Três rios, vários riachos e algumas fontes
a Avintes
Data: 13 de setembro de 2020
Por: A. Augusto de Sousa e Jorge Ximbra AntunesData: 13 de setembro de 2020
Por: A. Augusto de Sousa e Jorge Ximbra AntunesHoje quase não tinha parceiros para a pedalação dominical. A maioria estava a descansar o empeno de ontem, o José Luís e o Pedro Figueiredo saem para o Chasco mas muito cedo, já não os apanho, apareço eu e o David na Pícua Doce. Decidimo-nos por um passeio leve, o calor ia apertar, "vamos fazer o trilho do Febros mas em sentido contrário".
Na Areosa lembrei-me assim de repente... "e se descêssemos pelo parque do Rio Tinto até ao Douro?" Se bem o pensámos melhor o fizémos, Circunvalação abaixo até ao Parque Nascente lá estamos nós a descer por aquela via ecológica tão bonita.
Já no Freixo, entramos passamos a seguir o Rio Douro... a vista das suas águas e das pontes é sempre muito agradável, ainda para mais num dia de Sol como hoje e... sem trânsito, manda e bem a autarquia que assim reserva o espaço para o David "boa, tenho isto tudo para mim!"
Na ponte de D. Luís passamos para o lado de Gaia, fez-se a subida da rua estreita e entramos na marginal fluvial, agora em sentido para montante. Começámos a perceber o movimento de pessoas ali no Areínho... mas depois acalmou, ao longo do trilho em terra. As obras estão em andamento, um dia destes vai ficar muito bonito... mas talvez interdito a bicicletas, o sinal já lá está :-(
Já em terra de Avintes, a praia fluvial esta pejada de gente... messas de piquenique ocupadas, barracas no relvado... o costume, portanto. Mostrei o final do percurso ao David e iniciámos a volta que contém o trilho do rio Febros, mas desta feita em sentido contrário, como combinado. Na parte inicial suámos as "estopinhas"... arre, que aquilo sobe que é um disparate... mas algumas vistas para o Douro e o verde do arvoredo acalmam e são bálsamo.
Atingido o ponto mais alto, ali vizinho do Parque Biológico de Gaia, o esforço acalmou e a paisagem também muda... entre trilhos e algum casario típico, estradões e ruralidade, lá nos fomos aproximando do final. Estou cliente deste percurso... é belíssimo!
Depois... ruas de Gaia até à avenida principal, descida para o tabuleiro inferior da ponte de D. Luís, Cais da Ribeira e subida por Mouzinho da Silveira até à estação de S. Bento foi o nosso percurso, com continuação por Sá da Bandeira, S.ta Catarina, Marquês... e o resto adivinha-se.
Pronto, foi um passeio agradável, sem grandes empenos. Seguimos o trajeto de três rios, Tinto, Douro e Febros; cruzámo-nos com vários outros ribeiros e travámos conhecimento com algumas fontes de água, algumas bem antigas e ainda em funcionamento. No calor do dia foi reconfortante!
E pronto... resta-me o usual...
"Adeus e até ao próximo empeno" (ou será empenho?),
A. Augusto de Sousa
Hoje, à falta de melhor opção, decidi "acusticar" com a velhinha BH... Sabia que ia sofrer, por isso empen(h)ei-me com toda a força a tirar da cabeça dos meus companheiros a ideia de irmos ter com os outros dois amigos valongueiros.
O Augusto deu uma dica , "vamos a Angeiras ver os biquinis" - foi o Augusto, que (não) disse - proposta que todos logo apoiaram. Bem... todos não, o Gordon lá se conformou com um: "OK, today is a social passeo :( "
Claro que, sabendo que não tinha baterias na bicla, lá fui escolhendo trajetos sem subidas e sempre em direção ao mar.
O resto já todos lerem, a companhia foi boa, à praia não chegamos, ao chão chegaram alguns e ainda bem que o Sapatadas mecânico estava presente, senão seria a primeira vez que as acústicas iam ter de empurrar uma faisca...
A "minha bateria" durou o percurso quase todo, mas cheguei às últimas subidas e pumba... lá se foi o meu "H".
Abraço,
Jorge X Antunes