Retas do Paulo e Chasco volante,
às Quedas de Fervença
Data: 22 de fevereiro de 2026
Por: Carlos Mapas Gomes e Miguel RêgoData: 22 de fevereiro de 2026
Por: Carlos Mapas Gomes e Miguel RêgoPercurso com 44Km e cerca de 680Ac+ que fez o Paulo Miguel quase chegar à Lua.
Presentes: Carlos e Carlos (azar no embate lateral, felizmente, sem grandes danos), Durval, JAntunes, Gaspar, MRego, PMiguel, PSantos e RSilva. O passeio foi exigente, bem rolado, interessante em paisagens e tipos de pisos. Visitamos as quedas de água do Rio Leça em Fervença.
No regresso fui obrigado a passar pela rua do Chasco. MUITO contrariado, no Chasco, vi-me obrigado a fazer saltar para uma travessa, o franguinho que estava a sair no momento das brasas e a entrar desenfreado pela loja "uma garrafa de espadal se fazzzsâbôr!".
Também foi necessário improvisar estacionamento de biclas na paragem de autocarro e usar o muro como mesa. "Bota e bira-temos 15 minutos"... E dali saímos dali muuuuito felizes...
Agradecendo, me despeço,
Grande abraço,
Carlos Gomes
Ontem, o percurso foi tão exigente que fiquei sem energia de tarde para vos dar conta das aventuras percorridas por trilhos e campos verdejantes sob um sol intenso. Passaram mais de 4 semanas sem pedalar (Augusto, como te compreendo), e o problema é que a certa altura, como eu comentava com o Carlos Gomes (filho) quanto menos se anda, menos vontade se tem de enfrentar o frio da manhã. Valeu-me as imensas memórias de outras aventuras com os Empenhados, uma preparação do equipamento de véspera.
E que bem que me soube o regresso!
Seguimos rumo a norte, com passagem por terras da Maia, Folgosa, Vilar de Luz, evoluindo depois para os trilhos de Lamelas (Santo Tirso). O Leça esteve sempre presente. A manhã teve momentos de exigência física, subidas íngremes que os eletrões tornaram divertidas, e descidas em que por momentos se sentiu o "flow", aquela sensação única de ligação entre nós e a máquina, a escolha da linha por onde queremos passar. Cruzamos o nosso caminho com outros ciclistas e ainda encontramos camaradas que participaram na ida a Fátima (confesso que não me recordo do seu nome). Cruzamos riachos duas vezes. Num deles, o Paulo Santos nem hesitou, tirou os pés dos pedais e de pernas bem abertas, atirou a bicicleta fazendo com que as águas se abrissem, qual Moisés, ordenando às águas do Mar Vermelho que se afastassem.
Nós seguimos depois, uns a pé, outros em cima da bicicleta, mas sempre com gargalhada fácil.
Já não sei como é que acabamos no Chasco. Mas aquilo foi engraçado. Parecia uma paragem na Box da F1. Encostamos a bicicleta, degustamos um copito de Espadal, e mastigamos uma carninha tenra de um frango que tinha acabado de ser grelhado. Tudo muito rápido, em cima do muro. Não passaram 15 minutos! Fizemos um brinde à saúde de todos, em particular dos ausentes, e do Gordon a quem desejamos as maiores felicidades para 4ª feira, e que queremos que possa regressar à nossa companhia muito em breve.
E lá regressamos via N105... Alfena, Águas Santas... No caminho de regresso, já soava de novo na minha cabeça a velha canção "Só eu sei porque não fico em casa!"
Obrigado aos camaradas de passeio, foi uma manhã espetacular, a repetir seguramente.
Abraço,
Miguel Rego