Os estragos das cheias
Foz, Porto
Data: 22 de dezembro de 2019
Por: José Luís RamosData: 22 de dezembro de 2019
Por: José Luís RamosO passeio que eu e o Augusto demos foi fixe!
Apreciamos as consequências da chuva intensa dos últimos dias. Começámos no Rio Tinto que corria com muita água: pelos plásticos presos nas margens, deve ter sido medonho. Andou alto, este Rio Tinto que, no verão, mal se lhe vê a água!
No Douro... bem... no Douro as coisas foram diferentes! Grande, enorme Douro! Estavam submersas as plataformas que suportam os pilares da ponte do Freixo. A largura das águas até à praia do Areinho impressionava. O rio corria veloz para a foz!
Na Ribeira, poucos vestígios da cheia, mas alguns ainda lavavam os tarecos sujos pela inundação! Em Miragaia tudo parecia normal... O esforço de limpeza correu bem!
Depois, na Foz, perdemo-nos em momentos fotográficos sem fim. Alteroso, o mar proporcionava espectáculos de espuma formidáveis, tanto no Farol de Felgueiras como no novo paredão. Os fotógrafos acotovelavam-se para obterem o melhor ângulo com as suas longas tele-objetivas! Os acessos estavam todos cortados pelas autoridades, pelo que observamos de longe!
Ainda se tomou um café e... ala que se faz tarde!
Na tentativa de percorrer o caminho rural com origem na Praça do Império tivemos de voltar atrás e escolher uma alternativa pois o percurso habitual estava impedido pela queda de uma árvore com algum porte! A solução foi boa, apesar de bem enlameada, para gozo do Augusto! Este tipo rejubila com a lama! Poça p'ra ele! (nota do Augusto: é verdade, sim :-D )
Era para aí meio-dia e a chuva apareceu. Grossa! O caminho pela Ribeira da Granja estava encharcado e enlameado e foi a última lama que encontramos no final dos 39 saborosos quilómetros que percorremos.
Foi pena que o JJ acordasse tarde! Afinal percorremos o mesmo percurso!
Obrigado Augusto pela companhia (de nada; obrigado também :-D )
Até ao próximo empeno,
Abraço,
Zé