O protótipo do projeto funciona como uma sequência de quatro atividades encadeadas, onde cada etapa depende da anterior para acontecer. A ideia central é levar a educação ambiental até onde as crianças já estão: a escola.
Na Atividade 1, nós começamos pelo mapeamento. Levantamos quais escolas públicas e particulares de Florianópolis podem receber o projeto, entramos em contato com as direções e agendamos visitas. É a etapa mais operacional, mas sem ela nada acontece.
Na Atividade 2, nós visitamos cada escola pessoalmente para apresentar o projeto aos diretores e coordenadores. Nesse momento, alinhamos objetivos, combinamos datas, verificamos o espaço disponível e obtemos as autorizações necessárias para seguir em frente.
Na Atividade 3, nós chegamos ao coração do protótipo: a oficina com os alunos. Em sala de aula, realizamos dinâmicas sobre separação de resíduos e impactos ambientais, e em seguida os estudantes praticam a separação por categorias com materiais reais. É aqui que o aprendizado se torna concreto e vivenciado.
Na Atividade 4, nós ampliamos o alcance do projeto para além dos muros da escola. Enviamos uma cartilha para casa com o desafio de separar o lixo durante uma semana, e aplicamos um questionário com os alunos para medir o que foi aprendido e coletar registros das famílias. O aluno deixa de ser apenas receptor e passa a ser um multiplicador dentro do próprio lar.
No conjunto, o protótipo aposta em uma lógica simples e eficaz: sensibilizar na escola para transformar em casa, criando um movimento que parte do individual e alcança a comunidade.