FIGURINISTA
Minha criação artística reside na presença da plasticidade dos materiais e a construção de camadas simbólicas que revestem a personagem. Pesquiso a indumentária não como adorno, mas como um corpo expandido que interpreta, dando o tom certo aos signos que o palco revela.
Acredito na criação colaborativa, o figurino nasce do diálogo com o ator e do desejo de quem o habita. Para que a criação funcione, o conforto e a simbiose entre corpo e tecido são fundamentais. Meu trabalho é marcado pelo rigor das manualidades, explorando o detalhamento de recortes, drapeados e a expressividade de grandes volumes e excessos, materializando a dramaturgia em texturas, formas, cores e cheiros.
Maldita Cia. de Teatro - "Capitulo 3: Nem meu nome eu falo hoje"