Enchentes: qual a importância da urbanização para a redução dos impactos das chuvas?
Olá a todos, todas e todes, me chamo Julio Silva Cronemberger, tenho 13 anos e não leio muito. Mas gosto muito de estudar sobre causas sociais, como homofobia, racismo etc., e também gosto muito de fantasia. Então, sempre acabo me interessando por algum livro.
A enchente é um processo natural antrópico que acontece por meio do aumento do volume da água nos rios e córregos. Elas são fenômenos naturais recorrentes acontecendo nos períodos mais chuvosos do ano.
Os maiores afetados por elas são os moradores de áreas de risco que, em sua maioria, não têm ajuda do governo e, portanto, sofrem mais. Em minha opinião, um grande fator para isso é o racismo ambiental, e a maior parte das vítimas das enchentes são pessoas pobres. Segundo o IBGE, cerca de 34,5% da população que passa pela pobreza monetária é preta e são essas pessoas as mais desfavorecidas nas enchentes.
Agora, como é possível prevenir as enchentes? Uma forma de preveni-las é, como, por exemplo fez o governo de Belo Horizonte em 2013. O governo contratou alguns “olheiros” que detectavam o início de inundações em áreas de risco, e também foram criadas construções de barragens que impedissem a água. Todas essas medidas são paliativas, ou seja, elas minimizam os impactos, mas não resolvem o problema. Por isso, algumas medidas segundo o site Brasil escola são necessárias :
Construção de sistemas eficientes de drenagem;
Desocupação de áreas de risco;
Criação de reservas florestais nas margens dos rios;
Diminuição dos índices de poluição e geração de lixo;
Planejamento urbano mais consistente.
Bom, agora, entendidos do assunto: qual a importância da urbanização para a redução dos impactos das chuvas? Com a urbanização, muitas das medidas faladas anteriormente seriam usadas e, talvez assim, se preveniriam as enchentes, e também muitas áreas de risco iriam ter reformas em sua estrutura acabando com inundações.
Fontes: Agência de Notícias, Brasil Escola e Mundo Educação.
Excesso de redes sociais: quais são as consequências para a Saúde Mental?
Meu nome é Bento Peixoto Cruz, tenho doze anos e meus interesses de leitura já foram maiores. Há alguns anos, eu lia quase todos os dias, mas, em 2021, diminui minha frequência por me interessar por outras coisas, como encontrar amigos, praticar esportes ou até mesmo passar um tempo na tela. Mas ainda sim estou lendo livros, como a "Revolução dos Bichos", "O menino do dedo verde" e a "Bolsa Amarela", que são três livros que eu recomendo para quem se interessa por uma leitura mais simples na internet. Jogo jogos com amigos, e vejo vídeos de canais como T3ddy.
Fonte: Diário Do Nordeste.
Fonte: Family Center
Hoje em dia, as redes sociais estão muito presentes no nosso cotidiano, com pessoas usando elas horas por dia para se comunicar, entretenimento pessoal ou até para trabalho. Porém o uso excessivo das redes pode resultar em inúmeras consequências negativas, e é sobre isso que eu vou falar. Mas antes de falar sobre as consequências, vale lembrar que o grupo mais afetados por eles são os jovens que, no Brasil, em média passam de 2 a 3 horas por dia no celular, mesmo que o recomendado seja de no máximo duas horas por dia
Porque os jovens passam tanto tempo no celular ?
Existe uma série de razões que fazem com que isso aconteça, por exemplo, o entretenimento, que é uma das principais razões, pois os jovens têm mais dificuldades de se entreter, com coisas monótonas. Por isso, jogos ou redes sociais são uma espécie de ajuda, em que eles podem se entreter da maneira que acharem melhor, também porque um celular ou um computador podem ajudar a realizar coisas simultaneamente, como se comunicar, jogar e se divertir. E também existem casos de pressão social, em que uma pessoa que, antes, não dependia de aparelhos, agora, quer sempre estar atualizada e por dentro das novidades.
Consequências psicológicas para a população
Finalmente, irei falar sobre as consequências, que, por mais que de início possa não parecer, são muitas. E todas resultam em prejuízos no psicológico e baixa na autoestima, que é gerada por vários motivos. Esses são por comparação em redes sociais, onde pessoas que olham fotos de roupas novas, viagens ou quaisquer coisas, se diminuem se comparado com pessoas que vivem uma fantasia. Outra razão é o cyberbullying que está, não só presente nas redes sociais, como também em jogos, que difamam ou ofendem pessoas na internet, e geralmente não têm consequências aos causadores. E também a solidão que, por mais que a internet consiga unificar pessoas e criar relações, essas relações não se comparam as conexões reais, tornando os jovens menos preparados para a vida.
Como isso afeta a sociedade e o futuro
Por último, irei falar sobre os problemas que isso causa e causará ao nosso futuro, isso acontece, pois o acesso excessivo de crianças e jovens a telas pode afetar o desenvolvimento do cérebro e a concentração dos jovens. Justo porque, as redes sociais são uma fonte infinita de estímulos rápidos, com vídeos, jogos, comentários, informações, entre outras coisas, esses estímulos liberam dopamina em nossos cérebros, que dá a sensação de satisfação. E essa dopamina é capaz de viciar, fazendo as pessoas passarem mais e mais horas em telas, degradando seus cérebros, e se feita repetitivamente, essa prática é irreversível e prejudica o desenvolvimento dos jovens, pois o cérebro só está cem por cento desenvolvido aos 25 anos de idade.
Como impedir essa situação e revertê-la
Mesmo sendo uma tarefa difícil, ainda é capaz de reverter essa situação, e a solução é mais simples do que parece, que é apenas reduzir seu tempo de tela, ou controlar, peça ajuda se for preciso, principalmente se seu cérebro ainda estiver em formação e ainda der tempo de reverter a situação. Você não precisa sair completamente das telas, mas pode usar moderadamente. Conscientize outras pessoas, e aproveite a vida fora da tela também, leia livros, fique com seus familiares. Jogue jogos fora da tela, encontre amigos, faça amigos, vá a shows, praias, partidas etc. Enfim, existem muitas opções de coisas fora das redes sociais.
Fontes da pesquisa: Metropolis, IBGE, G1, O Globo, www.gov.br, Unicef, Veja.
Meu nome é Miguel, eu tenho 12 anos e eu não leio com muita frequência. Mas, às vezes, gosto de ler um pouco sobre futebol e gosto de escrever. Eu gosto de pesquisar sobre esportes como: Futebol, Futsal e, às vezes, gosto de pesquisar um pouco sobre basquete. Minha página de esportes favorita é a GE, a Globo Esportes.
Fonte da imagem: Mente minimalista.
O excesso de redes sociais pode causar a depressão, a ansiedade e, principalmente, pode transformar o seu ponto de vista, ou seja, ela pode mudar o seu pensamento sobre alguma coisa. Por exemplo: Antigamente você pensava que era necessário escrever diretamente no papel, porém, hoje em dia, pode não ser mais tão necessário para algumas pessoas, pois existem os computadores e celulares, que fazem isso mais rapidamente.
Um ponto que deve ser muito discutido sobre o uso excessivo das redes sociais, é o vício e a dependência. Com o passar do tempo, você vira dependente das redes, e isso acaba afetando muito as suas capacidades corporais. Por exemplo, quando vai praticar um esporte ou qualquer outra atividade física, a falta de interação social pode afetar as suas relações com os amigos e parentes, por exemplo.
Outro ponto importante, é a comparação social, que é quando você vê os influenciadores tendo uma vida “perfeita” (e, na maioria das vezes, não é) e acaba tendo insatisfação com a própria vida.
Porém, mesmo com muitos pontos negativos, as redes sociais podem trazer, sim, pontos positivos. A rede social proporciona acesso ilimitado a informações, como também, facilita a comunicação entre amigos e parentes.
Ela também pode trazer prazer e diversão, com aplicativos e sites com jogos de todos os temas. Hoje em dia, existe um aplicativo no computador que se chama: “Poki”. Este aplicativo fez sucesso, e hoje muitas crianças utilizam ele.
Minha opinião é que as pessoas, com o uso excessivo das redes sociais ficaram cada vez mais dependentes e frequentaram, cada vez menos, ambientes de interação, como clubes, praias e a rua em geral. E, por isso, não irão passear com os animais de estimação, ver lugares novos e falar com as pessoas.
Fontes - https://www.saude.ce.gov.br/2023/01/27/um-olhar-para-dentro-uso-desenfreado-de-redes-sociais-afeta-saude-mental-e-desgasta-relacoes-fora-das-telas/#:~:text=%E2%80%9CEntre%20as%20consequ%C3%AAncias%2C%20temos%20a,a%20obsess%C3%A3o%20com%20o%20corpo. https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades/as-redes-sociais-e-os-lacos-sociais.htm
Bom, meu nome é Valentina, eu tenho 12 anos e nunca tive um interesse grande por leitura. Sempre curti livros curtos ou gibis, mas em relação a livros grandes e complexos, até me interessava no começo, mas depois desistia completamente. Acho que o único livro grande que eu me interessei, li inteiro e até chorei quando acabei, foi “O Mágico De Oz”, mas depois, infelizmente, não me interessei muito de nenhum outro livro. Gosto de ver vídeos de entretenimento no Youtube, séries e filmes. Espero que num futuro, não muito distante, eu volte a sentir uma emoção e um interesse por livros grandes e cultos.
De uns anos para cá, a tecnologia vem avançando excessivamente, com as formas de comunicação evoluindo, mais funções e aplicativos que podem resolver problemas cotidianos, e o que mais vem afetando na vida dos seres humanos: as redes sociais. As mídias sociais andam consumindo negativamente a mente das pessoas, e é muito importante que esse vício e seus impactos na saúde mental sejam refletidos.
Em um estudo sobre o crescimento das crianças de hoje em dia com o uso da tecnologia, alguns pesquisadores da Universidade Da Carolina do Norte, nos EUA, relatam o quanto o uso constante das mídias sociais pode afetar no cérebro do jovem e influenciar na forma que eles agem e reagem ao mundo ao redor. Mesmo os jovens sendo os mais atingidos pela febre nas redes sociais, pessoas de diferentes idades estão sendo afetados por esse vício.
Esse grande problema atual tem várias consequências, e pode gerar ansiedade, depressão, inseguranças com o corpo, sociofobia e comparação com outras pessoas. Muitos dos problemas de insegurança e comparação acontecem a partir do ódio que o ser humano transmite a partir de uma postagem nas rede sociais que ele(a) não gostou.
Na minha opinião, o ser humano está sofrendo muito e mudando os seus próprios trejeitos somente por causa da mídia social, e o poder que ela oferece de pessoas maldosas poderem agir de forma odiosa e mesmo assim não serem reconhecidas ou punidas. Inclusive, muitos casos de suicídio vem acontecendo por conta do uso excessivo de redes sociais e comentários ruins que elas permitem acontecer. Um desses acontecimentos foi o caso da Morgan Pieper, uma adolescente de 12 anos que começou a utilizar as redes sociais, criou uma conta no Facebook e começou a ficar super viciada, ficando mais triste e melancólica por conta do seu vício nas redes sociais. Ela ficou tão viciada que, por volta dos 13 anos de idade, Morgan começou a se automutilar e, aos 15, se suicidou.
Quando alguém estiver começando a se sentir assim, precisa pedir ajuda para família, e principalmente para um profissional que possa tratar dos seus problemas mentais.
Fontes: Unimed Campinas, BBC e NationalGeographic.