Olh'ó Zecas,
a Avintes
Data: 17 de março de 2024
Por: A. Augusto de SousaData: 17 de março de 2024
Por: A. Augusto de SousaA semana que passou foi cansativa... concentração, muitos quilómetros, e a chegada a casa no horário da mudança de dia, com o estômago a "chiar", não deixavam muitas expectativas para um grande passeio domingueiro. "Vou pelo parque oriental até ao Freixo e logo vejo como me sinto".
No passadiço da margem direita do Douro, já em regresso de Gramido, estou eu a conversar com uns amigos que ali encontro e sai-me de frente um casaco vermelho pedalante, algo familiar, de rasgado sorriso na face... era o Zecas, o tal qu'é Ramos e que gosta de rezingar... "eu vou por ali... "mas eu vou para acolá..." e pronto, fomos juntos! Onde fomos? Vejamos...
A margem fluvial até à ponte de D. Luís era evidente e a sua travessia pelo tabuleiro inferior também. Aproveitámos para maldizer os motards que por ali andavam, de um lado para o outro, a fazer poluição, atmosférica e principalmente sonora, do tipo "VVVVRRRRRRRROOOOOOOOMMMMM", de roda da frente no ar. Grrrrr.... (este sou eu, não é uma mota)
Seguimos então para montante, pelo passadiço da margem esquerda, a apreciar as vistas que aquele espelho fluvial nos oferece, até ao final, já em terras de Avintes. Que bonito... O regresso foi feito por percurso idêntico... até à ponte de S. João. "Vamos subir aqui para a ponte do Infante? Pergunta o Zecas qu'é e-Empen(h)ado... e eu que nunca mais ganho nem juízo nem uma "pedelec", caí na asneira de aceitar... Uuuuiiii... Omito aqui as maiores sensações sentidas, até porque para as descrever haveria que entrar necessariamente por uma linguagem vernácula que não seria adequada...
Depois... foi a subida (ainda não tínhamos feito nenhuma) pela D. João IV até Costa Cabral e Circunvalação.
"Adeus Zecas"... "Adeus Augusto..." e lá nos separámos para seguirmos para nossas casas, a tempo de o rolo da massa ser mantido na gaveta.
Pronto... se já estava cansado... o resto deixo à imaginação dos leitores...
Olhem, lá diz o outro... "Adeus e até ao próximo empeno!"
A. Augusto de Sousa