M. Virgem e festa dos aviões,
a Salgueiros
Data: 21 de junho de 2026
Por: A. Augusto de SousaData: 21 de junho de 2026
Por: A. Augusto de SousaHoje tinha planeado uma ida para norte, mas no último minuto resolvi ir ver a festa... "Air Invictus", pois claro!
Atendendo a que a ponte Luis I estaria vedada ao trânsito, fui pela ponte do Infante e desci para a marginal do rio, seguindo esta para Avintes. O rio estava magnífico e ainda tive a oportunidade de assistir a um momento daqueles que a natureza nos deixa ver de quando em vez: os esforços de uma gaivota para degustar um peixe, diria, maior do que ela própria... (ver fotos).
No final do passadiço, o gradeamento falta e a parte que ainda resta está retorcida quanto baste... dizia-me um passante que é efeito das cheias do rio no passado inverno... "a água andou por aqui", e apontava para o talude, a mais de um metro de altura em relação ao piso...
De regresso à foz do Febros, encetei a subida... upa, upa... como custa... no lugar de Santiago voltou a inclinar, mais e mais, e só terminou quando atingi o Monte da Virgem... adoro apreciar a paisagem a partir dai.
Depois... Gaia, marginal fluvial... e festa, GRANDE FESTA! E por ali já havia imensa gente a reservar espaço, toalha estendida, farnel em cestos... quem sabe, garrafão... :-) Sem me aperceber, fui andando até chegar à Afurada... "e agora?"
Resposta fácil: segui até Salgueiros (mas não fui aos ‘croissants’) e aí dirigi-me para o interior, de onde segui para a ponte de Arrábida. A paisagem vista a partir desta última (não) estava "magnífica"... nevoeiro denso e opaco por todo o lado, mal se viam as águas do rio ali por baixo, pior ainda a redonda igreja da Serra do Pilar, ao longe... "mau sinal para a festa", pensei... mas vá lá, tanto quanto sei as coisas até correram bem.
Com passagem pela Rotunda da Boavista, onde apreciei o grande monumento às invasões francesas, lá retornei a casa...
Foram 47km relaxantes e com festa pelo meio... que mais posso pedir? Só se for... "mais, na próxima semana" !!!
Sendo assim, aqui fica o meu habitual,
Adeus e até ao próximo empeno,
A. Augusto de Sousa