Alarion Ramos
O Simpósio de Comunicação mostra o celeiro que a faculdade tem de pessoas que podem inovar e podem mudar a cara de algo que aparentemente é inalterável. O Professor Murilo Berardo e a Professora Patrícia Quitero, organizadores do evento, com alunos do curso de Publicidade e Propaganda da disciplina de Criação e produção audiovisual que produziram os documentários. Alunos que contaram através de produção audiovisual histórias e transformações de vida.
A mostra audiovisual que aconteceu no campos 5 da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, dos alunos do curso de Publicidade e Propaganda. Relataram os problemas e mistérios que a sociedade não gosta de falar.
Entre os documentários, um com grande relevância foi sobre o uso do canabidiol no tratamento de Alzheimer. Uma associação que tem o intuito de proporcionar o uso de medica retirado da planta da maconha, chamado canabidiol. Mas esse medicamento não tem o uso regularizado pelo Ministério da Saúde. Desta forma o tratamento é feito com critérios judiciais, mesmo com essa restrição um filho relata sobre o tratamento do seu pai com o medicamento.
Um senhor com idade já avançada, que por várias vezes com tratamentos convencionais do alzheimer, nunca teve melhoras ou sequer foi possível se controlar a doença. Porque devido ao tempo a cada dia se tornava mais agressivo, batendo no filho na mulher. O filho que iniciou o tratamento por conta própria, junto a associação, diz que
Com esse tratamento, o senhor teve uma evolução muito grande nas atitudes com a família, não estava mais agressivo, conhecia as pessoas e até conseguiu se alimentar sozinho. O próprio gestor da associação disse:
Carlos Wilton - Estudante de Jornalismo
A mostra estava aberta a toda a Escola de Comunicação, então algumas pessoas nos deram a sua opinião sobre o que acharam desse momento e o que viram de diferente nas produções. Acompanhe a entrevista ao lado.
Entre os títulos que foram mostrados com “ As cores do amor”, “império sobre mulheres drages” e “ RAP” entre outros. Tudo se mostrava, e não se contava, cada relato era uma história uma oportunidade de saber quem são aquelas pessoas simples, humildes e até rejeitadas pela a sociedade.
Desta forma, a universidade, e o próprio curso de comunicação ressaltara ressaltaram o valor que é se comunicar. A estudante de Jornalismo Ana Paula, que participou da mostra nos disse o quanto é importante esse tipo de olhar nos documentários. Acompanhe:
Paula - Estudante de Jornalismo
O professor Murilo Berado nos dis disseque “os discentes produziram documentários com estilos e linguagens híbridas com ênfase no formato de web-documentário”. Essas temáticas foram trabalhados sobretudo em discussões de direitos humanos e temas transversais, como inclusão social, racismo, lgbtobia, diretos das mulheres entre outros.
A mostra estava aberta a toda a Escola de Comunicação, então algumas pessoas nos deram a sua opinião sobre o que acharam desse momento e o que viram de diferente nas produções.
Acompanhe o relato da estudante de jornalismo Layne Silva sobre um documentário que chamou a sua atenção:
Layane Silva - Estudante de Jornalismo