Desde a Idade Antiga, a violência como forma de entretenimento
Ana Carolina Portal, Gabriel Garcia, Henrique Roveratti, João Pedro Mecelis, Leo Salgado, Luiza Ribeiro.
A evolução das lutas dos gladiadores e o percurso do MMA.
Ana Carolina Portal, Gabriel Garcia, Henrique Roveratti, João Pedro Mecelis, Leo Salgado, Luiza Ribeiro.
A evolução das lutas dos gladiadores e o percurso do MMA.
Desde os tempos antigos, a violência está inserida como um entretenimento para a humanidade. Os gladiadores eram lutadores romanos que, em um Coliseu, eram forçados a batalharem entre si ou contra animais. Isso ocorria para realizar o entretenimento aos nativos, o que gerava dinheiro para os imperadores. Os primeiros registros existentes sobre lutas de gladiadores são datados em 286 a.C.
Nas batalhas dos gladiadores havia dois responsáveis por presidir a luta, que determinavam se o derrotado deveria morrer ou não. Eles eram as pessoas presentes na plateia e o Imperador. Normalmente, a manifestação popular era expressa apontando a mão fechada com o polegar para baixo, em que o povo desejava a morte do derrotado, ou apontavam o indicador ou a mão fechada levantada para cima, o derrotado poderia ficar vivo.
Esses estilos de luta foram evoluindo ao longo dos séculos até chegar ao MMA, uma luta das atualidades, em que é o juiz quem define o vencedor, baseando-se em um sistema de 10 pontos a cada round, quem atingir esses pontos primeiro é o vencedor.
A grande diferença entre o MMA e as batalhas dos gladiadores romanos é que as lutas são realizadas em um ringue cercado por cordas para que elas possam impedi-los de saírem do local, já os gladiadores lutavam em um coliseu. OS lutadores de MMA devem respeitar limites, mas os gladiadores podiam machucar seus inimigos livremente, já que o foco deles era entreter o público; mas isso não ocorre mais no MMA.
“Os lutadores de MMA treinam e escolheram isso para fazer da vida, por isso não é considerado uma forma de entretenimento para as pessoas”, afirma Emerson Sabino, professor do Colégio Cristo Rei.
Entrevista na íntegra: