As rochas ígneas ou magmáticas formam-se pela solidificação do magma, o que pode ocorrer no interior ou superfície da crosta terrestre.
Quando o magma extravasa pela superfície (transformando-se em lava) e consolida-se pelo resfriamento, a rocha originada é denominada extrusiva ou vulcânica. No processo de extrusão, o magma consolida-se rapidamente, não havendo tempo para a formação de cristais visíveis a olho nu. A rocha vulcânica mais comum é o basalto, de coloração escura e dureza alta, muito comum na região de Maringá.
Quando o magma se solidifica no interior da superfície, a rocha originada é denominada intrusiva ou plutônica. No processo de intrusão, o magma solidifica-se lentamente, permitindo que os minerais se agrupem e se cristalizem, formando cristais visíveis a olho nu. O exemplo mais comum de rocha intrusiva é o granito.
Também chamada púmice, a pedra pome faz parte dos materiais piroclásticos, isto é, aquele material que é expelido pelos vulcões quando em erupção, sendo assim classificada como rocha vulcânica. Pode ser de cor variada, porosa, esponjosa, muito dura, etc.
As rochas sedimentares formam-se a partir da deposição de partículas originadas da sedimentação de outras rochas, restos de organismos biológicos ou substâncias dissolvidas na água. O acumulo desses sedimentos somado à pressão das camadas mais recentes sobre as mais antigas resultam na compactação das partículas, originando as rochas sedimentares. Devido a este processo, geralmente, as rochas sedimentares são estratificadas, apresentando diferentes estratos ou camadas que mostram o processo de deposição de sedimentos em épocas distintas.
O carvão mineral é uma rocha sedimentar, comumente utilizada como combustível em plantas de energia térmica e em diversos ramos industriais. As maiores porções de carvão mineral brasileiro encontram-se na Região Sul.
Estrutura secundária, de origem química, que ocorre em rochas sedimentares, demoninada desta forma em razão de se originar dentro da rocha, geralmente, pela ação da água.
As rochas metamórficas a partir da transformação (processo chamado metamorfose) de rochas mais antigas, que podem ser sedimentares, magmáticas ou até mesmo outras rochas metamórficas. Essas transformações ocorrem quando as rochas são submetidas ao aumento de pressão e temperaturas no interior da crosta terrestre, resultando na reorganização ou alteração dos minerais que as constituem. As rochas metamórficas mais comuns são o mármore e o gnaisse, sendo o mármore resultante da transformação do calcário, uma rocha sedimentar, e o gnaisse da transformação do granito, uma rocha ígnea.
A formação da bacia sedimentar do Paraná teve início no Paleozóico (aprox. 500 M.A), quando houve a consolidação do escudo cristalino brasileiro (borda Leste). Ao longo do tempo esta Bacia foi recoberta por sedimentos oriundos de áreas adjacentes.
O Museu de Geologia da Universidade Estadual de Maringá conta, atualmente, com amostras representantes de algumas das diversas formações da bacia sedimentar do paraná, dispostas abaixo na ordem da mais superior (consequentemente, mais nova) a mais inferior (da mesma forma, a mais velha).
Estruturas são feições observadas nas rochas que foram produzidas por processos físicos, químicos ou biológicos durante ou após o processo de formação da rocha. As estruturas podem ser classificadas em estruturas primárias, características geradas durante a formação da rocha, e estruturas secundárias, feições geradas após a formação da rocha.