Não A Santos,
no M. da Virgem
Data: 10 de dezembro de 2023
Por: A. Augusto de SousaData: 10 de dezembro de 2023
Por: A. Augusto de SousaHoje de manhã chovia... não copiosa, mas continuamente... no entanto é assim: ou se é Empen(h)ado ou... não se é Empen(h)ado...
É claro que os outros , os "e-", não podem, neste clima, dar trabalho aos eletrões... nãaaa, que podem ser eletrocutados ou... "eletro-coitados"!
Saímos, Circunvalação acima, mas com desvio sob a Via Norte, para a Telheira, de onde seguiríamos pela (estranhíssima) ciclovia desde o Luso-Francês até ao parque da Asprela. Ia bem cheiinha, a ria com o mesmo nome!
Dali à Areosa foi um pulo, descemos ao Parque Nascente e, claro, lá seguimos para o Parque Oriental. Este foi praticamente só para nós... quase não se via vivalma, em compensação do enorme caudal de água do tal rio que é Tinto.
"Vamos ao M. da Virgem?" e se um é "mata" o outro é "esfola", lá fomos, marginal Douriense adiante até à ponte de D. Luiz I, sobe (uuuuiii) até ao percurso marginal sul para montante, com paragem no Areínho para um café e mais qualquer coisita.
Continuando... nem se fala daquela subida para Oliveira do Douro ("e vós que de eletrões sois chamados... onde andais que ora vos queria eu?"). No topo, tentámos um percurso alternativo por um trilho de terra, ali ao lado do campo de futebol, onde se gritava muito... seria a avisar que o raio do trilho não tem saída?
Ora, é aqui que o "A", o tal que é "Santos", diz: "agora guio eu". E assim foi! Não passámos no parque da Lavandeira... não passámos no Salvador Caetano, não passámos no lugar de Santiago... e não fizémos a subida maluca aos "esses" até ao M. da Virgem...
Mas conseguimos chegar lá (ou quase), por outras g'and'as subidas (milagres para este efeito não se arranjam em lado nenhum). Ali mesmo apreciámos as grandes obras da nova linha do metro (os engenheiros são os maiores, são capazes de tudo!!!) e foi ali também que verifiquei com tristeza que o verdadeiro M. da Virgem ficava para a direita... afinal, concluí eu, hoje "Não A Santos (sem H) no M. da Virgem!
E a guiação do A Santos continuou até à ponte da Arrábida, não sem que o próprio pontuasse um belíssimo snake bite na roda traseira... Na ponte havia água por baixo, claro... e também por cima, muuuita (coitados dos pedestres que por ali tenham de passar...); e na rotunda da Boavista havia passarocos, chilreando alegremente a chamar a atenção dos passantes e um passaroco maior a ser molestado por um leão...
Assim se fizeram 41Km, com muito empenho e com pouco empeno (fiquei na dúvida... será ao contrário?). Ao sair de casa, a bicicleta transportava uns 73Kg... ao chegar, arrastava uns 93Kg... a água impregnada nas roupas quase dava para resolver o problema da seca no Alentejo e tive de pedir autorização especial, em papel azul de 25 linhas, para entrar em casa! Ah... e evitaram-se subidas... para se fazerem outras... e experimentou-se alguma lama, daquela que não mata nem esfola!
Abraço e boa semana para todos!
Até sábado próximo!
A. Augusto de Sousa