A Olimpíada Nortista de Geociências é fruto do trabalho de uma equipe multidisciplinar e apaixonada pela educação, pela ciência e pela Amazônia. Nossos integrantes vêm de diferentes instituições e regiões do Brasil, unidos pelo propósito de levar o conhecimento geocientífico a estudantes de todo o país, com um olhar especial para a região Norte.
Geógrafa de formação, com graduação em Geografia (bacharelado e licenciatura) pela PUC Minas, onde também fez mestrado e doutorado, sempre com foco em Geoprocessamento – a área que une mapas, tecnologia e análise de dados espaciais. Por dez anos (2015 a 2025), foi professora no Instituto de Geociências da Universidade Federal de Roraima (UFRR), onde também integrou o Programa de Pós-Graduação em Geografia. É apaixonada pela Amazônia e por conectar ciência e educação. Atualmente, leciona no Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Viçosa – Campus Florestal (MG), onde segue inspirando estudantes a explorar o mundo com olhar geográfico e crítico.
Geóloga de coração e formação. Começou sua trajetória na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde se graduou em Geologia. Depois, foi para a Universidade Federal do Pará (UFPA) fazer o mestrado em Geofísica — a área que estuda o interior da Terra usando tecnologia. Seu doutorado foi na Universidade de São Paulo (USP), em Geociências. Hoje, ela é professora no Departamento de Geologia da Universidade Federal de Roraima (UFRR), onde orienta estudantes de mestrado e doutorado em três programas de pós-graduação: Recursos Naturais, Propriedade Intelectual e Inovação, e Geografia. Além disso, ela lidera o Grupo de Pesquisa Caimbé – Geociências de Roraima e é a coordenadora do Museu de Geociências da UFRR (MuGEO) , um espaço que aproxima a ciência da comunidade.
Por trás de cada prova da ONGeo está um time de doutores(as) e pesquisadores(as) de instituições como UFRR, UFPA, UNIR, UFJF, UnB, SEDUC - TO e FGV. São geólogos(as), geógrafos(as), engenheiros(as) florestais e educadores(as) que trabalham juntos(as) para garantir que as questões sejam cientificamente rigorosas, interdisciplinares e alinhadas à BNCC e aos ODS. A elaboração é colaborativa e valoriza a região Norte em cada conteúdo, com dados reais, estudos de caso e saberes locais dos sete estados da Amazônia Legal. O comitê também é marcado pela diversidade: pesquisadoras mulheres, profissionais da educação básica e especialistas em meio ambiente e geotecnologias.
Estudantes de graduação e pós-graduação também fazem parte da organização, garantindo o suporte técnico e administrativo que mantém a ONGeo funcionando nos bastidores. São eles(as) que cuidam da comunicação, do suporte aos(às) participantes, da organização dos dados e da logística das fases online e presencial. Vindos(as) de diferentes instituições e regiões do país, esses(as) jovens pesquisadores(as) e futuros(as) profissionais trazem energia, dedicação e um olhar atento às necessidades de quem participa da olimpíada.