"Você precisa de alguém que te dê segurança..." Engenheiros do Haway
Por: Rafaela Rocha, Bruna Radtke, Anael Tavarers e Deiner Pinheiro 8ºA e 9ºB/2018
No mês de outubro tivemos uma grande oportunidade de entrevistar Leonardo Moreira da Silva que em visita à escola teve generosamente tempo para nos esclarecer sobre o PPCI - Plano de Prevenção Contra Incêndios. Ele exerceu três anos a atividade de bombeiro militar (soldado de combate). Hoje atua como socorrista da SAMU. Conversamos com ele alguns minutos e já foi o suficiente para entendermos um pouco sobre o assunto. Ele nos tirou várias dúvidas e explicou que o principal ponto de um PPCI é a prevenção e que qualquer lugar com aglomeração de pessoas deve ter pessoas treinadas para atuar.
No caso da escola podem ser professores, funcionários ou alunos. Caso não haja pessoas treinadas, o local não deveria funcionar. Ele também nos explicou sobre os diversos tipos de extintores: Extintor de água que é usado para sólido, extintor de pó químico para eletricidade e o extintor de CO 2 usado para equipamentos elétricos. Os extintores devem ser trocados a cada dois anos. Além disso, o PPCI exige extintores a cada dez metros dependendo no local, luzes de emergência, placas refletivas e outros itens de segurança.
Foi uma conversa proveitosa, aprendemos muito e percebemos que a escola está sem condições caso aconteça um acidente.
Na sala de jogos estão dois dos 5 extintores vencidos da escola. Por: Jennifer 8ºA/2018
Por: Carlos Eduardo N. Cardoso 8º A/ 2018
Em uma vigorosa revisão, nós, do grupo de jornalistas do "O POLIVALENTE", investigamos sobre a possibilidade de termos um PPCI (Plano de Prevenção Contra Incêndio) na escola. Chegamos a conclusão de que a escola não tem o mínimo de cuidado com a prevenção contra esses possíveis acidentes.
Localizamos, na escola, apenas cinco extintores, todos com a mesma data de validade, todos vencidos e com a última recarga feita no ano de 2015. Os locais onde se encontram esses extintores estão em de pleno funcionamento.
A estrutura física da escola também colabora com a nossa preocupação. Sem portas de emergência, sem luzes de emergência em funcionamento, sem os indicadores de saída etc. Também não temos nenhuma brigada de incêndio (pessoas treinadas para atuar no caso de ocorrer um sinistro).
Em nossa concepção, todos os locais devem funcionar com um PPCI em dia, escola pública não?
Deixamos está questão então para ser respondida por nossa querida diretora Elisa Milach.
Mais um extintor de incêndio... VENCIDO! Por: Carlos Eduardo N. Cardoso
Por: Nicoly Veloso M. Duarte e Denner Botelho 8ºA/2018
Realizamos uma reportagem sobre o furto que aconteceu na escola E.E.E.M Santa Rita no sábado, dia 13 de outubro. Leiam agora como tudo aconteceu:
Primeiramente entrevistamos a vice-diretora do turno da tarde para que ela pudesse nos relatar como havia descoberto o furto e como tinha sido sua reação. Ela relatou que “no sábado (13) por volta das 11h a Tele Alarmes, empresa que cuida da segurança da escola, ligou avisando que faziam 24h que eles estavam sem luz e que os alarmes parariam de funcionar a partir dali”. Prontamente ligou para o secretário da escola, Valdemar, que mora pelas redondezas da escola para ele ir verificar se realmente não havia luz no local. Logo após, ligou para o Lucas que é um “faz tudo” da escola para ele ir resolver o problema, quando ele chegou foram até a pracinha, onde se encontra o disjuntor, viram que estava apenas desligado, de lá ela foi direto para o refeitório verificar se não havia estragado nada e foi então que se deu por conta que haviam sido furtados, e pelo que podia notar eles teriam classes e cadeiras que estavam no refeitório para ajudá-los a subir e descer do telhado com mais facilidade.
Quando a vice-diretora percebeu que haviam furtado a escola, pensou “de novo?” pois já não é a primeira vez que isso acontece, somente no ano passado foram 7 vezes. Os bandidos levaram um balde de doce de leite, uma barra grande de queijo, um saco de coxa de galinha e também os alimentos que haviam chegado um dia antes e os funcionários não sabiam direito a quantidade que tinha.
Ela disse também que as providencias agora seriam ir até a 5o CRE pedir mais dinheiro para poder arrumar o telhado que havia sido quebrado; colocar mais segurança na escola para evitar esse tipo de coisa; e ir até a Tele Alarmes para reclamar sobre o alarme.
Por: Rafaela Rocha 9ºB/2018
Ladrões fizeram tal buraco para entrar. O lugar está exposto a chuva e até mesmo para outros ladrões entrarem.
Por: Monise de Souza e Marcely 9ºA/2018
Não sei como está a sua escola no que diz respeito à segurança, mas a nossa...
Na Escola Estadual de Ensino Médio Santa Rita segurança não é o ponto forte. Falta muita coisa para ser considerada uma escola segura; não tem pessoas treinadas para isso, policiais, guardas, nada em volta da escola, o que faz com que ao redor do colégio se torne um local perigoso para os alunos. Já houve inúmeros assaltos tanto na escola quanto com os alunos, e nunca foi feito nada para mudar isso.
A escola não toma muitas providências, apenas chamam a polícia quando acontece algo, registram um boletim de ocorrência e fica por isso. Para prevenir que aconteça nunca foi feito nada. A escola já tentou tomar atitudes para prevenir, instalando câmeras, pedindo mais policiamento nas ruas etc., mas parece que não tem adiantado. As verbas não são o suficiente para “proteger” a escola.
Alunos e funcionários vão para a escola todos os dias com muita insegurança, por conta do local ser uma área muito pouco movimentada, tornando-a perigosa. O horário da escola também é algo que incomoda muitos pais, pois as aulas começam muito cedo (07:30), então, alunos que moram longe, têm que sair de suas casas muito mais cedo, ficando assim, mais perigoso ainda, pois grande maioria vai a pé ou de ônibus, sozinhos.
O número de assaltos nas redondezas da escola é muito grande, acontece semanalmente, não só assaltos, mas também já soubemos de perseguições.
A segurança dentro da escola também não é boa, muros caídos, portões abertos, nenhum porteiro, além de várias outras coisas.
Para mudar tudo isso e tornar a escola um lugar mais seguro, é preciso mais atitude da direção e funcionários que cuidam da escola. Tomando providências mais rígidas quando acontecer algum assalto ou algo do tipo; colocando seguranças; mais câmeras na volta da escola; mudando os horários, etc.
Enquanto nenhuma atitude maior não for tomada, dentro da escola e nas ruas em volta, nosso caminho continuará sendo muito perigoso.