Equipamentos Urbanos
Apenas um grupo abordou o tema equipamentos urbanos. Os locais, citados pelo grupo, estão localizados no mapa a seguir.
Apenas um grupo abordou o tema equipamentos urbanos. Os locais, citados pelo grupo, estão localizados no mapa a seguir.
O grupo que apresentou o tema equipamentos urbanos era da disciplina DCC I CAD, do noturno, e era composto pelos alunos Antonio Carlos de Oliveira Junior, Danilo Marco dos Santos, Elen Angelina Azevedo de Oliveira, Giovanna Gabriel da Silva Conrado e João Lucas Castelhano do Nascimento.
Avenida sem nome
Em mais um dia Mari se depara com o espaço público bastante frequentado e isto poderia passar por sua realidade quase que despercebido mas não para ela. Este cenário nada significa a muitas pessoas mas talvez desta vez seja diferente.
A menina sai da estação e seu primeiro pensamento é sobre qual lado deve se direcionar, esquerda ou direita? Na verdade ambos os caminhos podem vir a ser certo e decidir por um não anula definitivamente o outro já que podem vir a unir-se novamente como em um cruzamento de vias que se encontram.
Seguindo pelo caminho escolhido, a garota segue e se depara com a grandiosidade deste sistema de circulação e se pergunta quanto estudo deve ter sido feito para chegar a tudo isso e hoje servir para a própria educação que o planejou, de forma que a rua abriga escolas e um embasamento histórico único.
É evidente que a personagem não estava sozinha nestes cenários e o que a intriga são as diversas pessoas que dividem o mesmo espaço. As histórias de cada um que passa por ela e o porquê estão nestes lugares há de ser sempre uma dúvida. Como será que se sente aquela senhora que lhe dirigiu um singelo sorriso? E a moça que passou apressada pela praça? A criança que andava de mãos dadas com seus pais... Este é o mistério que ele tem ao transitar por diversos locais.
Quando Mari se põe a pensar qual possível relação da forma física de rodovias e avenidas com a própria vivência, lhe é notório que o ponto a se refletir é que ao passar em uma entrada e errar o caminho, haverá outra possibilidade de voltar ao ponto certo, ou seja, fazer retorno e se direcionar ao destino desejado.
Mas ela também sabe que haverá desencontros e que talvez esses o levem ao desenvolvimento de um novo caminho ou somente lhe agregará certo conhecimento.
E por fim chega a seu destino, onde na verdade encontrou mais uma vez a ponte de seu objetivo de reflexão: A via pública urbana, a rua, ou avenida. E na verdade Mari não buscou um só nome que se aplica ao seu sentimento para que o do leitor se desenvolva e diga a avenida que lhe traz significância.
Giovanna G. S. Conrado