Desconfinar...
por Belói e Quinta-Rei
Data: 17 de janeiro de 2021
Por: Jorge Ximbra AntunesData: 17 de janeiro de 2021
Por: Jorge Ximbra AntunesMea culpa... por mais um passeio a explorar as 52 exceções do Decreto n.º 3-A/2021, de 14/01 de confinamento. Bem, eu e mais 7 empenhados (no minimo)... Gordon, PC, David, Teixeira, Rui Silva, Paulinho e Ximbra.
Começamos atrasados e partimos separados; talvez fosse o subconsciente a ditar o tal desporto individual, que sendo em matilha não deixa de ser individual e não sendo longe, não é na zona de residência. Bem... quem não tem telhados de vidro que atire a primeira pedra.
Escolhemos Valongo, pois havia amigos que só conheciam Couce de nome e porque pensávamos que seria mais recatado e sem contactos.
No começo, por estrada, o movimento até era pouco, afinal o pessoal tem mais juízo do que nós, mas quando chegamos aos trilhos de Santa Justa, Couce, e Quinta-Rei, era um regabofe de gente que mais parecia Santa Catarina em época natalícia. Até filas havia em locais estreitos para dar passagem.
Eram grupos de BTT, eram bandos de motoqueiros, eram alcateias de runners e muitos, mesmo muitos passeantes de cães e filhos! Menos mal que estes locais estão a ficar com uma beleza visual alem das paisagens, algumas belezas "esculturais" até tiram fotografias 😉 Cada um cumpria o devido distanciamento (anti) social, mas estranho é haver no monte tanta gente que normalmente não vemos nos domingos ditos normais.
O passeio foi um passeio normal por locais e tracks déjà vue, mas sem arriscar. Sanatório, "Sante Just", Beloi, Couce, nova ponte pendente, Campo, Sobrado, Quinta-Rei, Alfena, Bela e casa com 40 e alguns km (o meu GPS, não vale) ainda muito antes das 13h.
Boa companhia, nenhuma avaria e o ritmo foi tão alto que uma runner teve de ir a passo numa subida para não ultrapassar o PC.
Se o corpo não for atacado, pelo menos a alma veio ressuscitada.
Até ao próximo, se Deus ou quem acreditarem, quiser.
Ximbra