Pergunta 1. Qual é o fim principal do homem?
Resposta: O fim principal do homem é glorificar a Deus e regozijar-se Nele para sempre.
O fim principal do homem é,
Glorificar a Deus. Provado em 1 Cor. 10.31: “Portanto, quer comais ou bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.”
Depois de glorificar a Deus, regozijar-se Nele para sempre. Provado em Sl. 73.25, 26: “Quem tenho eu no céu, a não ser a ti? Não há ninguém sobre a terra que eu deseje além de ti. Minha carne e meu coração falham, mas Deus é a força do meu coração, e a minha porção para sempre.”
Pergunta 2. Que regra Deus deu para nos dirigir em como podemos glorificá-lo e regozijar-nos Nele?
Resposta: A Palavra de Deus, que está contida nas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos, é a única regra para nos dirigir em como podemos glorificá-lo e regozijar-nos Nele.
A palavra de Deus,
Está contida nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamentos. Provado em Ef. 2.20: “E sois edificados sobre a fundação dos apóstolos e dos profetas, de que o próprio Jesus Cristo é a principal pedra de esquina.”
É a única Regra para nos dirigir em como podemos glorificar a Deus. Provado em 2 Tm. 3.16: “Toda Escritura é dada pela inspiração de Deus, e é proveitosa para doutrina, para repreensão, para correção, para instrução na justiça.”
É a única Regra para nos dirigir em como podemos regozijar-nos em Deus. Provado em 1 Jo. 1.3: “Aquilo que temos visto e ouvido, vos declaramos, para que também possais ter comunhão conosco; e verdadeiramente a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.”
Pergunta 3. O que as Escrituras principalmente ensinam?
Resposta: As Escrituras principalmente ensinam o que o homem deve crer a respeito de Deus e qual dever Deus requer do homem.
(Provado em 2 Tm. 1.13: “Conserva a forma das sãs palavras, a qual tens ouvido de mim, na fé, e no amor que há em Cristo Jesus.”)
Pergunta 4. Quem é Deus?
Resposta: Deus é um Espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.
Deus é,
Espírito. Provado em Jo. 4.24: “Deus é um Espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade.”
Infinito. Provado em Jó 11.7: “Tu poderás, pela busca, encontrar a Deus? Poderás encontrar o Todo-Poderoso até a perfeição?”
Eterno. Provado em Sl. 90.2: “Desde a eternidade, até a eternidade, tu és Deus.”
Imutável. Provado em Tg. 1.17: “Em quem não há mudança, nem sombra de variação.”
Infinito, eterno, e imutável em seu ser. Provado em Êx. 3.14: “E Deus disse a Moisés: Eu sou o que sou; e Ele disse: Assim dirás aos filhos de Israel: Eu sou me enviou a vós.”
Infinito, eterno, e imutável em sua sabedoria. Provado em Sl. 147.5: “Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; o seu entendimento é infinito.”
Infinito, eterno, e imutável em seu poder e santidade. Provado em Ap. 4.8: “Santo, santo, santo, Senhor Deus Todo-Poderoso, que era, que é, e que há de vir.”
Infinito, eterno, e imutável em sua justiça, bondade e verdade. Provado em Êx. 34.6, 7: “O Senhor, o Senhor Deus, misericordioso e gracioso, longânimo e abundante em bondade e verdade, que guarda a misericórdia para milhares, perdoando a iniquidade, transgressão e pecado, e que de forma alguma inocenta o pecado.”
Pergunta 5. Há mais do que um deus?
Resposta: Há apenas um único, o Deus vivo e verdadeiro.
Há apenas um,
O único Deus. Provado em Dt. 6.4: “Ouve, ó Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor.”
O Deus vivo e verdadeiro. Provado em Jr. 10.10: “O Senhor, ele é o verdadeiro Deus, ele é o Deus vivo e um Rei eterno.”
Pergunta 6. Quantas pessoas há na Divindade?
Resposta: Há três pessoas na Divindade; o Pai, o Filho, e o Espírito Santo; e estes três são um Deus, idênticos em substância, iguais em poder e glória.
Há três pessoas na Divindade, o Pai, o Filho, e o Espírito Santo. Provado em Mt. 28.19: “Ide, portanto, e ensinai todas as nações, batizando-as no Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”
As três pessoas na Divindade são um Deus, idênticos em substância, iguais em poder e glória. Provado em 1 Jo. 5.7: “Há três que dão testemunho no céu, o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo, e estes três são um.”
Pergunta 7. O que são os decretos de Deus?
Resposta: Os decretos de Deus são o seu eterno propósito, de acordo com o conselho da sua própria vontade, pelo qual, para sua própria glória, Ele preordenou tudo que vier a ocorrer.
(Provado em Ef. 1.11, 12: “Sendo predestinados conforme o propósito daquele que opera todas as coisas, segundo o conselho da sua própria vontade, com o fim de sermos para o louvor da sua glória.”)
Pergunta 8. Como Deus executa os seus decretos?
Resposta: Deus executa os seus decretos nas obras da criação e da providência.
Deus executa seus decretos na obra,
Da criação. Provado em Ap. 4.11: “Tu criaste todas as coisas, e para o teu prazer elas existem e foram criadas.”
Da providência. Provado em Dn. 4.35: “Ele faz conforme a sua vontade no exército do céu, e entre os habitantes da terra.”
Pergunta 9. Qual é a obra da criação?
Resposta: A obra da criação é aquela na qual Deus faz todas as coisas do nada, pela palavra do seu poder, no espaço de seis dias, e tudo muito bom.
A obra da criação é aquela na qual Deus faz,
Todas as coisas. Provado em Gn. 1.1: “No princípio criou Deus o céu e a terra.”
Todas as coisas do nada, pela palavra do seu poder. Provado em Hb. 11.3: “Através da fé entendemos que os universos foram moldados pela palavra de Deus; de modo que as coisas que são vistas, não foram feitas das coisas que aparecem.”
Todas as coisas no espaço de seis dias, e tudo muito bom. Provado em Gn. 1.31: “E Deus viu todas as coisas que ele havia feito; e eis que era muito bom. E foram manhã e tarde, o sexto dia.”
Pergunta 10. Como Deus criou o homem?
Resposta: Deus criou o homem, macho e fêmea, conforme à sua própria Imagem em conhecimento, justiça, e santidade, com domínio sobre as criaturas.
Deus criou o homem,
Macho e fêmea, conforme à sua própria Imagem. Provado em Gn. 1.27: “Assim Deus criou o homem em sua própria Imagem, à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea ele os criou.”
Conforme à sua própria Imagem em conhecimento. Provado em Cl. 3.10: “E vos vestistes com o novo homem, que é renovado em conhecimento, segundo a Imagem daquele que o criou.”
Conforme à sua própria Imagem em justiça e santidade. Provado em Ef. 4.24: “E que vos vistais com o novo homem, que, segundo Deus, é criado em justiça e verdadeira santidade.”
Com domínio sobre as criaturas. Provado em Gn. 1.28: “Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Sede frutíferos e multiplicai-vos, e enchei a terra e subjugai-a; e tende domínio sobre os peixes do mar, e sobre as aves do céu, e sobre toda coisa vivente que se move sobre a terra.”
Pergunta 11. Quais são as obras da providência de Deus?
Resposta: As obras da providência de Deus são a sua mais santa, sábia e poderosa preservação e governo sobre todas as suas criaturas e todas as ações delas.
A obra da providência de Deus é,
A mais santa. Provado em Sl. 145.17: “O Senhor é justo em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras.”
A mais sábia. Provado em Is. 28.29: “Isto também vem do Senhor dos Exércitos, o qual é maravilhoso em conselho, e excelente em executar suas obras.”
A sua poderosa preservação sobre todas as suas criaturas. Provado em Hb. 1.3: “Sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder.”
O seu governo sobre todas as criaturas. Provado em Sl. 103.19: “O seu reino governa sobre tudo.”
O seu governo sobre todas as ações das criaturas. Provado em Mt. 10.29: “Não são dois pardais vendidos por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o vosso Pai.”
Pergunta 12. Que ato especial da providência Deus exerceu para com o homem no estado em que ele foi criado?
Resposta: Quando Deus criou o homem, entrou em um Pacto de vida com ele, com a condição de perfeita obediência, o proibindo de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, sob pena de morte.
Quando Deus criou o homem, entrou em um Pacto de vida com ele, sob a condição de perfeita obediência. Provado em Gl. 3.12: “A lei não é da fé, mas o homem que a praticar viverá por ela.”
Deus proibiu o homem de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, sob pena de morte. Provado em Gn. 2.17: “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, não comerá dela; pois no dia em que dela comeres, tu certamente morrerás.”
Pergunta 13. Nossos primeiros pais continuaram no estado em que foram criados?
Resposta: Nossos primeiros pais, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, caíram do estado em que foram criados ao pecarem contra Deus.
(Provado em Ecl. 7.29: “Deus fez o homem reto, porém eles buscaram muitas invenções.”)
Pergunta 14. O que é pecado?
Resposta: Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou transgressão dela.
(Provado em 1 João 3.4: “Qualquer que comete pecado, transgride também a lei; porque o pecado é a transgressão da Lei.”)
Pergunta 15. Qual foi o pecado pelo qual nossos primeiros pais caíram do estado em que foram criados?
Resposta: O pecado pelo qual nossos primeiros pais caíram do estado em que foram criados, foi comer o fruto proibido.
(Provado em Gn. 3.6: “Quando a mulher viu que a árvore era boa para alimento, e que era agradável aos olhos, e uma árvore a ser desejada para fazer alguém sábio, ela tomou do seu fruto, e o comeu, e deu também a seu marido, e ele o comeu com ela.”)
Pergunta 16. Toda a humanidade caiu na primeira transgressão de Adão?
Resposta: O Pacto feito com Adão não foi feito somente com ele, mas também com sua posteridade; toda a humanidade, descendendo dele por geração ordinária, pecou nele e caiu com ele em sua primeira transgressão.
O Pacto feito com Adão não foi feito somente com ele, mas também com sua posteridade. Provado em Gn. 1.28 e Gn. 2.16, 17.
Toda humanidade, descendendo de Adão por geração ordinária, pecou nele e caiu com ele, na sua primeira transgressão. Provado em Rm. 5.18: “Pela ofensa de um o juízo veio sobre todos os homens para condenação.”
Pergunta 17. A qual estado a queda conduziu a humanidade?
Resposta: A queda conduziu a humanidade a um estado de pecado e miséria.
(Provado em Rm 5.12: “Por um homem o pecado entrou no mundo, e a morte pelo pecado, e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.”)
Pergunta 18. Em que consiste a pecaminosidade desse estado em que o homem caiu?
Resposta: A pecaminosidade desse estado em que o homem caiu consiste na culpa do primeiro pecado de Adão, na falta de retidão original e na corrupção de toda a sua natureza, o que ordinariamente é chamado de Pecado Original; acompanhado de todas as atuais transgressões que procedem dele.
A pecaminosidade desse estado em que o homem caiu consiste:
Na culpa do primeiro pecado de Adão. Provado em Rm. 5.19: “Pela desobediência de um homem, muitos foram feitos pecadores.”
Na falta de retidão original. Provado em Rm. 3.10: “Não há nenhum justo, não, nem um.”
Na corrupção de toda a sua natureza, o que ordinariamente é chamado de Pecado Original. Provado em Ef. 2.1 e Sl. 51.5.
De todas as atuais transgressões que procedem do Pecado Original. Provado em Mt. 15.19, 20.
Pergunta 19. Qual é a miséria desse estado em que o homem caiu?
Resposta: Toda a humanidade, pela sua queda, perdeu comunhão com Deus e está debaixo da sua ira e maldição, e, assim, sujeita a todas as misérias desta vida, à própria morte e aos sofrimentos do inferno para sempre.
Toda a humanidade, pela sua queda,
Perdeu comunhão com Deus. Provado em Gn. 3.8, 24.
Está debaixo da ira de Deus. Provado em Ef. 2.3.
Está debaixo da maldição de Deus. Provado em Gl. 3.10.
Está sujeita a todas as misérias desta vida. Provado em Lm. 3.39.
Está sujeita à própria morte. Provado em Rm. 6.23.
Está sujeita aos sofrimentos do inferno para sempre. Provado em Mt. 25.41.
Pergunta 20. Deixou Deus toda a humanidade perecer no estado de pecado e miséria?
Resposta: Tendo Deus, a partir de sua mera boa vontade, desde toda a eternidade, elegido alguns para a vida eterna, entrou em um pacto de graça para libertá-los do estado de pecado e miséria, e para trazê-los a um estado de salvação através de um Redentor.
Deus, a partir da sua mera boa vontade, desde toda a eternidade, elegeu alguns para a vida eterna. Provado em Ef. 1.4.
Deus entrou em um Pacto de Graça para libertar seus eleitos do estado de pecado e miséria, e para trazê-los a um estado de salvação através de um Redentor. Provado em Rm. 3.21, 22.
Pergunta 21. Quem é o Redentor dos eleitos de Deus?
Resposta: O único Redentor dos eleitos de Deus é o Senhor Jesus Cristo, que, sendo o eterno Filho de Deus, se fez homem, e assim foi, e continua a ser, Deus e homem, em duas naturezas distintas, e uma só pessoa, para sempre.
O Senhor Jesus Cristo,
É o único Redentor dos eleitos de Deus. Provado em 1 Tm. 2.5.
Sendo o eterno Filho de Deus, se fez Homem. Provado em Jo. 1.14.
Foi Deus e homem, em duas naturezas distintas, e uma só pessoa. Provado em Rm. 9.5.
Continua a ser Deus e homem, para sempre. Provado em Hb. 7.24.
Pergunta 22. Como Cristo, sendo o Filho de Deus, se fez homem?
Resposta: Cristo, o Filho de Deus, se fez homem ao tomar para si um corpo verdadeiro e uma alma racional, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo, no ventre da virgem Maria, e nascido dela, mas sem pecado.
Cristo, o Filho de Deus, se fez homem,
Ao tomar para si um corpo verdadeiro. Provado em Hb. 1.14.
Ao tomar para si uma alma racional. Provado em Mt. 26.38.
Sendo concebido pelo poder do Espírito Santo, no ventre da virgem Maria, e nascido dela. Provado em Lc. 1.31, 35.
Sendo concebido e nascido sem pecado. Provado em Hb. 7.26.
Pergunta 23. Quais ofícios Cristo exerce como nosso Redentor?
Resposta: Cristo, como nosso Redentor, exerce os ofícios de um profeta, de um sacerdote e de um rei, tanto no seu estado de humilhação como no de exaltação.
Cristo, como nosso Redentor, tanto no estado de humilhação como no de exaltação, exerce o ofício de,
Um profeta. Provado em Atos 3.22.
Um sacerdote. Provado em Hb. 5.6.
Um rei. Provado em Sl. 2.6.
Pergunta 24. Como Cristo exerce o ofício de um profeta?
Resposta: Cristo exerce o ofício de um profeta ao revelar a nós, pela sua Palavra e Espírito, a vontade de Deus para a nossa salvação.
Cristo exerce o ofício de um profeta ao revelar a nós a vontade de Deus para a nossa salvação. Provado em Jo. 1.18.
Cristo revela a nós a vontade de Deus pela sua Palavra. Provado em Jo. 20.31.
Cristo revela a nós a vontade de Deus pelo seu Espírito. Provado em Jo. 14.26.
Pergunta 25. Como Cristo exerce o ofício de um sacerdote?
Resposta: Cristo exerce o ofício de um sacerdote ao oferecer a si mesmo, uma só vez, em sacrifício para satisfazer a justiça divina e nos reconciliar com Deus, e ao fazer intercessão contínua por nós.
Cristo exerce o ofício de um sacerdote,
Ao oferecer a si mesmo, uma só vez, em sacrifício para satisfazer a justiça divina. Provado em Hb. 9.28.
Ao oferecer a si mesmo, uma só vez, em sacrifício para nos reconciliar com Deus. Provado em Hb 2.17.
Ao fazer intercessão contínua por nós. Provado em Hb. 7.25.
Pergunta 26. Como Cristo exerce o ofício de um rei?
Resposta: Cristo exerce o ofício de um rei ao nos sujeitar a Ele, ao nos governar e proteger, e ao conter e conquistar todos os seus inimigos e os nossos.
Cristo exerce o ofício de um rei,
Ao nos sujeitar a Ele. Provado em Sl. 110.3.
Ao nos governar e proteger. Provado em Is. 33.22.
Ao conter e conquistar todos os seus inimigos e os nossos. Provado em 1 Cor. 15.25.
Pergunta 27. Em que consistiu a humilhação de Cristo?
Resposta: A humilhação de Cristo consistiu em Seu nascimento, e isso em uma condição inferior, feito sob a lei; sofrer as misérias desta vida, a ira de Deus e a maldita morte de cruz; em ser sepultado e permanecer debaixo do poder da morte por um tempo.
A humilhação de Cristo consistiu em,
Seu nascimento, e isso em uma condição inferior. Provado em Lc. 2.7.
Seu nascimento sob a Lei. Provado em Gl. 4.4.
Sofrer as misérias desta vida. Provado em Is. 53.3.
Sofrer a ira de Deus. Provado em Mt. 27.46.
Sofrer a maldita morte de cruz. Provado em Fl. 2.8.
Ser sepultado. Provado em 1 Cor. 15.4.
Permanecer debaixo do poder da morte por um tempo. Provado em Mt. 12.40.
Pergunta 28. Em que consiste a exaltação de Cristo?
Resposta: A exaltação de Cristo consiste em Seu ressuscitar da morte no terceiro dia, em ascender até o céu, assentar-se à destra de Deus, o Pai, e em vir para julgar o mundo no último dia.
A exaltação de Cristo consiste em
Seu ressuscitar da morte no terceiro dia. Provado em 1 Cor. 15.4.
Ascender até o céu. Provado em Mc. 16.19.
Assentar-se à destra de Deus, o Pai. Provado em Mc. 16.19.
Vir para julgar o mundo no último dia. Provado em At. 17.31.
Pergunta 29. Como somos feitos participantes da redenção adquirida por Cristo?
Resposta: Somos feitos participantes da redenção adquirida por Cristo pela aplicação eficaz dela em nós através do Seu Santo Espírito.
Somos feitos participantes da redenção adquirida por Cristo
Pela aplicação eficaz dela a nós. Provado em Jo. 1.12.
Através do Seu Santo Espírito. Provado em Tt. 3.5, 6.
Pergunta 30. Como o Espírito aplica a nós a redenção adquirida por Cristo?
Resposta: O Espírito aplica a nós a redenção adquirida por Cristo, ao operar a fé em nós; e, dessa forma, nos unindo a Cristo em nosso chamado eficaz.
O Espírito aplica a nós a redenção adquirida por Cristo,
Ao operar fé em nós. Provado em Ef. 2.8.
Nos unindo a Cristo pela fé. Provado em Ef. 3.17.
O Espírito nos une a Cristo em nosso chamado eficaz. Provado em 1 Cor. 1.9.
Pergunta 31. O que é chamado eficaz?
Resposta: Chamado eficaz é a obra do Espírito de Deus pela qual, convencendo-nos do nosso pecado e miséria, iluminando nossas mentes no conhecimento de Cristo e renovando nossos desejos, persuade-nos e habilita-nos a abraçar Jesus Cristo, oferecido gratuitamente a nós no Evangelho.
Chamado eficaz é a obra do Espírito de Deus. Provado em 2 Tm. 1.9.
No chamado eficaz, o Espírito de Deus convence-nos do pecado e miséria. Provado em At. 2.37.
O Espírito de Deus ilumina nossas mentes no conhecimento de Cristo. Provado em At. 26.18.
O Espírito de Deus renova nossos desejos. Provado em Ez. 36.26.
O Espírito de Deus persuade-nos e habilita-nos a abraçar Jesus Cristo, oferecido gratuitamente a nós no Evangelho. Provado em Jo. 6.44, 45.
Pergunta 32. De quais bênçãos participam, nesta vida, aqueles que são chamados eficazmente?
Resposta: Aqueles que são chamados eficazmente participam, nesta vida, da justificação, adoção, santificação e das diversas bênçãos que, nesta vida, as acompanham ou fluem delas.
Aqueles que são chamados eficazmente participam, nesta vida, da,
Justificação. Provado em Rm. 8.30.
Adoção. Provado em Ef. 1.5.
Santificação e das diversas outras bênçãos que, nesta vida, acompanham ou fluem da justificação, adoção e santificação. Provado em 1 Cor. 1.30.
Pergunta 33. O que é justificação?
Resposta: Justificação é um ato da livre graça de Deus, no qual Ele perdoa todos os nossos pecados e nos aceita como justos perante Ele, somente pela justiça de Cristo imputada a nós e recebida somente pela fé.
Justificação é um ato da livre graça de Deus. Provado em Rm. 3.24.
Na justificação, Deus perdoa todos os nossos pecados. Provado em Ef. 1.7.
Na justificação, Deus nos aceita como justos perante Ele. Provado em 2 Co. 5.21.
Somos aceitos como justos perante Ele, somente pela justiça de Cristo imputada a nós. Provado em Rm. 5.19.
A justiça de Cristo, a qual é imputada a nós por Deus para a nossa justificação, é recebida somente pela fé. Provado em Gl. 2.16.
Pergunta 34. O que é adoção?
Resposta: Adoção é um ato da livre graça de Deus, pelo qual somos recebidos no número dos filhos de Deus e temos direito a todos os seus privilégios.
Adoção é um ato da livre graça de Deus. Provado em 1 Jo. 3.1.
Pela adoção, nós somos recebidos no número dos filhos de Deus. Provado em Jo. 1.12.
Pela adoção, nós temos direito a todos os privilégios dos filhos de Deus. Provado em Rm. 8.17.
Pergunta 35. O que é santificação?
Resposta: Santificação é a obra da livre graça de Deus pela qual somos renovados na totalidade do nosso ser segundo a imagem de Deus, e somos habilitados, mais e mais, a morrer para o pecado e a viver em justiça.
Santificação é a obra da livre graça de Deus. Provado em 2 Ts. 2.13.
Pela santificação, somos renovados na totalidade do nosso ser segundo a imagem de Deus. Provado em Ef. 4.24.
Pela santificação, somos habilitados, mais e mais, a morrer para o pecado e a viver em justiça. Provado em Rm. 8.1.
Pergunta 36. Quais são os benefícios que, nesta vida, acompanham ou fluem da justificação, adoção e santificação?
Resposta: Os benefícios que, nesta vida, acompanham ou fluem da justificação, adoção e santificação são: a certeza do amor de Deus, a paz de consciência, a alegria no Espírito Santo, o aumento de graça, e a perseverança nela até o fim.
Os benefícios que, nesta vida, acompanham ou fluem da justificação, adoção e santificação, é,
A certeza do amor de Deus. Provado em Rm. 5.5.
A paz de consciência. Provado em Rm. 5.1 e Fp. 4.7.
A alegria no Espírito Santo. Provado em Rm. 5.2.
O aumento de graça. Provado em Pv. 4.18.
A perseverança na graça até o fim. Provado em 1 Jo. 5.13 e 1 Pe. 1.5.
Pergunta 37. Quais benefícios os crentes, na sua morte, recebem de Cristo?
Resposta: Na sua morte, as almas dos crentes são aperfeiçoadas em santidade e imediatamente entram na glória, e seus corpos, estando ainda unidos a Cristo, descansam nas suas sepulturas, até a ressurreição.
Na sua morte,
As almas dos crentes são aperfeiçoadas em santidade. Provado em Hb. 12.23.
As almas dos crentes imediatamente entram na glória. Provado em Fp. 1.23 e Lc. 23.43.
Os corpos dos crentes ainda estão unidos a Cristo. Provado em 1 Ts. 4.14.
Os corpos dos crentes descansam nas suas sepulturas. Provado em Is. 57.2.
Os corpos dos crentes descansam nas suas sepulturas, até a ressurreição. Provado em Jó 19.26.
Pergunta 38. Quais benefícios os crentes, na ressurreição, recebem de Cristo?
Resposta: Na ressurreição, os crentes, sendo ressuscitados em glória, serão publicamente reconhecidos e absolvidos no dia do juízo, e serão feitos perfeitamente abençoados no pleno regozijo em Deus por toda a eternidade.
Na ressurreição, os crentes serão,
Ressuscitados em glória. Provado em 1 Cor. 15.43.
Publicamente reconhecidos e absolvidos no dia do juízo. Provado em Mt. 10.32.
Feitos perfeitamente abençoados no pleno regozijo em Deus. Provado em 1 Jo. 3.2.
Abençoados no regozijo de Deus por toda a eternidade. Provado em 1 Ts. 4.17.
Pergunta 39. Qual é o dever que Deus exige do homem?
Resposta: O dever que Deus exige do homem é a obediência à sua vontade revelada.
(Provado em Mq. 6.8)
Pergunta 40. O que Deus revelou primeiramente ao homem como regra de sua obediência?
Resposta: A regra que Deus revelou primeiramente ao homem para sua obediência foi a lei moral.
(Provado em Rm. 2.14, 15)
Pergunta 41. Onde está a Lei moral resumidamente compreendida?
Resposta: A Lei moral está resumidamente compreendida nos dez mandamentos.
(Provado em Dt. 10.4 e Mt. 19.17)
Pergunta 42. Qual é o resumo dos Dez Mandamentos?
Resposta: O resumo dos Dez Mandamentos é amar ao Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com todas as nossas forças, e com toda a nossa mente; e ao nosso próximo como a nós mesmos.
O resumo dos Dez Mandamentos é amar,
Ao Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com todas as nossas forças, e com toda a nossa mente. Provado em Mt. 22.37, 38.
Ao nosso próximo como a nós mesmos. Provado em Mt. 22.39, 40.
Pergunta 43. Qual é o prefácio dos Dez Mandamentos?
Resposta: O prefácio dos Dez Mandamentos está nessas palavras: “Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx. 20.2).
Pergunta 44. O que o prefácio dos Dez Mandamentos nos ensina?
Resposta: O prefácio dos Dez Mandamentos nos ensina que, porque Deus é o Senhor, nosso Deus e Redentor, portanto estamos obrigados a guardar todos os seus mandamentos.
O prefácio dos Dez Mandamentos nos ensina que somos obrigados a guardar todos os mandamentos de Deus:
Porque Deus é o Senhor. Provado em Dt. 11.1.
Porque o Senhor é o nosso Deus. Provado em Dt. 11.1.
Porque o Senhor é o nosso Redentor. Provado em Lucas 1.74, 75.
Pergunta 45. Qual é o primeiro mandamento?
Resposta: O primeiro mandamento é: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êx. 20.3).
Pergunta 46. O que é exigido no primeiro mandamento?
Resposta: O primeiro mandamento exige de nós conhecer e reconhecer Deus como o único Deus verdadeiro, e nosso Deus; adorá-lo e glorificá-lo adequadamente.
Deus exige de nós,
Conhecê-lo como o único Deus verdadeiro. Provado em 1 Cr. 28.9.
Reconhecê-lo como nosso Deus. Provado em Dt. 26.17.
Adorá-lo e glorificá-lo como o único Deus verdadeiro, e nosso Deus. Provado em Mt. 4.10.
Pergunta 47. O que é proibido no primeiro mandamento?
Resposta: O primeiro mandamento proíbe a negação, ou a não adoração e glorificação, ao verdadeiro Deus como Deus, e nosso Deus; e o oferecer dessa adoração e glória a qualquer outro, as quais são devidas a Ele somente.
Deus proíbe,
A negação dEle como sendo o verdadeiro Deus. Provado em Sl. 14.1.
A não adoração e glorificação a Ele como Deus. Provado em Rm. 1.20, 21.
A não adoração e glorificação a Ele, como nosso Deus. Provado em Sl. 81.11.
O oferecer dessa adoração e glória a qualquer outro, as quais são devidas a Ele somente. Provado em Rm. 1.25.
Pergunta 48. O que nos é especialmente ensinado por estas palavras, “diante de mim”, no primeiro mandamento?
Resposta: Estas palavras, “diante de mim”, no primeiro mandamento, nos ensinam que Deus, que vê todas as coisas, toma conhecimento do pecado de se ter qualquer outro deus e é muito ofendido com isso.
(Provado em Sl. 44.20, 21)
Pergunta 49. Qual é o segundo mandamento?
Resposta: O segundo mandamento é: “Não farás para ti qualquer imagem esculpida, ou qualquer semelhança de qualquer coisa que está em cima no céu, ou que está embaixo na terra, ou que está na água abaixo da terra. Não te encurvarás a elas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou um Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais sobre os filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e mostro misericórdia a milhares daqueles que me amam, e guardam meus mandamentos.” (Êxodo 20.4-6)
Pergunta 50. O que é exigido no segundo mandamento?
Resposta: O segundo mandamento exige o recebimento, a observação e a guarda pura e íntegra de toda adoração e ordenanças religiosas tais como Deus determinou na sua Palavra.
Deus exige,
O recebimento de toda adoração e ordenanças religiosas tais como Ele determinou na sua Palavra. Provado em Dt. 32.46.
A observação de toda adoração e ordenanças religiosas tais como Ele determinou na sua Palavra. Provado em Mt. 28.20.
A guarda pura e íntegra de toda adoração e ordenanças religiosas tais como Deus determinou na sua Palavra. Provado em Dt. 12.32.
Pergunta 51. O que é proibido no segundo mandamento?
Resposta: O segundo mandamento proíbe a adoração a Deus através de imagens, ou de qualquer outro meio não determinado na sua Palavra.
Deus proíbe a adoração a Ele,
Através de imagens. Provado em Dt. 4.15, 16.
Através de qualquer meio não determinado na sua Palavra. Provado em Cl. 2.18.
Pergunta 52. Quais são as razões anexas ao segundo mandamento?
Resposta: As razões anexas ao segundo mandamento são a soberania de Deus sobre nós, a sua propriedade em nós, e o zelo que Ele tem pela sua própria adoração.
A soberania de Deus sobre nós deve nos mover a guardar o segundo mandamento. Provado em Sl. 95.2, 3.
A propriedade de Deus em nós deve nos mover a guardar o segundo mandamento. Provado em Sl. 45.11.
O zelo que Deus tem pela sua própria adoração deve nos mover a guardar o segundo mandamento. Provado em Êx. 34.14.
Pergunta 53. Qual é o terceiro mandamento?
Resposta: O terceiro mandamento é: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar seu nome em vão” (Êx 20.7).
Pergunta 54. O que é exigido no terceiro mandamento?
Resposta: O terceiro mandamento exige o santo e reverente uso dos nomes, títulos, atributos, ordenanças, palavra e obras de Deus.
Deus exige o santo e reverente uso,
Dos seus nomes. Provado em Sl. 29.2.
Dos seus títulos e atributos. Provado em Ap. 15.3, 4.
Das suas ordenanças. Provado em Ec. 5.1.
Da sua palavra. Provado em Sl. 138.2.
Das suas obras. Provado em Jó 36.24.
Pergunta 55. O que é proibido no terceiro mandamento?
Resposta: Deus proíbe toda a profanação ou abuso de qualquer coisa pela qual Ele se faz conhecido.
(Provado em Ml. 2.2)
Pergunta 56. Qual é a razão anexa ao terceiro mandamento?
Resposta: A razão anexa ao terceiro mandamento é que, embora os transgressores deste mandamento possam escapar da punição dos homens, todavia o Senhor nosso Deus não os deixará escapar do seu justo juízo.
(Provado em Dt. 28.58, 59)
Pergunta 57. Qual é o quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento é: “Lembra-te do dia do Shabat, para santificá-lo. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Shabat do Senhor teu Deus; nele não farás obra alguma, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu gado, nem teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e descansou no sétimo dia; portanto, o Senhor abençoou o dia do Shabat e o santificou” (Êx. 20.8-11).
Pergunta 58. O que é exigido no quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento exige o guardar santo para Deus tais tempos estabelecidos, como Ele determinou em Sua Palavra; especialmente um dia inteiro a cada sete, para ser um santo Shabat a Ele.
Deus exige o guardar santo para Ele,
Tais tempos estabelecidos, como Ele determinou em Sua Palavra. Provado em Lv. 19.30.
Especialmente um dia inteiro a cada sete, para ser um santo Shabat para Ele. Provado em Dt. 5.12.
Pergunta 59. Qual dos sete dias Deus determinou para ser esse Shabat semanal?
Resposta: Desde o princípio do mundo até a ressurreição de Cristo, Deus determinou o sétimo dia da semana para ser o Shabat semanal; e, desde então, o primeiro dia da semana, para continuar até ao fim do mundo, que é o Shabat cristão.
Desde o princípio do mundo até a ressurreição de Cristo, Deus determinou o sétimo dia da semana para ser o Shabat semanal. Provado em Gn. 2.3.
Desde a ressurreição de Cristo, Deus determinou o primeiro dia da semana para ser o Shabat semanal, e para continuar até ao fim do mundo, como o Shabat cristão. Provado em At. 20.7 e Ap. 1.10.
Pergunta 60. Como o Shabat deve ser santificado?
Resposta: O Shabat deve ser santificado através de um santo repouso por todo esse dia, inclusive das ocupações e recreações terrenas que são lícitas nos outros dias; empregando todo o tempo em exercícios públicos e privados da adoração de Deus, exceto o tempo necessário para as obras de necessidade e misericórdia.
O Shabat deve ser santificado,
Através de um santo repouso por todo esse dia, inclusive das ocupações e recreações terrenas que são lícitas nos outros dias. Provado em Lv. 23.3.
Através do empregar todo o tempo em exercícios públicos e privados da adoração de Deus. Provado em Sl. 92.1, 2.
Através das obras de necessidade e misericórdia, que podem, e devem, ser exercidas no dia de Shabat. Provado em Mt. 12.11, 12.
Pergunta 61. O que é proibido no quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento proíbe a omissão ou o cumprimento desleixado dos deveres exigidos, e a profanação deste dia por meio da ociosidade ou por fazer aquilo que é em si mesmo pecaminoso, ou por desnecessários pensamentos, palavras, ou obras acerca de ocupações ou recreações terranas.
Deus proíbe,
A omissão ou o cumprimento desleixado dos deveres exigidos no dia de Shabat. Provado em Ml. 1.13.
A profanação do dia do Shabat por meio da ociosidade ou por fazer aquilo que é em si mesmo pecaminoso. Provado em Ez. 23.38.
A profanação do dia de Shabat por desnecessários pensamentos, palavras, ou obras acerca de ocupações ou recreações terranas. Provado em Is. 58.13.
Pergunta 62. Quais são as razões anexas ao quarto mandamento?
Resposta: As razões anexas ao quarto mandamento são a permissão de Deus a nós de seis dias da semana para as nossas próprias ocupações, sua reivindicação quanto à propriedade específica no sétimo, o seu próprio exemplo, e a sua bênção no dia de Shabat.
A permissão de Deus a nós de seis dias da semana para as nossas próprias ocupações deve nos mover a guardar o quarto mandamento. Provado em Êx. 31.15.
A reivindicação de Deus quanto à propriedade específica no sétimo dia deve nos mover a guardar o quarto mandamento. Provado em Lv. 23.3.
O próprio exemplo de Deus deve nos mover a guardar o quarto mandamento. Provado em Êx. 31.17.
A bênção de Deus no dia de Shabat deve nos mover a guardar o quarto mandamento. Provado em Gn. 2.3.
Pergunta 63. Qual é o quinto mandamento?
Resposta: O quinto mandamento é: “Honra a teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá” (Êx. 20.12).
Pergunta 64. O que é exigido no quinto mandamento?
Resposta: O quinto mandamento exige a preservação da honra e o cumprimento dos deveres pertencentes a todos em suas diferentes posições e relações, como superiores, inferiores, ou iguais.
Deus exige a preservação da honra e o cumprimento dos deveres pertencentes a todos em suas diferentes posições e relações,
Como superiores. Provado em Ef. 5.21, 22; Ef. 6.1,5 e Rm. 13.1.
Como inferiores. Provado em Ef. 6.9.
Como iguais. Provado em Rm. 12.10.
Pergunta 65. O que é proibido no quinto mandamento?
Resposta: Deus proíbe a negligência da honra e dever que pertencem a todos em suas diferentes posições e relações, ou fazer algo contra estas.
(Provado em Rm. 13.7, 8)
Pergunta 66. Qual é a razão anexa ao quinto mandamento?
Resposta: A razão anexa ao quinto mandamento é uma promessa de longa vida e prosperidade (desde que sirvam para a glória de Deus e seu próprio bem) a todos aqueles que guardam este mandamento.
(Provado em Ef. 6.2, 3)
Pergunta 67. Qual é o sexto mandamento?
Resposta: O sexto mandamento é: “Não assassinarás” (Êx. 20.13).
Pergunta 68. O que é exigido no sexto mandamento?
Resposta: O sexto mandamento exige todos os esforços lícitos para preservar a nossa própria vida e a vida de outros.
Deus exige todos os esforços lícitos para preservar,
A nossa própria vida. Provado em Ef. 5.28, 29.
A vida de outros. Provado em Sl. 82.3, 4 e Jó 29.13.
Pergunta 69. O que é proibido no sexto mandamento?
Resposta: O sexto mandamento proíbe a subtração da nossa própria vida, ou da vida do nosso próximo injustamente, e tudo aquilo que tende para isso.
Deus proíbe,
A subtração da nossa própria vida. Provado em At. 16.28.
A subtração da vida do nosso próximo injustamente. Provado em Gn. 9.6.
Tudo aquilo que tende para o subtrair da nossa própria vida, ou da vida do nosso próximo injustamente. Provado em Pv. 24.11, 12.
Pergunta 70. Qual é o sétimo mandamento?
Resposta: O sétimo mandamento é: “Não cometerás adultério” (Êx. 20.14).
Pergunta 71. O que é exigido no sétimo mandamento?
Resposta: O sétimo mandamento exige a preservação da castidade, de nós mesmos ou da do nosso próximo, no coração, nas palavras e na conduta.
Deus exige a preservação da,
Castidade de nós mesmos. Provado em 1 Ts. 4.4.
Castidade do nosso próximo. Provado em Ef. 5.11, 12.
Castidade, de nós mesmos e do nosso próximo, no coração. Provado em 2 Tm. 2.22.
Castidade, de nós mesmos e do nosso próximo, nas palavras. Provado em Cl. 4.6.
Castidade, de nós mesmos e do nosso próximo, na conduta. Provado em 1 Pe. 3.2.
Pergunta 72. O que é proibido no sétimo mandamento?
Resposta: O sétimo mandamento proíbe todos os pensamentos, palavras e ações impuras.
Deus proíbe,
Todos os pensamentos impuros. Provado em Mt. 5.28.
Todas as palavras impuras. Provado em Ef. 5.4.
Todas as ações impuras. Provado em Ef. 5.3.
Pergunta 73. Qual é o oitavo mandamento?
Resposta: O oitavo mandamento é: “Não furtarás” (Êx. 20.15).
Pergunta 74. O que é exigido no oitavo mandamento?
Resposta: O oitavo mandamento exige a lícita procura e promoção dos bens e da condição externa, de nós mesmos e de outros.
Deus exige a lícita,
Procura dos bens e da condição externa de nós mesmos. Provado em Rm. 12.17.
Promoção dos bens e da condição externa de nós mesmos. Provado em Pv. 27.23.
Procura dos bens e da condição externa de outros. Provado em Lv. 25.35.
Promoção dos bens e da condição externa de outros. Provado em Fp. 2.4.
Pergunta 75. O que é proibido no oitavo mandamento?
Resposta: O oitavo mandamento proíbe tudo aquilo que dificulta ou possa dificultar injustamente os bens e condição externa de nós mesmos ou de nosso próximo.
Deus proíbe tudo aquilo que,
Dificulta injustamente os bens e condição externa de nós mesmos. Provado em 1 Tm. 5.8.
Possa dificultar injustamente os bens e condição externa de nós mesmos. Provado em Pv. 28.19.
Dificulta injustamente os bens e a condição externa de nosso próximo. Provado em Pv. 21.6.
Possa dificultar injustamente os bens e a condição externa de nosso próximo. Provado em Jó 20.19, 20.
Pergunta 76. Qual é o nono mandamento?
Resposta: O nono mandamento é: “Não darás falso testemunho contra o teu próximo” (Êx. 20.16).
Pergunta 77. O que é exigido no nono mandamento?
Resposta: O nono mandamento exige a manutenção e promoção da verdade entre os homens, do bom nome, de nós mesmos e do nosso próximo, especialmente ao dar testemunho.
Deus exige a manutenção e promoção,
Da verdade entre os homens. Provado em Zc. 8.16.
Do bom nome de nós mesmos. Provado em 1 Pe. 3.16 e At. 25.10.
Do bom nome do nosso próximo. Provado em 3 Jo. 12.
Da verdade, especialmente ao dar testemunho. Provado em Pv. 14.5, 25.
Pergunta 78. O que é proibido no nono mandamento?
Resposta: O nono mandamento proíbe tudo o que é prejudicial à verdade ou injurioso ao bom nome, de nós mesmos ou do nosso próximo.
Deus proíbe tudo o que é,
Prejudicial à verdade. Provado em Rm. 3.13.
Injurioso ao bom nome de nós mesmos. Provado em Jó 27.5.
Injurioso à reputação do nosso próximo. Provado em Sl. 15.3.
Pergunta 79. Qual é o décimo mandamento?
Resposta: O décimo mandamento é: “Não cobiçarás a casa de teu próximo, não cobiçarás a mulher de teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que é de teu próximo.”
Pergunta 80. O que é exigido no décimo mandamento?
Resposta: O décimo mandamento exige o pleno contentamento com a nossa própria condição, bem como uma justa e caridosa disposição de espírito para com o nosso próximo, e tudo aquilo que é seu.
Deus exige,
Pleno contentamento com a nossa própria condição. Provado em Hb. 13.5.
Uma justa e caridosa disposição de espírito para com o nosso próximo, e tudo aquilo que é seu. Provado em Rm. 12.15 e 1 Co. 13.4-6.
Pergunta 81. O que é proibido no décimo mandamento?
Resposta: O décimo mandamento proíbe todo descontentamento com a nossa própria condição, invejando ou lamuriando pelo bem do nosso próximo, e todas as inclinações e afeições desordenadas a qualquer coisa que é sua.
Deus proíbe,
Todo descontentamento com a nossa própria condição. Provado em 1 Co. 10.10.
Todo descontentamento com a nossa própria condição, invejando ou lamuriando pelo bem do nosso próximo. Provado em Gl. 5.26.
Todas as inclinações e afeições desordenadas a qualquer coisa do nosso próximo. Provado em Cl. 3.5.
Pergunta 82. Algum homem é capaz de guardar perfeitamente os mandamentos de Deus?
Resposta: Nenhum mero homem, desde a queda, é capaz de, nesta vida, guardar perfeitamente os mandamentos de Deus, mas diariamente os transgride em pensamentos, palavras e ações.
Nenhum mero homem, desde a queda, é capaz de, nesta vida, guardar perfeitamente os mandamentos de Deus. Provado em Ec. 7.20.
Todo mero homem, desde a queda, transgride, nesta vida, os mandamentos de Deus em pensamentos. Provado em Gn. 8.21.
Todo mero homem, desde a queda, diariamente transgride os mandamentos de Deus em palavras. Provado em Tg. 3.8.
Todo mero homem, desde a queda, transgride os mandamentos de Deus em ações. Provado em Tg. 3.2.
Pergunta 83. Todas as transgressões da Lei são igualmente odiosas?
Resposta: Alguns pecados em si mesmos, e em razão de diversos agravantes, são mais odiosos à vista de Deus do que outros.
(Provado em Jo. 19.11)
Pergunta 84. O que merece cada pecado?
Resposta: Todo pecado merece a ira e a maldição de Deus, tanto nesta vida, quanto naquela que está por vir.
Todo pecado merece a ira e a maldição de Deus,
Nesta vida. Provado em Gl. 3.10.
Naquela vida que está por vir. Provado em Mt. 25.41.
Pergunta 85. O que Deus exige de nós, para que possamos escapar da Sua ira e maldição devida a nós por causa do pecado?
Resposta: Para escaparmos da ira e maldição de Deus, devidas a nós por causa do pecado, Deus exige de nós Fé em Jesus Cristo, arrependimento para a vida, com o uso diligente de todos os meios externos, pelos quais Cristo nos comunica os benefícios da redenção.
Para escaparmos da ira e maldição de Deus, devidas a nós por causa do pecado, Deus exige de nós,
Fé em Jesus Cristo. Provado em Jo. 3.16.
Arrependimento para a vida. Provado em At. 20.21.
O uso diligente de todos os meios externos, pelos quais Cristo nos comunica os benefícios da redenção. Provado em Pv. 2.1-5.
Pergunta 86. O que é Fé em Jesus Cristo?
Resposta: Fé em Jesus Cristo é uma graça salvadora, pela qual recebemos a Ele, e descansamos somente nele para a salvação, conforme Ele é oferecido a nós no Evangelho.
Fé em Jesus Cristo é uma graça salvadora. Provado em Hb. 10.39.
Pela Fé recebemos a Jesus Cristo. Provado em Jo. 1.12.
Pela Fé descansamos somente nele para a salvação. Provado em Fp. 3.9.
Pela fé recebemos a Jesus Cristo, e descansamos nele, conforme Ele é oferecido a nós no Evangelho. Provado em Is. 33.22.
Pergunta 87. O que é arrependimento para a vida?
Resposta: Arrependimento para a vida é uma graça salvadora, pela qual um pecador, a partir de uma verdadeira percepção do seu pecado e compreensão da misericórdia de Deus em Cristo, com tristeza e ódio do seu pecado, volta-se para Deus, com o pleno propósito, seguido de esforço, de nova obediência.
Arrependimento para a vida é uma graça salvadora. Provado em At. 11.18.
Arrependimento para a vida surge de uma verdadeira percepção do pecado. Provado em At. 2.37.
Arrependimento para a vida surge de uma verdadeira compreensão da misericórdia de Deus em Cristo. Provado em Jl. 2.13.
Pelo arrependimento para a vida, um pecador, com tristeza e ódio do seu pecado, volta-se para Deus. Provado em Jr. 31.18, 19.
Arrependimento para a vida é acompanhado pelo pleno propósito, seguido de esforço, de nova obediência. Provado em Sl. 119.59.
Pergunta 88. Quais são os meios externos e ordinários pelos quais Cristo nos comunica os benefícios da redenção?
Resposta: Os meios externos e ordinários pelos quais Cristo nos comunica os benefícios da redenção são, as suas ordenanças, especialmente a Palavra, sacramentos, e a oração; todas as quais são tornadas eficazes aos eleitos para a salvação.
(Provado em At. 2.41, 42)
Pergunta 89. Como a Palavra é tornada eficaz para a salvação?
Resposta: O Espírito de Deus torna a leitura da Palavra, e especialmente a pregação dela, um meio eficaz de convencer e converter pecadores, e de os edificar em santidade e consolo, através da fé, para a salvação.
O Espírito de Deus torna a leitura da Palavra, e especialmente a pregação dela, um meio eficaz de,
Convencer e converter pecadores. Provado em Sl. 19.7.
Edificar os santos em santidade e consolo. Provado em 1 Ts. 1.6.
Edificar os santos, através da fé, para a salvação. Provado em Rm. 1.16.
Pergunta 90. Como a Palavra deve ser lida e ouvida, para que ela possa se tornar eficaz para a salvação?
Resposta: Para que a Palavra possa se tornar eficaz para a salvação, devemos atentar-nos para ela com diligência, preparação, e oração; recebê-la com fé e amor, guardá-la em nossos corações, e praticá-la em nossas vidas.
Para que a Palavra possa se tornar eficaz para a salvação, devemos,
Atentar-nos para ela com diligência. Provado em Pv. 8.34.
Atentar-nos para ela com preparação. Provado em 1 Pe. 2.1, 2.
Atentar-nos para ela com oração. Provado em Sl. 119.18.
Recebê-la com fé. Provado em Hb. 4.2.
Recebê-la com amor. Provado em 2 Ts. 2.10.
Guardá-la em nossos corações. Provado em Sl. 119.11.
Praticá-la em nossas vidas. Provado em Tg. 1.25.
Pergunta 91. Como os sacramentos se tornam meios eficazes de salvação?
Resposta: Os sacramentos se tornam meios eficazes de salvação, não por alguma virtude neles ou naquele que os administram, mas somente pela bênção de Cristo e pela operação do seu Espírito naqueles que pela fé os recebem.
Os sacramentos se tornam meios eficazes de salvação,
Não por alguma virtude neles ou naquele que os administram. Provado em 1 Cor. 3.7.
Somente pela bênção de Cristo e pela operação do seu Espírito naqueles que pela fé os recebem. Provado em 1 Pe. 3.21.
Pergunta 92. O que é sacramento?
Resposta: Sacramento é uma santa ordenança instituída por Cristo, na qual, por meio de sinais sensíveis, Cristo e os benefícios do Novo Pacto são representados, selados, e aplicados aos crentes.
Sacramento é uma santa ordenança instituída por Cristo, na qual, por meio de sinais sensíveis, Cristo e os benefícios do Novo Pacto são,
Representados aos crentes. Provado em Gn. 17.10.
Selados e aplicados aos crentes. Provado em Rm. 4.11.
Pergunta 93. Quais são os sacramentos do Novo Testamento?
Resposta: Os sacramentos do Novo Testamento são o Batismo e a Ceia do Senhor.
O Batismo é um sacramento do Novo Testamento. Provado em Mc. 16.16.
A Ceia do Senhor é um sacramento do Novo Testamento. Provado em 1 Cor. 11.23.
Pergunta 94. O que é o Batismo?
Resposta: O Batismo é um sacramento, no qual o lavar com água em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo significa e sela o nosso enxertamento em Cristo, a participação dos benefícios do Pacto da Graça e o nosso compromisso de sermos do Senhor.
O Batismo,
É um sacramento, no qual há o lavar com água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Provado em Mt. 28.19.
Significa e sela o nosso enxertamento em Cristo, e a participação dos benefícios do Pacto da Graça. Provado em Rm. 6.3.
Significa e sela o nosso compromisso de sermos do Senhor. Provado em Rm. 6.4.
Pergunta 95. A quem o Batismo deve ser administrado?
Resposta: O Batismo não deve ser administrado a ninguém que está fora da igreja visível, até que eles professem sua fé em Cristo e obediência a Ele; mas os infantes daqueles que são membros da igreja visível devem ser batizados.
O Batismo não deve ser administrado a ninguém que está fora da igreja visível, até que eles professem sua fé em Cristo, e obediência a Ele. Provado em At. 2.41.
Os infantes daqueles que são membros da igreja visível devem ser batizados. Provado em Gn. 17.7, 10 e At. 2.38, 39.
Pergunta 96. O que é a Ceia do Senhor?
Resposta: A Ceia do Senhor é um sacramento, no qual, dando-se e recebendo-se pão e vinho, conforme a ordem de Cristo, sua morte é proclamada, e os que dignamente recebem são, não conforme uma maneira corporal e carnal, mas pela fé, tornados participantes do seu corpo e do seu sangue, com todos os seus benefícios, para o seu sustento espiritual e crescimento em graça.
A Ceia do Senhor é um sacramento, no qual, dando-se e recebendo-se pão e vinho, conforme a ordem de Cristo, sua morte é proclamada. Provado em Lc. 22.19, 20.
Os que dignamente recebem da Ceia do Senhor são, não conforme uma maneira corporal e carnal, mas pela fé, tornados participantes do corpo e do sangue de Cristo, com todos os seus benefícios, para o seu sustento espiritual, e crescimento em graça. Provado em 1 Cor. 10.16.
Pergunta 97. O que é exigido para o digno recebimento da Ceia do Senhor?
Resposta: É exigido daqueles que desejam participar dignamente da Ceia do Senhor que examinem a si mesmos a respeito do seu conhecimento em discernir o corpo do Senhor, da sua fé para se alimentar dele, do seu arrependimento, amor e nova obediência; para que não comam e bebam juízo para si mesmos ao aproximarem-se indignamente.
É exigido daqueles que desejam participar dignamente da Ceia do Senhor que examinem a si mesmos a respeito,
Do seu conhecimento em discernir o corpo do Senhor. Provado em 1 Cor. 11.28, 29.
Da sua fé para se alimentar dele. Provado em 2 Cor. 13.5.
Do seu arrependimento. Provado em 1 Cor. 11.31.
Do seu amor. Provado em 1 Cor. 11.18, 20.
Da sua nova obediência. Provado em 1 Cor. 5.8.
Daqueles que comem e bebem juízo para si mesmos ao aproximarem-se indignamente. Provado em 1 Cor. 11.27, 29.
Pergunta 98. O que é a oração?
Resposta: A oração é uma oferta dos nossos desejos a Deus, por coisas agradáveis à sua vontade, no nome de Cristo, com a confissão dos nossos pecados, e um agradecido reconhecimento de suas misericórdias.
A oração,
É uma oferta dos nossos desejos a Deus. Provado em Sl. 62.8.
Deve ser feita por coisas agradáveis à vontade de Deus. Provado em Rm. 8.27.
Deve ser feita no nome de Cristo. Provado em Jo. 16.23.
Deve ser feita com a confissão dos nossos pecados. Provado em Dn. 9.4.
Deve ser feita com um agradecido reconhecimento das misericórdias de Deus. Provado em Fp. 4.6.
Pergunta 99. Qual regra Deus nos deu para nos direcionar na oração?
Resposta: Toda a palavra de Deus é útil para nos direcionar na oração; mas a regra especial de direção é aquela forma de oração a qual Cristo ensinou a seus discípulos, geralmente chamada de a Oração do Senhor.
Toda a palavra de Deus é útil para nos direcionar na oração. Provado em 1 Jo. 5.14.
A regra especial para nossa direção na oração é aquela forma de oração, a qual Cristo ensinou seus discípulos, geralmente chamada de a Oração do Senhor. Provado em Mt. 6.9.
Pergunta 100. O que ensina o prefácio da Oração do Senhor?
Resposta: O prefácio da Oração do Senhor, que é “Pai Nosso que estás no Céu”, nos ensina a nos aproximarmos de Deus com toda santa reverência e confiança, como filhos a um pai capaz e pronto para nos ajudar; e que nós devemos orar com e pelos outros.
O prefácio da Oração do Senhor é “Pai Nosso que estás no Céu” (Mt. 6.9).
Na oração, devemos nos aproximar de Deus com toda santa reverência. Provado em Is. 64.9.
Na oração, devemos nos aproximar de Deus com toda santa confiança. Provado em Rm. 8.15.
Na oração, devemos nos aproximar de Deus como filhos a um pai capaz e pronto para nos ajudar. Provado em Lc. 11.13.
Devemos orar com e pelos outros. Provado em Ef. 6.18.
Pergunta 101. Pelo que nós oramos na primeira petição?
Resposta: Na primeira petição, que é “Santificado seja o teu Nome”, nós oramos para que Deus capacite a nós e aos outros para glorificá-lo em tudo aquilo por meio do que Ele se faz conhecido; e para que Ele disponha todas as coisas para sua própria glória.
A primeira petição é “Santificado seja o teu Nome” (Mt. 6.9).
Devemos orar para que Deus capacite a nós e aos outros para glorificá-lo em tudo aquilo por meio do que Ele se faz conhecido. Provado em Sl. 67.1-3.
Devemos orar para que Deus disponha todas as coisas para sua própria glória. Provado em Rm. 11.36.
Pergunta 102. Pelo que nós oramos na segunda petição?
Resposta: Na segunda petição, que é “Venha o Teu Reino”, nós oramos para que o reino de Satanás possa ser destruído; para que o Reino da graça possa avançar; nós mesmos e outros sejamos inseridos e guardados nele; e para que o Reino da Glória possa ser antecipado.
A segunda petição é “Venha o Teu Reino” (Mt. 6.10).
Devemos orar para que o reino de Satanás possa ser destruído. Provado em Sl. 68.1.
Devemos orar para que o Reino da graça possa avançar. Provado em Sl. 51.18.
Devemos orar para que nós mesmos e outros sejamos inseridos e guardados no Reino da Graça. Provado em 2 Ts 3.1 e Rm. 10.1.
Devemos orar para que o Reino de Glória possa ser antecipado. Provado em Ap. 22.20.
Pergunta 103. Pelo que nós oramos na terceira petição?
Resposta: Na terceira petição, que é “Seja feita Tua vontade, assim na terra como no céu”, oramos para que Deus, pela sua graça, torne-nos capazes e desejosos de conhecer, obedecer, e submeter-nos a sua vontade em todas as coisas, assim como os anjos fazem no céu.
A terceira petição é “Seja feita Tua vontade, assim na terra como no céu” (Mt. 6.10).
Devemos orar para que Deus, pela sua graça, torne-nos capazes e desejosos de conhecer e obedecer sua vontade em todas as coisas. Provado em Sl. 119.34-36.
Devemos orar para que Deus, pela sua graça, torne-nos capazes e desejosos de submeter-nos a sua vontade em todas as coisas. Provado em At. 21.14.
Devemos orar para que Deus, pela sua graça, torne-nos capazes e desejosos de conhecer, obedecer, e submeter-nos a sua vontade em todas as coisas, assim como os anjos fazem no céu. Provado em Sl. 103.20, 22.
Pergunta 104. Pelo que nós oramos na quarta petição?
Resposta: Na quarta petição, que é “Dê-nos hoje o nosso pão diário”, oramos para que, da gratuita dádiva de Deus, possamos receber uma porção apropriada das coisas boas desta vida, e desfrutar de sua bênção com elas.
A quarta petição é “Dê-nos hoje o nosso pão diário” (Mt. 6.11).
Devemos orar para que, da gratuita dádiva de Deus, possamos receber uma porção apropriada das coisas boas desta vida. Provado em Pv. 30.8.
Devemos orar para que, da gratuita dádiva de Deus, possamos desfrutar de sua bênção com as coisas boas desta vida. Provado em Sl. 90.17.
Pergunta 105. Pelo que nós oramos na quinta petição?
Resposta: Na quinta petição, que é “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”, oramos para que, pela graça de Deus, sejamos perdoados de todos os nossos pecados, e que sejamos habilitados a perdoar aos outros.
A quinta petição é “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt. 6.12).
Devemos orar para que, pela graça de Deus, sejamos perdoados de todos os nossos pecados. Provado em Sl. 51.1, 2.
Devemos orar para que, pela graça de Deus, sejamos habilitados a perdoar aos outros. Provado em Mt. 6.14, 15.
Pergunta 106. Pelo que nós oramos na sexta petição?
Resposta: Na sexta petição, que é “E não nos conduzas à tentação, mas livra-nos do mal”, oramos para que Deus, por sua graça, nos preserve e nos livre de todas as tentações e do poder do pecado e de Satanás, e que, quando formos tentados, nos sustente e nos livre.
A sexta petição é “E não nos conduzas à tentação, mas livra-nos do mal” (Mt. 6.13).
Devemos orar para que Deus, por sua graça, nos preserve e nos livre de todas as tentações e do poder do pecado e de Satanás. Provado em 1 Co. 10.13.
Devemos orar para que, quando formos tentados, Deus nos sustente e nos livre. Provado em 2 Pe. 2.9.
Pergunta 107. O que nos ensina a conclusão da Oração do Senhor?
Resposta: A conclusão da Oração do Senhor, que é “Pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém”, nos ensina a tomar nosso encorajamento na oração da soberania, poder e glória de Deus; e, em nossa oração, a louvar a Deus e a concluir com confiança, dizendo “Amém”.
A conclusão da Oração do Senhor é “Pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém” (Mt. 6.13).
Devemos tomar nosso encorajamento na oração da soberania, poder e glória de Deus. Provado em 1 Cr. 29.11, 12.
Devemos louvar a Deus em nossa oração. Provado em Sl. 103.1.
Devemos concluir nossa oração com confiança, dizendo “Amém”. Provado em 1 Co. 14.16.