Língua utilizada pelas comunidades surdas do Brasil para uma comunicação eficiente.
NÃO É UMA LÍNGUA UNIVERSAL : cada país tem uma língua de sinais própria
NÃO são mímicas e gestos soltos
Língua visual-espacial, com estruturas gramaticais próprias, constituída por sinais articulados, expressões faciais e movimentos corporais.
Língua completa que possibilita a comunicação da pessoa surda com o mundo, facilitando também sua aquisição de conhecimentos e nos processos de ensino-aprendizagem.
A Lei n°10.436/02 reconhece a Libras como forma de comunicação e expressão das comunidades de pessoas surdas do Brasil, constituindo-se como um sistema linguístico de transmissão de ideias, fatos e de natureza visual-motora específicos.
Também reconhecida como a segunda Língua oficial Brasileira.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm
A regulamentação desta Lei foi pelo Decreto n°5.626/05, visando apoiar e difundir a Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização destas comunidades surdas.
Este Decreto visa garantir o atendimento, tratamento diferenciado e adequado às pessoas surdas por meio do uso, difusão e da tradução e interpretação de Libras/ Língua Portuguesa por pessoas capacitadas.
Garante aos surdos o direito à acessibilidade na educação, saúde, nos diversos locais, bem como no apoio, uso e difusão da Libras.
Garante presença de Intérpretes de Libras em locais públicos, favorecendo a comunicação entre surdos e ouvintes, entre a Língua Portuguesa e Língua de Sinais.
A Comunidade Surda Brasileira comemora em 26 de setembro, o "Dia Nacional do Surdo" e "Setembro Azul", datas em que são relembradas as lutas históricas por melhores condições de vida, trabalho, educação, saúde, Leis, dignidade e cidadania.
A verdadeira inclusão das pessoas surdas na sociedade inicia-se no respeito à sua diferença linguística e cultural.
Lei Federal n° 8.160 de 08 de janeiro de 1991
"Art. 10. É obrigatória a colocação de forma visível, do símbolo internacional da surdez em todos os locais que possibilitem acesso, circulação e utilização por Pessoas Portadoras de Deficiência Auditiva e em todos os serviços que forem postos à sua disposição ou que possibilitem seu uso".
O alfabeto manual é conhecido também como alfabeto datilológico ou datilologia, com o qual é possível soletrar 27 diferentes letras, mais o grafema ”ç".
É utilizado para soletrar nomes próprios de pessoas ou lugares, siglas, elementos técnicos, palavras que ainda não possuem sinais correspondentes ou em algumas situações de empréstimo de palavras da língua portuguesa.