P R I N C I P A I S I N F L U Ê N C I A S
P R I N C I P A I S I N F L U Ê N C I A S
A apreciação da arte tem o poder de evocar uma ampla gama de sentimentos e emoções, muitas vezes desafiando nossas percepções racionais. À medida que desenvolvo um olhar mais crítico e sensível sobre os movimentos artísticos, busco não apenas compreender melhor o contexto histórico e cultural de cada um deles, mas também tornar-me mais receptivo às complexidades que as obras revelam.
Esse processo culmina em uma rica fusão de reações emocionais e intelectuais. A arte, com frequência, transcende a lógica pura e adentra o território da experiência subjetiva e pessoal. Nesse exercício profundo de análise e interpretação, navego por um mar de sensações que incessantemente me surpreende e transforma.
Nesse constante movimento de transformação, destaco alguns artistas que exerceram, em primeiro lugar, grande influência sobre minha maneira de ver e produzir arte. Pela postura de romper com as tradições de suas épocas em busca do novo, Claude Monet, Henri Matisse, Salvador Dalí, René Magritte e Paul Klee tornaram-se fontes inesgotáveis de inspiração e deleite. Um pouco mais adiante no tempo, uma diversidade de movimentos e estilos continua a marcar profundamente minha produção: a Pop Art, a Arte Conceitual, o Minimalismo, o Concretismo e, mais próximo de nós, a Arte Digital.
Entre os artistas contemporâneos, destaco alguns nomes pelos quais nutro profunda admiração. Hélio Oiticica, com sua proposta de ressignificação dos objetos artísticos e do papel do observador; Lygia Clark, com suas superfícies moduladas e interativas; Adriana Varejão, cuja obra visceral revela camadas simbólicas e históricas; e Sebastião Salgado, que, por meio de suas lentes, eternizou a busca pela dignidade humana.