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Psicóloga, pós-graduada em clínica gestáltica e pesquisadora da arte como veículo de deslocamento. Em consultório atuo como psicoterapeuta individual e com grupos de temáticas diversas. Ministro oficinas em projetos expressivos sazonais, sempre acreditando que a clínica pode ser, é, e se faz para além do setting tradicional.
Sou fotógrafa amadora e através da fotografia trago foco às possibilidades de experimentar e provocar emoções, retratos, movimentos e detalhes que podem ser usados tanto como recurso visual expositivo, quanto como fluxo de experimentações clínicas.
Espaço para explorar as relações, experiências e emoções, destinado a quem quer ampliar a percepção de si e do campo, e buscar novas formas de atravessar aquilo que se vive.
Através da relação terapêutica ofereço um espaço seguro para explorar questões e encontrar novas maneiras de lidar com elas.
Faço parte do corpo clínico do Instituto Granzotto de Pós-Graduação em Florianópolis e atendo em consultório particular em Balneário Camboriú, nas modalidades presencial e online - mundo afora.
O que é?
Para a Gestalt-terapia, a supervisão clínica é uma leitura de campo apoiada na articulação teórico-relacional, que disponibiliza aos psicoterapeutas modos de (re)encontrarem formas de acesso às suas dimensões criativas.
Para quem?
Disponibilizo supervisão a psicólogos em formação ou no início da prática e a gestalt-terapeutas que desejam pensar a clínica em diálogo.
Como funciona?
Encontros online, individuais ou em duplas. Horários a combinar.
Adaptadas às necessidades do grupo, as oficinas são uma proposta de criação que busca aumentar o campo de percepções dos integrantes. Os processos criativos oferecem espaços para expressão simbólica e intuitiva. unindo também os processos psicoterapêuticos aos expressivos. Confere abaixo algumas oficinas que realizei:
A experiência convida os participantes a visitarem afetos e explorarem potencialidades imagéticas e textuais que ao longo do tempo enredam e conectam histórias, amigos, famílias e amores, oferecendo oportunidade de expressão de vivências e emoções – não como lembrança, mas como testemunho.
Prática que popõe uma travessia de autoconhecimento, utilizando o papel e tintas flutuantes como meio de expressão. Parte de experiências inevitáveis, onde a impossibilidade de repetição é acolhida para dar forma ao caos.
O desenho é uma ferramenta que facilita a conexão com aspectos inconscientes, muitas vezes difíceis de verbalizar. O objetivo principal é o processo de expressão e descoberta.
Modificar, destruir e reorganizar. A principal característica dessa experiência é a plasticidade que gera movimentos de desestabilização e possibilita novas composições, onde é possível arranjar a realidade em uma gama potente de novas imagens.