COVID-19
A dimensão deste problema é muito grande, grave e assustador porque traz muitos problemas económicos, financeiros e sociais para o nosso país porque as indústrias, o turismo, a agricultura, os espaços públicos, indústrias, as fábricas, os aeroportos, tudo ficou parado e afetado. A economia não evoluiu, muitas pessoas ficaram no desemprego e sem dinheiro e comida.
O COVID-19 tem evoluído muito no nosso país, cada vez há mais mortes e pessoas infetadas, mas também há pessoas que já ficaram curadas. Os hospitais estão cheios, e muitos doentes estão de quarentena em casa sem poder sair à rua. Os médicos e os auxiliares estão cansados. As escolas encerraram e os alunos têm de estar em casa a assistir às aulas pela televisão. As pessoas têm de usar máscaras sempre que saem de casa e ter as precauções necessárias para não ficarem contaminadas, Mas dentro de tantos problemas e preocupações aconteceu uma coisa boa para o planeta, este ficou com uma diminuição das emissões de gases de estufa devido à redução no tráfego aéreo e terrestre.
Eu neste momento sinto-me bem de saúde, durante o dia estou em casa sozinha com as minhas duas gatinhas, são elas a minha companhia. Quando quero falar com os meus amigos e familiares uso o telemovel, Messenger e o Instagram.
Eu ocupo o meu tempo a assistir às aulas de manhã com os professores e faço os trabalhos de casa, almoço e na tarde vejo as aulas “Estudo em casa”. Quando tenho algum tempo vou até à horta regar e tratar as minhas sementeiras.
Com esta experiência tenho aprendido que estar todo o dia em casa. É chato e aborrecido porque não estou na escola com os meus colegas, amigos e professores. Não posso estar com os meus familiares e avô, o que me deixa triste. Aprendi que cada dia que passa as saudades crescem de ir passear, ir às compras, ir ver o mar. Aprendi que o medo é uma sensação muito ruim e que não há ninguém que seja forte perante um problema destes. A ansiedade e a insegurança são sentimentos muito fortes.
Quando tudo isto acabar, o que anseio fazer é ir ver o mar, ir às compras com a minha mãe, ir à casa do meu avô, ir ver os meus primos, tios e tias, ir andar de bicicleta com o meu irmão. Eu só espero que tudo volte depressa à normalidade, porque assim a vida não tem graça e nem piada.
Beatriz Nunes, Turma 9ºC, EB2,3 Dr. António João Eusébio
Covid-19
Nesta altura, em que estamos a enfrentar uma crise mundial, associada à pandemia do Covid-19 ou novo coronavírus, os receios aumentam, as expetativas diminuem e o caos instala-se. O isolamento social, o encerramento de escolas, fábricas, cafés e restaurantes são uma necessidade e o impacto económico é inevitável perante a paralisação dos países.
Este vírus propaga-se muito depressa, aumentando a nossa preocupação, pois este afeta a nossa saúde, podendo levar-nos à morte. Por exemplo, este vírus já fez 1074 mortes, em Portugal e 252 mil pelo mundo.
Os Estados preocupam-se em arranjar uma estratégia ou várias, para combater a situação. Como ativar o estado de emergência, fechar vários estabelecimentos, preparar os hospitais,...
O isolamento social durante 2 meses, mais ou menos, provoca, à população, ansiedade, insónias, irritação,...etc. Exemplificando, eu de vez em quando sentia-me irritada, por não sair de casa.
A população, para se sentir ligada ao exterior, faz vídeochamadas entre amigos e as escolas também aderiram a este método para dar aulas e suporte aos alunos. Para além disso, as pessoas também vão às redes sociais para se conectarem com o mundo. Por exemplo, a minha escola dá aulas pelo classroom, da Google.As pessoas, para ocuparem o tempo, fazem as atividades que gostariam de fazer, quando andavam ocupadas. Exemplificando, aprender uma língua nova, um novo estilo de dança,...
No fundo, esta experiência é um ensinamento para a população. Que consiste em dar mais valor às pequenas coisas do viver em sociedade. Desde o simples ato de irmos às compras e ao convívio presencial com os nossos amigos e familiares.
Concluindo, este vírus faz-nos evoluir enquanto pessoas e testa a nossa capacidade de estarmos confinados em casa e de combater este obstáculo.
Inês Aguiar, 9ºC, Prof.ª Norberta Sousa
COVID 19 - o novo vírus que tem gerado problemas sérios pelo mundo
É claramente um teste para a economia, mas também é algo que está a causar várias mortes, que tem contribuído para a tristeza das famílias.
Sinto-me claramente muito mal e também com medo. O medo é algo que este vírus tem causado no mundo.
Trabalho muito para garantir a minha forma física que tinha, para a manter. Só quero que isto acabe o mais depressa possível. Tenho, por exemplo, aprendido coisas que não sabia fazer no computador mas agora já sei. Quando isto acabar, quero muito estar com os meus amigos, avós, e quero voltar a jogar futebol na minha equipa.
Só temos depois de agradecer a quem se disponibilizou para ajudar a co a epidemia e a manter-nos vivos e espero que o mundo tenha humildade para reconhecer o tempo que cada pessoa retirou da sua vida para ajudar as outras pessoas.
Lucas Correia, 9ºB, EB2,3 Dr. António João Eusébio
Nestes últimos meses temos vindo a lidar com uma situação muito desafiadora: esta pandemia de COVID-19. Esta pandemia, decorrendo em todo o mundo, deixa-me muito triste, pois tem trazido mortes, dor e sofrimento a todos, aos seus familiares e amigos. Para acabarmos com esta pandemia, temos de estar em casa e eu para me sentir ligada ao exterior tenho passado muito tempo a andar de bicicleta, e tenho feito muitas caminhadas…etc.
Mas para passar o tempo, costumo ver séries na televisão, fazer exercício físico e jogar pingue-pongue. Com esta nova experiência tenho feito memórias com a minha família e aprendi muitas coisas novas. Quando esta pandemia de COVID-19 acabar e esperemos que seja em breve, espero ver os meus amigos, familiares, colegas, ver o mar e criar novas aventuras.
Mafalda Nascimento, 9ºB , EB2,3 Dr. António João Eusébio
Covid 19
Nas estradas, as nossas autoridades aconselhavam as pessoas para ficarem em casa e controlavam a circulação, seguindo as ordens que recebiam.
Muito mais haveria para dizer. A Covid 19 é uma doença que mata sem dó, nem piedade….
Ainda sem solução….
Uma história triste que nos roubou a liberdade e a vida de muitas pessoas….e ainda não tem fim à vista.
O que nos resta?
A Esperança. Vamos acreditar!
Vai ficar tudo bem!
Gabriel Sousa, Turma 6.ºB, EB2,3 Dr. António João Eusébio, Prof.ª M.ª José Pereira
A Minha Quarentena
A minha quarentena começou há mais ou menos 46 dias atrás devido à pandemia da Covid-19. Sou uma pessoa bastante divertida e que gosta muito de sair, pelo que, no início foi difícil aprender a ficar todo o dia em casa. Revelou-se, também, um grande desafio que penso ter superado e permitiu-me olhar para outros aspetos de forma diferente: o convívio com a família, estar todos os dias com os meus pais e com a minha irmã, aumentou os laços estabelecidos entre nós. Para além disso, aproveito os dias em casa para me distrair, como, por exemplo, andar de bicicleta, brincar, jogar playstation, andar de patins, caminhar e fazer algum exercício físico. Como é quarentena e não são férias, continuei com os trabalhos da escola, mas em casa. No entanto, a minha rotina diária mudou um bocado no que toca aos horários de dormir.
Tudo isto é novo para todos nós, e tivemos que sofrer algumas alterações na nossa vida, mas o importante é saber adaptarmo-nos. Achei esta quarentena bastante positiva, e até gostei de ficar em casa todos estes dias. Viver no campo, também facilita um bocado porque posso ir à rua apanhar sol e brincar com o meu gato.
Carolina Lucas, 6ºB
Com esta experiência de isolamento social, aprendi a nunca mais dizer que a escola é aborrecida.
Cíntia, 6º A
Uma sociedade justa caracteriza-se por haver igual liberdade para todos.
Lara Duarte, Turma 9.º C
Uma sociedade justa é caracterizada por haver liberdade para se expressar e dar ideias, por haver igualdade e todos terem os mesmos direitos. É uma sociedade onde todos têm acesso à saúde, ao direito e ao trabalho, é onde todos têm uma boa qualidade de vida.
Sofia Gil, Turma 9.ºA
A guerra
A guerra chegou. os homens devido à sua ambição de quererem conquistar o seu território e colónias, fazem batalhas onde os soldados lutam até conseguir a conquista, pois nenhuma nação quer ser derrotada. Todas as guerras têm graves consequências para as populações.
Efetivamente, a guerra o homem usa várias armas poderosas como: gases asfixiantes, canhões, metralhadoras, tanques, aviões e submarinos. Com as guerras muitos países perdem grande parte da sua população masculina jovem e quem volta da guerra vem com sérios problemas: mentais, a nível físico e psicológico. Muitos homens morrem de fome, de sede, de cansaço e de maus tratos. Mas também existem outras vítimas da guerra, como as crianças, as mulheres, e os idosos que morrem, ou ficam feridos e são inocentes.
Apesar de haver muitas perdas humanas, também há muitas perdas materiais, tais como: vias de transporte e comunicações intransitáveis, indústrias destruídas, pontes, estradas e cidades inteiras destruídas, zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. Tudo isto tem de se reconstruir novamente mais tarde, o que deixa o país com a economia destruída.
Com tudo isto, surgem muitos problemas sociais como o desemprego, fome, miséria e as pessoas andam assustadas e com medo.Toda a área de conflito fica destruída, a violência, a pobreza e a desgraça aumenta. Cada dia que passa as pessoas ficam tristes, assustadas e com medo, do dia de amanhã, pois perdem a esperança num mundo onde não existe paz.
Na minha opinião, enquanto neste mundo houver guerra, o mundo nunca viverá em paz e feliz, considerando as vítimas, os mortos e a destruição causadas pelos conflitos armados.
Beatriz Nunes, 9.º C