Testemunhos da visita ao Parlamento Europeu
“Gostei muito da visita ao Parlamento e à REPER. Foi uma experiência enriquecedora, onde aprendi bastante sobre o funcionamento das instituições europeias. Agradeço a todos pela forma como nos receberam e por nos proporcionarem esta oportunidade.”
Luís Matos
“A visita às instituições europeias foram experiências inigualáveis. A forma como tudo foi estruturado, como fomos recebidos e tratados não poderia ter sido melhor. Muito obrigado a todos por nos terem acolhido nas instituições europeias e por nos terem dado a oportunidade de aprender mais sobre este mundo tão importante.”
Sofia Namora
“A visita ao Parlamento Europeu e à REPER foi uma oportunidade única para compreender de perto o funcionamento das instituições europeias e perceber o impacto concreto das suas decisões no nosso dia a dia. A forma como fomos recebidos, com atenção e genuíno interesse, fez-me sentir verdadeiramente valorizada e reforçou o meu sentimento de pertença à União Europeia. Por isso, o meu muito obrigado ao Doutor António Figueiredo, ao Doutor Pedro Palma Santos, ao Senhor Embaixador, à Doutora Sandra, e ao Doutor David. “
Catarina Diogo
“Foi inspirador perceber de perto o trabalho que se faz em prol da Europa. Me senti verdadeiramente envolvida numa Europa viva e feita de pessoas que acreditam no projeto europeu e será marcado por ser mais do que uma visita, foi um encontro com a Europa real, a que se constrói todos os dias!”
Clara Correia
“Ter a oportunidade de visitar o Parlamento Europeu - incluindo assistir a uma parte do plenário - e a Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia (REPER) foi algo que nunca imaginei fazer. Esta experiência foi extremamente gratificante e enriquecedora, permitindo-me compreender de forma mais clara a importância que as instituições europeias têm no nosso quotidiano enquanto cidadãos de um Estado-membro.
Por fim, só posso expressar a minha profunda gratidão por nos terem recebido com tanta cordialidade. Agradeço, também, por me terem inspirado a reconsiderar o curso de Relações Internacionais — uma área que sempre me despertou interesse, mas que, por diversas razões, tinha deixado em segundo plano. Hoje, volto a vê-la como uma possibilidade concreta e entusiasmante para o meu futuro académico e profissional.”
Matilde Lopes
“Muitas vezes pensamos que ir a um parlamento ou a uma assembleia, é algo que não conseguimos ver pessoalmente, só se tivermos muita sorte. Esse foi o meu caso, tive uma experiência incrível de poder visitar o parlamento europeu, algo quase impossível, e o sonho de muitos.
Ver o parlamento fisicamente é algo incrível, para ser sincera, fiquei espantada com a rapidez da tomada de decisões, de algo que pode ser muito grande e afetar milhares.
Quero também agradecer a todos os eurodeputados que conversaram connosco, e principalmente, um grande agradecimento à Dra Sandra por nos ter dado esta oportunidade.”
Inês Fontinha
"Bruxelas foi mais do que uma viagem: foi uma experiência incrível e, acima de tudo, única. Poder ter estado no coração da Europa e conhecer não só cidades históricas e tão bonitas, mas também instituições e indivíduos tão importantes no contexto internacional português e europeu foi uma oportunidade singular e notável que permitiu desenvolver o meu interesse e cultura como cidadã europeia e confirmou a minha intenção em seguir uma carreira diplomática no futuro. Por todo o acompanhamento dentro e além da viagem, gostava de agradecer profundamente aos funcionários do Parlamento Europeu, aos eurodeputados que conversaram connosco, aos colaboradores da REPER, ao Embaixador de Portugal, que tão bem nos recebeu, e, especialmente, à Sandra e ao David por todo o cuidado, empenho e carinho ao longo de todos os ótimos momentos que nos conseguiram proporcionar. É, definitivamente, uma viagem que nunca irei esquecer."
Inês Águas
“Esta viagem foi uma oportunidade única e estamos agradecidas por termos aprendido tanto sobre o Parlamento Europeu. Ao longo da viagem fizemos muitas amizades e conhecemos bem cidades da Bélgica, como Bruges e Gent. Queremos agradecer às professoras responsáveis pela organização da viagem e esperamos ter mais experiências como esta no Clube Europeu.
Clara Alves e Maria Lopes
PARTICIPAÇÃO NO CLUBE EUROPEU (AULAS)
Pela segunda vez, o Clube Europeu da Escola Secundária Vergílio Ferreira (CEVF) está a funcionar e são muitos os alunos que participam pelo segundo ano consecutivo, com novos participantes do 10º ano.
Das várias as atividades promovidas e desenvolvidas pelo CEVF, destacam-se as aulas sobre a União Europeia que os alunos do Clube vão proporcionar às turmas do ensino básico das escolas do Agrupamento (EBT, EBSV e ESVF).
O jornal europeu resolveu perguntar aos participantes as suas opiniões sobre a sua experiência.
Os alunos que participam pelo segundo ano, referem que, no ano passado, como as reuniões eram semanais, puderam desenvolver mais atividades e tiveram mais tempo para preparar as aulas. Como gostaram muito da experiência anterior, voltaram a repetir e este ano acharam que as turmas estavam mais interessadas.
Relativamente aos novos alunos, estes disseram que é uma experiência divertida e única, referiram que em geral as aulas correram bem, houve uns pequenos erros, mas estiveram à vontade pois é como fazer uma apresentação aos colegas. Perceberam que têm de ser mais dinâmicos e interativos principalmente em turmas mais agitadas. Consideraram difícil, mas, em geral, os alunos foram bem-comportados e contribuíram para dar a conhecer o Clube Europeu.
Todos acharam que estas aulas são muito úteis para as apresentações orais nas várias disciplinas, falar em público e possivelmente até para o futuro.
Carolina Rodrigues e Catarina Vlahov (10º11)
PARTICIPAÇÃO NO CLUBE EUROPEU (OPINIÕES)
Pela segunda vez, o Clube Europeu da Escola Secundária Vergílio Ferreira (CEVF) está a funcionar e são muitos os alunos que participam pelo segundo ano consecutivo, com novos participantes do 10º ano.
O jornal europeu resolveu perguntar aos participantes as suas opiniões sobre a sua experiência anterior.
Os alunos que participam pelo segundo ano, referem que, no ano passado, como as reuniões eram semanais, puderam desenvolver mais atividades e tiveram mais tempo para as preparar. No entanto, este ano, devido à dificuldade em encontrar um horário comum, o Clube Europeu decidiu, ser mais flexível em relação às reuniões e decidiram impor a meta de fazer pelo menos
uma reunião por mês.
De qualquer modo, foi possível encontrar e desenvolver equipas de trabalho diversificadas, distribuídas pelas quatro professoras, contribuindo para a interdisciplinaridade e permitiu, mais uma vez, que fossem desenvolvidas relações de trabalho e de amizade entre os membros de várias turmas e anos de escolaridade.
Catarina Vlahov (10º11)
PARTICIPAÇÃO NO CLUBE EUROPEU (OPINIÕES)
Desde o ano passado que manifestava interesse em fazer parte do Clube Europeu, por isso, este ano, quando entrei para o ensino secundário quis fazer parte do projeto. Realizei algumas atividades que me trouxeram novos conhecimentos e curiosidades, de maneira que pude, juntamente com os meus dois colegas, Rodrigo Rodrigues e Catarina Diogo, ambos do 11º ano de
escolaridade, proporcionar aulas interativas a turmas do ensino básico do Agrupamento através da realização de aulas sobre a UE, acompanhada por professoras do clube.
Em geral, diria que foi uma experiência enriquecedora e gostei muito de ter a oportunidade de partilhar os meus conhecimentos e aprendizagens com os alunos mais novos e também aprender com eles, algo que certamente gostaria de repetir no futuro.
Rita Moita (10º11)
A União Europeia (UE) abriga uma variedade de campos de refugiados e centros de acolhimento distribuídos por vários países, especialmente nas nações que estão próximo das fronteiras externas. Estes campos são fundamentais para fornecer abrigo temporário, assistência médica e outros serviços essenciais aos refugiados e migrantes que chegam à Europa.
Grécia: De acordo com dados do Ministério da Imigração e Asilo da Grécia, existem 32 instalações de acolhimento de refugiados e 6 Centros de Receção e Identificação operacionais no país. No entanto, em 2024, a Grécia enfrentou um aumento significativo no número de menores refugiados não acompanhados, o dobro em relação aos anos anteriores. Isto levou a uma situação descrita como uma "emergência infantil". european data journalism.The Guardian
Itália e Albânia: Em 2024, a Itália implementou uma política de migração restritiva, estabelecendo centros de processamento de pedidos de asilo na Albânia. Um desses centros foi construído em Gjadër, uma vila no norte da Albânia, com capacidade para abrigar até 3.000 migrantes. Este projeto, financiado pela Itália, visa processar os pedidos de asilo, com os aprovados sendo transferidos para a Itália e os rejeitados sujeitos à deportação. unric.org+1Le Monde.fr+1Le Monde.fr
Áustria: Recentemente, o governo austríaco anunciou a intenção de suspender o reagrupamento familiar de refugiados, tornando-se o primeiro país da UE a adotar tal medida. Esta decisão foi tomada com o objetivo de "se proteger" do fluxo migratório dos últimos anos. Jornal i
Políticas e Condições: Alguns campos de refugiados na UE têm sido equipados com tecnologias avançadas de vigilância, incluindo câmaras com inteligência artificial e drones, especialmente na Grécia. Embora essas medidas procurem melhorar a segurança, têm sido criticadas por potencialmente violar direitos fundamentais e normas de proteção de dados. El País
A gestão e as condições dos campos de refugiados na UE variam significativamente entre os Estados-Membros, refletindo as diferentes abordagens políticas e capacidades de cada país para lidar com os fluxos migratórios.
A gestão dos campos de refugiados na União Europeia (UE) continua a ser alvo de debate, com diversas políticas e tecnologias a serem implementadas nos últimos anos:
Catarina Diogo e Isabel Silva (11º 10)
António Costa e Volodymyr Zelensky na reunião do CE de 19/12/2024
Posições do Parlamento Europeu face à guerra na Ucrânia
“Há que prosseguir os esforços para limitar ainda mais a capacidade da Rússia para travar a guerra”.
Conclusões do Conselho Europeu, 19 de dezembro de 2024
https://www.consilium.europa.eu/pt/meetings/european-council/2024/12/19
Fez, no dia 24 de fevereiro de 2025, três anos de guerra, entre a Rússia e a Ucrânia, sendo importante refletir sobre as posições que o Parlamento Europeu tomou face a esta.
“O Conselho Europeu reiterou o compromisso inabalável da União Europeia de continuar a prestar apoio político, financeiro, económico, humanitário, militar e diplomático à Ucrânia e à sua população durante todo o tempo que for preciso e com a intensidade que for necessária. A Rússia não pode levar a melhor”; foram as Conclusões do Conselho Europeu em 19 de dezembro de 2024.
A UE tem também se comprometido a prestar apoio aos refugiados que fogem da guerra. Para além disso o Conselho Europeu condena os ataques indiscriminados da Rússia contra civis.
A UE adotou o 15º pacote de sanções contra a Rússia com o objetivo de enfraquecer a base económica desta, privando-a ao acesso de tecnologias e mercados críticos para reduzir significativamente a sua capacidade de levar a cabo uma guerra. A UE adotou sanções contra países que ajudam militarmente a Rússia como o Irão, a Bielorrússia e a Coreia do Norte. Estas medidas trouxeram consequências para Europa, como a crise energética.
A União Europeia ajuda a Ucrânia com vários apoios como, assistência económica, apoio militar, segurança energética, acolhimento aos refugiados e proteção às crianças. A EU, para além das sanções contra a Rússia na restrição a determinados produtos comerciais, tem promovido a desconexão de algumas instituições Russas perante o sistema de pagamentos internacional, como a SWIFT. Apesar de ser um sistema global, a sua sede ao situar-se em Bruxelas faz com que a UE tenha mais influência.
Estas medidas enfraquecem o complexo militar, industrial e económico da Rússia fazendo com que esta não consiga fugir às sanções postas pela UE. A União Europeia e os seus estados membros, estão unidos no apoio determinado à Ucrânia e ao seu povo.
A UE condena firmemente a agressão militar da Rússia perante o povo ucraniano.
Maria Rita Lopes e Leonor Nunes (10º 9)CEVF
Instituições Europeias
Comissão Europeia
A Comissão Europeia é o órgão executivo da União Europeia responsável por propor e garantir a aplicação de novas leis e gerir as políticas e o orçamento da UE.
Funciona como a voz da UE em acordos e negociações internacionais e assegura que as medidas europeias sejam implementadas de forma eficaz em todos os Estados-membros.
É composta por vários comissários, que são indicados pelos governos nacionais e nomeados em conjunto pelo Conselho Europeu e pelo Parlamento Europeu.
Cada comissário é responsável por uma área específica, sendo a atual equipa liderada por Ursula von der Leyen, que está a servir o seu segundo mandato, após ter sido reeleita no dia 1 de dezembro.
Quanto à presença portuguesa, foi eleita apenas uma comissária neste mandato, Maria Luís Albuquerque, que foi indicada como Comissária Europeia de Estabilidade Financeira, Serviços Financeiros e Mercado de Capitais da União Europeia.
Martim Brandão de Almeida (10º10) CEVF
Conselho Europeu
O Conselho Europeu é um dos principais órgãos da União Europeia. É composto pelo Chefe de Estado ou Chefe de Governo de todos os países da UE, pelo Presidente do Conselho Europeu (António Costa) e pela Presidente da Comissão Europeia (Ursula von der Leyen).
As funções deste órgão da União Europeia são:
Negociar e adotar a legislação europeia, juntamente com o Parlamento Europeu, com base em propostas da Comissão Europeia;
Coordenar as políticas dos países da UE;
Definir a política externa e de segurança, com base nas orientações do Conselho Europeu;
Celebrar acordos entre a UE e outros países ou organizações internacionais;
Aprovar o orçamento da UE em conjunto com o Parlamento Europeu.
Atualmente, o presidente do Conselho Europeu é António Costa, ex-primeiro-ministro de Portugal. António Costa foi eleito presidente no dia 27 de junho de 2024, na cimeira de líderes em Bruxelas. O seu mandato começou dia 1 de dezembro e terminará daqui a 2 anos e meio, em maio de 2027.
Inês Fontinha e Matilde Lopes (12º9) CEVF
Parlamento Europeu
O Parlamento Europeu constituí um dos principais orgãos da UE que exerce funções legislativas, orçamentarias e supervisarias, na qual representa diretamente os cidadãos pertencentes a inteira comunidade europeia, composto nomeadamente por deputados eleitos a cada cinco anos por voto direto.
O Parlamento Europeu é o local responsável por decidir acordos internacionais, alargamentos, controlo democrático de todas as instituições da UE, aprovação do quadro financeiro plurianual da UE e muitas outras funções que pode ser encontrada no site oficial da União Europeia
Virgília Boaventura (10º11) CEVF
Com a presidência atual de Roberta Metsola (Malta), mandato esse iniciado após vitória na primeira volta, por meio de maioria absoluta de 562 votos expressos dos 699 eurodeputados que procederam à votação em urna fechada, a mesma desempenha funções de:
- Velar pela aplicação do regimento do parlamento
- Supervisionamento das várias atividades e comissões parlamentares
- Representar o Parlamento em todas e quais quer questões jurídicas e âmbito das relações internacionais
- Dar o aval final ao orçamento da UE.
Constituído por um total de 720 deputados membros devidamente subdivididos, instituiu-se a 1952 como Assembleia Comum da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, e só mais tarde a 1962 como Parlamento Europeu iniciando as primeiras eleições diretas em 1979 até aos dias de hoje as quais é dividido por um total de três sedes com funções devidamente distribuídas: sede oficial, centro de trabalho e administração e serviços.
Luxemburgo (Luxemburgo) - Administração e serviços de apoio
Estrasburgo (França) - Sede oficial e principal local de votação
Bruxelas (Bélgica) - Centro de trabalho diário e reuniões