Cichla jarina: Vivem exclusivamente no Rio Jarí, no Brasil, onde até o momento é registrada apenas na região das corredeiras de Santo Antônio.
Cichla kelberi: espécie era restrita à bacia do rio Tocantins, nos estados de GO, TO, MT e PA. Agora está também nas bacias e represas dos rios PR e PB do Sul e em alguns pontos do RJ, ES, MG e regiões do Nordeste brasileiro.
Cichla melanie: restrita ao baixo rio Xingu.
Cichla mirinae: Endêmica dos formadores do rio Tapajós (rios Juruena, Teles Pires e seus afluentes) e também no alto rio Xingu. Pega os estados de MT e PA.
Cichla monoculus: encontrado nas planícies de inundação da bacia amazônica (Brasil, Colômbia e Peru). Também existem nos rios do Amapá, Acre, Tocantins, Pará e no baixo rio Oiapoque, na fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa.
Cichla nigromaculata: Encontrada no alto rio Orinoco na Venezuela e no meio do Rio Negro no Brasil.
Cichla ocellaris: Região das Guianas, Suriname e Norte do Brasil, no alto Rio Branco em Roraima.
Cichla pitiqui: era para ser restrita à bacia do rio Tocantins como o kelberi, mas também foi translocada para as bacias e represas dos rios Paraná e Paraíba do Sul, em alguns pontos da região Nordeste do Brasil e no Paraguai.
Cichla pleiozona: Encontrada nos rios Madre de Dios, Beni e Guaporé na Bolívia e no Brasil, e no rio Jamari, também no Brasil.
Cichla pinima: Ocorre nos afluentes do sul do rio Amazonas no Brasil (Tapajós, Curuá-Una e Xingu) e nos rios Tocantins e Capim. Encontrados também nos rios Amapá, Araguari e Canumã. Em suma, os estados que o pinima é encontrado são: AM, PA, RO, TO, MT e AP. Além desses estados, esses tucunarés foram translocados para algumas represas do Nordeste e no rio Paraguaçu, no Sudeste do Brasil.
Cichla temensis: São da bacia dos rios Negro e Orinoco no Brasil, Colômbia e Venezuela. Também é encontrado em rios de águas negras ao longo do rio Solimões-Amazonas, como Tefé, rio Puraquequara, Rio Uatumã e Silves. Além desses rios, foi introduzido na represa de Balbina.
Cichla thyrorus: Endêmico do Rio Trombetas, à montante da Cachoeira da Porteira, por isso seu nome.
Cichla vazzoleri: Endêmicos dos rios Uatumã e Trombetas (jusante da Cachoeira da Porteira) e introduzido na represa de Balbina.
Cichla intermedia: É restrita dos rios Casiquiare e Orinoco na Venezuela e Colômbia.
Cichla orinocensis: Rios Negro e Orinoco no Brasil, na Colômbia e Venezuela.
CONTI, Roberto. Tucunaré: Conheça todas suas espécies. Cuca Pesca. Disponível: https://www.cucapesca.com/post/tucunar%C3%A9-conhe%C3%A7a-todas-suas-esp%C3%A9cies. Acesso em: 28 de nov. 2022.
SANTANA, Wellerson. Tucunaré: Existem 15 espécies diferentes no Brasil. Pesca Amadora, 2017. Disponível em: https://www.pescamadora.com.br/2017/04/tucunare-existem-15-especies-diferente-no-brasil/. Acesso em: 28 de nov. 2022.
Acadêmicos: Ana Carolina Rosa, Emerson Araújo, Isabela Bonavigo e Patrícia Ferreira