O GRANDE OBJETIVO DA MAÇONARIA E SEU VERDADEIRO PROPÓSITO .
A Maçonaria possui nela três objetivos basilares: a instrução moral, física e intelectual do ser humano; a moral tange a espiritualidade; a física o conhecimento, e a intelectual tem foco na mística. Os ensinamentos maçônicos buscam sempre nos lembrar os três deveres fundamentais do ser humano, ou seja, os deveres para conosco, para com a humanidade e para com Deus.
São 5 trabalhos para apresentar como aprendiz em 1 ano, 5 trabalhos como companheiro e tem que assistir 4 sessões em 6 meses sendo 2 fora de sua loja.
Bibliografia:
01) Boucher, J. - "A Simbólica Maçônica"
02) Camino, R. da – "Dicionário Filosófico de Maçonaria"
03) Castellani, J. - "Cartilha do Aprendiz" e "Dicionário Etimológico Maçônico" vol-V
04) Charlier, R. J. – "Pequeno Ensaio Simbólica Maçônica nos Ritos Escoceses"
05) Christian J. – "A Franco-Maçonaria"
06) Figueiredo, J. G. – "Dicionário de Maçonaria"
07) Moreira, A. P. – "Chave dos Mestres"
08) Prado, Luiz – "Roteiro Maçônico para o Quarto de Hora de Estudos".
09) Pusch, J. – "ABC do Aprendiz"
10) Santos, S. D. – "Dicionário Ilustrado de Maçonaria"
11) Tourret, F. – "Chaves da Franco-Maçonaria"
12) "Ritual do Simbolismo – Aprendiz Maçom"
13) Pesquisas em "Sites" Maçônicos na Internet. www.atrolha.com.br
14) Comentários ao Ritual de Aprendiz de Nicola Aslan - Editora Maçônica.
15) Maçonaria Mística de Rizzardo Da Camino - Editora Aurora
16) Assis Carvalho - Caderno de estudos maçônicos (O Aprendiz Maçom Grau 1)
17) José Castellani - Maçonaria e Astrologia
18) José Castellani - O Grau de Aprendiz Maçom
19) Rizzardo da Camino - O Aprendiz Maçom
20) Edição 1999 - Ritual do Grau de Aprendiz
21) Aslan, N. – "Comentários ao Ritual de Aprendiz Vade – Mécum Iniciático"
22) José Castellani - A Maçonaria Moderna (deste livro tirei 2 trabalhos)
Bibliografia Introdutória (ler qualquer livro dos autores abaixo):
· Renê Guénon (Metafísica Tradicional).
· Mircea Eliade (História das Religiões).
· Carl Gustav Jung (Psicologia Analítica).
Livros Básicos sobre Maçonaria (em português):
· Paul Naudon - A Franco-Maçonaria, (Coleção Saber Atual), São Paulo, Difel.
· Marius Lepage - História e Doutrina da Franco - Maçonaria, São Paulo, Pensamento.
· Jean Palou - A Franco Maçonaria Simbólica e Iniciática, São Paulo, Pensamento.
· Jules Boucher - A Simbólica Maçônica, São Paulo, Pensamento.
· Alex Home - O Templo do Rei Salomão na Tradição Maçônica, São Paulo, Pensamento.
· R. A. Gilbert (Org.) - Maçonaria e Magia, São Paulo, Pensamento.
· José Castellani - O Rito Escocês Antigo e Aceito. Londrina, A Trolha.
· Fernand Tourset - Chaves da Franco - Maçonaria, Rio, Zahar.
· Robert Ambelain - A Franco- Maçonaria; Origem, História, Influências, São Paulo, Ibrasa.
· Antoine Faivre - O Esoterismo, Campinas, Papirus.
· Jean-Paul Laurent - O Esoterismo, São Paulo, Paulus.
· Pierre A. Riffard - O Esoterismo, São Paulo, Mandarim.
· Jean-Pierre Bayard – A Espiritualidade da Maçonaria – Da Ordem Iniciática às Obediências, S. Paulo, Madras.
· Descartes de Souza Teixeira – Antimaçonaria e os Movimentos Fundamentalistas do Século XX, S. Paulo, Edições GLESP.
· Jean Ferré – A História da Franco-Maçonaria (1248-1782), S. Paulo, Madras.
· David Stevenson – As Origens da Maçonaria – O Século da Escócia (1590-1710), S. Paulo, Madras.
Alguns Livros que não falam de Maçonaria (mas ajudam a entendê-la)...
· Paul Hazard – A crise da Consciência Européia, Lisboa, Cosmos. ( O pensamento europeu na época em que surgiu a Maçonaria moderna).
· Ernst Cassirer – A Filosofia do Iluminismo, Campinas, Editora da Unicamp. ( A filosofia veiculada pela Maçonaria).
· René Girard – A Violência e o Sagrado, São Paulo, Paz e Terra. (Para entender o mito de Hirain...).
· Norman K. Gottwald – Introdução Socioliterária à Bíblia Hebraica, São Paulo, Paulinas, (Iniciação aos Estudos Bíblicos).
· Marc Girard – Os Símbolos da Bíblia, São Paulo, Paulus. (A Bíblia e Simbolismo).
· Otto von Simson – A Catedral Gótica, Lisboa, Editorial Presença. (Arquitetura Medieval).
· Eduardo Carreira – Estudos de Iconografia Medieval: o caderno de Villard de Honnecourt, arquiteto do século XIII, Brasília, Editora da Universidade de Brasília. (A mais importante fonte para ao estudo dos arquitetos medievais).
· Antonio Santoni Rugiu – Nostalgia do Mestre Artesão, Campinas, Editora Autores Associados, 1998. (Uma história do trabalho e da educação no tempo das Corporações de Ofício, com breves menções à Maçonaria).
· Karen Armstrong – Breve História do Mito, S. Paulo, Companhia das Letras (Mito e Mitologia).
· A. Barucq e Outros – Escritos do Oriente Antigo e Fontes Bíblicas, S. Paulo, Paulinas (Estudos Bíblicos).
· Amihai Mazar – Arqueologia na Terra da Bíblia, S. Paulo, Paulinas (Arqueologia Bíblica).
· Ernst Cassirer – A Filosofia do Iluminismo, Campinas, Editora da UNICAMP (Introdução à Filosofia Iluminista, esposada pela Maçonaria e por ela difundida).
Livros para o Grau de Aprendiz:
· Nicola Aslan – Comentários ao Ritual de Aprendiz Maçom – Vade - Mécum Iniciático, Rio de Janeiro, Editora Aurora.
· Frederico Guilherme Costa – O Grau de Aprendiz por um Aprendiz, Rio de Janeiro, Editora Aurora.
· José Augusto Souza – O Grau de Aprendiz em Perguntas e Respostas, Rio de Janeiro, Editora Mandarim.
· Theobaldo Varoli Filho – Curso de Maçonaria Simbólica – Aprendiz, São Paulo. Editora A Gazeta Maçônica.
· Aldo Lavagnini – Manual del Aprendiz, Buenos Aires, Kier. ( Obs.: existe tradução em português).
· José Castellani – Liturgia e Ritualística do Grau de Aprendiz (em todos os ritos), São Paulo, Editora A Gazeta Maçônica, 1990.
· José Castellani – Cartilha do Aprendiz Maçom, Londrina, Editora A Trolha, 1992.
· Assis Carvalho (Xico Trolha) – O Aprendiz Maçom, Londrina, Editora A Trolha, 1995.
· Assis Carvalho (Xico Trolha) - Instrução para Loja de Aprendiz, Londrina, Editora A trolha, 1994.
· Rizzardo Da Camino – Os Painéis da Loja de Aprendiz, Londrina, Editora A Trolha, 1994.
· Rizzardo Da Camino – Simbolismo do Primeiro Grau, Rio de Janeiro, Editora Aurora.
Livros para o Grau de Companheiro:
· Frederico Guilherme Costa – O Grau de Companheiro por um Companheiro, Rio de Janeiro, Editora Aurora.
· Theobaldo Varoli Filho – Curso de Maçonaria Simbólica – Companheiro, São Paulo, Editora A Gazeta Maçônica.
· Aldo Lavagnini (Magister) – Manual del Compañero, Buenos Aires, Kier.
· José Castellani – Liturgia e Ritualística do Grau de Companheiro (em todos os ritos), São Paulo, Editora A Gazeta Maçônica, 1986.
· Assis Carvalho (Xico Trolha) – O Companheiro Maçom, Londrina, Editora A Trolha, 1992.
· Rizzardo Da Camino – Simbolismo do Segundo Grau, Rio de Janeiro, Editora Aurora.
· José Castellani e Raimundo Rodrigues – Cartilha do Companheiro Maçom, Londrina, Editora A Trolha, 1998.
Livros para o Grau de Mestre:
· Frederico Guilherme Costa – O Grau de Mestre por um Mestre, Rio de Janeiro, 1ª ed. Aurora.
· Theobaldo Varoli Filho – Curso de Maçonaria Simbólica – Mestre, São Paulo, Editora A Gazeta Maçônica.
· Aldo Lavagnini (Magister) – Manual del Maestro, Buenos Aires, Kier.
· José Castellani – Liturgia e Ritualística do Grau de Mestre (em todos os ritos), São Paulo, Editora A Gazeta Maçônica, 1987.
· Assis Carvalho (Xico Trolha) – O Grau de Mestre: Origens, História, Lendas e Símbolos, Londrina, A Trolha.
· Assis Carvalho (Xico Trolha) – O Mestre Maçom. Londrina, Editora A Trilha, 1997.
· Rizzardo Da Camino – Simbolismo do Terceiro Grau, Rio de Janeiro, Editora Aurora.
Aprendiz = grau 1, Companheiro = grau 2, Mestre = grau 3, filosóficos => do grau 4 ao 33 é feito fora da nossa Loja.
Sugestões de lojas para serem visitadas no nosso complexo, Clique aqui.
Roteiro de Trabalhos Sugeridos
1. Simbolismo: o Esquadro e o Compasso
a. O Livro da Lei.
b. A Pedra Bruta e a Pedra Cúbica.
c. As Colunas do Átrio e as Colunas Zodiacais.
d. A Corda de 81 Nós.
e. O Sol e a Lua.
f. O Delta e o Olho-que-tudo-vê.
g. O Pavimento Mosaico.
h. Noções de Oriente e Ocidente.
i. A Balaustrada.
j. Os Degraus.
k. O Painel do Grau.
l. A Prancheta, etc.
2. Instrumentos de Trabalho
a. A Espada Flamígera.
b. Os Malhetes.
c. As Espadas.
d. As Estrelas.
e. O Maço e o Cinzel, etc.
3. Ritualística
a. Circulação em Loja.
b. Cortejo de Entrada e Saída.
c. Postura em Loja.
d. Uso da Palavra em Loja.
e. Entrada, Saudação e Saída do Pavilhão Nacional.
f. Cadeia de União.
g. Sinais, Toques e Palavras.
h. Marcha.
i. Telhamento, etc.
4. Estrutura do Grande Oriente
a. Potências Maçônicas.
b. Os Três Poderes da Maçonaria.
c. A Ordem De Molay.
d. ERAC’s e ERACOM.
e. Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul.
f. Assembleias Legislativas Federal e Estaduais.
g. Ministério Público.
h. Tribunais: de Justiça e Eleitoral.
i. Tribunal de Contas.
j. Conselhos Estaduais, etc.
5. Usos e Costumes Maçônicos
a. Triponto.
b. Alfabeto Maçônico.
c. Visitação.
d. Landmarks, etc.
6. Filosofia Maçônica
a. O G.'.A.'.D.'.U.'.
b. Princípios Fundamentais da Ordem.
c. A Tríade: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
d. A Tolerância.
e. A Discrição.
f. O Silêncio.
g. A Beneficência.
h. A Ação Social (Combate à Ignorância, à Superstição e ao Vicio, enfatizando o combate às Drogas).
i. Ação Política, etc.
7. História
a. Maçonaria Operativa e Especulativa.
b. Surgimento da Maçonaria Moderna na Inglaterra e na França.
c. Influência da Maçonaria na Independência dos Países Americanos e no Brasil.
d. Influência da Maçonaria na Libertação dos Escravos e Proclamação da República.
e. A Maçonaria hoje, etc.
8. Paramentos e Vestes
a. Jóias, Insígnias.
b. Faixas e Colares.
c. Aventais.
d. Medalhas.
e. O terno preto ou azul-marinho.
f. Cor da gravata conforme o Rito.
g. Usos e Limitações do Balandrau, etc.
9. Administração da Loja
a. Funções dos Irmãos que ocupam cargos.
b. Encargos Financeiros da Loja.
c. Mútua Maçônica.
d. Deveres e Direitos das Lojas e dos Maçons, etc.
10. Esoterismo
a. Tradições Herméticas.
b. Cabala.
c. Alquimia.
d. Numerologia.
e. Ocultismos.
f. Mitologia.
g. Os Livros Sagrados: (A Bíblia, o Alcorão, o Zend-Avesta, os Upanichades, o Talmud, o Livro dos Mórmons, o I-Ching, o Livro da Lei, etc.)
Fonte: Manual Completo para Lojas Maçônicas (págs. 86 a 88).
Apoio: 1ª e 2ª Vigilância Gestão 2004-2005.
Como elaborar um Trabalho.
Introdução.
A ideia de elaborar este trabalho surgiu tão logo ingressamos na Ordem Maçônica, isto há dezessete anos quando começamos a assistir as primeiras apresentações de trabalho de alguns irmãos e observar as dificuldades que alguns demonstravam para escrever seus trabalhos.
Observávamos, também, que alguns apresentadores poderiam melhorar seus desempenhos caso lhes fossem passadas algumas informações relacionadas com as pesquisas de forma que fossem mais pesquisas ao tema, não se afastando muito dele; buscando, assim e que despertasse a tenção dos ouvintes.
O palestrante às vezes desviava do tema ou copiava um texto na íntegra, apresentando-o como se fosse uma pesquisa sua sem, contudo ter o cuidado de pelo menos citar a fonte consultada.
Além desses cuidados, os assuntos devem conter ingredientes atrativos que despertem e prendam os interesses dos espectadores, do início ao fim da palestra.
Ressalta-se, também, o poder da fala do orador que é o responsável pelo sucesso ou fracasso do discurso.
Considerações iniciais:
Obviamente, não temos a pretensão neste pequeno trabalho de esgotar todo o assunto pertinente Metodologia de Pesquisa, mesmo porque esta nossa modesta contribuição destina-se àqueles maçons que estão iniciando suas investigações e que não sabem como começa-las, vez que nunca tiveram a oportunidade de ler ou ter algum tipo de contato com pesquisadores, ou com livros que ensinaram como pesquisar.
Todos nós, instintivamente, realizamos pesquisas. Citamos como exemplo a compra de um carro, de um imóvel, ou até mesmo quando fazemos compras no supermercado. É óbvio que não usamos aqueles critérios recomendados pelo menor preço.
A mesma coisa acontece com uma pesquisa. O produto tem que ser real, fidedigno e de forma a convencer a quem se utilizar ou se interessar por ele.
A primeira preocupação daquele individuo que pretende realizar uma pesquisa reside, inicialmente, na escolha do tema. Uma vez decidido o assunto a ser investigado, ele esbarra na segunda dúvida que é: como começar.
A nossa experiência e alguns autores apontam a seguinte conduta dados, não se esquecendo de distribuí-los em um fichário, preferencialmente por ordem alfabética e/ou por ordem cronológica.
Aí tem início a fase de organização, que será de suma importância para quando estiver sendo escrito o trabalho.
Esses dados podem ser coletados em livros, em periódicos, em palestras, entrevistas, etc. Contudo tenha sempre preocupações de fazer as anotações com detalhes e não se esqueça de citar sempre a fonte de sua consulta para fins de identificação.
Doravante chamaremos todo aqueles Maçons que realiza sua pesquisa, de pesquisador, embora saibamos que para ser considerado pesquisador está ainda um pouco distante.
Um trabalho que preza, ao ser apresentado por escrito deve seguir princípios e técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, que é a entidade normativa com autoridade nesse assunto.
Tão logo a Maçom inicie suas pesquisas ele deve ter a preocupação de fazer um pequeno fichário, para suas anotações, que podem ser por assuntos, por títulos, por autor, etc. Essa atitude lhe será útil por toda a vida Maçônica, auxiliando na elaboração dos trabalhos dos Graus, nas palestras, nas publicações, e, sobretudo na sua “Monografia” final para atingir o grau 33.
A rigor, todos os trabalhos que Maçom apresentam para promoção de graus deverão ser examinados por uma comissão do corpo ao qual pertence e essa comissão deverá apontar os erros cometidos, e, se for o caso, devolver o trabalho ao pesquisador, orientando-o quanto às nova datas para apresentação do trabalho.
Por que toda essa preocupação? Ao nosso juízo, entendemos ser por duas razões que consideramos importantes: a primeira porque a Maçonaria é uma Escola de Líderes de qualidade; a Segunda, porque se trata de pesquisa. Por isso, tem que ter rigor princípios, critérios, técnicas, etc.
O Propósito.
Como já dissemos anteriormente, com este modesto trabalho temos a intenção de ajudar aqueles que encontram dificuldades em realizar suas pesquisas; por isso estamos apresentando algumas informações que podem ajudar no desenvolvimento e redação do trabalho.
Assim aconselhamos que os “pesquisadores” sigam as seguintes etapas:
1a. definição do tema a ser pesquisado;
2a. delimitação do tema, de forma a não torna-lo tão genérico ou solto no tempo e no espaço;
3a. revisão literária.Iniciar a coleta de dados, que pode ser nos livros, nos periódicos, em outras pesquisas, em entrevistas, em palestras, etc. É de suma importância que o pesquisador tenha ciência, dos trabalhos existente relativamente ao tema escolhido. Isso porque determinados assuntos são bastantes pesquisadores e ensejam maior aprofundamento. Neste sentido, é importante seguir o conselho de Francis Bacon: - “leia, não para contradizer ou negar, nem para acreditar ou aceitar sem críticas... mas para pensar e refletir”.
4a. escrever em um fichário todo o material coletado, seguindo as normas da ABNT – uma vez coletado todo o material terá início, então, a fase dissertativa.
Nessa fase de busca litérica sobre o assunto, o pesquisador não deve se preocupar quando não encontrar o que procurar; na verdade a literatura Maçônica em nosso país é recente e, além disso, os autores são pouquíssimos.
A revisão de literatura se constitui numa busca objetivando detectar o que se tem escrito sobre o tema, de forma a identificação que está faltando para completar ou ampliar o assunto.
É importante ressaltar, que uma pesquisa sobre um determinado tema objetivando um “tempo de estudo”, ou uma “tese”, têm “conferência” tem fundamentos diferenciados, maior ou menor dedicação do pesquisador.
Para aqueles Maçons que são pesquisadores ou que já estejam acostumados a esse tipo de trabalho, é bem provável que esse tipo de trabalho não terá muitos acréscimos; entretanto, como já nos referimos acréscimos; entretanto, como já nos referimos anteriormente na Ordem Maçônica e que estão encontrando dificuldades para a realização de seus trabalhos.
Como já foi dito antes, a nossa intenção é auxiliar na elaboração de trabalhos de pesquisas e de monografias, que são solicitadas a maçons que pretendem ser solicitados aos graus existentes na Maçonaria.
Propositadamente deixaremos para falar sobre a diagramação do trabalho, um pouco mais à frente.
Passaremos então à fase seguinte que é a redação do trabalho. Essa é também uma grande dúvida para quem se inicia, pois ficam indecisos por onde começar.
Componentes Essenciais.
Redação do Trabalho.
Sabe-se que escrever não é uma tarefa fácil ou dom natural para todas as pessoas; assim, algumas delas necessitam desprender grande esforço e muita persistência para colocar no papel aquilo que pensa, ou que pesquisam.
Entretanto, é muito importante ressaltar que cada escritor tem seu estilo próprio de escrever, interpretar ou relatar um episódio, assim alguns são mais detalhistas e outros tende a fantasiar. Por outro lado, o que se busca é a clareza da linguagem, de forma que a fala seja atrativa e que a mensagem traduza a verdade.
Convém ser ressaltado que embora cada autor siga um roteiro diferente ao escrever o seu trabalho, dada à própria flexibilidade, o mais importante é que o trabalho contenha aspectos fundamentais que são exigidos na elaboração de uma monografia.
Sabemos que alguns autores têm na mente suas experiências; faltando apenas passar para o papel. Aí talvez, resida a parte mais difícil, fase em que o pesquisador se depara com inúmeros problemas que podem bloquear a redação do seu trabalho.
Relembrando o que já dissemos anteriormente apesar dos estilos serem individuais, o quê é muito bom porque enriquece o discurso, o que mais importa nessa redação é o pesquisador está pensando; qual o seu entendimento e qual a sua compreensão sobre o que foi pesquisado.
A tarefa de escrever exige dedicação, critério e atenção. Daí, quem se propõe a realizar uma pesquisa, por mais simples que seja, deve elaborar um peque planejamento. Logo não deixe essa tarefa para última hora.
Paginação e Numeração.
A numeração das paginas tem início a partir da primeira folha do trabalho que é denominado folha rosto, excluindo a capa.
As folhas preliminares, isto é, da primeira página até o início da introdução, a numeração será feita em algarismo romano e ficará no centro da margem inferior.
As demais páginas serão numeradas na margem superior à direita, e são feitas em algarismo arábico.
Para que se tenha uma ideia mais concreta, apresentando os seguintes esquemas:
O trabalho deverá ser feito datilografado, isto é, digitado.
Papel = A4 internacional
Margens = Inferior e Superior: 3 cm
Esquerda e direita: 2,5 cm (15 espaços)
Parágrafos: 1,25 cm (10 espaços)
Linhas e Espaços:
Linha por páginas = 26 a 38
Espaço – no Corpo do trabalho =1,5 cm.
Rodapé e Citações = espaços simples.
É recomendável que o trabalho seja entregue em 3 (três) vias, de forma facilitar os examinadores.
Notas de Rodapé.
São explicações complementares que segundo Moura et alli (1998) fogem à linha de raciocínio que está sendo seguida no texto.
É importante que o autor saiba diferenciar alguns termos, de forma a não confundi-los.
É comum que iniciantes façam alguma confusão entre índices, resumos e sumário.
Índice – é a lista de alhada dos assuntos, nomes das pessoas, nomes geográficos, acontecimentos, etc, com a localização no texto. Pode ser posto ao início ou no fim.
Resumo – é a apresentação concisa e frequentemente seletiva do texto de um documento, com ênfases nos elementos de maior interesses e relevâncias.
Sumário – é a numeração das principais diversões ou seções de um documento.
· Referência Bibliográfica – É um conjunto de indicações completas particularizadas e sistemáticas do trabalho, que devem seguir as normas básicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas [ABNT].
· Bibliografia – Diz respeito às obras recomendados e/ou consultadas pelo autor e que não foram citadas no texto.
Caso o autor tenha feito uma pesquisa que contenha nomes desconhecidos ou de uso muito restrito é prudente que seja feito uma lista de palavras acompanhadas da definição, qual denominado Glossário.
A título de ilustração, mostraremos abaixo um roteiro que poderá ser utilizados por aqueles que desejam escrever seus trabalhos ou apresentar suas palavras:
· Elementos Preliminares
Capa
Folha de Rosto
Sumário ou Índice
Tabelas, Figuras, Gráficos, Anexos;
· Texto
Introdução
Corpo do Trabalho ou Desenvolvimento
Conclusão ou seção final;
· Referência Bibliográfica
Conclusão.
Segundo Heredia et alli (1989), a conclusão avalia a apresenta os resultados obtidos e sugerir idéias e abordagens novas para serem considerados em outros trabalhos.
Daí, o autor necessita de ter bom senso, equilíbrio, espírito crítico, etc; de forma que a conclusão possa ser lógica, legitima e imparcial. Além disso, nunca sé esqueça que pesquisar é a forma mais deliciosa de se aprender, por isso não considere a pesquisa um “bicho de sete cabeças”.
Referência Bibliográfica.
Heredia, M. E. et alli. Elaboração de Monografia. Normas Básicas e Operacionais. AFE, Duque de Caxias, RJ: 1989.
Mota, E.F.G. Orientação para Elaboração de um Trabalho de Pesquisas: Trabalho Acadêmico.
Moura, M.L.S. et alli, Manual Elaboração de Pesquisas. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 1998.
Normas para Apresentação de Teses e Dissertações. PUC, Rio de Janeiro: 1980.
Seabra, G.F. Pesquisas Científicas. O Método em Questão. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2001.
Viegas, W Fundamentos da Metodologia Científica. Brasília: Paralelo 15, Ed. Universidade de Brasília, 1999.
O propósito deste trabalho é desprender maçons dos graus 1 a 3 o interesse pela pesquisa, de forma a poder enfocar e modelar a compreensão às visões conceituais dos diversos autores; além disso, busca-se também a aprendizagem de resgatar suas experiências e os dados pesquisados.
“Em pesquisa, quem não sabe o que procura não sabe o que encontra”.
(Claude Bernard).
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