Nosso foco é ajudar adultos e idosos a cultivarem saúde física e emocional de forma leve, possível e duradoura. Trabalhamos com escuta ativa, técnicas baseadas em ciência e respeito profundo pela individualidade de cada ser.
A nutrição comportamental foca na relação entre o comportamento alimentar e as emoções, hábitos e crenças do indivíduo. Ela propõe uma alimentação mais consciente, respeitando sinais de fome e saciedade. Vai além de contar calorias, promovendo mudanças sustentáveis e não restritivas. Valoriza o prazer de comer e o contexto social das refeições. É amplamente utilizada no tratamento de transtornos alimentares e na promoção de hábitos saudáveis.
A bioimpedância é um exame que avalia a composição corporal por meio de uma corrente elétrica de baixa intensidade. Ela mede a quantidade de músculos, gordura, água e outros componentes do corpo. O método é rápido, não invasivo e amplamente utilizado por nutricionistas. Os resultados ajudam a personalizar dietas e acompanhar a evolução física. Fatores como hidratação e alimentação podem influenciar na precisão do exame.
A nutrição na saúde da mulher é fundamental em diferentes fases e condições hormonais. Na menopausa, ajuda a controlar sintomas e prevenir osteoporose e ganho de peso. Em casos de endometriose, a alimentação pode reduzir inflamações e dores. No hipotireoidismo, ajusta-se a dieta para apoiar o metabolismo e evitar carências nutricionais. Já na gestação, garante o desenvolvimento saudável do bebê e o bem-estar da mãe.
A fitoterapia tem origem milenar, sendo praticada por diversas civilizações antigas, como a chinesa, egípcia, indiana e grega. Seu princípio baseia-se no uso de plantas medicinais para prevenir e tratar doenças. Na China, é parte essencial da medicina tradicional há mais de 5 mil anos. Hipócrates, na Grécia Antiga, já defendia o uso de plantas como terapia natural. Com o tempo, o conhecimento empírico foi sendo sistematizado, dando origem à fitoterapia moderna.
Fobias
As fobias são conhecidas desde a Antiguidade, quando já se registravam medos irracionais ligados a fenômenos naturais ou situações específicas. Na Grécia Antiga, o termo “phobos” era usado para descrever o medo intenso, muitas vezes relacionado a deuses ou forças invisíveis. Durante a Idade Média, tais medos eram vistos como possessões ou punições divinas. Com o avanço da psicologia no século XIX, passaram a ser estudados como distúrbios emocionais. Freud associou fobias a conflitos inconscientes. Já na metade do século XX, a terapia comportamental trouxe técnicas como a dessensibilização sistemática. Depois, surgiram abordagens cognitivas, que ensinam o paciente a reestruturar pensamentos distorcidos. Hoje, combinam-se técnicas comportamentais, cognitivas e de mindfulness para tratar fobias com mais eficácia e personalização. O tratamento evoluiu de um olhar místico para uma abordagem centrada na ciência e no acolhimento humano.
O estresse é parte da natureza humana.
Ele surgiu como uma resposta essencial para a sobrevivência, ajudando nosso corpo a reagir rapidamente diante de ameaças. Esse “modo de alerta” ativa o organismo para lutar ou fugir, e em momentos pontuais, pode ser útil e necessário.
O problema começa quando esse estado se torna constante.
No mundo moderno, muitas pessoas vivem como se estivessem sempre em perigo, sem conseguir desligar esse alarme natural.
Com o tempo, isso leva à exaustão emocional, insônia, irritabilidade, dores físicas e até adoecimento.
Oferecemos um espaço de apoio e análise do comportamento para identificar esses gatilhos e criar estratégias mais saudáveis.
Cuidar do estresse é cuidar da sua saúde integral.
Você não precisa enfrentar tudo sozinho. Vamos, juntos, resgatar o seu equilíbrio.
A depressão não é fraqueza, nem falta de força de vontade.
Trata-se de um transtorno real, que afeta profundamente o modo como a pessoa sente, pensa e vive o dia a dia.
Em muitos casos, ela se instala de forma silenciosa, com sintomas como desânimo persistente, perda de interesse pelas coisas, alterações no sono e no apetite, além de sentimentos de culpa ou inutilidade.
Diferente da tristeza comum, a depressão permanece mesmo sem uma causa aparente, e pode levar ao isolamento e à perda de sentido na vida.
Oferecemos um espaço seguro, sem julgamentos, onde é possível compreender o que está acontecendo e construir caminhos de cuidado.
Através da análise do comportamento, identificamos padrões que mantêm o sofrimento e trabalhamos juntos para superá-los.
Buscar ajuda é um gesto de coragem.
Você não está sozinho.
A sua saúde mental merece atenção e apoio.