As abelhas nativas sem ferrão, também conhecidas como meliponíneos, são espécies de abelhas encontradas no Brasil que não possuem ferrão para defesa, mas utilizam outros métodos para proteger suas colônias
As abelhas sem ferrão pertencem à tribo Meliponini, organizadas em 52 gêneros e mais de 300 espécies identificadas com distribuição geográfica na América do Sul, América Central, Ásia, Ilhas do Pacífico, Oceania e África. Em florestas tropicais, as Meliponini atingem um percentual de 60%.
Responsáveis pela polinização de 30% das espécies dos biomas Caatinga e Pantanal e 90% das espécies da Mata Atlântica, o desaparecimento das abelhas coloca em risco a flora e a fauna silvestres (PEREIRA; SOUZA; LOPES, 2017).
Fonte: PEREIRA, F. de M.; SOUZA, B. de A.; LOPES, M. T. do R. Criação de abelhas-sem-ferrão. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: EMBRAPA Meio-Norte, 2017.
Elas são conhecidas pelo seu mel saboroso e propriedades medicinais, são abelhas dóceis e de fácil manejo.
É conhecida por seu tamanho pequeno, cerca de 3 a 4 mm, e sua coloração escura com manchas amarelas na cabeça e tórax.
Também conhecida como "abelha-cachorro" ou "abelha-preta", é conhecida por sua agressividade e por atacar outras abelhas, tentando invadir suas colônias em busca de alimento.
Existem variações como a Mandaguari Preta e a Mandaguari Amarela, cada uma com características distintas. Ambas são conhecidas por sua produção de própolis e por serem importantes polinizadoras.
Ela se destaca pela construção de seus ninhos, que possuem uma entrada semelhante à boca de um sapo, feita de barro e própolis. Apesar de não possuir ferrão, é uma abelha defensiva, podendo morder e "enroscar" em pelos e cabelos para se proteger.
Ela se destaca por sua importância na polinização de diversas plantas, incluindo culturas importantes como o tomate. O mel produzido por essa abelha é conhecido por suas propriedades medicinais e sabor suave, sendo utilizado tradicionalmente em remédios caseiros.
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