Gravação: Saudade.
Utilizamos o gravador portátil para registrar três versões da obra, com a seguinte instrumentação: viola caipira, violino, bandolim e piano. Na última versão, o violino esteve ausente.
Percebemos que, agora, tendo realizado outros encontros de prática, gravação e discussão sobre a composição Saudade, nossa improvisação já está muito mais consistente. Foram caminhos muito diferentes, escolhidos para os três registros de hoje. Também realizamos uma improvisação livre, ao final do encontro (registrada em áudio).
Discutimos sobre uma proposta, recebida de um formando de Comunicação e Multimeios, João Lazaretti, sobre nossa participação na trilha sonora de seu TCC, um audiodocumentário sobre romeiras da cidade de Maringá que realizaram uma procissão, à pé, até a cidade de Aparecida do Norte, durante o período de 12 dias. O documentário em áudio será dividido em 4 episódios, cada um analisando o processo por um viés diferente (algo que vai influenciar nossa prática na composição da trilha, que será totalmente improvisada e gravada no estúdio da Rádio UEM FM).
Falamos sobre a data de 28 de outubro, com a possibilidade de apresentarmos algo em público no auditório do Centro de Ação Cultural Márcia Costa (CAC).
Escuta do audiobook Já Mais Nada Me Foi Tão Distante, projeto do coordenador Tauan Sposito, financiado com recursos de lei de incentivo à cultura, Fomento Aniceto Matti. O audiobook traz a voz de Ana Paula Simão, em leitura dramática dos poemas que compõem o livro, com trilha sonora de sons eletroacústicos e paisagem sonora, além de improvisações da banda de rock psicodélico Os Caracósmicos: Tauan Sposito (sitar), Marcel Matiazi (guitarra/flauta), Adilson Filho (contrabaixo/theremin) e Mateus Alabi (percussão).
Início das gravações. Saudade.
Tentamos utilizar a mesa de som + placa de áudio, porém o computador disponível não reconheceu por completo o equipamento, e o resultado não se mostrou satisfatório. No entanto, também estávamos gravando com o gravador portátil Tascam.
Combinamos de retomar essa gravação, em encontro posterior.
Registro em áudio.
Início do 2º semestre.
Discutimos sobre a logística para as gravações das composições realizadas no primeiro semestre. Para isso, vamos utilizar uma mesa de som, placa de áudio, microfones/captadores.
A ordem das gravações, sendo uma composição por encontro (iniciando na próxima semana), será:
Saudade | bandolim / viola caipira / violino / piano / flauta
Panapaná | berimbau (+ arco de contrabaixo) / percussão e efeitos / piano (som de vibrafone) / violino / theremin ou flauta
Incêndio na Valva Mitral | guitarra / viola caipira / violino / piano / sitar
Boíbna | berimbau + banjo / piano / violão / viola caipira / violino
Nan Madol | sitar / kalimba / charango / flauta / percussões metálicas (crótalos, sinos, triângulo, pratos, etc.)
Em seguida, realizamos das práticas de improvisação livres, utilizando sitar, violino, viola caipira e piano (diferentes timbres).
As improvisações foram gravadas em áudio.
Encerramento das atividades do 1º semestre. Confraternização.
Palavras-conceito. Discutimos sobre a escuta/prática das experimentações relacionadas às palavras. Cada integrante expôs ideias sobre o que achou do resultado sonoro, aliado ao conceito de sua palavra. Definimos que:
Incêndio: utilizar guitarra, viola caipira, violino, piano e sitar. Manter o modo em ré menor, enfatizando a nota lá bemol (relação de trítono/quinta diminuta importante na sonoridade). "Ondas" de fogo (fogo vivo X brasa), controladas por cada integrante.
Saudade: violino - galope (ricochet percussivo), viola caipira, bandolim, flauta, piano. Memórias de férias no sítio. Forma: galope + vento (flauta) + sinos (cordas do bandolim, atrás do cavalete) / desenvolvimento / retomada do galope + vento + sinos.
Panapaná: adicionar sons gravados de natureza para auxiliar em nossa dinâmica (de sussurros). Percussão (pratos/conduíte/berimbau (delicado/arco), violino preparado (com blue tak nas cordas), flauta. Buscar objetos ou instrumentos para realizar sons de vidro/metal + arco no metalofone. Os timbres mais peculiares serão destinados ao momento do voo das borboletas, apenas uma vez. Forma: paradas - um voo (timbres ricos, talvez usar o theremin) - paradas.
Nan Madol: diferenças entre o "ao vivo" em espaço fechado / ao ar livre e o gravado. Ambiente fechado e gravação: microfonar instrumentos, criar um fundo de sons gravados (amanhecer / entardecer na UEM > da Av. Colombo para o interior da universidade, recolher sons). Ambiente aberto: espaço entre intérpretes, público transitando entre eles. De modo geral, tocar menos, deixar mais momentos de silêncio e com menor intensidade. Possíveis instrumentações: aberto (percussões/sopros); fechado/gravação (livre, mas no limiar do silêncio. Ouvir o outro: respostas, repetições.
Buscar um lugar na UEM para a performance das obras (auditório da BCE / sala Cine UEM / outros). Gravar com câmera e gravadores portáteis. Talvez: projeção em vídeo.
Próximo encontro será o último do semestre. Trabalharemos em uma prática de improvisação vocal, utilizando pedal de loop do Marcel, retomando uma composição/experimentação que realizamos em 2023: Viagem Através dos Sonhos (três versões dessa prática podem ser ouvidas em nosso painel).
Durante o segundo bimestre do Curso Técnico (meses de maio e junho), trabalhamos com as turmas XIII (Tarde) e XIV (noite) em duas composições coletivas.
A ideia inicial era desenvolver uma sonoridade baseada nas canções de ninar, os acalantos. Assim como no primeiro bimestre, as gravações foram realizadas na EMU, utilizando um gravador portátil Tascam e o software Reaper.
Ficha Técnica:
Arthur Sanches: kalimba / composição
Giovanna Pacanhela: piano / composição
Nicole Moreno: violoncelo, piano / composição
Rafael de Araújo: piano / composição
Tatiane Vieira: piano, percussão / composição
Tauan Sposito: coordenação / piano / composição
Ficha Técnica:
Ana Claudia Said: violino / composição
Guilherme Bobato: violino, piano / composição
Rebeca Noronha: piano / composição
Tauan Sposito: coordenação / violão / composição
Palavras-conceito. Prática de improvisação sobre a palavra Nan Madol, que significa "espaços entre".
Selecionamos alguns instrumentos de percussão e efeitos, como a kalimba, conduítes, triângulo, pratos, agogôs, pandeiro (sem platinelas), sinos, além de viola caipira, e nos dirigimos a um espaço aberto na UEM (passarela entre a Escola de Música da UEM e o espaço do Cine UEM (antigo auditório da FADEC). A ideia é incorporar à prática da improvisação sobre essa palavra-conceito a paisagem sonora do entorno. Cada integrante se posicionou em um dos bancos dispostos na passarela, criando uma espécie de espaço entre si. Ao longo da prática, pudemos ouvir sons de pássaros, trânsito, buzinas, pessoas transitando, narração de jogo de futebol (Portugal x Rep. Democrática do Congo, pela Copa do Mundo 2026), entre outras intervenções/interferências.
O próximo passo é cada integrante escutar os áudios criados a partir das práticas de cada palavra, realizando observações sobre aspectos positivos/negativos das improvisações. A partir de então, realizaremos uma gravação oficial de cada composição/experimentação sonora.
Gravamos a improvisação em áudio e vídeo.
Palavras-conceito. Prática de improvisação sobre a palavra Saudade, da integrante Ana Clara. Retomamos a ideia das partes estabelecidas para a improvisação: referência percussiva ao galope de um cavalo; reminiscências da memória do sítio; finalização com o ritmo do galope, em decrescendo.
Realizamos as improvisações com os seguintes instrumentos musicais: violão, bandolim, flauta transversal de bambu (modelo japonês) e piano. Realizamos um vídeo da primeira versão. Ao todo, realizamos três improvisações, todas registradas em áudio.
Discutimos ideias sobre captação do som dos instrumentos, utilizando mesa de som e um pedal de loop, para as improvisações, assim como ideias de apresentações, a serem realizadas no CAC (possível data em outubro), e no auditório da BCE. Para as apresentações, podemos deixar alguns instrumentos de percussão expostos ao público, para que haja interação com o grupo.
Também faremos uma prática de improvisação ao ar livre, para testar as ideias sonoras da palavra Nan Madol, trazida pelo coordenador Tauan Sposito.
O grupo sente que, cada vez mais, há um entrosamento entre os integrantes, de modo que as improvisações estão se tornando mais orgânicas, mais rápidas as respostas em relação ao diálogo entre os instrumentos, as ideias se tornando mais fluidas.
O vídeo pode ser acessado em: https://youtu.be/9Z3GOnizopw
Palavras-conceito. Prática de improvisação sobre a palavra Incêndio, trazida pelo integrante Marcel. O integrante criou uma frase/título, com a palavra:
Incêndio na Valva Mitral
Discutimos sobre a ideia de "incêndio" estar relacionado ao contexto da natureza do fogo, ou de alguma emoção. Para a improvisação, utilizamos a seguinte instrumentação: violino, violão (afinação, da 6ª para a 1ª corda: D - A - D - F# - A - E), sitar e piano. Trabalhamos em um contexto modal, explorando um modo menor em Ré, com ênfase na quinta diminuta (Lá bemol). Experimentamos realizar momentos de "fogo" (maior intensidade/densidade sonora) e "brasa" (menor intensidade/densidade sonora). As "ondas" de fogo foram realizadas com o aumento de intensidade, por cada integrante: à medida em que os integrantes percebessem as deixas, se sentissem confortáveis, realizavam sonoridades com maior intensidade, ao que os demais diminuíam a dinâmica.
A partir das experimentações/improvisações, chegamos à seguinte ideia de estrutura:
Uma entrada enérgica, mas nem tanto;
Crescendo, para algo bastante sonoro, um incêndio;
Calmaria, como se o incêndio começasse a ser controlado;
Volta da maior intensidade/densidade, mais as ondas de fogo, realizadas pelos integrantes;
Aos poucos, morrendo.
As improvisações foram registradas em áudio.
NOTA: percebemos que, ao longo dos encontros e da sistemática de experimentações/improvisações sonoras, além das discussões, o grupo tem demonstrado maior sintonia e entrosamento para a realização das atividades propostas. A escuta está se tornando mais aguçada.
Palavras-conceito. Prática de improvisação sobre a palavra Panapaná, trazida pelo integrante Arthur.
Panapaná diz respeito ao coletivo de borboletas. Nesse sentido, pensamos em sonoridades "farfalhantes", através do violino preparado (utilizando uma cola plástica - massinha - sobre as cordas, alterando seu timbre). O piano (clavinova) foi tocado com som de vibrafone, com pedal. Utilizamos conduítes para gerar notas da série harmônica através do atrito do ar ao girá-los, em velocidades diferentes. Também aproveitamos alguns pratos A2 de tamanho pequeno, tocados com arco de contrabaixo, assim como o berimbau, também tocado como um instrumento de cordas friccionadas. Decidimos que haverá uma espécie de "condução", realizada pelo Arthur, de forma a reger o grupo quanto à densidade/intensidade dos sons realizados, como um grupo de borboletas que fica mais, ou menos, estático, em conjunto e, com determinadas interferências/gatilhos (aleatórias, realizadas com um som forte por algum integrante, de forma livre), levantam voo, abruptamente, para depois repousarem, aos poucos, ou de forma também abrupta. Pensou-se em explorar sonoridades no limiar da audição, como de flautas, deixando bastante vazamento de ar.
Improvisações gravadas em áudio.
Palavras-conceito. Prática de improvisação sobre a palavra Boíbna, trazida pelo integrante Adilson. A palavra surgiu através de um sonho, não se encontra no dicionário.
Utilizamos berimbau/banjo, violão e piano para a prática, em duas versões, gravadas.
A improvisação explorou uma tonalidade maior, mais country, que aos poucos foi assumindo ares de música espanhola, como um fandango, mais rítmico e em modo menor.
Trabalhamos, inicialmente, com aspectos rítmicos dados pelo berimbau, trazendo à tona o ar mais misterioso/enérgico que a palavra evoca. Depois, optamos por uma segunda parte mais livre, em outro fluxo, trocando o berimbau pelo banjo.
Definimos que Boíbna terá esse caráter rítmico, no início, e depois algo mais livre e fluido, mudando a instrumentação ao longo das sessões.
Discutimos sobre a instrumentação de Nan Madol, que pode ser constituída de theremin, sitar, guitarra... A ideia de fazê-la em um local da UEM, ao ar livre, para aproveitar aspectos de espacialização e paisagem sonora persiste.
Durante o primeiro bimestre do Curso Técnico (meses de março e abril), trabalhamos com as turmas XIII (Tarde) e XIV (noite) em duas composições coletivas.
Foram discutidas ideias de sonoridades, definição de campo harmônico, criação de melodias. Aos poucos, as composições tomaram forma. Realizamos as gravações na EMU, utilizando um gravador portátil Tascam e o software Reaper.
Ficha Técnica:
Arthur Sanches: composição
Giovanna Pacanhela: composição
Nicole Moreno: violoncelo / composição
Rafael de Araújo: piano, flauta, palmas / composição
Tatiane Vieira: metalofones, palmas / composição
Tauan Sposito: coordenação / violino, bandolim, viola caipira, violão, palmas, percussão / composição
Ficha Técnica:
Ana Claudia Said: violino, assovios / composição
Carlos Vieira: violoncelo / composição
Guilherme Bobato: violino / composição
Rebeca Noronha: piano, assovios / composição
Tauan Sposito: coordenação / violino, viola, banjo, cavaquinho, violão, berimbau, assovios / composição
Palavras-conceito. Discutimos sobre as palavras-conceito trazidas por Ana, Arthur e Tauan:
Saudade (Ana)
Memória (direta/indireta); aspecto positivo/negativo; saudades da infância (férias no sítio, brincadeiras, despreocupação). Cada integrante comentou sobre aspectos que lhe trazem saudade. Percebeu-se que a relação com a infância é bastante forte. A voz falada foi uma sugestão para ser trabalhada na composição/improvisação sobre a saudade. Como prática, pensou-se em cada um trazer uma sonoridade que remeta à sua saudade.
Panapaná (Arthur)
Coletivo de borboletas. Sons quase estáticos (movimento das asas das borboletas; juntas formando uma unidade, sem sincronia); pausas (ausência de voo); base (sons pré-gravados): onde as borboletas ficam/estão; sons imitando o voo das borboletas; limiar da audição ("zoom": ideia de aproximação e distanciamento do som. Os sons pré-gravados podem trabalhar com contraste ou semelhança, em relação aos sons improvisados ao vivo.
Nan Madol (Tauan)
Ilhas artificiais da Micronésia. Significado: espaços entre. Paisagem sonora; espaço entre os intérpretes (espacialização dos músicos): deslocados, como o público percebe o som entre cada um; possibilidade: improvisações em uma passarela em bosque, na UEM (entre a Academia/RU/bloco de Direito).
Realizamos uma prática de improvisação utilizando o violino, o banjo e a viola caipira, com base na palavras Saudade. Iniciamos o pensamento de uma estrutura (forma) para essa improvisação:
Ricochet no violino: aos poucos, acelerando e se tornando o galope de um cavalo;
Instrumentos ("saudades" do sítio): trazendo sons de "saudade" particulares de cada integrante;
Retomada do ritmo do galope e decrescendo.
Encerramos a apreciação do documentário On the Edge, com o 4º episódio, Nothing Premeditated. O terceiro episódio, A Liberating Thing, foi assistido em casa. Discutimos sobre aspectos do documentário, em especial sobre a improvisação no Zimbábue, com a mbira, os tambores e instrumentos de sopro feitos com chifre de cabras. Algo que chamou a atenção foi a presença de destaque de ostinatos.
Apreciamos o canto de lamentação dos pigmeus Aka, por também trabalharem com a ideia de repetição, neste caso, a partir da voz. Ressaltamos a riqueza da polifonia realizada pelos pigmeus, captados nesse registro sonoro.
Discutimos sobre questões culturais e musicais dos povos originários, a partir da leitura prévia de textos como Tekoá, de Kaká Werá, e a carta do chefe Seattle.
Um dos integrantes sugeriu o documentário Não Há Movimento Sem Ritmo.
No encontro de hoje, não realizamos prática de improvisação. Definimos que, a partir do próximo encontro, iniciaremos o trabalho com as criações a partir das palavras-conceito.
Realizamos a prática de improvisação sobre uma composição musical do projeto, desenvolvida em 2022 (Crisálida I).
Falamos sobre o processo de criação dessa obra, e utilizamos o arquivo do áudio base, para a improvisação (os sons pré-gravados, usados como guias da improvisação coletiva).
Depois, discutimos sobre a proposta do uso de palavras-conceito na criação de obras improvisadas. Discutimos sobre duas palavras elencadas, e algumas de suas possibilidades.
Em seguida, assistimos ao segundo episódio do documentário On the Edge: Movements in Time.
Neste episódio, alguns instrumentos diferentes são mostrados:
Iniciamos ao estudo/apreciação do documentário On the Edge, sobre improvisação em música, de Derek Bailey.
Discutimos sobre aspectos do primeiro episódio do documentário. Os participantes mencionaram o compositor John Zorn e o organista Naji Hakim, que participam do vídeo. Foi discutida a relação entre o músico improvisador e o público, relação de conexões entre quem improvisa e aspectos externos, como a natureza, a espiritualidade, como isso pode influenciar o resultado da improvisação.
Nossa prática de improvisação foi realizada ao violão, violino, charango e piano. Gravada em áudio.
Proposta aos integrantes:
Cada participante deve pensar, ao longo das próximas semanas, em palavras-conceito que possam proporcionar elementos de improvisação sonora. A ideia é, a partir dessas palavras, trazidas por cada integrante, iniciemos uma prática de improvisação visando a criação de uma composição musical (a exemplo de Cobra, de John Zorn, ou Crisálida I, composição coletiva do projeto, desenvolvida em 2022).
Obras/compositores/instrumentos comentados durante o encontro:
Tauan Sposito - Experimento 2 (2017), para clarinete, dançarina e três instrumentistas
Olivier Messiaen - Quarteto para o Fim dos Tempos (1940/41), para clarinete, violino, violoncelo e piano
Instrumento: Ondas Martenot
Apreciação:
Mort Garson - Cathedral of Pleasure
Tangerine Dream - Birth of Liquid Plejades
Alvin Lucier - Music for Solo Performer
Vangelis - Albedo 0.39
Sofia Gubaidulina - Vivente - Non Vivente
Egberto Gismonti - Trenzinho Caipira
Comentários sobre Eliane Radigue e Hans Werner Henze
Práticas de improvisação (violino, viola caipira, sitar, piano/violão)
Jogo de imitação: cada integrante apresentava uma ideia sonora (som, ou timbre, ou frase), sendo seguido (imitado) pelos outros integrantes, cada qual observando os aspectos técnicos de seu instrumento musical.
Técnicas estendidas: o grupo improvisou focando nas técnicas estendidas de cada instrumento.
As improvisações foram gravadas em áudio.
Discutimos sobre as práticas, falando sobre técnicas estendidas, instrumentos, sonoridade.
Para o próximo encontro: iniciar a apreciação do documentário On the Edge, de Derek Bailey, sobre improvisação em música.
Apresentação do projeto: objetivos, ideias, surgimento do Crisálida.
Apresentação dos integrantes (Marcel, Adilson, Ana, Arthur), seguido de comentário de cada um sobre suas ideias acerca da improvisação em música.
Discussão sobre improvisação e música experimental.
Apreciação de vídeos sobre o trabalho do Tom Zé com o Fontes, espécie rudimentar de sampler desenvolvido por ele nos anos 70.
Prática de improvisação por aproximadamente 10 minutos, explorando sonoridades no modo lídio em ré. Formação:
Arthur: violino | Ana: viola caipira | Tauan: sitar | Adilson: violão | Marcel: piano
Chamada aberta para novos integrantes: 4 vagas destinadas a instrumentistas com 18 anos ou mais, interessados realizar práticas de improvisação no contexto da música contemporânea. Prazo: 08/03, às 23:59. Formulário e informações: https://forms.gle/ybgQUK5DDcny8J7JA
Inscrição encerrada em 08/03.
Lista dos selecionados (em ordem alfabética):
Adilson de Giuli Filho
Ana Clara Peres Martins
Marcel Gimenes Matiazi