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Descubra o que os leitores estão a dizer de Arautos da Morte
Angelina fugiu para Lisboa para proteger a filha — não para voltar a ser perseguida.
Mas quando uma mensagem ameaçadora aparece à sua porta, aceita trabalhar como governanta na mansão de Conrado Teles, um galerista tão reservado quanto magnético.
A ligação entre eles é imediata.
Inexplicável.
E perigosa.
À medida que estranhos acontecimentos começam a surgir, visões, memórias de outras vidas e a presença silenciosa de um espírito ancestral, Angelina e Conrado percebem que os seus destinos estão ligados muito antes desta existência.
O que começou como um encontro impossível transforma-se no despertar de algo muito maior.
Porque este não é apenas um romance.
É o início de uma jornada que atravessa vidas… e poderá desencadear consequências catastróficas.
Unidos por forças que não compreendem totalmente, descobrem que o amor pode sobreviver à morte — mas talvez não escape ao destino.
Arautos da Morte – Reflexos combina mistério, romance e espiritualidade numa história sobre karma, reencontros e as forças invisíveis que ligam duas almas através do tempo.
Neste volume, a ligação entre Angelina e Conrado aprofunda-se e intensifica-se, ultrapassando o amor comum e tocando algo mais vasto, mais antigo... e mais perigoso.
Angelina vê-se subitamente lançada para um mundo que não é o seu…
ao mesmo tempo que começa, finalmente, a encontrar o seu lugar.
Porém, a intensidade do amor de Conrado por ela levá-lo-á a colocar em risco aquilo que mais deseja proteger.
Enquanto isso, o invisível torna-se cada vez mais presente.
Novas visões.
Novas interpretações.
Novas certezas…
e novas ameaças passam a rondar a vida de Angelina.
Em paralelo, surge Leon, filho de D. Lorenzo, que após a morte do pai descobre ter herdado algo… peculiar.
E Ema, que ao perder o padrinho, percebe que lhe foi deixado um destino sem retorno.
À medida que os caminhos destas personagens se cruzam, uma sucessão de acontecimentos aparentemente banais começa a revelar um padrão inquietante... um desenho silencioso onde nada acontece por acaso, e onde cada escolha aproxima perigos que ainda não ousam mostrar o rosto.
Fio Vermelho... um fio que pode esticar-se, emaranhar-se, dar nós, mas nunca, nunca... se parte
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