GRUPO DE PESQUISA
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Reunião na Câmara Municipal de Santo André em 15/03/2024 - Mandato do Vereador Ricardo Alvarez
Na reunião realizada em 15 de março de 2024, na Câmara Municipal de Santo André, estiveram presentes o Vereador Ricardo Alvarez e seus assessores Rodrigo Pinto e Paloma Santos, juntamente com a professora Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do projeto de extensão "Africanidades por Elas", e a mestranda Pamella Galvani, pesquisadora do mesmo projeto, ambas representantes da UFABC.
Durante o encontro foram debatidas formas de colaboração entre o projeto "Africanidades por Elas" e o mandato, que foi crucial para que se garantisse a próxima oferta da extensão, uma vez que foi o vereador Ricardo Alvarez quem viabilizou a emenda parlamentar que gerou recursos para tal.
Além disso, foi sugerida uma parceria entre o projeto "Africanidades por Elas" e os coletivos que atuam no mandato, bem como a possibilidade de serem feitas oficinas e palestras, trazendo para o projeto a Paloma e o Rodrigo, para ministrá-las.
Durante a reunião, também apresentamos ao vereador Ricardo Alvarez e seus assessores os resultados do Congresso de Educação de Santo André/ Cidade Educadora realizado de 13 a 14 de março na UFABC/ campus Santo André e outros locais, no qual o Projeto Africanidades participou com 9 palestras e 4 apresentações culturais com tema Educação Antirracista. Além disso, levamos um conjunto de livros que desconstroem pensamentos racistas, sendo sugerido e previamente acordado que conjuntos desses livros serão oferecidos por meio de uma indicação do vereador na Câmara de Santo André, para serem distribuídos nas escolas da rede, servindo como referência no lugar de outros que acabam por reforçar certos estereótipos.
Reunião na Câmara dos Vereadores em 16/03/24 - Mandato do Vereador Ricardo Alvarez
No auditório da Câmara dos Vereadores, em 16 de março de 2024, ocorreu uma reunião que abordou temas políticos relevantes para o contexto local e nacional. A roda de conversa iniciou com a apresentação dos participantes e destacou as mudanças no quadro político que impactam o mandato. Foram abordadas questões significativas como o aumento do número de suicídios de policiais e a questão da moradia com um aumento significativo de pessoas em situação de rua, indicando uma possível falha nas políticas públicas voltadas para esse tema.
Além disso, foi ressaltada a importância da participação cidadã e do debate político e a necessidade de construir uma frente política sólida para representar os interesses nossos interesses. A reunião também abordou questões relacionadas à segurança pública e à necessidade de combater discursos de ódio nas redes sociais, bem como a urgência de voltarem-se os olhares para a situação das crianças atípicas dentro das escolas. Ao final, houve uma breve fala do candidato a prefeito pelo mandato, Bruno Daniel, encerrando a reunião com reflexões sobre os próximos passos e desafios a serem enfrentados pelo grupo.
MARCO TEMPORAL
O evento promovido pela liderança indígena Jaqueline Haywa, cacica do povo Pataxó no ABC, foi uma oportunidade importante para discutir questões fundamentais sobre os direitos indígenas no Brasil. A roda de conversa sobre o Marco Temporal e o Genocídio Indígena certamente abordou temas relevantes e atuais, como a demarcação de terras indígenas e os impactos das políticas públicas sobre as comunidades tradicionais. A participação em eventos como esse pôde contribuir para ampliar o conhecimento e a conscientização sobre a realidade enfrentada pelos povos indígenas no país.
Essa realização foi uma iniciativa do mandato do vereador de Santo André Ricardo Alvarez, e contou com a presença da professora Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do projeto de extensão Africanidades da Universidade Federal do ABC.
Consciência Negra - Câmara dos Vereadores de S. André
No dia 22 de novembro de 2023, a comunidade de Santo André uniu-se para celebrar o Dia da Consciência Negra. O evento, cujo propósito principal era promover a reflexão sobre a importância da diversidade e o combate ao racismo, foi marcado por diversas apresentações artísticas e culturais que destacaram a riqueza da herança africana e afro-brasileira.
A abertura do evento foi grandiosa, com a execução do Hino Nacional pela Orquestra Sinfônica de Santo André, acompanhado pela voz da talentosa Alcidea, proporcionando uma atmosfera solene e patriótica. Em seguida, prestou-se deferência ao Hino à Negritude, precedido por discursos emocionados e carregados de vivências. Nesse momento, a mesa agradeceu a presença dos convidados, incluindo a representante do Africanidades em nome da professora Ana Maria Dietrich.
O Grupo Estrelas de Luz seguiu com uma envolvente apresentação de dança, enaltecendo a cultura e a contribuição negra na sociedade. Posteriormente, os participantes tiveram a oportunidade de assistir a um vídeo curto abordando questões relacionadas à consciência negra, oferecendo uma perspectiva informativa e reflexiva sobre a conscientização do racismo.
Encaminhando para o encerramento das atividades do dia, o Grupo Black Charck emocionou o evento com uma potente apresentação de rap, utilizando a expressão musical como meio de transmitir mensagens relevantes sobre a experiência negra, questões sociais e identidade. A Banda Chiquinha trouxe uma mistura de estilos musicais, proporcionando um ambiente festivo e animado, demonstrando a diversidade e riqueza da cultura afro-brasileira.
A Secretária do NEGRA SIM - Movimento de Mulheres Negras de Santo André encerrou o evento com a recitação do poema "Me Gritaram Negra", um poderoso discurso que ressalta a importância da identidade negra e a luta por igualdade. O evento concluiu-se com uma confraternização, proporcionando um espaço para os participantes interagirem, compartilharem experiências e fortalecerem os laços comunitários.
Celebrando os concluintes da Especialização em Educação em Direitos Humanos
É com imensa alegria e orgulho que celebramos a formação de 352 discentes no Curso de Especialização em Educação em Direitos Humanos da turma 2020/2023, 100% das vagas oferecidas pela UAB/CAPES.
Este não é um fim, mas o começo, pois cada especialista irá se transformar em semente de um mundo mais equânime em relação à classe, raça e gênero. Nós aqui, do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos/ UFABC, continuaremos na arquibancada sempre os aplaudindo em cada conquista.
Este marco representa não apenas a conclusão de um ciclo acadêmico, mas o início de uma jornada comprometida com a transformação social e a promoção dos direitos humanos. É uma alegria enorme poder vivenciar os frutos de tão árduo trabalho! Que este grupo continue a trilhar caminhos de promoção, defesa e proteção da educação em direitos humanos, transcendendo fronteiras e inspirando outros a se unirem nesse compromisso pela igualdade e justiça.
O curso iniciou com 485 estudantes em plena pandemia, sendo 350 vagas oferecidas pela UAB/ CAPES e 135 pela UFABC. Mesmo com todas as dificuldades de saúde coletiva, como de constantes retrocessos e fascismos crescentes, o curso conseguiu formar 100% das vagas oferecidas pela UAB/ Capes. Este sucesso reflete o comprometimento dos estudantes e do corpo de docentes e tutores. Com grande maioria de professores da Educação Básica, o curso reservou vagas para educadores não formais, que exercem a educação dos direitos humanos no seu ambiente de trabalho como jornalistas, escritores, intelectuais, advogados, juízes e policiais.
Os trabalhos apresentados pelos formandos são verdadeiras manifestações de seu compromisso com a causa e podem ser consultados aqui: link
Foi organizado no dia 23/06/2023 a exposição "Aprender com o passado e mudar o futuro" do Projeto Maria Felipa, em parceria com o curso de extensão Africanidades: por uma educação antirracista, na UFABC - Santo André. Nas palavras do próprio projeto:
"O Projeto Maria Felipa tem como objetivo dialogar com as mulheres negras nos territórios, em busca da valorização do seu papel na sociedade, bem como da ancestralidade africana e enfrentemento ao racismo.
Uma parceiria entre o Movimento Negra Sim, o terreiro Ilê Ba e o mandato do vereador Ricardo Alvarez, o trabalho vai registrar 21 mulheres negras, sendo sete profissionais de áreas diversas, sete lideranças de comunidade e sete mulheres de terreiro.
Serão realizadas atividades durante todo o ano de 2023, a fim de aprender e refletir a partir de histórias como a da própria Maria Felipa, que ao se libertar no século XIX liderou um grupo de 40 mulheres contra soldados portugueses no Recôncavo Baiano.
Aprender ainda com o dia 08 de março de 1991, quando jovens mulheres perderam a vida no seu espaço de trabalho, e com as mulheres negras na Conferência Mundial Contra o Racismo, de 1988, em Durban.
Além de aprender com o coletivo de mulheres pretas Negra Sim, de 1995, e que atualmente integra mulheres de vários setores, a fim de amenizar desigualdades de gênero e etnia sofridas históricamente.
E, finalmente, mudar o futuro com a perspectiva do projeto de lei Makota Valdina, que estabelece um Plano Nacional para o desenvolvimento pleno para os povos tradicionais, garante direitos específicos e busca reparação histórica para os povos de matriz africana."
Grupo EDH na II Semana de Direitos Humanos de Guarulhos
O Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos, em parceiria com o Curso de Extensão Africanidades, participou da II Semana de Direitos de Guarulhos ocorrida em outubro de 2022.
Nesta webconferência debatemos sobre as Africanidades e tivemos a apresentação do Documentário Africanidades.