Cultural Kids anima alunos do 5.º e 6.º anos ano com O Príncipe Nabo e Uma Aventura de Ulisses
Nos dias 31 de março e 30 de abril de 2025, os alunos das turmas de 5.º e 6.º anos ano da Escola Básica de Argoncilhe assistiram à representação das peças O Príncipe Nabo e Uma Aventura de Ulisses. Cerca das 13:15, os alunos saíram em dois autocarros, acompanhados por professores das respetivas turmas, em direção ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto.
A peça, baseada na obra O Príncipe Nabo, de Ilse Losa, e Ulisses, de Maria Alberta Menéres, pretenderam, de uma forma divertida, não só sensibilizar os alunos para a leitura integral das obras, como também consolidar aprendizagens efetuadas na disciplina de Português e desenvolver o pensamento criativo e o espírito crítico dos alunos.
As representações feitas pelo grupo de atores do programa Cultural Kids foram extraordinárias e bastante engraçadas, uma vez que eles provocaram muitas gargalhadas entre os espectadores. Para além da aquisição de conhecimentos, os alunos divertiram-se e interagiram com os colegas e os professores.
Regressaram à escola por volta das 17:00 felizes e cheios de curiosidade para a leitura e estudo aprofundado das obras.
É de valorizar e elogiar a postura evidenciada pelos alunos, o respeito máximo pelas regras elementares de conduta, pelas instruções que tiveram que cumprir durante a visita e o convívio saudável com os professores num ambiente diferente do existente no dia a dia escolar. Além disso, demonstraram um sentido de responsabilidade verdadeiramente exemplar.
Estas visitas de estudo foram, sem dúvida, muito interessantes e divertida, pelo que, com certeza, irão ficar na memória de todos.
Alunos de 5.º e 6.º anos
Profissões sem género...
As turmas do 6º ano do Agrupamento de Escolas de Argoncilhe, no âmbito da equipa educativa de 6.º ano, desenvolveram uma atividade intitulada “As profissões não têm género”.
Os alunos produziram diferentes figurinos representando diferentes profissões nas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica. Em articulação com a disciplina de Português, após debate de opinião sobre o assunto, produziram pequenos textos envolvendo os conhecimentos adquiridos no desenvolvimento da atividade.
Os trabalhos foram afixados no átrio da escola sede do agrupamento para dar a conhecer à comunidade educativa.
Prof.ª Felicidade Santos
O vinte e cinco de abril de mil novecentos e setenta e quatro
Os alunos das turmas 6ºB e 6ºD, articulando as disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal, desenvolveram uma atividade relacionada com a Revolução de 25 de abril de 1974.
A atividade consistiu na produção de cravos de vários tamanhos e de poemas relacionados com a temática. Desta forma, os alunos consolidaram conhecimentos relacionados com o texto poético e com os acontecimentos que marcaram o dia 25 de abril de 1974.
Os trabalhos estiveram em exposição no átrio da escola sede do agrupamento para conhecimento da comunidade educativa.
Prof.ª Ana Catarina Couto
O teatro veio à escola
No passado dia 5 de dezembro, o teatro veio à escola com a peça O Príncipe Nabo, representada por dois extraordinários atores.
A Porto Editora patrocinou gentilmente este espetáculo, inspirado na obra de Ilse Losa, de leitura obrigatória, que integra o manual de 5.º ano de Português.
Com uma encenação minimalista a nível de figurinos e de cenários, os atores souberam cativar os alunos, que gostaram muito da peça a que assistiram com muita atenção, tendo participado ativamente na sessão de perguntas no final da representação.
Com esta peça, pretendeu-se, de uma forma divertida, sensibilizar os alunos para a leitura integral da obra e consolidar aprendizagens da disciplina, desenvolvendo, em simultâneo, a criatividade e o espírito crítico dos alunos.
As professoras de Português,
Isabel Mendes e Margarida Amorim
Grandes poetas na Comemoração do S. Martinho
O Centro de Apoio à Aprendizagem, em articulação com a disciplina de Português, comemorou o S. Martinho, dentro e fora da sala de aula.
Após a leitura e exploração da lenda de S. Martinho nas aulas de Português, os nossos alunos foram capazes de refletir sobre a mensagem de partilha e de solidariedade presente na lenda. Elaborarem quadras originais e inéditas, que foram afixadas num expositor no átrio da escola. Depois de apreciadas e avaliadas por um júri, foram selecionados os alunos vencedores.
Parabéns aos alunos pelos excelentes trabalhos! Todos são vencedores!
Obrigada a todos os que tornaram possível valorizar e dar continuidade às tradições populares.
Fica aqui a Lenda, em texto poético, para recordarmos:
Uma vez um cavaleiro que se chamava Martinho
Saiu num dia de chuva e encontrou um pobrezinho
Esse pobre estava aflito, sem comida na sacola
E ao avistar Martinho decidiu pedir-lhe esmola.
A chuva caía forte e o frio era imenso
Martinho ao ver o pobre fez uso do seu bom senso
Desembainhou a espada e cortou a capa em dois
Nisto a chuva parou aparecendo o sol depois.
O pobre aqueceu-se enquanto Martinho sorria
E nós todos ainda hoje celebramos esse dia
Por vezes, ainda temos o verão de São Martinho
Onde se comem castanhas e se faz prova do vinho.
Prof. Margarida Amorim
A Escola vai ao teatro… As Aventuras de Ulisses
No dia três de março, os alunos do sexto ano da Escola Básica de Argoncilhe puderam experimentar uma atividade diferente das habituais: assistir à peça de teatro As Aventuras de Ulisses, no Teatro Sá da Bandeira, no Porto.
Esta atividade teve como objetivos servir de ponto de partida para a leitura da obra em contexto de sala de aula, despertar o gosto pelo teatro e desenvolver o pensamento criativo e o espírito crítico dos alunos.
Ao início da manhã, professores e alunos partiram de autocarro e rumaram à cidade Invicta. À chegada, o entusiasmo era evidente e, enquanto esperavam, puderam apreciar a beleza desta mítica sala. Após alguns instantes, apagaram-se as luzes e o espetáculo começou. A expectativa que todos sentiam à entrada, rapidamente se transformou num crescendo.
Ao longo da peça, foi fabuloso poder acompanhar, a par e passo, a história do herói da guerra de Troia. Ulisses era o herói que teria de enfrentar aventuras e desventuras até ao regresso à sua pátria. Foi, sem dúvida, uma peça muito cativante e construtiva, que se revestiu de um caráter cómico, tendo os atores representado de uma forma divertida e com uma linguagem adequada. Numa época em que o digital ocupa um papel de destaque, foi muito agradável sentir a magia do teatro.
Novamente no autocarro, de regresso à escola, estes pequenos aprendizes trocaram impressões entre eles e fizeram um balanço bastante positivo. Os alunos tiveram um bom comportamento, seguindo com responsabilidade e cooperação as orientações dadas, e sentiram-se implicados no processo de construção de conhecimento. Sem dúvida, cresceram significativamente como alunos e como pessoas.
Todos garantiram que foi uma visita fantástica e inesquecível e já com vontade de repetir!
Alunos do 6º ano
Cultural Kids anima alunos do 5.º ano com O Príncipe Nabo
No dia 14 de março de 2023, os alunos das cinco turmas de 5.º ano da Escola Básica de Argoncilhe assistiram à representação da peça O Príncipe Nabo. Cerca das 9:15, os alunos saíram em dois autocarros, acompanhados por professores das respetivas turmas, em direção ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto.
A peça, baseada na obra O Príncipe Nabo, de Ilse Losa, pretendeu, de uma forma divertida, não só sensibilizar os alunos para a leitura integral da obra, como também consolidar aprendizagens efetuadas na disciplina de Português e desenvolver o pensamento criativo e o espírito crítico dos alunos.
A representação feita pelo grupo de atores do programa Cultural Kids foi extraordinária e bastante engraçada, uma vez que eles provocaram muitas gargalhadas entre os espectadores. Para além da aquisição de conhecimentos, os alunos divertiram-se e interagiram com os colegas e os professores.
Antes de entrarem no edifício, tiveram a oportunidade de lanchar e de conviver, de forma agradável.
Regressaram à escola por volta das 13:00 felizes e cheios de curiosidade para a leitura e estudo aprofundado da obra.
É de valorizar e elogiar a postura evidenciada pelos alunos, o respeito máximo pelas regras elementares de conduta e pelas instruções que tiveram que cumprir durante a visita, o convívio saudável com os professores num ambiente diferente do existente no dia a dia escolar e um sentido de responsabilidade verdadeiramente exemplar.
Esta visita de estudo foi, sem dúvida, muito interessante e divertida, pelo que, com certeza, irá ficar na memória de todos.
Alunos de 5.º ano
Sessão de sensibilização: Internet Segura, cyberbullying e bullying
Todos os alunos de 5.º e 6.º anos, nos dias 12 e 15 de dezembro, tiveram a oportunidade de assistir à sessão designada Internet Segura, cyberbullying e bullying, dinamizada pela Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, no âmbito do Programa Escola Segura, e da responsabilidade do Centro de Apoio à Aprendizagem.
Foi um excelente momento de aprendizagem e de partilha.
Afinal, também aprendemos com os mais novos!
Parabéns pela iniciativa!
Prof. Margarida Amorim
Workshop “Pão saudável”
“Mãos na massa”
No dia 28 de abril, os alunos do 6.º A, na aula de Cidadania e Desenvolvimento, assistiram a um Workshop pelo professor Luís Brito e pelos alunos do Curso de Educação e Formação, no CREPPE, designado “Pão saudável”.
Tiveram oportunidade de conhecer os ingredientes e as técnicas para fazer o pão e tomaram consciência que, das muitas tarefas culinárias, esta de fazer pão, é uma das mais agradáveis. Porém, há regras a respeitar, para que a receita seja um sucesso, nomeadamente escolher sempre farinha rica em glúten e a temperatura a que vai cozer o pão. O forno deverá estar regulado para uma temperatura entre média e alta. Só assim o pão ganhará uma crosta crocante e dourada e o miolo macio. Conhecendo os ingredientes e as técnicas, o fabrico do pão não mais terá segredos.
Aprenderam, ainda, que os ingredientes base para confecionar o pão são a farinha de trigo, sal água e levedura. Se quisermos melhorar a qualidade, variedade e dar sabor, é só acrescentar ovos, gordura, açúcar entre outros ingredientes. Claro, dentro das proporções corretas, e de acordo com a quantidade da farinha.
Após as explicações fornecidas, foi a vez dos alunos convidados deitarem “mãos à obra”, fabricarem os seus pães e de os levar ao forno.
No final, seguiu-se a prova e o agradecimento por esta “aventura” inesquecível.
Parabéns ao professor Luís e aos seus alunos! Foram fantásticos!
Continuem a trabalhar!
Bem-haja pelo vosso trabalho!
Prof. Margarida Amorim
Primeira jornada de Ténis de Mesa mistos
No dia 23 de fevereiro, decorreu o primeiro encontro de Ténis de Mesa mistos no Pavilhão da Escola Básica António Alves Amorim, Lourosa, Santa Maria da Feira, com os grupos das equipas da Escola Básica e Secundária de Castelo de Paiva, Escola Básica de Couto Mineiro do Pejão, Escola Básica António Alves Amorim e a Escola Básica de Argoncilhe.
Parabéns a todos por mais este momento desportivo. Sabe bem estar de volta.
Fernanda Fernandes
Treino Desporto Escolar – Ténis de Mesa
No dia 16 de março, tivemos a presença do Sr. Miguel Matos, encarregado de educação de uma aluna/atleta da Escola EB 2,3 de Argoncilhe.
O Sr. Miguel foi atleta federado na modalidade de Ténis de Mesa e veio contribuir com “umas dicas” aos nossos alunos/atletas da modalidade na nossa escola.
Foi uma excelente experiência e que esperamos que se repita.
Um bem-haja Sr. Miguel!
Prof. Fernanda Fernandes
Memórias… 25 anos depois
Eu, Catarina Fonseca e a Lara Silva, alunas do 6.º Ano, turma A, no âmbito do trabalho multidisciplinar (nos Domínios de Autonomia Curricular) fomos entrevistar o Senhor Agostinho Santos, presidente da Junta de Argoncilhe, em 1996, ano da abertura da Escola Básica de Argoncilhe, e o grande impulsionador da abertura da Escola.
Fomos recebidas, de forma extraordinária, na sua casa, e aí nos instalámos confortavelmente.
Alunas – Sabemos que o Senhor foi o grande impulsionador da construção da Escola e da sua abertura no ano de 1996.
O que o incentivou a avançar com o projeto da Escola E.B. 2/3 de Argoncilhe, assim chamada aquando da sua abertura e durante ainda muitos anos?
Agostinho Santos – O que mais me incentivou foi, em primeiro lugar, a necessidade de uma escola para os nossos alunos, pois eram muitos e estavam espalhados por outras freguesias.
Alunas - O que sentiu no primeiro dia em que a escola abriu as portas à comunidade?
Agostinho Santos - Senti bastante orgulho e muita alegria, porque foi um equipamento social de muita importância para Argoncilhe, dada à sua dimensão geográfica, a sua população, e pela quantidade de alunos que andavam espalhados por freguesias e cidades vizinhas, como Espinho, Gaia e Santa Maria da Feira. Enfim, fiquei muito satisfeito por ver algo a funcionar, pelo qual tanto lutei. A Escola estava finalmente em funcionamento!
Alunas – Foi um homem muito persistente e corajoso. Algum dia sentiu medo em relação ao seu cargo político, uma vez que estava a enfrentar a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, que, de início, não era a favor da abertura de uma escola em Argoncilhe?
Agostinho Santos - Nada, porque cheguei a dizer publicamente ao Senhor Presidente, que eu também era Presidente, ele da Câmara e eu da Junta de Freguesia e disse-lhe em “alto e bom som”, na reunião da Assembleia, para muitas pessoas que ali estavam (entre 80 a 100), que eu nunca me agarrei ao poder para viver da política. Não sentia represálias em relação ao meu futuro. Eu era novo, cheio de força, de vontade e de coragem, e, por esse motivo, lutei. Quando somos candidatos a um cargo político, temos de nos dedicar a ele e disponibilizar para tal e eu, na verdade, era “patrão meu”, isto é, tinha uma profissão liberal que me dava alguma disponibilidade para me dedicar a esta causa política. Como Presidente eu tinha a obrigação de me disponibilizar e de cumprir com as promessas que tínhamos feito, pois quando se é político, promete-se muito e eu queria cumprir com as minhas promessas. No entanto, foi bastante difícil ultrapassar as dificuldades que tive (tivemos, porque éramos uma equipa), mas quando se quer, as coisas acontecem e fazem-se.
Havia outros projetos que pretendíamos concretizar, nomeadamente a construção de uma piscina municipal, tal como Fiães e Lourosa possuem, uma vez que era uma mais-valia para Argoncilhe. Os donos dos terrenos iriam beneficiar com a transformação dos terrenos para a construção, porém não foi possível a sua concretização.
Alunas – Podemos dizer que a frase de Fernando Pessoa “Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce” se aplica a si”? Quer comentar?
Agostinho Santos (risos) – Pensei e falei nessa frase muitas vezes. Eu sabia que no meu mandato, ao longo dos meus últimos quatro anos, a obra se iria fazer, eu, nós, iríamos conseguir custasse o que custasse. Eu era novo, tinha muita força, muita vontade.
É uma frase corretíssima. Quando se quer, quando há união e vontade, tudo se consegue. É preciso ter saúde e outros meios…
Alunas – Muito obrigada por este momento e por fazer parte da história da Escola de Argoncilhe, pois sem o seu empenho, a sua força e a sua persistência, Argoncilhe estaria mais pobre. Continuação de uma boa tarde.
Agostinho Santos – Muito obrigado também. Foi um prazer estar convosco e partilhar momentos que marcaram a minha vida.
Entrevista efetuada por Catarina Fonseca e Lara Silva, 6.º A
Da recolha à entrega, um ato de cidadania
Ao longo do ano letivo, o Centro de Apoio à Aprendizagem (CAA) levou a cabo uma campanha de sensibilização para a recolha de embalagens vazias e medicamentos fora do prazo de validade ou fora de uso, alertando a comunidade, através dos alunos, para a necessidade de preservar o ambiente, criar hábitos de participação e de cidadania e cuidar da saúde de todos. A recolha das embalagens vazias e medicamentos fora de uso ou de prazo de validade, tem três objetivos principais:
Evitar a sua deposição no lixo doméstico ou despejo através dos esgotos e, consequentemente, a contaminação dos solos e águas pelos seus constituintes, particularmente pelas substâncias ativas e excipientes utilizados na sua produção.
Enviar para reciclagem os materiais de embalagem e de acondicionamento (papel, cartão, plástico, vidro, ...), após separação e classificação dos resíduos recolhidos.
Encaminhar para eliminação através de incineração com valorização energética, os restos de medicamentos recolhidos.
Sabemos que há pessoas que deitam estes resíduos no lixo ou despejam-nos nos esgotos domésticos contaminando os solos e as águas, prejudicando o ambiente. Outras pessoas separam os materiais e colocam-nos nos ecopontos, pensando que estão a agir de forma correta e a ajudar o ambiente. Mas, essa não é a melhor maneira de atuar. Temos que contribuir para um ambiente melhor e com futuro, mais verde e com mais vida.
Esta campanha contou também com a colaboração da Valormed, que disponibilizou vários recursos em suporte digital destinados às diferentes faixas etárias dos nossos alunos, os quais foram visualizados e explorados nas aulas, sobretudo nas de Ciências e de Cidadania e Desenvolvimento.
Também com a ajuda dos pais e familiares, os alunos procederam à recolha e entrega dos medicamentos e das embalagens na farmácia mais próxima, depositando-os num contentor, para que, posteriormente, a VALORMED, os recolha e lhes dê o tratamento adequado.
Um medicamento fora de uso tem mais vida do que imaginamos, por isso vamos todos alterar os nossos comportamentos e contribuir para um ambiente mais saudável. Ao fazê-lo estamos a cuidar da saúde de todos.
A Coordenadora do CAA
Prof. Margarida Amorim