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O Estatuto do Instituto Paleorrota estabelece a associação como gestora do Geoparque Paleorrota, com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico sustentável através da geoconservação e geoturismo na área do Permo-Triássico Rio Grande do Sul. O documento define o funcionamento, a estrutura administrativa e as categorias de associados, incluindo normas de ética e a gestão de marcas. Mais informações sobre os projetos e a atuação do instituto podem ser encontradas em materiais institucionais do Geoparque Paleorrota.
O Código de Ética do Geoparque Paleorrota (2024) estabelece diretrizes para a gestão econômica financeira sustentável, no território do Permo-Triássico gaúcho, com foco no turismo paleontológico e na proteção de fósseis através da administração do Instituto Paleorrota. O documento define regras para o uso da marca, parcerias com instituições, gestão financeira sem fins lucrativos.. Paleontólogo é pessoa física que assinou o código Ladrão de fóssil é quem atua no território sem assinar o código. O Paleontólogo deve apresentar o código ao proprietário do sítio paleontológico. Para que o museu receba fóssil, o curador deve assinar o código. O paleontólogo deve conduzir o fóssil ao museu mais próximo do local da coleta. Como interagir com os paleontólogos estrangeiros. Para detalhes completos leia o código.
A autobiografia de 2020 de Sergio Kaminski, fundador do Instituto Paleorrota, narra sua trajetória autodidata, destacando a descoberta de fósseis importantes no Arroio Cancela em Santa Maria-RS, como um dinossauro de 70 cm e rincossauros, ainda na infância. O texto relata sua aceitação como superdotado e influências da "Série Prisma" em seus interesses por física, foguetes e eletrônica.
A proposta de Geoparque Paleorrota à UNESCO visa criar o maior geoparque do mundo no Rio Grande do Sul, cobrindo 45 mil km² com formações do Triássico e Permiano. Gerido pelo Instituto Paleorrota, o projeto integra pesquisa paleontológica com turismo sustentável, visando atrair 1 milhão de visitantes anuais para financiar a educação e proteção de sítios.
O documento de Sergio Kaminski, presidente do Instituto Paleorrota, denuncia o furto sistemático de fósseis por pesquisadores de universidades federais (UFSM, UFRGS, UNIPAMPA) e a falta de um Código de Ética rigoroso na Sociedade Brasileira de Paleontologia. Exige-se que os reitores afastem profissionais que não adotarem o Código de Ética do Geoparque Paleorrota e apoiem o Paleoparque Imembuí, com denúncias formalizadas na CGU e enviadas à UNESCO.
O Instituto Paleorrota propõe a criação de uma "Divisão Paleorrota" na Polícia Federal de Santa Maria para combater o furto de fósseis. A proposta defende a obrigatoriedade de um Código de Ética como requer a profissão de paleontólogo, a devolução de fósseis a museus locais e denuncia a atuação de pesquisadores e instituições que atuam no Geoparque Paleorrota.
O texto defende que a regulamentação da paleontologia deve basear-se em um Código de Ética (contrato público), conforme o Código Civil, para a proteção de fósseis como patrimônio público. O Instituto Paleorrota, na região de Santa Maria, busca combater a atuação de instituições irregulares que retiram fósseis do território, propondo o turismo sustentável e a comercialização regulada de espécimes sem valor científico, contestando leis federais atuais.
O Instituto Paleorrota, com sede em Santa Maria, propõe um modelo de geoparque financiado pelo turismo e gerido por entidade sem fins lucrativos, visando a sustentabilidade econômica e a preservação de fósseis através de um Código de Ética. O projeto, sob a autoria de Sergio Kaminski, denuncia a atuação de biólogos e geólogos em universidades, alegando furtos de fósseis e propondo a regulamentação da profissão de paleontólogo mediante a assinatura de um contrato público de responsabilidade para a fiscalização da sociedade.