFAE Aurélio Paz dos Reis e Casa da Imagem – Fundação Manuel Leão.
Coordenação: Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola – EU-EM-REDE.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Até 20 professores de diferentes grupos disciplinares do 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário.
PARA QUEM?
Professores de todos os grupos disciplinares do ensino básico e secundário, interessados em literacia digital, visual e mediática, metodologias ativas, educação artística e práticas pedagógicas interdisciplinares.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves e plataformas digitais de apoio à formação.
QUANDO?
De 05 de fevereiro a 30 de abril de 2026, ao longo de 8 sessões presenciais de 3 horas, num total de 50 horas de formação (25 horas presenciais e 25 horas de trabalho autónomo), conforme calendarização definida pelo CFAE Aurélio Paz dos Reis.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: formadores da Casa da Imagem e docentes participantes.
Infraestruturas: espaços escolares e ambientes digitais.
Equipamento técnico: dispositivos digitais, câmaras, computadores e plataformas de partilha.
Recursos pedagógicos: análise crítica de imagens, exercícios de criação fotográfica, reflexão ética e materiais de apoio didático.
Recursos financeiros: formação integrada no plano do CFAE, sem encargos adicionais para os docentes.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
Esta Oficina de Formação concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola ao promover uma abordagem crítica, consciente e criativa ao uso das tecnologias digitais e das redes sociais. Visa dotar os professores da ESDJGFA de ferramentas conceptuais e metodológicas, de base artística e multimédia, que lhes permitam apoiar os alunos na produção de retratos digitais de forma confiante, ética e responsável.
A formação incentiva a utilização das redes sociais como espaço de reflexão sobre diversidade social, étnica e cultural, promovendo práticas inclusivas e impacto positivo nas comunidades. As competências digitais são trabalhadas como ferramentas de transformação social e educativa, ao serviço da inclusão e da cidadania.
Articulando conhecimentos da psicologia, educação, literacia visual, media, enquadramento legal e inclusão social, a ação capacita os docentes para compreender a complexidade da auto-representação dos jovens no espaço digital e para responder, de forma pedagógica e crítica, à questão-problema que estrutura o PCE.
Esta oficina integra o Portefólio Academia PNA 2025–2026 – Cursos e Oficinas de Formação para Pessoal Docente, mobilizando as artes e os patrimónios como dispositivos de aprendizagem inter e transdisciplinar, em consonância com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, reforçando a escola como espaço de reflexão crítica, criação pedagógica e transformação cultural no contexto digital.
Esclarecimento:
Tendo em conta o disposto no n.º 5 do art.º 3.º do Despacho n.º 779/2019 alterado pelo Despacho n.º 2053/2021 e pelo Despacho n.º 4840/2023, todas as ações incluídas no Plano de formação do CFAE relevam para formação específica.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora do CFAE Aurélio Paz dos Reis
Maria João Pereira
CRIAR COM A NATUREZA PARA PENSAR O MUNDO. QUANDO A NATUREZA SOA, A ESCOLA ESCUTA.
DA TERRA AO CONSUMO: PENSAR O IMPACTO, TRANSFORMAR O FUTURO.
O QUÊ?
Conjunto de projetos pedagógicos, artísticos e ambientais desenvolvidos em parceria com o Parque Biológico de Gaia, que articulam educação ambiental, artes, ciência, património e cidadania. As atividades privilegiam a experiência direta com a natureza como contexto de aprendizagem significativa e cultural, valorizando a observação, a criação, a experimentação e a reflexão crítica sobre o território.
COM QUEM?
Alunos e professores das turmas envolvidas.
Técnicos e educadores ambientais do Parque Biológico de Gaia.
Coordenação do Plano Cultural de Escola da ESDJGFA.
Departamentos de Ciências e Tecnologias e de Expressões, enquanto estruturas pedagógicas envolvidas na conceção, acompanhamento e articulação curricular dos projetos.
Clube de Ciência Viva, como parceiro interno de apoio científico, experimental e de divulgação das aprendizagens.
Nº DE ALUNOS POR ATIVIDADE E / OU DE OUTROS INTERVENIENTES
MÚSICA DA FLORESTA – 9.ºE (26), 8.ºD (27), 8.ºE (28) → 81 alunos.
DO MAGMA AO PLÁSTICO – 7.ºA (20), 7.ºB (25), 7.ºF (24) → 69 alunos.
AMBIENT’ART – 10.ºD (23), 11.ºD (13), 12.ºD (22) → 58 alunos.
BIORAMA – 8.ºA (20), 8.ºB (20) → 40 alunos.
Total (turmas definidas): 248 alunos.
Outras atividades (participação variável): Dê aulas na natureza; Economia desconhecida do ambiente; Ninhos e comedouros para aves selvagens – “Dos cereais se faz a broa”.
PARA QUEM?
Alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário da ESDJGFA.
Comunidade escolar, como destinatária das exposições, apresentações e momentos de partilha.
ONDE?
Parque Biológico de Gaia.
Litoral de Gaia (atividades de campo).
Espaços da ESDJGFA (salas de aula, auditório e espaços expositivos).
QUANDO?
Ano letivo 2024/2025, com candidaturas até 27 de setembro e atividades distribuídas ao longo do ano letivo.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, professores, técnicos do Parque Biológico, coordenação do PCE, Departamentos de Ciências e Tecnologias e de Expressões e Clube de Ciência Viva.
Recursos pedagógicos: educação ambiental, oficinas artísticas, práticas experimentais e interdisciplinares.
Materiais: materiais naturais e reciclados, instrumentos musicais, suportes de registo e criação.
Recursos institucionais: enquadramento do PCE, PAE e parcerias locais.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
Os projetos concretizam os objetivos do PCE ao promover limites saudáveis para o uso de equipamentos digitais, privilegiando atividades fora do ambiente digital e a comunicação cara a cara. Integram a tecnologia de forma produtiva e criativa apenas quando pertinente, com regras claras de utilização e monitorização do impacto no bem-estar. Em simultâneo, desenvolvem educação ambiental e artística, estimulando a ecorresponsabilidade, a consciência planetária e o debate sobre a arte como forma de comunicação. Em alinhamento com o Projeto Educativo e o PAE, promovem inclusão, solidariedade e respeito pela diferença, formando alunos críticos, responsáveis e participativos na proteção do património natural e cultural.
ALIAR A ARTE, TECNOLOGIA E CIDADANIA ATIVA PARA CAPACITAR OS JOVENS PARA O FUTURO.
TRANSFORMAR E INOVAR PRÁTICAS DE ENSINO.
"As soluções e respostas da Escola, no campo da inovação curricular, passam pela gestão flexível do currículo, que permite cruzar e integrar os saberes de diferentes disciplinas, facilitando o uso de metodologias de aprendizagem mais ativas e personalizadas, pela criação de domínios de autonomia curricular, pelo projeto dos manuais digitais, pela dinamização de projetos integradores como o Content and Language Integrated Leraning (CLIL), o Apps for Good e o projeto cultural da escola, entre outros, tendo em vista a promoção das áreas de competências do Perfil dos Alunos"
O QUÊ?
Programa educativo de inovação curricular que alia tecnologia e cidadania ativa, capacitando os jovens para o futuro e promovendo a transformação das práticas de ensino. Assente na gestão flexível do currículo, na criação de Domínios de Autonomia Curricular (DAC) e na aplicação de metodologias ativas e personalizadas, integra os projetos Apps for Good, Electronics for All e Ingaming vai às Escolas. Promove o cruzamento de saberes entre disciplinas, o uso crítico, ético e responsável da tecnologia e a integração das artes, culturas e patrimónios na construção de soluções alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), através da metodologia de Design Thinking.
COM QUEM?
Alunos e professores da ESDJGFA.
Comissão Permanente do Plano Cultural de Escola.
Equipa Apps for Good / CDI Portugal.
Clube de Robótica.
Clube de Ciência Viva.
PADDE.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E / OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável, organizada por equipas de projeto, podendo envolver alunos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, em regime curricular, de enriquecimento curricular ou transversal, aplicável a qualquer área disciplinar, de acordo com as equipas inscritas e as dinâmicas do programa. Envolvimento de professores orientadores, alunos fellows, experts e da equipa do CDI Portugal, assegurando acompanhamento, mentoria e apoio especializado.
PARA QUEM?
Alunos do Ensino Básico e do Ensino Secundário da ESDJGFA, enquanto participantes ativos em processos de criação tecnológica, reflexão ética, trabalho colaborativo e intervenção cívica.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves.
Salas de aula, laboratórios, espaços de trabalho colaborativo e clubes escolares.
Ambientes digitais e plataformas de desenvolvimento de aplicações.
Espaços externos associados a eventos e encontros do programa.
QUANDO?
Ano letivo 2025/2026, com desenvolvimento contínuo ao longo do ano, integrado nas disciplinas, clubes e projetos transversais, articulado com a gestão flexível do currículo e os DAC, segundo cronograma próprio do programa Apps for Good.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, professores, mentores do Apps for Good, especialistas externos, clubes escolares e estruturas de coordenação.
Recursos pedagógicos: metodologias de aprendizagem ativa, Design Thinking, resolução de problemas reais e trabalho colaborativo.
Tecnologias: computadores e/ou smartphones, software de programação e prototipagem, ferramentas de produtividade e colaboração.
Outros recursos: plataforma Apps for Good, Guia do Professor, Manual do Aluno, materiais de apoio e recursos digitais.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O programa concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola da ESDJGFA, promovendo uma utilização saudável, ética e responsável da tecnologia, integrada de forma produtiva, criativa e consciente na resolução de problemas reais. Reforça a comunicação cara a cara, o trabalho colaborativo e o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e digitais, em coerência com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Em articulação com o Projeto Educativo e o Plano de Ação Estratégica, fomenta a inclusão, a solidariedade, o respeito pela diversidade, a ecorresponsabilidade e a consciência planetária, afirmando a tecnologia ao serviço do bem comum, da inovação pedagógica e da cidadania ativa.
PENSAR DE FORMA CRIATIVA,
EMPREENDEDORA E INOVADORA
O QUÊ?
Implementação do programa STEP UP TO START UP, curso nacional e gratuito de empreendedorismo promovido pelo Instituto Rodrigo Guimarães, que desafia os alunos a transformar ideias em projetos reais com impacto social, cultural e ambiental, desenvolvendo soluções alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
COM QUEM?
Instituto Rodrigo Guimarães, 3 alunos do 11.ºI e professor Luís Ribeiro, em articulação com o Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
3 alunos do 11.ºI, professor orientador e Learning Coaches do programa Step Up.
PARA QUEM?
Alunos do Ensino Secundário (10.º ao 12.º ano) — equipa selecionada do 11.ºI.
ONDE?
Plataforma digital Step Up (100% online).
QUANDO?
Ao longo de 13 semanas, fora do horário letivo, de acordo com o calendário do programa.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos participantes, professor orientador, Learning Coaches, mentores e equipa do Instituto Rodrigo Guimarães.
Recursos pedagógicos: plataforma Step Up, missões, Inspirational Talks, materiais digitais, ferramentas de planeamento, design e comunicação de projetos.
Recursos institucionais: Plano Cultural de Escola, PAE e Projeto Educativo.
Recursos financeiros: bolsas atribuídas pelo Instituto Rodrigo Guimarães (acesso gratuito).
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O programa concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, ao promover projetos que partem da arte, cultura e património como recursos de inovação e transformação social. Desenvolve soluções criativas orientadas para os ODS, integrando economia criativa, sustentabilidade, design e storytelling. Desenvolve competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, nomeadamente criatividade, pensamento crítico, comunicação, autonomia, colaboração e consciência social e ambiental, em articulação com o PAE e Projeto Educativo, afirmando-se como prática de excelência em cultura de projeto e empreendedorismo juvenil.
A FOTOGRAFIA COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO
E DESENVOLVIMENTO PESSOAL
O QUÊ?
Exposição de fotografia MIXTURA – Comigo · Contigo · Com o Mundo, projeto de intervenção social através da fotografia, resultante de uma seleção de imagens produzidas por alunos da ESDJGFA e por utentes seniores do Lar Salvador Brandão, no âmbito do Clube de Fotografia MIXTURA. A exposição apresenta processos e resultados de um trabalho artístico intergeracional centrado na imagem como linguagem de encontro, memória, identidade e relação com o outro.
COM QUEM?
Alunos da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves (ESDJGFA). Utentes seniores do Lar Salvador Brandão (Santa Casa da Misericórdia de Gulpilhares e Valadares). Associação Ritmo Acontece. Coordenação: Céline Valente. Orientação artística: Julien Reis (fotógrafo e videógrafo). Supervisão interna: Luís Ribeiro (Coordenação PCE) e Sofia Dias (Psicóloga Escolar).
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Mais de 80 alunos e 15 seniores, envolvidos ativamente ao longo do ano letivo 2024/2025. O projeto decorreu em sessões regulares (24 no 1.º semestre e 32 no 2.º semestre), com média de 8 alunos e 2 seniores por sessão.
PARA QUEM?
Comunidade educativa, famílias, comunidade local e público em geral.
ONDE?
GaiaShopping.
QUANDO?
Fevereiro de 2026.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos, seniores, fotógrafo orientador, equipa da Associação Ritmo Acontece, coordenação do PCE. Infraestruturas: espaço expositivo do GaiaShopping. Equipamento técnico: câmaras fotográficas, dispositivos digitais, materiais de impressão e montagem expositiva. Recursos pedagógicos: metodologias artísticas participativas, fotografia como prática de expressão, diálogo e inclusão. Recursos financeiros: assegurados no âmbito da parceria com a Associação Ritmo Acontece e entidades envolvidas.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A exposição MIXTURA – Comigo · Contigo · Com o Mundo concretiza de forma exemplar os objetivos do Plano Cultural de Escola, ao promover aprendizagens fora do ambiente digital imediato e ao afirmar a fotografia como linguagem artística, cultural e relacional. O projeto reforça a comunicação cara a cara, a escuta e o trabalho colaborativo, criando pontes entre gerações e valorizando a diversidade de experiências, memórias e olhares. Através de práticas artísticas lúdicas e inclusivas, a fotografia tornou-se ferramenta de expressão, bem-estar e coesão social, contribuindo para o desenvolvimento pessoal, a autoestima e o reconhecimento do outro. Em articulação com o PCE, o PAE e o Projeto Educativo, a exposição afirma a escola como espaço de democracia cultural, participação cívica e criação artística partilhada, onde arte e vida se cruzam como necessidade vital e prática transformadora
AURORA 2.0
ONDE A ARTE CUIDA E TRANSFORMA
O QUÊ?
Aurora 2.0 – projeto de intervenção social e artística dinamizado pela Associação Ritmo Acontece, que integra quatro oficinas criativas (Fotografia, Produção Musical, DJ e Inteligência Artificial aplicada à arte). O projeto está orientado para a promoção da saúde mental, do bem-estar emocional, da expressão identitária e do desenvolvimento pessoal e social dos alunos, através da articulação entre arte, criatividade e tecnologia.
COM QUEM?
Associação Ritmo Acontece (entidade promotora e dinamizadora).
Coordenação externa: Céline Valente.
Coordenação interna na ESDJGFA: Sofia Dias (Psicóloga Escolar) e Luís Ribeiro (Coordenador do Plano Cultural de Escola).
Formadores/artistas especializados das diferentes oficinas.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
24 alunos, organizados em dois grupos de 12 alunos, selecionados por inscrição.
Participação em sessões semanais ao longo de cerca de 25 semanas.
PARA QUEM?
Alunos da ESDJGFA, dos 12 aos 18 anos, identificados como beneficiando de práticas de desenvolvimento socioemocional, inclusão, criatividade e expressão artística, em contexto escolar.
ONDE?
Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves – espaços adequados às diferentes oficinas artísticas e tecnológicas.
QUANDO?
Ao longo do ano letivo, em duas tardes semanais, com sessões regulares durante cerca de 25 semanas.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: psicóloga escolar, coordenador do PCE, artistas/formadores e equipa da Associação Ritmo Acontece.
Infraestruturas: salas e oficinas da escola.
Equipamento técnico: materiais artísticos, equipamentos audiovisuais, tecnologia digital e ferramentas criativas.
Recursos pedagógicos: metodologias de arteterapia, aprendizagem socioemocional, trabalho colaborativo e práticas criativas.
Recursos financeiros: projeto gratuito para os alunos, assegurado pela Associação Ritmo Acontece e enquadrado no Plano Nacional das Artes.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O Aurora 2.0 concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola ao promover aprendizagens fora do uso automático do digital, utilizando a arte e a criatividade como ferramentas de expressão, inclusão e bem-estar. O projeto articula práticas artísticas, tecnologia e acompanhamento psicológico, contribuindo para o desenvolvimento de competências socioemocionais fundamentais, como a autorregulação, a autoestima, a empatia, a comunicação e o trabalho em grupo.
Em alinhamento com o princípio do fazer-com, os alunos participam ativamente em processos criativos colaborativos, assumindo compromisso, responsabilidade e sentido de pertença. As oficinas reforçam a comunicação cara a cara, valorizam a diversidade, promovem a inclusão e estimulam a cidadania ativa, contribuindo para a prevenção do absentismo, do isolamento e do mal-estar emocional.
Em consonância com o PCE – EU-EM-REDE, o PAE e o Projeto Educativo, o Aurora 2.0 afirma a escola como espaço de cuidado, criação e transformação, onde a arte se torna ponte entre identidade, comunidade e futuro.
CRIAR É PENSAR
PENSAR É TRANSFORMAR
O QUÊ?
O concurso “Histórias que Fazem Pensar”, promovido pelo Projeto Pensatório, desafia os alunos à leitura, interpretação, criação e ilustração de narrativas com intencionalidade reflexiva, articulando literatura, artes visuais e tecnologias digitais, no âmbito do Plano Cultural de Escola.
COM QUEM?
Projeto Pensatório, professores de Filosofia, em articulação com todos os grupos disciplinares interessados.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável, envolvendo turmas do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário, professores de Filosofia e docentes de outros grupos disciplinares, de acordo com a adesão ao concurso.
PARA QUEM?
Alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário.
ONDE?
Salas de aula, Biblioteca Escolar e espaços expositivos da escola. Apresentação pública do vencedor em espaço cultural da escola.
QUANDO?
Desenvolvido ao longo do ano letivo, com apresentação pública do vencedor a 1 de junho de 2025.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores de Filosofia, docentes de outras áreas e alunos.
Recursos materiais: materiais de desenho e ilustração, suportes digitais, equipamentos multimédia e meios de comunicação escolar.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A atividade concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola e articula-se com o Plano Anual de Atividades, incentivando práticas artísticas e sociais que equilibram o tempo de uso de equipamentos digitais e promovem o bem-estar físico e mental dos alunos. Desenvolve educação ambiental e artística, estimula a leitura, a criatividade e a reflexão crítica e promove o uso produtivo e criativo da tecnologia. Contribui para a criação de hábitos culturais, para a valorização da expressão artística e para o desenvolvimento das competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, reforçando a interatividade, a inovação e a consciência ecológica.
CRIAR É PENSAR
PENSAR É TRANSFORMAR
O QUÊ?
Implementação do Projeto Pensatório, enquanto espaço de pensamento, criação, debate e intervenção cultural, que promove o desenvolvimento do pensamento crítico, a reflexão filosófica, a educação ambiental e a articulação entre Filosofia, Arte, Natureza e Cidadania, no âmbito do Plano Cultural de Escola.
COM QUEM?
Professores responsáveis pelo Projeto Pensatório, alunos monitores do 11.º e 12.º anos, em articulação com o PCE, projetos de cidadania, Ciência Viva, POA e professores de Artes.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável, envolvendo alunos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, alunos monitores do 11.º e 12.º anos, professores responsáveis e docentes de outros grupos disciplinares, nomeadamente Artes, Português e Línguas Estrangeiras.
PARA QUEM?
Alunos do Ensino Básico e do Ensino Secundário da ESDJGFA.
ONDE?
Salas de aula, Biblioteca Escolar, espaços exteriores da escola, Jardim da Meditação e Trilhos do Pensamento.
QUANDO?
Desenvolvido ao longo de todo o ano letivo, integrando:
Oficinas de Filosofia com crianças
Trilhos do Pensamento (espaço exterior) com atividades lúdicas
Criação de horta ecológica e restauração da estufa
Concurso “Histórias que Fazem Pensar”
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores responsáveis, alunos monitores, professores de Artes e docentes de outros grupos disciplinares.
Recursos materiais: materiais lúdicos, artísticos e de jardinagem, materiais de escrita, desenho e fotonarrativa, suportes digitais e recursos de Ciência Viva.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O Projeto Pensatório promove uma utilização equilibrada e consciente da tecnologia, estabelece limites saudáveis ao tempo de ecrã e privilegia atividades artísticas, físicas e sociais fora do ambiente digital. Desenvolve educação ambiental e artística, fomenta a ecorresponsabilidade e afirma a arte como linguagem de comunicação e reflexão. Contribui para o pensamento crítico, a inclusão, a cidadania ativa e o bem-estar físico e mental dos alunos, em consonância com os objetivos do Plano Cultural de Escola, do Plano Anual de Atividades e do Projeto Educativo, afirmando-se como uma das marcas distintivas da identidade da Escola.
CRIAÇÃO DE DESENHOS E PINTURAS, ENTRE OUTRAS MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS,
TENDO EM CONTA A OBSERVAÇÃO, INTERPRETAÇÃO E REFLEXÃO SOBRE AS OBRAS DE ARTE
O QUÊ?
Participação no concurso Desafios d’Arte – “Um Olhar sobre o Lugar”, promovendo processos de criação em desenho, pintura e outras linguagens das artes visuais, articulando observação, interpretação, investigação e reflexão sobre identidade, comunidade, património e ambiente.
COM QUEM?
Alunos da ESDJGFA orientados pelos professores de Artes Visuais (Oficina de Artes Plásticas e Oficina de Artes). Parcerias: APEVT, Faber-Castell/Iberex e Museu da Carris.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Universo total: 482 alunos — 7.º ano (143), 8.º ano (141), 9.º ano (176) e 12.º ano (22). A submissão ao concurso é efetuada pelos professores inscritos, podendo cada docente apresentar até 6 trabalhos individuais por escalão: 3.º escalão (7.º, 8.º e 9.º anos) e 4.º escalão (10.º, 11.º e 12.º anos).
PARA QUEM?
Alunos do 3.º Ciclo (7.º, 8.º e 9.º anos) e do Ensino Secundário (12.º ano), envolvidos em processos de criação artística em contexto letivo.
ONDE?
ESDJGFA – salas de aula e oficinas de Artes Visuais. Exposição pública e gala final do concurso em espaços definidos pela organização dos Desafios d’Arte.
QUANDO?
Inscrição dos professores: até 30 de outubro de 2025.
Submissão das fotografias dos trabalhos: 01 a 11 de maio de 2026.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores de Artes Visuais e alunos.
Infraestruturas: salas/oficinas e espaços expositivos.
Equipamento técnico: materiais de desenho e pintura e meios digitais para registo e submissão.
Recursos pedagógicos: guiões de observação, investigação visual e reflexão crítica.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
A participação nos Desafios d’Arte concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, promovendo aprendizagens fora do uso automático do digital, a criatividade, o pensamento crítico e a valorização da arte como forma de comunicação. Articula-se com as Aprendizagens Essenciais de Educação Visual, Oficina de Artes Plásticas e Oficina de Artes, integrando metodologias ativas, trabalho colaborativo e reflexão sobre identidade, património, ambiente e cidadania. Em consonância com o PCE, PAE e Projeto Educativo, afirma a escola como espaço de criação cultural, participação e desenvolvimento integral dos alunos.
PENSAR É AGIR
CRIAR É TRANSFORMAR
O QUÊ?
A Oficina de Ideias é um projeto estruturante enquanto dispositivo de reflexão, criação, debate e intervenção cultural, que promove a discussão de ideias, o pensamento crítico, a cidadania ativa e a cultura de projeto, articulando Filosofia, Arte, Cinema, Ciência e Educação para os Media, em consonância com o Plano Cultural de Escola. Articula-se com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, as Aprendizagens Essenciais e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, integrando práticas de inovação curricular sustentadas na gestão flexível do currículo e no desenvolvimento de Domínios de Autonomia Curricular, promovendo aprendizagens significativas, interdisciplinares e contextualizadas.
COM QUEM?
Alunos dos cursos de Artes Visuais, Ciências e Tecnologias, Línguas e Humanidades e Ciências Sociais e Humanas, professores do grupo disciplinar de Filosofia (Ana Pinho, Elisabete Mesquita, Fernando Macedo, Maria José Maia e Sónia Múrias), em articulação com professores de Artes e de outros grupos disciplinares, Biblioteca Escolar e Plano Nacional de Cinema, no âmbito do Plano Cultural de Escola.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Participação variável, envolvendo turmas do Ensino Secundário que frequentam a disciplina de Filosofia, com colaboração interdisciplinar de docentes de outros departamentos curriculares, bem como de outros professores e convidados externos, de acordo com a natureza de cada atividade.
PARA QUEM?
Alunos do Ensino Secundário e comunidade educativa da ESDJGFA.
ONDE?
Auditório, Biblioteca Escolar e diversos espaços da ESDJGFA, bem como espaços culturais externos no âmbito das visitas de estudo.
QUANDO?
Desenvolvido ao longo do ano letivo, integrando as seguintes ações:
Dia Mundial da Filosofia
Dia Internacional dos Direitos Humanos
Dia Mundial da Liberdade
Dia Internacional da Mulher
Ciclo de Cinema (articulação com PNC)
Maratona de Debates
Visitas de Estudo e Conferências.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: professores de Filosofia, Artes e colaboradores interdisciplinares, alunos de Artes e de Filosofia, Biblioteca Escolar, PCE e PNC.
Recursos materiais: impressões a cores para cartazes e diplomas, materiais de artes visuais, equipamentos audiovisuais e suportes digitais.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
O Projeto Oficina de Ideias concretiza os objetivos do Plano Cultural de Escola, do Plano Anual de Atividades e do Projeto Educativo, afirmando a escola como espaço de pensamento, diálogo, criação cultural e participação cívica. Promove a discussão de ideias, o pensamento crítico, o envolvimento dos alunos em projetos criativos, o gosto pela cultura, pela arte e pela ciência, bem como o exercício de uma cidadania ativa, informada e responsável. Desenvolve metodologias ativas, interdisciplinares e colaborativas, contribuindo para as competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, reforçando autonomia, argumentação, sensibilidade estética, literacia mediática e consciência social. A participação é livre e inclusiva, sendo o único requisito pertencer ao Ensino Secundário; algumas funções específicas são por convite. A avaliação é realizada por relatórios no INOVAR, monitorização por questionários Forms e análise regular em grupo disciplinar, assegurando melhoria contínua e qualidade pedagógica.
CONVIDAR A ESDJFGA A PARTICIPAR EM CONCURSOS
EM QUE A ARTE SEJA VISTA DE UMA OUTRA FORMA
Objetivo(s) do PCE que se pretende(m) alcançar:
Incentivar a comunicação cara a cara para ajudar a fortalecer relacionamentos pessoais e reduzir a dependência de equipamentos digitais.
Promover a solidariedade e o respeito pela diferença através de um pensamento e ações inclusivas.
Estimular o gosto pela leitura, incentivando a participação ativa dos alunos no mundo literário.
Destinatários:
Alunos do Ensino Secundário e da Unidade de Ensino Estruturado.
Produto(s) Artístico(s) Esperado(s):
Seleção crítica de histórias para leitura.
Leitura criativa de histórias.
Criação de um grupo de leitores que promova a troca de ideias e experiências literárias.
Transformação Esperada:
Mudar a atitude face à leitura, fomentando um maior interesse e envolvimento com a literatura.
Criar hábitos culturais que valorizem a leitura e a convivência social.
Desenvolver um pensamento e ações inclusivas que reconheçam e respeitem a diversidade.
Promotores:
Projeto Oficina de Ideias, Professores de Filosofia, com a colaboração de todos os grupos disciplinares interessados.
Parceiro(s):
Casa da Música, Casa de Serralves, Editora Plátano, Leya.
Calendarização:
Ao longo do ano letivo,
SEMANA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA:
CELEBRAR, CRIAR E COMUNICAR
O QUÊ?
COMEMORAÇÃO DA SEMANA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA DA UNESCO, integrada no Plano Cultural de Escola da ESDJGFA, no âmbito do Plano Nacional das Artes, promovendo a educação artística como instrumento de inclusão, diálogo intercultural, criatividade, pensamento crítico e desenvolvimento integral dos alunos, articulando o aprender as artes e por meio das artes.
COM QUEM?
Departamento de Expressões e alunos do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais, em articulação com o Grupo Disciplinar de Filosofia, Biblioteca Escolar, Plano Nacional das Artes, Plano Nacional de Cinema e APEVA.
N.º DE ALUNOS POR ATIVIDADE E/OU DE OUTROS INTERVENIENTES
Envolvimento direto de 518 alunos, correspondentes à totalidade do 3.º Ciclo do Ensino Básico (7.º, 8.º e 9.º anos – 460 alunos) e às turmas de Artes Visuais do Ensino Secundário (10.ºD, 11.ºD e 12.ºD – 58 alunos), para além dos alunos participantes no Torneio Luís Jeremias, docentes, cinco artistas convidados, técnicos das instituições parceiras, pessoal não docente e comunidade educativa.
PARA QUEM?
Alunos, docentes, pessoal não docente, pais e encarregados de educação e comunidade educativa.
ONDE?
Espaços expositivos da escola, auditório, salas de aula, Biblioteca Escolar e campo de jogos da ESDJGFA.
QUANDO?
Durante a Semana Internacional da Educação Artística da UNESCO – última semana de maio.
COM O QUÊ?
Recursos humanos: alunos do Curso de Artes Visuais, professores do Departamento de Expressões e do Grupo Disciplinar de Filosofia, cinco artistas convidados, técnicos das instituições parceiras, Biblioteca Escolar, Plano Nacional das Artes, Plano Nacional de Cinema e pessoal não docente.
Recursos pedagógicos: obras de arte em exposição, materiais de divulgação, palestras e conferências.
Recursos financeiros: verbas afetas ao Plano Anual de Atividades e ao Plano Cultural de Escola, apoios da APEVA e contributos materiais/logísticos das entidades parceiras.
OBSERVAÇÕES / INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
Esta comemoração constitui uma das marcas distintivas da identidade da Escola e uma prática estruturante de promoção da excelência educativa, integrando dinâmicas internas que materializam decisões de articulação, contextualização e enriquecimento curricular. As prioridades curriculares encontram-se alinhadas com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, as Aprendizagens Essenciais e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, desenvolvendo soluções de inovação curricular assentes na gestão flexível do currículo, que cruzam saberes de diferentes disciplinas, potenciam metodologias ativas e personalizadas e desenvolvem Domínios de Autonomia Curricular, promovendo inclusão, criatividade, pensamento crítico e participação cultural.
OUT. 2023 | Manifestação de vontade pela Diretora da Escola
NOV. 2023 | Adesão à medida do Projeto Cultural de Escola
DEZ. 2023 | Nomeação do Coordenador do Projeto Cultural de Escola e da Comissão Consultiva pela Diretora
DEZ. 2023 | Realização da 1ª sessão com César Israel Paulo [Coordenador Intermunicipal do Plano Nacional das Artes] para apresentação do PNA e do "Plano Cultural de Escola"
FEV. 2023 | Realização da 2ª sessão com César Israel Paulo [Coordenador Intermunicipal do Plano Nacional das Artes] - para esclarecimentos sobre o PCE e definição do tema-problema-questão.
MAR.23 | Definição do contexto cultural da comunidade escolar.
MAR.23 | Com base na caracterização da comunidade e do seu contexto redação do tema-problema-questão.
MAR.23 | Aprovação dos membros da comissão permanente e da comissão consultiva (consultores internos e externos) propostos pela direção e pelo coordenador do PCE.
MAR. / ABR. 23 | Realização e aplicação do questionário EU-EM-REDE: comigo-contigo-com o mundo para aplicação à comunidade educativa.
ABR. 23 | Definir, contactar e formalizar as parcerias externas.
ABR./ MAI. 23 | Tratamento dos dados recolhidos através do questionário aplicado à comunidade educativa.
Até ao fim de maio de 2023 | Definição dos objetivos do PCE e conclusão da construção do PCE.
Início de JUN. 23 | Divulgação dos resultados do questionário EU-EM-REDE: comigo-contigo-com o mundo junto da comunidade educativa.
Início de JUN. 23 | Publicação e divulgação do website do PNA-PCE da ESDJGFA
OUT. 23 |Apresentação do PCE à comissão consultiva.
NOV. 23 | Apresentação do PCE ao Conselho Pedagógico.
NOV. 23 | Apresentação do PCE nos departamentos.
Início do ano ano letivo 2023-2024
Durante os anos letivos 2023-2024 a 2028-2029
Parceiros culturais, educativos e ambientais