Passeio ao Rojão,
a Covelas
Data: 21 de janeirode 2024
Por: Carlos mapas GomesData: 21 de janeirode 2024
Por: Carlos mapas GomesMais um excelente passeio dos Empenhados aos rojões nas Festas de S. Gonçalo em Covelas. Para mim, e com certeza outros empenhados, este passeio é um marco que nos ajuda a interiorizar o espírito de grupo com objetivo comum: passar umas horitas em partilha de divertimento como crianças.
Para ir aquele local os rojões são somente um pretexto. O que importa é o grande mar que se enche de correntes de gente vinda de todas as direções em alegria num ambiente de festa. Grande festa!
Bem... tentando relatar um pouco o dia... Fomos 16 a sair da PD (para muitos peço ajuda para nomear...), mas 2 foram para onde não havia lama e muita gente. Os restantes 14 foram até Covelas.
Para lá seguiram o Caminho de Santiago, numa pressinha, para cedo tomarem o pequeno almoço, meias de leite e torradas na formas de espadal e sandes de rojões. Depois, foi subir a serra até ao Baloiço do Meco (não fui eu que lhe atribui nome) onde estava uma confusão do caraças. Havia gente por todo lado, quais formigas. De improviso, à Tuga, eram barraquinhas e mesas por todo lado, sobre as quais, desde caldo verde, ao porco assado, havia de tudo. Era só pedir! Estes Tugas!... Desta vez saímos dali pelo trilho a 2/3 da encosta em direção à Trofa para virar à esquerda algures e... espetáculo... descobrimos mais um lindo parque de lazer fruto de investimento Portugal 2020.
Chegados à estrada "olha ali que lindo caminho" e "bora lá", vira novamente à esquerda. Duas esquerdas seguidas no que dá? Corte de 100 metritos ao caminho que deveríamos ter seguido originalmente, ainda por cima com os 50 metritos da ordem pelo meio do Chiii!
Retomada a direção certa e a hora a apertar, foi seguir por caminhos excelentemente limpos e sem lama nem água :) ... até se descobrir mais um novo trilho que nos trouxe à estrada de Lantemil a S. Romão. Foi este excelente caminho que nos facilitou o regresso e nos permitiu chegar a casa pouco antes do rolo da massa sair da prateleira.
Foram cerca de 44 K com 700 e tal mts de Ac+.
Gostei do passeio. Gostei da companhia. Para o ano há mais.
Grande abraço e até ao próximo empeno,
Carlos Gomes
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Obrigado por me aturarem... e me darem o prazer da vossa companhia. Foi bom voltar a gargalhar convosco, foi bom subir na bicla e subir a pé (hoops!), descer (na bicla!!!), enfim, recordar velhos tempos.
O passeio é o de sempre (mais lama, menos trilho), mas o local deixou-me espantado... a quantidade de gente que andava lá no centro de Covelas era enorme... não me lembro de, em outros anos, ter de andar a pé por causa disso... E, como de costume e apesar da lama, o mar de gente que vinha de frente pelos trilhos da serra era um espanto e iria encher ainda mais o local!
Já algures no regresso, às tantas, alguém dizia "O Augusto já perdeu o "H"... Que raiva... carago, o meu H não pode ficar por aí... espumo-me todo... desfaço-me... desdobro-me em esforço, doem-me as pernas (é a forma de saber onde elas estão)... está a subir-me o ego e... passa-me o CmG e mais a sua faísca pela minha esquerda, a cantar como se nada fosse que até se sentia o efeito Dopler... LÁ LÁ LÁ LÁ ... la la la la la... desmoralizei... sniff sniff... Amanhã vou lá de carro, pode ser o que o H ainda lá esteja...
E a chegada ao Alto da Maia? Sou a favor de lhe mudarem o nome... sei lá, passar a chamar-se "Baixa da Maia", por exemplo... é que enquanto for "Alto", aquilo dá muito sofrimento... ainda por cima a imaginar o rolo da massa a sair pela janela fora em direção à minha mona... aaaaiiiiii....
Olhem... obrigado e até qualquer dia, que é como quem diz:
Adeus e Até ao próximo empeno!
A. Augusto de Sousa