Azul(inha) no Corredor) Verde (do Leça),
a Angeiras
Data: 21 de abril de 2024
Por: Augusto de SousaData: 21 de abril de 2024
Por: Augusto de SousaHoje, sozinho, não tinha destino pré-concebido. Lembrei-me de repente que o Corredor Verde do Leça tem uma segunda fase praticamente pronta e eu ainda não tinha reportagem completa. Não é tarde nem é cedo, aí vou eu e levo comigo a Zulinha... vai ser Azul no Verde... ou melhor, Azul(inha) no (Corredor) Verde (do Leça). Bonito, não é?
Fui pela Circunvalação ao Amial para tomar o percurso na sua origem, a Ponte da Pedra. Estava uma manhã belíssima (um pouco de vento estorvava um pouco a pedalação mas nada de mais) e o verde envolvente ficava mesmo bem nas fotografias... atirei-me a elas, pronto! (Também, como se sabe, não é preciso muito...)
O percurso da primeira fase é já bastante conhecido mas, mesmo assim, atraiu-me muito o efeito do caudal do rio Leça que seguia forte por ali abaixo! Que magnífico!
Ali pelas imediações da Lionesa passa em sentido contrário outro ciclista e ouço um "olha quem ele é!!!"... Dou a volta e vejo o João Guerreiro... "e o meu pai vem ali... a pé, a puxar a bicicleta"! Pois é... o Paulo Parente deu cabo de três raios da bicicleta (Paulo, terá sido um sinal para a necessidade de um regime de emagrecimento? Hum? Ainda não? Pois...) e o João ia de gás para ir buscar o carro... tss... tss... tss... Filho sofre!
Também, já na parte final do troço, na travessia da última ponte, surge de frente um grande grupo de caminhantes, todos de chapéu azul... Grande caminhada e muito boa disposição!
À passagem pela Ponte de Moreira, mudo para o troço da segunda fase. Que lindo está... Até à Ponte de D. Goimil, foi uma loucura de vistas bonitas de verde misturado com algumas ruínas e com o rio! E depois? Depois... também! Está um percurso formidável, vale muito a pena.
Está quase pronta, esta segunda fase. Apesar de alguns detalhes que ainda faltam, do tipo, pintura das pistas no chão, colocação de bancos, etc, está perfeitamente ciclável, caminhável, e tem umas vistas lindas! Termina, como se sabe, na Ponte do Carro, lugar que hoje estava cheio de gente trazida pela visita ao novo percurso!
Depois... foi um caminho sem grande história... foi literalmente "ver passar os comboios"... ou pelo menos um, bem grande, de mercadorias, que se dirigia para o Porto de Leixões. Fiz o percurso da Voltinha 2 do Augusto, passando pela Fábrica Ramirez e trilho paralelo à autoestrada... que como é normal, está cheio de paus...
Ora, se hoje levei a minha Zulinha, não levei câmaras de tamanho 26... e pronto, logo tinha que haver um pau bicudo á minha espera... Toca a remendar e é se quero chegar a casa!
Há quanto tempo já não tinha furos? Sei lá, mas já vai mesmo muito tempo! Ou seja, demorei mesmo muito tempo a tapar o raio do dito... "Vamos lá que se faz tarde", ando uns 300m e... "Quê? Outra vez?"... Grrr... o raio do remendo tinha ficado mal colado e vertia ar... Grrr... e mais grrr e mais grrrrrrrrr.... que teve o telefone de funcionar a avisar que iria chegar mesmo atrasado.
Finalmente em Angeiras lá iniciei o caminho de volta pela marginal marítima e Leça da Palmeira. Foi bom, também!
Pronto, agora só me falta mesmo dizer o costumeiro "adeus e até ao próximo empen()o",
A. Augusto de Sousa