Mesmo sem ter certeza ou provas concretas
Mesmo que a violência tenha ocorrido há muito tempo
Mesmo que a vítima não seja da sua família
Mesmo que você apenas suspeite ou tenha ouvido falar
A ausência de provas não impede a denúncia. Os órgãos responsáveis estão preparados para investigar e coletar evidências.
É possível denunciar sem se identificar
Isso garante mais segurança para quem denuncia
As autoridades irão investigar a situação
Denunciar é um ato de proteção, não de acusação direta.
Proteger a criança ou adolescente
Interromper situações de violência
Responsabilizar o agressor
Acionar a rede de proteção
A denúncia deve ser rápida e eficaz, pois pode evitar a continuidade da violência.
Você pode denunciar por diferentes canais:
Conselho Tutelar (diretamente ou por telefone local)
Disque 100 (Direitos Humanos)
Aplicativo Proteja Brasil
Delegacias (especializadas ou comuns)
Ministério Público
Todos esses canais fazem parte da rede de proteção e podem encaminhar o caso corretamente.
Após a denúncia, há um fluxo de atendimento estruturado:
Recebimento da denúncia
Escuta inicial e acolhimento
Análise do caso e dos riscos
Encaminhamentos imediatos
Acompanhamento do caso
Acionamento de instâncias legais (se necessário)
Aplicação de medidas protetivas
Essas etapas visam garantir a proteção integral da criança ou adolescente.
O Conselho Tutelar é um dos principais órgãos de proteção:
Atua na garantia de direitos
Recebe e encaminha denúncias
Aplica medidas protetivas
Articula a rede de proteção
Importante:
Não é um órgão de punição
Não investiga crimes
Atua na proteção e encaminhamento
A escola tem papel essencial no encaminhamento:
Acolher a criança com escuta sensível
Registrar sinais ou relatos
Comunicar imediatamente à direção
Encaminhar ao Conselho Tutelar
Importante:
Não investigar
Não confrontar
Garantir sigilo e proteção
A escola é um dos principais canais de identificação e encaminhamento de casos.
A escuta especializada é um procedimento previsto em lei:
Realizada por profissionais capacitados
Em ambiente acolhedor e seguro
Sem investigação ou pressão
Evita a revitimização
Ela é diferente do depoimento judicial e tem como objetivo acolher e proteger.
Fonte: Lei nº 13.431/2017
A proteção envolve diferentes serviços articulados:
CRAS: prevenção e fortalecimento de vínculos
CREAS: atendimento especializado
Hospitais, UBS e CAPS
Atendimento emergencial e acompanhamento
Notificação obrigatória (SINAN)
Delegacias (investigação)
Ministério Público (ação judicial)
Poder Judiciário (decisões legais)
SaferNet Brasil (denúncias online)
Childhood Brasil (encaminhamento e campanhas)
Todos esses serviços atuam de forma integrada para garantir proteção.
O atendimento não termina com a denúncia:
Acompanhamento contínuo do caso
Apoio psicológico e social
Monitoramento da situação
Garantia de direitos
O objetivo é assegurar a proteção integral da criança ou adolescente.
Denunciar é proteger
Você não precisa ter certeza para agir
Existem canais seguros e anônimos
A rede de proteção está preparada para acolher