Através das pesquisas sobre a trajetória do cinema brasileiro, ficou perceptível que o racismo está estruturado nas obras cinematográficas, já que existe uma falta de representatividade nos personagens, e os negros sempre ficam com papéis estereotipados, como “o malandro”, “ a negra sensual”, “ o escravo” e “ a empregada doméstica”.

Outrossim, invisibilidade da pessoa negra, haja vista poucos trabalhos têm o negro como protagonista, tanto que foi necessário a criação da lei 4370/1998 para pagar essa dívida social.

Segundo Lázaro Ramos, autor do livro “Na minha pele”, “[...] é importante que os traços negroides e nossa origem africana sejam celebrados, sim, para aceitarmos quem nós somos. ”