DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
O ENGANO É PIOR QUE A TRAIÇÃO.
SERIAM COERENTES, SUBLIMES E PLENOS DE CRISTICO AMOR E DE SOLENE JUSTIÇA OS DISCURSOS DE BENTO XVI SOBRE O MARTÍRIO DE JOÃO BATISTA, SE O QUE OS PRONUNCIOU FOSSE O BISPO E PASTOR DE UMA IGREJA LIVRE DO PECADO E DE DELITOS IGUAIS OU PIORES DOS QUE COMETEU HERODES ASSASSINO DE BATISTA.
INFELIZMENTE O VATICANO É A INSTITUIÇÃO PODEROSA E NEFASTA QUE TEM NAS MÃOS À IGREJA CATOLICA E É AUTOR, NA HISTÓRIA DOS ULTIMOS 1500 ANOS DESPUES DE CRISTO, DE GENOCÍDIOS, MASSACRES, TRAIÇÕES, VIOLAÇÕES, CORRUPÇÕES MAFIOSAS, LAVAGEM DE DINHEIRO SUJOS DE SANGUE, ENRIQUECIMENTO ILEGAL SOBRE A PELE DOS POBRES, GUERRAS, DEPRAVAÇÕES, FORNICAÇÕES, ORGIAS E, NOS ULTIMOS ANOS DE VOSSO TEMPO EM PARTICULAR, ALIANÇAS COM DITADORES SANGUINÁRIOS, ATOS DE PEDOFILIA, CENSURAS, EXCOMUNHÕES, ETC. ETC. ETC. POR DITA RAZÃO OS MUITO BONITOS DISCURSOS DO PAPA BENTO XVI SOBRE JOÃO BATISTA, A DENÚNCIA DOS PECADOS DOS PODEROSOS E DE SEU MARTÍRIO EM NOME DA VERDADE DE CRISTO, SÃO NOCIVOS E OFENDEM A INTELIGÊNCIA E A ALMA DOS FIEIS. PORQUE PROVÊM DO CHEFE DE UMA IGREJA DENTRO DA QUAL HÁ HOMENS PODEROSOS QUE NÃO DUVIDARIAM UM SÓ INSTANTE EM MATAR O BATISTA OU O PRÓPRIO CRISTO, POR MEDO DE QUE ELES POSSAM DESMASCARAR SEUS ERROS E SEUS CRIMES MODERNOS.
OS DISCURSOS SUBLIME SOBRE O BATISTA DEVEM SER ACOMPANHADOS PELAS HOMILIAS NAS QUAIS É NECESSÁRIO TER A CORAGEM DE DIZER TODA A VERDADE E REFORMAR UMA IGREJA QUE ESTÁ NAS MÃOS DE SATANAS, FAZÊ-LA VOLTAR PARA SUAS ORIGENS, À IGREJA DOS POBRES, DOS AFLITOS, DOS INOCENTES, DOS PUROS. SE PUSESSEM EM ATO ESTA REVOLUÇÃO FRANCISCANA O PAPA E TODA A IGREJA DESPERTARIAM O PERDÃO E A MISERICÓRDIA DE CRISTO E, PORTANTO, DE SEU PAI ADONAI, NOSSO E SEU CRIADOR.
O ENGANO É PIOR QUE A TRAIÇÃO.
“Ai de vós supremo pontífice, papa de uma igreja corrupta e assassina, ai de vós governantes, ai de vós ricos comerciantes que vendem armas e tomam a sagrada comunhão que os cardeais hipócritas e corruptos vos ministram apesar de vossas imundícies”.
Ai de vós primeiro-ministro, que fornica com as prostitutas e depois é recebido e benzido pelo bispo de Roma o qual não profere para vossa pessoa nenhuma divina advertência. Ai de vós vendedores de guerra, morte e culpados da fome no mundo. “Temam a Aquele que virá depois de mi, o Cristo Jesus que vos limpará com o fogo...”.
SEGUNDO VÓS, PODERIA SER ESTA A ADVERTENCIA DIVINA QUE JOÃO O BATISTA GRITARIA HOJE AOS PODEROSOS E AOS FARISEUS MODERNOS?
ESPEREMOS QUE ALGUMA ALTA HIERARQUIA DO VATICANO OU O PRÓPRIO BENTO XVI TENHA A CORAGEM DE RESPONDER A NÓS “ALIENIGENAS CRISTÃOS”.
PAZ!
DO CÉU À TERRA
Giorgio Bongiovanni
Estigmatizado
São Giovanni di Polcenigo – Pordenone, 1º de Agosto de 2010.
Às 20:20 horas
O EVANGELHO SOBRE O MARTÍRIO DE JOAO BATISTA NO MAGISTÉRIO DE BENTO XVI: DAR TESTEMUNHO DA VERDADE SEM COMPROMISSOS.
A liturgia de hoje nos propõe o martírio de Juan o Batista por mãos de Herodes. O Precursor de Cristo, - narra o Evangelho de Mateus, - é assassinado porque não se rebaixa a compromissos com o poder, mas sim dar testemunho da verdade sem medo. Precisamente a “coragem da verdade”, o anúncio do Evangelho sem compromissos, é um dos temas fundamentais do Pontificado de Bento XVI.
Relatório de Alessandro Gisotti:
“Cooperatores Veritatis”, “Colaboradores da Verdade”: no lema episcopal de Joseph Ratzinger encontramos também a chave de leitura de seu Pontificado. Já na “Missa Pró eligendo Romano Pontifique”, em 18 de abril de 2005, o então decano do Colégio cardenalicio tinha sublinhado a urgência do anúncio da verdade. “Em Cristo coincidem a verdade e a caridade. Na medida em que nos aproximamos de Cristo, também em nossa vida, a verdade e a caridade se fundem”. E cinco anos depois, na Caritas in Veritate, escreve que “defender a verdade, oferecê-la com humildade e convicção e testemunhá-la na vida, são formas exigentes e insubstituíveis de caridade”. Precisamente São João Batista, - adverte o Papa -, demonstra-nos com seu exemplo a coragem da verdade na caridade:
“Como autêntico profeta, João deu testemunho da verdade sem arranjos. Denunciou as transgressões dos mandamentos de Deus, inclusive quando os protagonistas eram os poderosos. Assim, quando acusou a Herodes e Herodías de adultério, pagou com sua vida, coroando com o martírio seu serviço a Cristo, que é a verdade em pessoa”. (Ângelus, 24 de junho 2007).
A perseguição, - revela o Papa -, é, portanto, também hoje “prova” da autenticidade de nossa missão de anunciar o Evangelho:
“Quem participa da missão de Cristo deve indevidamente confrontar tribulações, contraste e sofrimentos, porque se choca com as resistências e poderes deste mundo”. (Audiência Obra Missionárias Pontifícias, 21 de maio de 2010).
E observa que o Bispo de Roma, como “primeiro tutor e defensor da fé” é chamado a obedecer a Deus, a fim de que a Verdade continue resplandecendo para todos os homens. Um encargo, acrescenta, ainda mais necessário hoje em um contexto onde a fé é vista como um obstáculo à liberdade:
“Frente a esta postura, que tende a substituir a verdade com o consenso, frágil e facilmente manipulável, a fé cristã dá em troca uma contribuição verdadeira também no âmbito ético-filosófico, não proporcionando soluções já preparadas a problemas concretos, como a investigação e a experimentação biomédica, a não ser propondo perspectivas morais confiáveis dentro das quais a razão humana pode procurar e encontrar soluções válidas”. (Discurso na Plenária da Congregação para a Doutrina da Fé, 15 de janeiro 2010).
Este caminho para a verdade, tratar de conhecer melhor a verdade em todas suas expressões - ratifica - é realmente um serviço eclesiástico fundamental. “Deus” - afirma o Papa - “é a verdade última a que toda razão tende naturalmente, impulsionada pelo desejo de percorrer a fundo o caminho que lhe atribuiu:
“Deus não é uma palavra vazia nenhuma hipótese abstrata; ao contrário, é o fundamento sobre o qual tem que se construir a própria vida. Viver no mundo "veluti se Deus daretur" suporta a aceitação da responsabilidade que impulsiona a investigar todos os caminhos com objetivo de aproximá-lo mais possível dele, que é o fim para o qual tende tudo” (Discurso na Universidade Lateranense, 21 de outubro 2006).
E adverte que, “pôr no centro o tema da verdade não é um ato meramente especulativo, restringido a um pequeno círculo de pensadores”:
“Ao contrário, é uma questão vital para dar profunda identidade à vida pessoal e despertar a responsabilidade nas relações sociais”. (Discurso na Universidade Lateranense, 21 de outubro 2006).
“De fato” - é a advertência de Bento XVI- “se não se levantar a questão sobre a verdade e não se admite que cada pessoa tem a possibilidade concreta de alcançá-la, a vida acaba por reduzir-se a um leque de hipótese sem referências certas”.
Extraído de: Tratto da http://www.oecumene.radiovaticana.org/it1/Articolo.asp?c=412259