HISTÓRICO
HISTÓRICO
No dia 23 de outubro ocorreu a Webconferência: A importância do livro didático, paradidático e de literatura infantil e juvenil na escola. O evento foi organizado pelo curso de educação em direitos humanos. A gravação da live permanece disponível aqui.
Inicialmente, Simone Pedersen, professora formadora do curso EDH e escritora, apresentou os participantes da Webconferência. Em seguida, André Kondo fala da sua experiência enquanto escritor. Posteriormente, o professor e escritor João Paulo Hergesel traz sua experiência no mundo literário e apresenta suas obras que tratam da representatividade.
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 18 de setembro ocorreram as apresentações dos trabalhos de conclusão de curso de um grupo de alunos, da especialização Educação em Direitos Humanos. Dentre eles, houve o trabalho do aluno Salvador Loureiro Rabelo Junior cujo título é "O sujeito transexual e a sua relação com o judiciário em processo de mudança de registro civil". O trabalho de conclusão é um relato do Salvador Loureiro sob seu ponto de vista enquanto psicólogo judiciário do tribunal de justiça de São Paulo, ele apresenta um processo cuja matéria versava sobre a mudança do nome no registro civil. A estranheza no episodio ocorre pois a alteração no nome do registro de nascimento já é um direito assegurado por lei.
No dia 18 de setembro ocorreram as apresentações dos trabalhos de conclusão de curso de um grupo de alunos, da especialização Educação em Direitos Humanos. Dentre eles, houve o trabalho do aluno Rafael Teixeira de Oliveira cujo título é "A diversidade escolar na implementação do currículo da cidade de São Paulo".
O trabalho de conclusão é um relato de uma reflexão sobre a importância de considerar a individualidade de cada aluno.
No dia 18 de setembro ocorreram as apresentações dos trabalhos de conclusão de curso de um grupo de alunos, da especialização Educação em Direitos Humanos. Dentre eles, houve o trabalho da aluna Monica Aparecida Campos cujo título é "Identidade de gênero e a cultura escolar"
O trabalho de conclusão é o relato de um projeto que surgiu com a necessidade de combater comportamentos transfobicos. No ano de 2016, ao lecionar no ensino fundamental, a professora percebeu que um de seus alunos era alvo da transfobia. Com o intuito de acolher esse aluno e posteriormente evitar uma evasão escolar, ela passou a discutir os conceitos de sexo biológico, identidade de gênero e sexualidade.
No dia 18 de setembro ocorreram as apresentações dos trabalhos de conclusão de curso de um grupo de alunos, da especialização Educação em Direitos Humanos. Dentre eles, houve o trabalho da aluna Sandra Gonçalves dos Santos Meneguzzo cujo título é "Assembleias escolares: aprendendo democracia".
O trabalho de conclusão é um relato de um projeto desenvolvido no período de 2015 a 2017. Com a necessidade de minimizar conflitos entre os alunos Sandra, na época coordenadora pedagógica, propôs que os professores estudassem a construção do juízo moral, segundo Jean Piaget, para que posteriormente levassem a discussão para toda a equipe escolar. Os professores, por sua vez, propuseram a criação de um conselho mirim no qual os alunos, por meio de um representante, poderiam expressar democraticamente suas opiniões em relação ao funcionamento do ambiente escolar.
No dia 18 de setembro ocorreram as apresentações dos trabalhos de conclusão de curso de um grupo de alunos, da especialização Educação em Direitos Humanos. Dentre eles, houve o trabalho da aluna Michelle Corelli Inhuma cujo título é "Os relatórios de gestão e observatório como instrumentos de sensibilização e promoção das políticas públicas em direitos humanos em Guarulhos".
O trabalho de conclusão é um relato de um projeto que acompanha a elaboração de relatórios por meio das subsecretárias da acessibilidade e inclusão, da diversidade, de idosos, de igualdade racial, da juventude e das mulheres, na prefeitura de Guarulhos, para a promoção de politicas públicas.
Imagem da coleção "Educação em direitos humanos: narrativas e linguagens", publicada no ano de 2020.
No mês de setembro a Universidade Federal do ABC através do curso de especialização Educação em Direitos Humanos concedeu às instituições UniCEU São Rafael, UniCEU Alvarenga, UniCEU Jaçanã, UniCEU Pêra Marmelo, UniCEU Meninos e UniCEU Parque Bristol uma seleção de títulos publicados pela editora da UFABC.
Dentre os títulos doados estão: a coleção "educação em direitos humanos: narrativas e linguagens"; e as obras "artes, diversidades e afins", "direitos humanos no chão da escola", "educação em direitos humanos: aproximações teóricas e experiências didáticas, contribuições do Brasil e da Catalunha", "Educação, Ética e Regime militar no Brasil", "Batuclagem: A lenda das Iaras e outros contos", "educação em direitos humanos: narrativas negras" e a obra "Neblina sobre trilhos: causos, contos e cliques da Vila Ferroviária de Paranapiacaba". Todas as produções são fruto da organização de professores e pesquisadores vinculados ao curso EDH.
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece aqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 11 de setembro ocorreu a Webconferência: Memória, Africanidades e Direitos Humanos. O evento foi organizado pelo curso de educação em direitos humanos. A gravação da live permanece disponível aqui.
Inicialmente, Célia Cassiano, que possui titulo de doutorado em educação pela PUC, apresentou as participantes da Webconferência.
Em seguida, a professora Maria Helena Bertolini, que possui pós-doutorado em educação pela USP, apresentou sua fala que tratou da história da região de Perus, buscando trazer à memória coletiva os pormenores que constituem o bairro. Posteriormente, a Professora Silmar Leila, que é discente do curso EDH, discutiu a questão da história pública e os direitos humanos. A acessibilidade foi feita pelos interpretes de libras Djessy Brandão e Aluísio Araujo.
No dia 04 de setembro de 2021, ocorreu a aula inaugural "Africanidades: Ciência, cultura e história". O evento foi promovido pelo Projeto de Ensino, Pesquisa e Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidades da UFABC juntamente às escolas da Rede Municipal de Ensino da Região de Perus, Taipas e Rincão. Com o início das aulas daremos continuidade na luta antirracista que é tão necessária em nosso meio.
Inicialmente, houveram atividades culturais promovidas pela educadora, atriz, figurinista e aderecista Vera Luz e pelo Professor Marcos Costa. A artista trouxe a esquete Histórias de Bambusche, que faz parte do espetáculo Zumbi em Preto e Branco (Floriano Barbosa, 1998). Em seguida, Vera Lúcia declamou o poema "Gritaram-me negra" escrito pela poeta peruana Victoria Santa Cruz. Além disso, foi exibido o curta "Vidas negras importam", dirigido por William Martins. Marcos Costa apresentou músicas de sua autoria dedicadas ao projeto Africanidades.
Posteriormente, houve uma mesa de diálogo que contou com a presença dos seguintes palestrantes:
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich: educadora, professora adjunta da UFABC e coordenadora do Projeto de Extensão em Africanidades (UFABC), do Grupo de Pesquisas e da Especialização em Educação em Direitos Humanos (UFABC/CNPq/UAB/CAPES).
Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos: educadora, professora da Prefeitura de São Paulo, tutora e docente no Curso de Especialização em Educação em Direitos Humanos (UFABC) e também no Curso de Extensão em Africanidades (UFABC).
Profa. Me. Márcia Cordeiro Moreira: educadora, professora da Educação Básica e do Ensino Superior e Supervisora Escolar da Diretoria Regional de Educação Pirituba (São Paulo, SP).
Profa. Esp. Osmarina Aparecida Borges: educadora, professora da Educação Básica e Coordenadora Pedagógica na EMEF Prof. Enzo Antônio Silvestrin (São Paulo, SP).
No dia 03 de setembro de 2021, ocorreu a aula inaugural "Africanidades: Ciência, cultura e história". O evento foi promovido pelo Projeto de Ensino, Pesquisa e Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidades da UFABC juntamente com a Subsecretaria de Igualdade Racial da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do município de Guarulhos. Com o início das aulas daremos continuidade na luta antirracista que é tão necessária em nosso meio.
Inicialmente, houveram atividades culturais promovidas pela educadora, atriz, figurinista e aderecista Vera Luz. A artista trouxe a esquete Histórias de Bambusche, que faz parte do espetáculo Zumbi em Preto e Branco (Floriano Barbosa, 1998). Em seguida, Vera Lúcia declamou o poema "Gritaram-me negra" escrito pela poeta peruana Victoria Santa Cruz. Além disso, foi exibido o curta "Vidas negras importam", dirigido por William Martins.
Em seguida, houve uma mesa de diálogo composta pelos seguintes participantes:
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich: educadora, professora da UFABC e coordenadora do Projeto de Extensão em Africanidades (UFABC), do Grupo de Pesquisas e da Especialização em Educação em Direitos Humanos (UFABC/CNPq/UAB/CAPES).
Prof. Me. Marcos Costa: educador, músico, escritor, assistente social e professor do Curso de Extensão em Africanidades: Ciência, Cultura e História (UFABC).
Profa Ma. Júlia Alice Vila Furgeri: educadora, professora do Curso Africanidades e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Educação em Direitos Humanos (UFABC/CNPq).
Prof. Anderson Guimarães: fisioterapeuta, gestor de projetos e programas sociais, Subsecretário Direitos Humanos - Igualdade Racial Presidente do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Guarulhos.
No dia 14 de Agosto de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a apresentação cultural: pretinha adormecida. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, a idealizadora da peça Ivone Dias Gomes, que é formada em licenciatura em teatro, pós-graduanda em Educação em Direitos Humanos, fundadora da Cia Dois Ventos (2016) e do Coletivo Njinga (2019), apresentou-se.
No dia 14 de Agosto de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Sessão temática: homenagem a mulher negra, latino americana e caribenha. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, a mediadora Lúcia Helena, que é Doutora em "Teorias da Literatura e Representações Culturais" pela Universidade Federal de Juiz de Fora e Mestre em Letras PUC/MG e Docente do EDH/ UFABC, iniciou a sessão temática.
Em seguida, a palestrante Rute Rodrigues dos Reis, que é Doutora em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Mestre em Educação: História, Política, também pela PUC/SP, faz sua apresentação cujo título é "as lutas das mulheres negras: narrativas do nosso tempo".
Por fim, houve um momento no qual a Prof. Rute Reis dedicou-se a responder às perguntas enviadas pelos telespectadores da sessão temática.
No dia 20 de Fevereiro de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Sessão temática: Os direitos humanos em dialogo com a população LGBTQIA+. O encontro está disponível aqui.
O evento contou com a mediação da Profa. Msa. Soraia Costa. No primeiro momento, apresentou-se os participantes da sessão.
Inicialmente, Lucivânia Lima, que é assistente social e cursista do EDH, discutiu sobre a temática da transexualidade, apresentando e definindo aos cursistas os conceitos: identidade de gênero, expressão de gênero, sexo biológico e orientação afetivo-sexual .
Em seguida, o Prof. Dr. Toni Reis, que é diretor da aliança nacional LGBTQIA+, apresentou sua fala que discutiu os avanços e desafios no enfrentamento à LGBTfobia.
Posteriormente, o Prof. Dr. Welton Barbosa Santos, que é professor adjunto da Universidade Federal do Ceará, discutiu sobre masculinidades não normativas, vulnerabilidade e suicídio.
Em outro momento, a prof. Luana Molina, que é doutora em educação e mestra em história social, discutiu sobre sua experiência de pesquisa educacional vivida em Mocha Celis em Buenos Aires na Argentina. A pesquisa consistiu em conhecer sob vários aspectos a primeira escola do mundo dedicada à população transexual.
No dia 13 de Março de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Webconferência: Orientações para o TCC. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, o mediador Marcos de Almeida Costa, que é pesquisador no projeto Africanidades, apresentou os palestrantes da Webconferência. Em seguida, Ivan Fernandes, que é professor do curso EDH, do bacharelado e da pós-graduação em politicas públicas da UFABC, fez sua apresentação que discutiu sobre cidadania, democracia, desigualdade social e finalmente, democracia.
Posteriormente, Guilherme Antônio, que é professor e doutor em direito pela USP, fez sua explanação sobre a temática dos direitos humanos na era da fragmentação. Por fim, Luis Fernando Baracho, que é mestre em direito pela USP, discutiu sobre direitos humanos e desenvolvimento econômico.
No dia 26 de Junho de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Webconferência: Direitos humanos no campo e na cidade. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, Priscila de Oliveira, que é discente do curso EDH, professora na PMSP e pesquisadora do projeto Africanidade, trouxe informações a respeito dos organizadores da Web e apresentou os palestrantes.
Posteriormente, o Prof. Artur Zimerman, professor do curso EDH, do bacharelado e da pós-graduação em políticas públicas, fez sua apresentação que deteve-se em discutir os direitos humanos no campo.
Por fim, Allana Lima dos Santos, que é mestra em políticas públicas, em sua apresentação conceituou o que é os direitos humanos na cidade e fez uma explanação sobre o caso das unidades de policia pacificadoras (UPP's) no Rio de Janeiro.
No dia 22 de Maio de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Webconferência: Diversidade, identidades e práticas educativas. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, o mediador Francisco Oliveira Scaquetti, que é integrante do grupo de pesquisas do grupo EDH, comentou brevemente sobre o projeto Africanidades e em seguida, apresentou as palestrantes.
A primeira apresentação foi feita pela Profa. Cecilia de Oliveira Prado, que é professora do curso EDH. Cecilia discutiu sobre a diversidade de identidades, contrariando a normalidade atribuída à imagem do homem, branco e heterossexual.
Posteriormente, Elaine Cristina Lindolfo, que é uma profissional da psicopedagogia, apresenta sua fala cujo titulo é "o diálogos acerca das coisas da vida". Elaine inicia o dialogo partindo das ideias de seus ídolos: Ailton Krenak, Elza Soares e Emicida.
A equipe do curso de Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos
No dia 13 de Março de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Webconferência: Orientações para o TCC. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, a Profa. Ana Maria Dietrich, coordenadora da pós graduação educação em direitos humanos da UFABC, fez sua apresentação.
Em seguida, Silmar Leila, doutora e mestra em Educação pela PUC de São Paulo, professora de história na Educação Básica e pesquisadora do Grupo de Direitos humanos e Africanidades, apresentou sua fala.
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 17 de Abril de 2021, o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos realizou a Webconferência: Direitos Humanos e o Projeto Pedagógico da escola e organizações. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, Silmar Leila, doutora e mestra em Educação pela PUC de São Paulo, professora de história na Educação Básica e pesquisadora do Grupo de Direitos humanos e Africanidades, apresentou o curso de pós-graduação Educação e Direitos Humanos e seus projetos.
Em seguida, a Profª Drª Cristina Miyuki, Profª Formadora do EDH e Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, apresentou sua fala sobre a temática abordada.
Pouco Depois, Tatyane Estrela, pesquisadora do Grupo de Pesquisa EDH da UFABC e da temática LGBTQIA +, apresentou sua perspectiva sobre o tema. Por fim, as palestrantes responderam perguntas enviadas pelos ouvintes.
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 06 de Fevereiro de 2021 foi organizada pelo Curso de pós-graduação em direitos humanos a Webconferência Educação em Direitos Humanos: Construção e Aprendizagem. O encontro está disponível aqui.
Inicialmente, Viviane Soares, Membro do grupo de pesquisa de Educação e Direitos Humanos e vencedora do 1º Prêmio de Educação em Direitos Humanos da UFABC, apresenta informações sobre os projetos promovidos e vinculados ao curso de especialização e em seguida, disserta sobre seus projetos.
Logo após, o Prof. Dr. Vinicius Albino de Freitas, Professor da Pós-graduação Educação em Direitos Humanos e do Bacharelado de Economia da UFABC, Bacharel em Relações Internacionais, Mestre e Doutor em Relações Internacionais e Desenvolvimento pela UNESP e Pesquisador do mestrado em Políticas Públicas da UMC, apresenta sua perspectiva sob o olhar da relação e do direito internacional.
No dia 18 de Dezembro de 2020 a Universidade Federal do ABC promoveu a live Educação em Direitos Humanos: a utopia que movimenta. O encontro faz parte da programação da II semana dos direitos humanos e está disponível aqui.
A organização da mesa foi fruto de uma parceria entre o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos da UFABC, o Projeto de Extensão Africanidades da UFABC, o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania de Marília da UNESP e o Núcleo de Educação em Direitos Humanos da UCSAL.
Inicialmente, Simone Pedersen apresentou os participantes da live. Em seguida, a Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, Docente do curso de Bacharelado de Ciências e Humanidades e Coordenadora da Pós Graduação Lato Sensu: Educação em Direitos Humanos da UFABC, discorreu sobre educação em direitos humanos e o direito à memória. Logo após, a Profª Drª Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti, Docente dos Programas de Pós Graduação na UFBA e Coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Educação e Direitos Humanos da UCSAL, traz a sua perspectiva sobre a temática.
E mais adiante, o Prof Dr Wilson Roberto Batista, Docente do curso de Pós Graduação Lato Sensu de Educação em Direitos Humanos da UFABC, diretor de escola de ensino infantil da rede municipal de Marília e membro dos grupos de pesquisa Núcleo de Gênero e Diversidade na Educação (NUDISE) e História Política e Contemporânea (UFMT), apresenta sua fala dissertando sobre a educação infantil. Ao final das palestras os convidados responderam perguntas enviadas pelos ouvintes da live. Por fim, realizou-se o lançamento da Coleção Educação em Direitos Humanos: Narrativas e Linguagens. (Letra e Voz, 2020).
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 16 de Dezembro de 2020 a Universidade Federal do ABC promoveu a live Africanidades e as Narrativas de Luta e Militância: Mulheres Negras pelos Direitos Humanos. O encontro faz parte da programação da II semana dos direitos humanos e está disponível aqui.
A organização da mesa foi fruto de uma parceria entre o curso de pós-graduação Educação em Direitos Humanos da UFABC, o Projeto de Extensão Africanidades da UFABC, o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania de Marília da UNESP e o Núcleo de Educação em Direitos Humanos da UCSAL.
Inicialmente, Marineusa Medeiros, que é Secretária Municipal de Educação de São Paulo e atuante na Comissão Africanidades da UFABC, apresentou informações sobre o curso de especialização em Direitos Humanos e os projetos promovidos e vinculados a ele, como o projeto africanidades. Em seguida, Suane Brazão, que é docente do curso Africanidades da UFABC, atriz, dançarina, cantadeira, arte-educadora e quilombola, apresentou sua fala sobre as narrativas invisibilizadas da Amazônia quilombola.
Pouco depois, Maria Tereza, que atua como articuladora na Frente Estadual pelo desencarceramento em Minas Gerais, apresentou sua perspectiva sobre o encarceramento massivo da população negra e periférica. Logo após, Mabel Freitas, que é Doutora em Difusão do Conhecimento pela UFBA e integrante do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade UCSAL, discorreu sobre a temática.
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 21 de novembro de 2020 foi promovida pelo curso de Educação em Direitos Humanos a Webconferência que discutiu a relevância da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU. Disponível aqui.
Inicialmente, a Profa. Dra. Lúcia Helena da Silva Joviano trouxe informações sobre o curso de especialização em Direitos Humanos e os projetos promovidos e vinculados a ele.
Em seguida, Prof. Dr. Alfredo Salun, que é Professor da Pós-Graduação Educação em Direitos Humanos UFABC, trouxe sua pesquisa que trata das circunstâncias que culminaram na criação da Declaração dos Direitos Humanos.
A equipe do curso Educação em Direitos Humanos agradece a presença de todos que acompanharam a live e daqueles que acompanham cotidianamente os nossos projetos.
No dia 13 de novembro de 2020 foi promovido pelo Curso de Educação e Direitos Humanos juntamente com o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania de Marília a Live que tratou do tema "Soberania Alimentar”, ela está disponível aqui. Essa é a terceira live da série feita em parceria com o UDHUC Marília.
Inicialmente, Francisco Oliveira apresentou o tema e o projeto de parceria entre os núcleos de pesquisa. Em seguida, Newton Gomes que é professor de pós-graduação na Universidade de Brasília e pesquisador da rede de consumo e comercialização discute as vicissitudes e contenciosidades da temática partindo de uma abordagem sobre consumo e a comida, especificamente sobre as naturalizações feitas por nós ao consumirmos esses produtos.
Posteriormente, Júlia Furgeri que é mestranda na área de história da ciência e pesquisadora no grupo Educação em Direitos Humanos apresenta sua fala delimitando uma perspectiva histórica com o intuito de enxergar os avanços ou retrocessos no que se refere à temática abordada.
No dia 31 de outubro de 2020 ocorreu a aula magna do Curso de Educação em Direitos Humanos cujo tema tratado foi “Pensando em uma educação emancipadora”. A aula foi veiculada pelo canal do Youtube do curso e está disponível aqui.
Inicialmente, a Profa. Dra. Ana Maria Dietrich que é uma das coordenadoras do EDH trouxe informações sobre os projetos promovidos e vinculados ao curso de especialização.
Em seguida, um dos nossos convidados, Padre Júlio Lancellotti que é Pedagogo e principalmente, atuante na luta pelos direitos dos moradores de rua, - ele acompanha a vida dessas pessoas há mais de 30 anos - , traz seus pensamentos e experiências relacionados ao tema abordado.
Logo após, a nossa convidada, a Profa. Mestra Deise Benedito que é Especialista em Relações raciais, gênero e segurança pública e ex-perita do mecanismo nacional de prevenção e tortura traz sua perspectiva sobre a educação emancipadora.
Retrato do padre Júlio Lancelotti durante distribuição de alimentos na Paróquia São Miguel Arcanjo, no bairro da Móoca (Foto: Ricardo Matsukawa/UOL)
Deise Benedito na câmara dos deputados (Reila Maria/Câmara dos Deputados Fonte: Agência Câmara de Notícias
Publicado pela editora UFABC, o livro Memória dos paladares: Entre Sabores e Saberes, organizado pela Doutora Ana Maria Dietrich, foi oficialmente lançado no dia 17 de Novembro, no decorrer no II Seminário Internacional de Educação e Direitos Humanos, que contou com a presença de duas de suas grandes autoras, Doutora Ana Maria Dietrich e Silvia Helena Passareli.
O projeto criado em 2011, tem como principal objetivo, identificar as mudanças e o impacto sociocultural que ocorreram nos bairros da UFABC depois de sua construção. Buscando, conduzir lembranças e sensações que somente a comida pode oferecer para diferentes grupos e histórias.
Com o decorrer dos anos, o projeto tomou novas vertentes, em 2012 com a inauguração da cozinha Laboratório (Torre 3, bloco A, 7º Andar), que visa atividades socioculturais tanto para o público interno quanto externo. Sem demora, em 2013 ocorreram atividades como preparo de receitas, atividades artísticas, rodas de memórias, workshops, oficinas que se relacionavam a tese do projeto.
A partir de desse projeto, o livro foi elaborado. Sendo separado em cinco partes, que se distribuem entre: metodologia, história de moradores de Santo André, história da cidade e alguns pontos relevantes como dados da população, narrativas de estudantes e moradores da cidade relacionas as memórias gustativas, e por fim receitas de moradores da cidade e estudantes da universidade.
O livro não só busca unir e resgatar lembranças por meio do paladar, ele leva a trocas de experiências e conhecimentos, abrangendo ilustrações da cidade e fotos da Universidade. Além do poema de Cecília Meireles, O olho.
ORGANIZAÇÃO
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC)
AUTORES
Aline Zabinski, Andrea Paula dos Santos Kamensky, Ana Maria Dietrich, Cynthia Christina Ziviani, João Vitor Carvalho de Melo, Karina Vieira dos Santos, Mariana Pereira, Plínip Zornoff Táboas e Silvia Helena Passarelli.
Na tarde do dia 24 de Outubro de 2019 o Curso de Especialização Educação em Direitos Humanos/ UFABC realizou, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos de Guarulhos, o Pré-Fórum de Educação em Direitos Humanos na Universidade Federal do ABC.
O Pré-Fórum contou com a presença da Coordenadora do Curso Educação em Direitos Humanos, Ana Maria Dietrich, do Vice Pró-Reitor de Extensão e Cultura da Fundação Universidade Federal do ABC, Evonir Albrecht, da Técnica da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, Marineusa Medeiros, do Subsecretário de Igualdade Racial de Guarulhos, Anderson Guimarães, do Representante da Secretaria de Direitos Humanos de Guarulhos, Fernando de Oliveira Viera e do Vereador de São Bernardo do Campo José Luís Ferrarezi.
O Pré-Fórum foi organizado para se fazer um levantamento de propostas e planejamento a serem discutidos no II Fórum de Direitos Humanos de Guarulhos, que irá ocorrer dia 10 de Dezembro.
O evento sobre educação foi dividido em seis sala temáticas, de Educação ambiental, Educação étnico-Racial, Educação e gênero, Educação não formal, Educação inclusiva e Educação básica.
O Projeto Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade recebeu o convite do Sesc de Santo André para realizar uma oficina sociocultural cujo tema versasse a matemática nas culturas africanas. A oficina foi realizada no dia 12 de outubro, dia das crianças e o tema foi: O pensamento matemático na cultura africana a partir da música. A oficina foi realizada por uma pesquisadora do Projeto Nínive Caetano da Silva, conhecida como Nínive Wezza e pela professora de artes, música e escritora membra da Academia de Letras, Alcidea Miguel.
De forma a africanizar o ambiente, a professora Alcidea Miguel trouxe alguns instrumentos africanos, tais como tambores, ganzás, e para atrair o público, realizamos uma roda africana e em seguida, transmitimos vídeos de músicas tradicionais africanas, confira as fotos abaixo.
A oficina contou com 20 participantes, o público era bastante variado, desde crianças menores de 7 anos que convocavam os pais/mães a participar da oficina, atraídas pelos vídeos, ou pela roda africana. Mas a maior participação foi do público infanto-juvenil. Houve também uma participação do público adulto inclusive dos banhistas do Sesc que foram arrebatados (as) pelas energias africanas em trânsito.
Figura 1: Á esquerda Professora Nínive Wezza e à direita, Professora Alcidea Miguel.
Figura 2: Participantes experienciando o tambor antes de iniciar a oficina.
Figura 3: Senhor Moacir, esposo da professora Alcidea procura entreter as crianças antes do início da oficina.
Figura 4: Participantes experienciando o ganzá feito com embalagem de leite fermentado.
Figura 5: Roda africana realizada com os (as) participantes da oficina.
Figura 6: Vídeo musical do Masaka Kids Africana, um projeto educacional do Uganda que visa legitimar o empoderamento das crianças a partir da dança
Figura 7: Houve pessoas que estavam na piscina e quando ouviram da oficina, interromperam o banho de sol para prestigiar a cultura de nossos e nossas ancestrais.
Figura 8: Na primeira parte da aula houve uma pequena explanação teórica, com a Professora Nínive sobre a cultura ancestral yorubá e como a geometria é utilizada para construir instrumentos para emitir diferentes sons.
Figura 9: Professora Alcidea conceituando as relações matemáticas na partitura, que é de caráter, universal.
Figura 10: Na segunda parte da aula, os (as) participantes construíram instrumentos africanos. Os materiais foram levados pelas professoras da oficina e cada participante poderia escolher qual instrumento gostaria de confeccionar. A maioria preferiu tambor.
Figura 11: Professora Alcidéa conceituando o pau de chuva, instrumento de percussão utilizado por muitos povos
Figura 12: Quando um olhar diz mais do que um texto escrito!
No último dia do evento Africanidades, o músico, Alagbê Renato e sua esposa Andreza Tanimoto realizaram uma oficina de percussão para os cursistas do Africanidades. Cada cursista trouxe um instrumento de casa: chocalho, xequerê, agogô, bongô, batá, reco-reco, mini tambor, caxixi, etc. Na vivência eles trocavam de instrumentos, compartilham a música enquanto Alagbê comanda uma batida com seu atabaque.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
Os criadores do Coletivo Amazonizando, Suane Brasão e Ivamar Santos, estiveram presentes nos momentos finais do Africanidades 2019, promovendo uma aula interessante sobre a Amazônia e um grande batuque por toda a universidade. A Aula do coletivo possuia temas variados envolvendo o continente Africano e a Amazônia.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões
étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
Em uma das últimas fotos tiradas durante a aula, podemos ver com o amor e a união andam juntos com esse curso, a vista é do sétimo andar da 3ª torre do bloco A da UFABC Campus Santo André e é possível ver, perfeitamente, um coração formado.
O coração Africanidades
UBUNTU! - EU SOU PORQUE NÓS SOMOS
Na nossa última aula do Africanidades, a Professora Kiusam de Oliveira, da Universidade Federal do Espírito Santo promoveu um debate sobre o racismo estrutural presente na sociedade, trazendo assuntos como padrões de beleza e as características físicas negras que desde crianças, sofrem racismo.
A aula foi um grande debate entre todos os cursistas, falando sobre o racismo na educação básica, como está enraizado no nosso cotidiano as situações racistas e as formas que temos para quebra-lós e enfrentarmos.
Esse é o objetivo do curso Africanidades, é ajudar professores a combater o racismo em sala de aula, como lidar com situações de racismo com alunos pequenos.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questõesétnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
A Rede Africanidades surgiu em 2018, durante a primeira edição do projeto e foi a partir dela que nossa feira foi criada. Obras de artes, livros, apresentações artísticas. Durante o quinto encontro do Africanidades 2019 (14/09/2019), foram apresentados os contadores de história, capoeiristas, musicistas, atores e artesãos.
Alexandra Sobral é uma contadora de história e possui Graduação em Pedagogia pelo Centro Universitário Assunção (2008) e Pós Graduação Lato Sensu realizada na faculdade Campos Elíseos (2017); Curso de extensão no Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento pela Universidade Federal de São Paulo-UNIFESP; Atualmente servidora pública na Secretária Municipal de Educação de São Paulo. Buscando suas raízes ancestrais, atualmente é contadora de história e vem se aprofundando nos estudos para educação para relações étnica raciais.Participou no desenvolvimento de Projeto de Inclusão Sociocultural em Parceria a Pinacoteca do Estado de São Paulo; Participou em espaços de controle social como: Fórum Estadual e Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente – SP, Executiva Fórum Regional de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente - Região Sé - SP.
Silmara Cardoso De Lima iniciou a divulgação de sua escrita em 1998 com a produção de zines de Hip Hop. Atuou como articuladora cultural organizando encontros de fanzineiros, festivais de Hip Hop e eventos como o Dia da Cabeça Preta. Como MC, fez parte dos grupos de rap Culturalmentes e Amandla. Atuando na educação básica há dez anos, desenvolve projetos voltados à reeducação das relações étnico-raciais. Desde 2015, é professora de Educação Infantil na Rede Municipal de São Paulo.Graduou-se em Ciências Sociais (Fundação Santo André) e Pedagogia (Universidade Federal de São Paulo). Na UNIFESP, iniciou seu percurso como pesquisadora, investigando sobre a representação de negros e indígenas em livros didáticos de História.
Julia Oliveira 39 anos de Magísterio, formação em Pedagogia, Filosofia e Pós-Graduação em Psicopedagogia – PUCSP. Pós Graduação em Docência do Ensino Superior, Gestão Pública, Contação de História. Vários cursos de especialização entre eles: A Invisibilidade da população negra no Brasil – UFABC – Literatura e Africana. Certificado de honra Educadora nota 10 – Sendo Colocado entre os 100 melhores projetos do Brasil – Projeto Vidas que contam Histórias
Prêmio: Professor em Destaque no munícipio de São Paulo 2013
Prêmio: Professor Emêrito do Município São Paulo 2014
Érica Monteiro é graduada em Artes Plásticas com LEA Plena pela Fundação Armando Álvares Penteado e UNAR - Centro Universitário de Araras, Licenciatura em Arte (1987 e 2009). Graduada em Pedagogia Plena pela Faculdade Brasil - Polo FAMOSP- (2016). Pós-Graduação na Universidade Federal Fluminense – UAB- POLO CEU JD PAULISTANO- especialização Lato Sensu em Planejamento Implementação e Gestão de Ensino a Distância (2017).
Jonas Alves Barreto (Podrão) formado em Educação Social pelo Programa de Qualificação Profissional Básica – QB Fic promovido pelo Centro Paula Souza de Educação tecnológica Paula Souza – Ufiec.Como eletricista de evento, manutenção e construções, vem desenvolvendo um trabalho em grupos em atividades multidisciplinares para o público de todas idades e classe social, Cultura e LGBTQI+. Antigo conselheiro do CEU das artes de Francisco Morato SP.
Marcio Soares, músico, compositor, arranjador e escritor. Formado bacharel em música erudita (violão) pela Universidade Cruzeiro Do Sul. Foi Professor de Arte pela Secretaria De Educação do Estado de São Paulo. Atualmente trabalha como educador social no Centro Cultural Afro brasileiro Francisco Solano Trindade.Atualmente trabalha na obra "José Flores, um Herói dos Brasis", como escritor. Trata-se de uma obra fictícia ancorada no processo histórico civilizatório do Brasil, sob pesquisa extraída de variadas obras científicas, dentre elas; "O Povo Brasileiro" de Darcy Ribeiro, "Os Sertões" de Euclides da Cunha, "Visão do Paraíso de Sérgio Buarque de Holanda, dentre outras.
Professor formado de capoeira e percussão.
Formado em Licenciatura e Bacharelado no curso de Educação Física no Centro Universitário Uniitalo. Cursou até 4º semestre em Serviço Social no Centro Universitário Uniitalo. Pós graduado em Psicologia Social – Unisa Campus II. Pós graduado em Saúde Mental e Atenção Psicossocial – Estácio Radial Pós graduado em Direitos Humanos e relações étnicos sociais – IBF. Realiza atividades culturais através de oficinas de capoeira, maculelê, samba de roda e musicalização.
Maria Virginia André Cresta é professora de Educação Física com especialização em Arte, professora de Dança, pesquisadora de Ancestralidade Africana e Indígena, sambista, destaque da escola de samba Mocidade Alegre. Atualmente ministra aulas na Prefeitura do Estado de São Paulo. Desenvolve o projeto: Educação para Diversidade: Negrópolis, Muriquinhos e Curumins na ciranda das Leis 10.639/03 e 11.645/08; novos olhares sobre dança, Mitologia, folclore e comunidade. Com seus alunos da EMEF "GAL. PAULO CARNEIRO THOMAZ ALVEZ"
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
Aristas recebendo homenagens do Africanidades pela Professora Ana Maria Dietrich, Ninive Caetano e Thaigo Pestana
UBUNTU - EU SOU PORQUE NÓS SOMOS
O quinto encontro do Africanidades, realizando no dia 14/09/2019 contou com a presença do Professor Paulo Inácio Coelho da Rede do Cuidado, que promoveu uma aula com brincadeiras, músicas e danças.
O objetivo da aula era centrado na vivência das práticas culturais colaborativas, como desconstruir a competitividade como uma prática natural e ajudar no crescimento de uma ação cultural cooperativa entre as crianças e de maneira acessível, mostrar os temas dos Direitos Humanos, até mesmo para crianças.
As brincadeiras realizadas foram feitas em duplas ou em grupos, a primeira envolvia dança, onde cada grupo seguia um comando feito através da musica, a segunda foi uma versão diferente da brincadeira conhecida como passa anel, a terceira brincadeira foi feita em dupla, onde ao mesmo tempo, eles tinha, que pegar um pedaço de tecido do chão olhando um para o outro, não podia olhar par ao cão.
A quarta e última brincadeira foi a dança entre todos, a chamada umbigada que promoveu um momento de alegria e união de todos os cursistas
A Rede Africanidades surgiu em 2018, durante a primeira edição do projeto e foi a partir dela que nossa feira foi criada. Obras de artes, livros, apresentações artísticas. Durante o quarto encontro do Africanidades 2019 (31/08/2019), apresentamos os autores que expõem seus livros na nossa feira.
Autores recebendo uma homenagem da professora Ana Maria Dietrich em nome do Africanidades
Sophia Aloha é formada em artes cênicas bacharelado pela ECA/USP atuando como atriz, professora de teatro para todas as idades, produtora e contadora de histórias. Geralmente escreve e adapta peças teatrais para uso pedagógico. Trabalhou como treinadora de comunicação oral e escrita para empresas e profissionais livres, destacando-se o trabalho na Apami de Itatiba durante seis anos, onde foi idealizadora do projeto “Jovens Brilhantes”, formando equipes de trabalho com o objetivo de manter no ar um blog feito apenas pelos alunos sobre temas concernentes à diversidade étnica, cultural e de gênero. Foi esse trabalho que a motivou a lançar a obra de literatura fantástica “Oyá e os Escolhidos” em novembro de 2017 em Lisboa, com uma pré-venda de 200 exemplares. Participou ainda em 2018 da Bienal do Livro, da Feira do Livro de Lisboa e da I Amostra Cultural Entre Nós na Funarte. Em 2019 foi selecionada para participação no Primeiro Festival Literário da UFABC que a trouxe para este maravilhoso antro de pensadores e guerreiros da educação e da representatividade negra. O livro Oyá tem em seu fazer a busca pela nossa ancestralidade negra e sua valorização.
Alcidéa Miguel de Souza, Nasceu em Vitória (ES) em 1962. Formada nos cursos de Artes e Música. especializada em Artes, Educação e Cultura. É professora de educação infantil à ensino médio, saxofonista formada pela Fundação das Artes em São Caetano do Sul (SP), estudou regência, violão, violino e canto. É conferencista, cantora, regente de coros, atriz, modelo, contadora de histórias, autora e escritora.Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (Cadeira 25) Vinicius de Moraes. É autora dos Livros “Ainda há tempo para a esperança”, “Ser Mulher” (Editora Scortecci), do livro Infantil : “Eu também chorei na escola”(Editora Giostri) ‘Cadernos Negros”, “O artista é você”, CD Solo “Mais que Maravilhoso.” Escreve antologias, romances, poemas, contos para público infantil e adulto, somando um total de 14 obras. No ano de 2019 lançou suas obras em Portugal e Estados Unidos. Tem se apresentado em eventos nacionais e internacionais ministrando cursos e palestras sobre temas literários e musicais. Possui artigos e entrevistas sobre diferentes temas veiculados em revistas, televisão e jornais.
Francisco Guilherme é natural de Santo André- SP, formado em Geografia pela Fundação Santo André e pós graduado (especialização) em "Formação de Professores de Ensino Superior" pelo IFSP( Instituto Federal de São Paulo). Em 2009, foi colunista do blog Contemporartes. Entre 2008 e 2012, foi ator amador de teatro em Santo André. Poeta desde os 14 anos, só conseguiu lançar seu primeiro livro, intitulado "Rascunhos de Um Vendaval", em 2018, durante a "Semana Municipal de Literatura de Santo André. Atualmente, é geógrafo da prefeitura de Mauá.
Benedita Aparecida Lopes, nasceu em Santo André em setembro de 1957, onde estudou até sua graduação em Letras pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Fundação Santo André - Já residente em São Bernardo do Campo, em 2004 torna-se especialista em Língua Portuguesa pela PUC COEGAE. Militante do MNU (Movimento Negro Unificado) passou a ter como foco a literatura e escrita produzida por escritores negros-afro-ameríndios, como temática feminista e antirracista, desde então passou a fazer pesquisa voluntária sobre a escrita de mulheres negras. Em 1992 começou a participar como leitora/avaliadora para o grupo QUILOMBHOJE - CADERNOS NEGROS - que alterna a cada ano a publicação de contos e poemas afro-brasileiro. Como escritora e o poetista publicou nos Volumes: 37 (2014) - 40 (2017) e 41 (2018) dessa série.
Israel Neto é educador, músico e escritor, atua e é cofundador do coletivo Literatura Suburbana e editor da Coleção Literária Besouro. Na música é conhecido como Mano Réu lançou 2 álbuns de estúdio; Reinvenção (2012) e Diários (2017), alem do Vinil Eternamente Break Dance (2014). Participou de diversas antologias literárias como Pretumel, Sobrenome Liberdade, Perifatividade, Sarau da Brasa, sarau Perifatividade, gotas de vinagre, entre outras. Foi Vencedor do Prêmio Jovem Brasileiro, 2011, e premio Funarte Hip Hop em 2014. Publicou o livro "O Amor Banto em Terras Brasileiras" e sua sua segunda edição (2018). Atualmente Israel escreve literatura fantástica e especulativa, junto a editora Kitembo publicou o Livro "Os Planos Secretos do Regime", uma trama distópica e futurista passada no Brasil em época de ditadura militar.
Aisameque Nguenge, 26 Anos, filho de uma Brasileira e um Angolano é escritor de Graffiti, Designer Gráfico, formado em desenho, ilustração e estudante de computação gráfica. Já ilustrou capas de Cd's e Singles, o Livro "A Makena e o Faraó" (2015) e "Amor Banto em Terras Brasileiras (2018), atualmente trabalha na criação de logotipos para marcas e projetos afrocentrados.
Os escritores realizaram uma sessão de autógrafos dos livros que estavam disponíveis em nossa feira. A professora Ana Maria Dietrich se juntou aos autores para autografar os livros de sua autoria relacionados ao Educação em Direitos Humanos.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
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No último final de semana de agosto (31), o Professor Thiago Augusto Pestana promoveu uma aula sobre Escravidão e Diáspora Africana, com o objetivo de trazer a tona a Lei 10.639/03 que foi alterada pela Lei 11.645 que torna obrigatório o ensino da história e da cultura afro, afro-brasileira e indígena na educação básica e privada no Brasil.
O objetivo da aula foi mostrar como a cultura africana serviu para consolidar a cultura afro-brasileira, apresentar que a escravidão foi um processo histórico que intermediou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, com o intuito de evitar os retrocessos da sociedade pelo que foi conquistado na contemporaneidade, além de contemplar a história africana.
Ao final da aula, os alunos realizaram a dinâmica promovida pelo professor, que era fazer uma própria Abayomi, uma boneca feita a mão com tecidos. Na época da escravidão e do tráfico de pessoas, as mulheres costumavam fazer essas bonecas para as crianças e jovens com os pedaços de sua roupa, para alegrar as difíceis viagens daquela época. As abayomis são consideradas amuletos e junto com os vodus fazem parte da cultura milenar.
Os cursistas se apresentaram explicando como havia sido a experiência de fazer a boneca em grupo e se quisesse, podia da-lá de presente para os colegas de curso.
Jogos e Literatura é o novo livro do Educação em Direitos Humanos, foi lançado oficialmente dia 24 de Agosto de 2019. O livro foi organizado pela Profª Dra. Ana Maria Dietrich, Cristina Miyuki Hashizume e Irene Franciscato e escrito por Antonio Salvador Coelho e Silvio Tadeu Corrêa dos Santos. O lançamento ocorreu durante o terceiro encontro do Africanidades 2019, Ana Maria e Antonio Salvador deram autógrafos em alguns dos exemplares
O livro é voltado para professores da educação básica e outros educadores que desejam oferecer conteúdo diversos e divertidos de ensino-aprendizagem de Educação em Direitos Humanos por meio da literatura e dos jogos. Apresenta jogos, para os aventureiros e uma história lúdica, um conto de literatura, para os sonhadores. Traz, em metáforas, as práticas dos jogos, retratando uma sociedade desigual, e observando perfis diversos dos sujeitos que participam do jogo da vida. Na parte de literatura, o foco são crianças que, de forma lúdica e inteligente, aprendem e trocam de aprendizados sobre os direitos humanos
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões
étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
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No terceiro encontro do projeto Africanidades, o Profº Antônio Salvador Coelho e Silvânia Francisca de Jesus, da Rede do Cuidado, ministraram a aula no dia 24/08. A Rede do Cuidado é responsávelpela criação do Jogos Cooperativo de Tabuleiro, que fazem uma reflexão sobre a vida e trabalha a cooperatividade na educação.
A dinâmica da aula era explorar a dinâmica dos jogos corporativos da Rede, para que pudessem ampliar as relações com os jogos, com a cooperatividade, os direitos humanos e criar jogos com finalidades educacionais e étnico-raciais.
O tema da aula era Jogos Cooperativos de Tabuleiro: repensando a África a partir dos jogos, em que grandes mapas da África foram colocados no chão, e os cursistas, separados em grupos, jogavam nele com sementes.
Após a dinâmica da África, os grupos passaram a jogar os jogos da Rede do Cuidado, existem cinco tipos de jogo, sobre Direitos Humanos, Pedras, Agroecologia, Whipalla e Planeta, cada jogo, de maneira bem educativa, ajuda o desenvolvimento do cooperativismo entre as crianças.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da
educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
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A Rede Africanidades surgiu em 2018, durante a primeira edição do projeto e foi a partir dela que nossa feira foi criada. Obras de artes, livros, apresentações artísticas. Durante o segundo encontro do Africanidades 2019 (17/09/2019), apresentamos a primeira parte dos membros da rede, os nossos artistas plásticos:
Genivalldo Juarez, Alagoano do interior de Taquarana, residente na capital paulista, desde muito jovem já possuía aptidão para arte. O artista cultivou o gosto e aprimorou suas técnicas na fase adulta matriculando-se no curso de Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Arte.
Trabalhando sempre com muitas cores e texturas múltiplas de materiais, suas telas formam um mosaico na busca por retratar e enaltecer a beleza nas várias Áfricas contidas no Brasil e em cada parte do mundo.
Itamar Clayton,Nascido em Grajaú, cidade de São Paulo, o artista Itamar Ramati pertence a um seio familiar com tradição de religião de matriz africana. Seu pai, Juarez Pereira, Sacerdote da Nação Angola Nkisi e sua tia, Yalorixá Ode Ominare, também de Nação Angola, cuja casa Ramati é ogan, são referenciais em sua formação.
Na fase adulta conheceu o historiador Ray Eliventon, que o apresenta a xilogravura e componentes da história da África. A partir daí começa a compreender que suas raízes africanas atravessaram o continente. Sua arte, com imagens talhadas em madeira, é a incorporação de suas referências e experiências, com aspectos de elementos religiosos como inspiração para sua criação.
Amanda Silva de Paula, de São Bernado do Campo e Kennedy Maciel da Silva, da Bahia, são os responsáveis pelo desenvolvimento das artes, onde valorizam a cultura afro-brasileira e buscam sempre apresentar conteúdo identificativo ao Povo Preto, a Cultura Preta.
Amanda é capoeirista e pedagoga – Kennedy, também capoeirista, historiador e pesquisador sobre capoeira (pelo Museu de Santo André) – ambos desenvolvem estudos Afro culturais, buscando sempre possibilitar uma afirmação Cultural Preta, histórica e transformadora através da arte.
Tivemos também a presença da atriz Vera Luz, que é formada na Escola de Teatro Célia Helena em 1991. Em 2000 começa a trabalhar como figurinista e aderecista. Com o grupo de teatro Onissauré, participou das montagens de Zumbi em Preto e Branco, lenda da criação, Iaba força de um povo. Em 2000, começa a fazer teatro de animação com bonecos com o grupo “O Casulo”, de Ana Maria Amaral, espetáculos “Zé da vaca e Dicotomia”, ganhando prêmio no Festival de Animação na Cidade de Praga, na República Theca em 2008. Em 2011 forma-se em técnica de palco na Escola de São Paulo. Trabalhando com temas negros, com histórias de seu povo nos saraus. Atuando com o grupo Odara, no Teatro Oficina 2019.
Acompanhada de Alagbê Renato que é percussionista, músico e professor de musicalidade afro e instrumentos sacros. Nasceu em um terreiro de candomblé e iniciado nos cultos afro brasileiro desde criança tomou amor pela musicalidade do candomblé e desde então segue sua jornada em nome da musicalidade voltada às tribos iorubás.
Juntos, os dois apresentaram Histórias de Bambusche, que são histórias inspiradas no texto Zumbi em Preto e Branco.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
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No segundo sábado do mês de agosto (17), a Profª Simone Pedersen realizou uma aula no curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade sobre a Literatura infantil negra e Direitos Humanos.
Simone Pedersen é Professora da UNESP (Universidade Estadual Paulista), é escritora de livros voltados ao público infantil e juvenil, possui diversos livros distribuídos na rede federal,
estadual e municipal. Junto com a professora Ana Maria Dietrich, publicou o livro - Batuclagem e a magia das histórias, Chapeuzinho Verde e outros contos.
A aula tinha como objetivo discutir e compreender como a literatura infantil potencializa o
repertório do educador, para que possam ter uma discussão crítica em cima dos Direitos Humanos, a partir da teoria social cognitiva*
(Foto/Divugação: Africanidades - Alunos realizando a atividade prática ao final da aula)
No final da aula, os cursistas tinham que colocar em prática alguns detalhes conversados em sala, como por exemplo: A relação dos livros Infanto-juvenil com o cotidiano; trabalhar a questão dos valores com a dimensão da psicologia; discutir sobre a seleção das obras.
Para a atividade, cada grupo utilizou um dos livros que a Profª Simone trouxe e em cima deles, apresentar as possibilidades de discutir seus valores, a ética e a solidariedade e a reflexão contemporânea em cima dos livros.
O curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, tem como enfoque questões étnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa descolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e
educadores sociais e populares.
Do lado externo do curso acontece nossa exposição de livros e obras dos artistas parceiros do projeto Africanidades. O projeto vai muito além de um curso de extensão, envolve empatia, amor e união entre todos.
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*A Teoria Social Cognitiva segue por dois caminhos distintos: um que procura o esclarecimento dos "mecanismos básicos que governam o funcionamento humano" e outro que busca elucidar o "funcionamento macroanalítico de fatores sociais no desenvolvimento, adaptação e mudança humana" (Bandura, Azzi & Polydoro, 2008, p.72). Nesse universo, a modelação social se impõe como fonte de questionamentos e problematizações encaminhadoras de comprovações que justificam e dão corpo aos determinantes e aos mecanismos de atuação.
Na tarde de quarta-feira do dia 4 de setembro, o projeto Africanidades, promoveu uma aula sobre tradição oral e obra literária na UFABC Campus São Bernardo. A aula contou com a presença da coordenadora do curso de Educação em Direitos Humanos e do projeto Africanidades, Ana Maria Dietrich, da Professora e membro da equipe Africanidades, Nínive Caetano e da convidada especial, Alcidéa Miguel, cantora e escritora.
A Prof. Dra. Ana Maria Dietrich começou a aula explicando sobre seu projeto Africanidades e todo o desenvolvimento que ocorre para que o projeto aconteça. Logo em seguida, a Profª Nínive tomou a frente do pequeno auditório no Campus São Bernardo para explicar as tradições orais africanas e as obras literárias.
Como encerramento, Alcidéa Miguel falou sobre a força da palavra cantada, mostrando seus livros e falando sobre sua escrita e fechando com chave de ouro cantando algumas canções para os alunos.
O curso de extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidades promovido pelo curso de Pós Graduação lato sensu Educação em Direitos Humanos, promovido pela faculdade Federal do ABC (UFABC) e pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (UFABC) teve sua aula inaugural no segundo sábado do mês de agosto (10). O curso possui 150 vagas e as inscrições aconteceram no primeiro semestre do ano.
O curso tem como enfoque questões etnicos-raciais, dando uma visibilidade maior a cultura negra e trazer um novo protagonismo a partir de uma narrativa decolonial. O curso é voltado para a formação de professores da educação básica, focando em educação infantil e ensino fundamental, arte-educadores e educadores sociais e populares.
A mesa inaugural contou com a presença do Vice Pró-Reitor de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC, Evonir Albrecht, a Assessora Técnica em Educação na Secretaria Municipal do Estado de São Paulo, Marineusa Medeiros, do Prof. Marcos Almeida Costa e coordenada pela Prof. Dra. Ana Maria Dietrich, Coordenadora do Curso Educação em Direitos Humanos e do Africanidades.
(Foto/Divulgação: Africanidades; Da esquerda para a direita, Ana Dietrich, Marineusa Medeiros, Marcos Almeida Costa e Evonir Albrecht.)
Após a mesa inaugural, o Professor Marcos Almeida Costa, do Grupo de Estudo Pesquisa Educação em Direitos Humanos da UFABC, realizou uma aula sobre Cultura Afro-Brasileira, Ciências e Educação Étnicas Raciais, com o objetivo de trabalhar com a cultura Afro-Brasileira além do campo das artes, história e literatura e reconhecer a ciência como um produto cultural.
(Foto/Divulgação: Africanidades; Professor Marcos Almeida Costa)
Ao final da aula os alunos realizaram uma atividade em grupo, seu objetivo era trabalhar com uma observação da narrativa científica e tecnológica já estabelecida e relacioná-la com uma narrativa não eurocêntrica. Os alunos foram divididos em grupos, cada grupo recebeu um livro de literatura infantil e com materiais de artes como cartolina, tinta e barbante, eles trabalharam com a narrativa científica e educativa em cima de cada livro.
Na última terça-feira (23), aconteceu o evento "Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha: resistência e construção de saber" organizado pelo Núcleo de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros na UFABC, Campus São Bernardo do Campo.
O Grupo Africanidades estava presente no evento através da Professora Ana Maria Dietrich, Professor Marcos Costa e a ex-aluna Andréia Oliveira, que participaram das reflexões e debates.
Arte de divulgação do Evento
O evento teve como objetivo marcar o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha constituída por debates e reflexões acerca da mulher negra no ambiente acadêmico e sua atuação na sua sociedade.
A primeira mesa aconteceu às 14h30 e teve como tema para o debate Mulheres Negras na construção do saber: eu sou por que nós somos, mediado por Luciana Xavier e acompanhado por Amarilis Costa, do Coletivo Preta & Acadêmica, Ariane Cor, do Coletivo Minas Programam, e Ana Venâncio, do Coletivo Negro Vozes.
Ás 16h aconteceu a segunda mesa, que abordou o tema Mulheres Negras nas Ciências em tempos de desmonte: resistência e construção de estratégias e teve a participação de Regina Maria da Silva, professora a rede municipal de Santo André e em faculdade particular, Tatiana Oliveira, professora da Universidade de São Paulo (USP), Maria Clara Araújo, estudante de pedagogia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Matilde Ribeiro, professora na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) e realizando a mediação, Dulci Lima, mestra em Educação, Arte e História da Cultura e Doutoranda em Ciências Humanas e Sociais pela UFABC.
O encerramento contou com a convidada jornalista, radialista e especialista em Mídia, Informação e Cultura, Tatiana Oliveira.
Foto tirada pela Profª Dra Ana Maria Dietrich durante o evento
Na última segunda-feira (10), aconteceu o evento "O Nazismo no Brasil" organizado pelo Centro de Pesquisa e Formação, SESC São Paulo.
O evento contou com a presença da coordenadora do curso da Pós-graduação Educação em Direitos Humanos Profa Dra. Ana Maria Dietrich, que ministrou a palestra sobre "O Partido Nazista no Brasil".
Autora do livro "Nazismo Tropical?", Ana Dietrich levou o conhecimento descritos em seu livro que trata sobre tema com o intuito de apresentar a fundo os objetivos e como o partido nazista foi estruturado no Brasil, apresentando grupos participantes do movimento marcado pela perseguição de minorias.
Profa Dra. Ana Maria Dietrich durante a palestra falando sobre o chefe do Partido Nazista, Hans Henning von Cossel
(Foto/Flávio Botton)
Capa do livro escrito pela Profa Dra. Ana Maria Dietrich "Nazismo Tropical?", publicado pela Editoria Todas as Musas
(Foto/Reprodução)
O evento Nazismo no Brasil ainda contará com duas palestras: Criminosos de guerra nazistas no Brasil ministrada por Marcos Guterman (17/06) e Neonazismo na internet ministrada por Adriana Dias (24/06). Para participar das palestras é necessária a inscrição prévia que pode ser encontrar pelo site aqui.
Cartaz de divulgação do evento Noite Amazônica (Foto/Divulgação)
Integrantes do Coletivo Amazonizando (Foto/Divulgação)
Cerimônia de abertura do II Encontro Internacional com Escritores Africanos/ Foto: Facebook/Literafrica Brasil
No último final de semana de maio aconteceu o II Encontro Internacional com Escritores Africanos, promovido pelo Literafrica Brasil.
Foram três dias de encontros que trouxeram palestras, exposições, lançamentos de livros e sessões de autógrafos, contação de histórias africanas, exibição de peças teatrais com temática africana, apresentações musicais, saraus e muito conhecimento da cultura africana.
O Continente africano é uma referência mundial antropológica e cultural, com uma longa tradição de escrita que persiste até os dias atuais. Tendo em vista que a história do mundo sempre esteve conectado com a sociedade africana, preservar a memória é umas das formas de construir a história e fortalecer a ligação entre o Brasil e o berço da humanidade.
O Literafrica Brasil é uma iniciativa do escritor, produtor cultural, palestrante angolano e consultor editorial João Canda, através da TM Editora com o apoio e parceria de várias instituições públicas, privadas e filantrópicas, visando contribuir na promoção da cultura africana no Brasil através da literatura.
A iniciativa abrange a disseminação da cultura africana por meio de palestras, feiras, conferências, lançamentos de livros com autores africanos, espaços de diálogos sobre as questões raciais e de valorização da cultura negra, incentivo à leitura de obras de escritores Africanos.
Para saber mais sobre acesse bit.do/literafricabrasil
Nesta sexta-feira (3), aconteceu a segunda aula da 2ª Oficina de Arte-Educadores no Campus Santo André da Universidade Federal do ABC. Ministrada pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva e promovido pelo Projeto de Educação em Direitos Humanos junto com o curso de extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade - Batuclagem Diversas e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), a aula com o tema "Educar para se compreender a África: cosmogonia, cultura africana e interdisciplinaridade" ocorreu das 14h às 18h, com direito a um coffe break onde teve a interação entre o público presente. O evento contou ainda com a exposição das artes produzidas por Kennedy Maciel.
Ao longo da aula, Nínive falou que a leitura do "O universo: Teorias sobre sua origem e evolução" de Roberto De Andrade Martins a levou a decidir seu tema do mestrado, uma vez que ela sentiu a falta da explicação da criação do mundo pela cultura africana. A Profa. prosseguiu durante o tempo falando da cosmologia e tradições bantu, e seguiu encorajando os professores ali presentes a introduzir mais a cultura africana dentro de sala de aula, sendo um tema de ampla importância e influência.
Credenciamento do público antes do início do evento
(Foto por Bruno Campos)
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich faz a abertura do evento
(Foto por Bruno Campos)
Público presente esperando o início da aula da Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva dá início à sua aula sobre cosmogonia, cultura africana e interdisciplinaridade
(Foto por Bruno Campos)
Exposição de produtos do artista Kennedy Maciel
(Foto por Bruno Campos)
Coffe break com interação entre os participantes da oficina
(Foto por Bruno Campos)
Recomeço da aula após o coffe break
(Foto por Bruno Campos)
Participante da Oficina vendo o que foi produzido por Kenney Maciel
(Foto por Bruno Campos)
Grupo realizando atividade proposta pela Profa. Mestranda Nínive Caetano
(Foto por Bruno Campos)
Nesta sexta-feira (26), aconteceu a primeira aula da 2ª Oficina de Arte-Educadores no Campus Santo André da Universidade Federal do ABC. Ministrada pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva e promovido pelo Projeto de Educação em Direitos Humanos junto com o curso de extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade - Batuclagem Diversas e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), a aula sobre os encontros e desencontros com as culturas africanas ocorreu das 14h às 18h, e contou com um público majoritariamente de docentes que nunca haviam entrado na UFABC, mostrando que a Universidade é um local de cultura conquistado após muita luta, e que deve ser ocupado por todos para obter uma maior aquisição de conhecimento.
Durante a aula, Nínive falou sobre o pré-conceito que ela própria tinha com as culturas africanas antes de decidir estudar sobre o tema, como ela se interessou pela cultura africana. Durante a oficina, ela também desenvolveu uma forma de ajudar os professores presentes a introduzir de forma mais eficaz as culturas africanas dentro da sala de aula.
A segunda aula ocorrerá na próxima sexta-feira, 3 de maio, no mesmo horário (das 14h às 18h) e terá o tema "Educar para se compreender a África: cosmogonia, cultura africana e interdisciplinaridade". Não perca!
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich faz abertura da II Oficina de Arte-Educadores ao lado da Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva começa sua aula sobre os encontros e desencontros com as culturas africanas
(Foto por Bruno Campos)
Público acompanhando o início da aula
(Foto por Bruno Campos)
Livros do curso de Educação em Direitos Humanos em exposição na parte de fora do auditório enquanto acontecia a oficina
(Foto por Bruno Campos)
Público fazendo anotações enquanto a Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva fala sobre as culturas africanas
(Foto por Bruno Campos)
Momento de reunião de grupos para fazer uma apresentação pedida pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Momento de reunião de grupos para fazer uma apresentação pedida pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Público prestando atenção na aula da Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Momento de reunião de grupos para fazer uma apresentação pedida pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Momento de reunião de grupos para fazer uma apresentação pedida pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Momento de reunião de grupos para fazer uma apresentação pedida pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva
(Foto por Bruno Campos)
Apresentação do que foi pedido pela Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva por um grupo
(Foto por Bruno Campos)
Público da oficina junto com a Profa. Dra. Ana Maria Dietrich e a Profa. Mestranda Nínive Caetano da Silva após o fim da oficina
(Foto por Bruno Campos)
Na tarde da última terça-feira (23/04), ocorreu o lançamento da série de vídeos "Narrativas Amazônicas", uma parceria entre o curso de pós-graduação de Educação em Direitos Humanos da UFABC com a Rede TVT - a TV dos trabalhadores e a UNIFESSPA.
O evento aconteceu no Campus Santo André da Universidade Federal do ABC, e contou com presenças ilustres como Paulo Vannuchi (ex-ministro de Direitos Humanos do Brasil), José Amilton de Souza (Professor Adjunto e Vice-diretor da Faculdade de História da UNIFESSPA), Cesar Augusto Santos (Fundação Nacional do Índio - FUNAI), Saulo Roberto Garlippe, Tarcisio Secoli (Diretor da TVT), Júlia Alice Furgeri (Educadora de Ciências da Natureza) e a apresentação da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (Coordenadora do curso da pós-graduação Educação em Direitos Humanos - UFABC).
Ao todo são 5 vídeos, com duração média de 8 minutos e temáticas relacionadas a Amazônia. Os vídeos trazem visibilidade as pessoas que escrevem a nossa história de forma anônima.
O evento também foi transmitido na página Jornalistas Livres no Facebook.
Mesas compostas por Ana Maria Dietrich, Paulo Vannuchi, José Amilton de Souza, Cesar Augusto Santos e Júlia Alice Furgeri (Da esquerda para direita)
(Foto por Bruno Campos)
Mesas compostas por Saulo Roberto Garlippe, Tarcisio Secoli, José Amilton de Souza, Cesar Augusto Santos e Júlia Alice Furgeri (Da esquerda para direita)
(Foto por Bruno Campos)
Público esperando que os integrantes da mesa sejam chamados e o evento comece
(Foto por Bruno Campos)
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich fazendo introdução de Paulo Vannuchi e o chamando para fazer parte da mesa
(Foto por Bruno Campos)
Livros do curso de Educação em Direitos Humanos em exposição na parte de fora do auditório enquanto ocorria o evento
(Foto por Bruno Campos)
Cesar Augusto Santos respondendo questões feitas pelo público
(Foto por Bruno Campos)
Profa. Irene Franciscato faz comentários e elogio sobre os vídeos da série "Narrativas Amazônicas"
(Foto por Bruno Campos)
Saulo Roberto Garlippe sendo entrevistado pela repórter da TVT
(Foto por Bruno Campos)
José Amilton de Souza sendo entrevistado pela repórter da TVT
(Foto por Bruno Campos)
Paulo Vannuchi recebe de Dione Mesquita, orientanda da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, uma lembrança especial do Curso de Pós-graduação de Educação em Direitos Humanos
(Foto por Bruno Campos)
A biblioteca da Universidade Federal do ABC está com as exposições "A Cultura como ferramenta de Resistência Negra no Brasil", organizada pelo professor André Sapanos, pós-graduado em Educação em Direitos Humanos pela UFABC, e "Itamar Clayton Ramati", que reúne obras do artista Itamar Clayton Alves dos Santos.
A primeira exposição é resultado de um projeto realizado na Escola Estadual Visconde de Mauá que tem como objetivo causar reflexão sobre a importância da história do povo africano e a influência exercida por seu legado até os dias de hoje.
As obras elaboradas pelos alunos buscam trazer à memória a luta enfrentada pela população negra, apresentando peças de arte que são muito importantes para a valorização histórica de um povo e disseminação da ancestralidade. A proposta do professor em trazer a cultura africana para as salas de aula foi de grande importância, uma vez que tal atividade inseriu a Educação em Direitos Humanos no currículo pedagógico e a instigou os estudantes a conhecerem melhor suas raízes.
"Itamar Clayton Ramati" traz quadros feitos em madeira, forma como o artista tem se expressado ultimamente após ter criado um encanto pela beleza do contraste preto e branco que aparecem nos detalhes.
Desenhos de mulheres negras feitas por alunos do 9º ano
(Foto: Natalia Canteli)
Conjunto de obras que compõe a exposição feitas por alunos de diferentes anos
(Foto: Natalia Canteli)
Bonecas Abayomi feitas por alunos dos 8ºs e 9ºs anos
(Foto: Natalia Canteli)
Organizado pela professora doutora Ana M. Dietrich, lançado pela Editora UFABC, o livro Memória dos Paladares: Entre sabores e saberes foi publicado durante o II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos no dia 17 de novembro, este que nos fez lembrar do passado e saborear a saudade no paladar.
O livro retrata história de moradores de Santo André e da própria cidade, tendo como pontos importantes a metodologia aplicada nas pesquisas com os moradores, a formação da cidade e seus pontos turísticos, trazendo a lembrança e ideia da importância da cidade e da instituição UFABC. Ao final é mostrado as lembranças associadas ao paladar de cada um, trazendo receitas dos moradores e estudantes da universidade.
Além dos relatos também podemos presenciar poemas e ilustrações de pontos importantes da cidade, como o Paço Municipal, entre outros.
É importante sabermos que antes de ser publicado, Memória dos Paladares era um programa dentro da UFABC com o propósito de lembrar que a universidade não é isolada em uma realidade, mas sim é levada sua atividade para a comunidade de Santo André e do ABC. Este programa conteve várias atividades dentro e fora da unidade, se expandindo para lares de idosos por todo o ABC levando conhecimento com temas importantes como a obesidade infantil e adquirindo experiências com histórias ouvidas.
ORGANIZAÇÃO
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC)
AUTORES
Aline Zabinski
Andrea Paula Dos Santos Kamesnsky
Ana Maria Dietrich
Cynthia Christina Ziviani
João Vitor Carvalho De Melo
Karina Vieira Dos Santos
Mariana Pereira
Plínio Zornoff Táboas
Silvia Helena Passarelli
Cecilia Prado, Bene Silmar, Silvia Helena Passarelli e Marcela Sorelli na Mesa de Lançamentos no II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos
Foto por: Lucineide Maria Almeida
Fachada do campus da UFABC em Santo André.
Programa Memória dos Paladares no Lar Bom Repouso, 05 de Outubro de 2016.
Larissa Veschi Menezes, 19 anos. Cursando o 3º ano em Psicologia na Universidade Metodista de São Paulo. Formada em Secretariado pela ETEC Lauro Gomes.
O livro recém lançado pela Editora UFABC, “Memória dos Paladares: entre sabores e saberes”, resgata histórias de moradores da cidade de Santo André através do paladar, com receitas passadas de geração a geração.
Capa e contra capa do livro Memória dos Paladares: entre sabores e saberes
Organizado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, a obra, dividida em cinco partes, traz desde a metodologia usada e um panorama histórico da cidade de Santo André, até as mais variadas receitas de moradores da região e estudantes da Universidade Federal do ABC.
Além das histórias e receitas, o livro contém ilustrações de pontos da cidade, como o Paço Municipal e de casas nos bairros da região. E também retrata a importância da construção da UFABC.
Natália Canteli
Estudante do quinto semestre de jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo.
Publicado pela editora UFABC, com a organização da professora doutora Ana Maria Dietrich, o livro Memória dos Paladares: Entre sabores e saberes foi apresentado ao público no dia 17 de novembro de 2017, durante o II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos, evento que contou com a participação das autoras Ana Maria Dietrich e Silvia Helena Passarelli.
O programa Memória dos Paladares foi criado em 2011, com o intuito de resgatar memórias que tenham relação com as sensações, principalmente o paladar. O projeto teve como principal objetivo a relação entre a UFABC e a comunidade ao redor do campus. Com o passar do tempo, o projeto começou a focar em novos temas, como o consumo consciente, a questão ambiental e o desperdício de alimentos, e, de 2015 para cá, as oficinas tem como público alvo instituições e lares de idosos.
Alguns anos após a criação do programa, foi idealizado um livro para retratar a ideia do projeto. A obra é formada por cinco partes: a primeira contém artigos que mostram o intuito da obra, a metodologia que foi utilizada para realização de pesquisas, e também algumas histórias de moradores do município de Santo André. Tanto a segunda, quanto a terceira, falam a respeito de Santo André, mostrando a história da formação da cidade, apresentando dados da população e da região, assim como um panorama geral dos bairros e pontos importantes. A quarta parte é composta por histórias de moradores, estudantes e comerciantes que falam a importância de Santo André em suas vidas, trazendo memórias que são relacionadas com comidas e ao paladar. A quinta parte, e última, por sua vez, reúne algumas receitas de moradores da região e de estudantes da UFABC.
A obra ainda mostra a importância da construção da UFABC na região. Dentro do livro é possível observar ilustrações marcantes da cidade, como o Paço Municipal e a Universidade Federal do ABC, fotos de casas de alguns bairros da região, e também conta com a presença de poemas, como O Olho de Cecília Meireles, por exemplo.
ORGANIZAÇÃO
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC)
AUTORES
ALINE ZABINSKI
ANDREA PAULA DOS SANTOS KAMESNSKY
ANA MARIA DIETRICH
CYNTHIA CHRISTINA ZIVIANI
JOÃO VITOR CARVALHO DE MELO
KARINA VIEIRA DOS SANTOS
MARIANA PEREIRA
PLÍNIO ZORNOFF TÁBOAS
SILVIA HELENA PASSARELLI
Capa e contra capa do livro Memória dos Paladares: entre sabores e saberes
Auditório no Campus da UFABC em São Bernardo durante o II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos
(Foto: Anderson R. Carlos)
Natália Canteli.
Estudante do quinto semestre de jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo.
A pós-graduação lato sensu Educação em Direitos Humanos - UFABC esteve presente no 1º Fórum de Direitos Humanos de Guarulhos, realizado no dia 11 de dezembro, no Centro Municipal de Educação Adamastor. Nosso curso contribuiu com a Sala Temática Educação em Direitos Humanos e Direito à Memória, com a presença da coordenadora de nossa pós-graduação, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, que, ao lado da Dr. Cintia Gomes de Santis, da OAB Guarulhos, falaram sobre o Direito à Memória, o reconhecimento do passado como importante instrumento de pertencimento dos cidadãos, a inclusão dos Direitos Humanos nas práticas pedagógicas de modo a construir uma sociedade consciente de seus direitos, emancipando os cidadãos de narrativas singulares e excludentes. Além da sala temática da qual participamos, houve variados grupos de discussão sobre temas relevantes, como Violação de direitos e segurança pública; Direitos Humanos em Todas as Idades; Direitos Humanos na Cidade; Direitos Humanos e Participação Popular. Somada a essas salas importantes, houve a exposição Negritude, que trazia personagens importantes para a nossa história, sobretudo para a abolição da escravatura e para a luta pelos Direitos do Povo Negro. O Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC expôs produções realizadas com o apoio do curso, como os livros Direitos Humanos no Chão da Escola, Memória dos Paladares, Neblina sobre trilhos, Batuclagem e a Magia das Histórias, produzido pelo projeto O canto das Iaras, Dandaras e Iansãs: Batuclagem Diversas, entre outros.
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich fala sobre Educação em Direitos Humanos e os projetos desenvolvidos na UFABC.
Palestrante Cintia Gomes fala sobre Direito à Memória, na sala temática Educação em Direitos Humanos e Direito à Memória.
Equipe do Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC presente ao fórum.
Júlia Ageri, Dione Mesquita, Larissa Alcantara, Nathália Vaccani, Thiago Pestana - do projeto Batuclagem, e Éverton Siqueira.
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich e o secretário de Direitos Humanos de Guarulhos, Lameh Smeili, tiram foto no Centro Municipal de Educação Adamastor.
Michelle Corelli Inhuma, cursista do Africanidaes, Literatura Infantil e Circularidade - UFABC, ao lado do secretário de Direitos Humanos de Guarulhos, Lameh Smeili, e da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora da pós-graduação lato sensu Educação em Direitos Humanos.
Público assiste a palestras no auditório principal do Centro Municipal de Educação Adamastor.
Público assiste a palestras no auditório principal do Centro Municipal de Educação Adamastor.
Foto Final do 1º Fórum de Direitos Humanos de Guarulhos.
Profa. Ana Maria Dietrich acompanha grupo de discussão na sala temática Educação em Direitos Humanos e Direito à Memória
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich ao lado da sala temática Educação em Direitos Humanos e Direitos à Memórria
Éverton Siqueira e Profa. Dra. Ana Maria Dietrich ao lado da sala temática Educação em Direitos Humanos e Direitos à Memória
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Grupo de discussão na sala temática Educação em Direitos Humanos e Direito à Memória.
Hoje foi uma tarde repleta de reflexões sobre o universo escolar e desafios para a Educação em Direitos Humanos. O curso EDH participou da I Semana de Direitos Humanos da UFABC com a mesa Educação em Direitos Humanos, Cultura de Paz e Bullying. Participaram da mesa pesquisadores do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos / UFABC e docentes da Pós Graduação Lato Sensu Educação em Direitos Humanos. Foram discutidos vários temas, entre eles, a escola sem partido, o mito do Brasil enquanto País não violento, a importância da prevenção com relação aos direitos humanos, os direitos da criança e do adolescente, as práticas e estratégias para se atingir um público maior com a educação em direitos humanos.
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich faz abertura da mesa Educação em Direitos Humanos, Cultura de Paz e Bullying
Prof. André Sapanos fala sobre Cultura de paz no cotidiano escolar
Profa. Ms. Cecília Prado fala sobre Bullying: legislação e proteção à criança e adolescente
Mesa de debate ao final das apresentações
Profa. Ms. Cecília Prado e André Sapanos recebem o novo livro do Curso de Educação em Direitos Humanos.
Anita Simão e Silmar Leila dos Santos recebem o novo livro do Curso de Educação em Direitos Humanos.
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich faz abertura da mesa Educação em Direitos Humanos, Cultura de Paz e Bullying
Profa. Mestranda Anita Simão fala sobre Violência nas escolas públicas paulistas
Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos aborda o tema Ética na educação
A pós-graduação lato sensu Educação em Direitos Humanos - UFABC participou da primeira Semana de Direitos Humanos da Universidade Federal do ABC, realizada de 10 a 13 de dezembro nos campi Santo André e São Bernardo. O evento teve como tema a comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Na quarta-feira, nossa pós-graduação propôs a mesa : Educação de, para e através dos Direitos Humanos: experiências e vivências, que abordou, durante duas sessões, a partir das 14h, os temas: Direitos das crianças, Protagonismo Juvenil, Direitos Humanos na perspectiva da educação e saúde públicas, Direito ambiental, Reflexões sobre a Ditadura no Brasil e Educação Étnico-Racial e Ciência. Neste dia (12/12). Os participantes também podem observar a exposição "A cultura como ferramenta de Resistência Negra no Brasil", produzida por alunos da E. E Visconde de Mauá, a iniciativa visa valorizar a cultura afro-brasileira e africana. As obras foram produzidas por alunos sob orientação de professores de diversas disciplinas.
Marcos Costa fala durante a sessão II sobre narrativas da ciência e a contribuição do povo negro para a sociedade.
Marcos Costa fala durante a sessão II sobre narrativas da ciência e a contribuição do povo negro para a sociedade.
Lucas, um dos autores do livro Não deixe nos calar, debate com a mesa sobre as reflexões do dia.
Mesa : Educação de, para e através dos Direitos Humanos: experiências e vivências
Participantes assistem à palestra com o tema:
Princípios da Declaração dos Direitos da Criança
Viviane Soares fala sobre o tema:
Princípios da Declaração dos Direitos da Criança
Viviane Soares fala sobre o tema:
Princípios da Declaração dos Direitos da Criança
Antonio Lozer fala sobre protagonismo Juvenil na Mesa : Educação de, para e através dos Direitos Humanos: experiências e vivências
Antonio Lozer fala sobre protagonismo Juvenil na Mesa : Educação de, para e através dos Direitos Humanos: experiências e vivências
Cristina Miyuki fala sobre o tema: Direitos Humanos na perspectiva da educação e saúde públicas
Cristina Miyuki fala sobre o tema: Direitos Humanos na perspectiva da educação e saúde públicas
Dione Mesquita fala sobre o tema Hortas urbanas: direito ambiental como direito humano
Janaina Gallo compõe a mesa Educação de, para e através dos Direitos Humanos: experiências e vivências
Mesa Educação de, para e através dos Direitos Humanos: experiências e vivências
O projeto foi montado pela cursista Fernanda do Amaral Garcia, do Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade - UFABC, e pela profa. Rose Fernandes, na EMEF Antonio Pereira Ignácio, na Zona Leste de São Paulo.
A iniciativa se deu durante o ano letivo de 2018 e utilizou-se de jogos de tabuleiro africanos, como o Mancala, além da literatura, para construir a oralidade a partir de narrativas afirmativas, com a árvore da ancestralidade como ponto de partida.
O projeto utilizou os livros Three Litlle Birds e Tudo vai dar certo, de Cedella Marley, além das publicações O mundo no black power de Tayó e O mar que banha a ilha de Goré, da escritora Kiusam de Oliveira, que é docente do Curso Africanidades e fez o encerramento da edição 2018 de nosso curso.
Nesse sábado (01/12), ocorreu a sexta aula do Curso de Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (UFABC).
Este foi o último, de uma série de seis encontros realizados aos sábados, de outubro a dezembro.
Ao longo do curso, os alunos entraram em contato com práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
O curso foi uma parceria entre a pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, com o objetivo de formar educadores não formais e profissionais da educação básica que atuam para que a História e Cultura Africanas sejam ressaltadas também como parte do aprendizado de crianças e jovens.
Durante os seis encontros, os cursistas tiveram oficinas teóricas sobre temas que colocaram aspectos das raízes africanas presentes em nosso cotidiano como protagonistas. Nesse sábado, o tema do encontro foi O racismo estrutural como marcador social.
A aula foi ministrada pelo Profa. Dra. Kiusam de Oliveira, com o tema "O racismo estrutural como marcador social", trazendo uma reflexão sobre os atos de racismo do cotidiano que podem marcar a trajetória da comunidade negra desde a infância até a vida adulta. Mas antes da aula a manhã foi marcada por uma celebração promovida pelos cursistas para comemorar e encerramento do curso.
A celebração contou com uma roda de capoeira promovida pelos cursistas, uma Roda de Xirê, o grupo de dança "Projeto AfroCultural Odara" e uma interpretação emocionante de um texto da Vera Luz.
Esse último dia de aula foi muito emocionante, nos mostrou que independente da luta que teremos pela frente apenas a nossa união possibilitará uma vitória.
Nesse sábado (24/11), ocorreu a quinta aula do Curso de Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (UFABC).
Este foi o quinto, de uma série de seis encontros realizados aos sábados, de outubro a dezembro.
Ao longo do curso, os alunos entrarão em contato com práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
O curso é uma parceria entre a pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, com o objetivo de formar educadores não formais e profissionais da educação básica que atuem para que a História e Cultura Africanas sejam ressaltadas também como parte do aprendizado de crianças e jovens.
Durante seis encontros, os cursistas terão oficinas teóricas sobre temas que colocam aspectos das raízes africanas presentes em nosso cotidiano como protagonistas. Nesse sábado, o tema do encontro foi Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnico-Racial.
A aula foi ministrada pelo Ms. Antonio Salvador Coelho, com o tema "Jogos Cooperativos de Tabuleiro", que através de atividades e jogos que incentivam a cooperação e tentam deixar o espírito de competitividade para trás.
Anita Simão apresenta o Paulo Inácio para ministrar aula sobre "Vivências Cooperativas de Direitos Humanos"
Nesse sábado (10/11), ocorreu a quarta aula do Curso de Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (UFABC).
Este foi o quarto, de uma série de seis encontros realizados aos sábados, de outubro a dezembro.
Ao longo do curso, os alunos entrarão em contato com práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
O curso é uma parceria entre a pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, com o objetivo de formar educadores não formais e profissionais da educação básica que atuem para que a História e Cultura Africanas sejam ressaltadas também como parte do aprendizado de crianças e jovens.
Durante seis encontros, os cursistas terão oficinas teóricas sobre temas que colocam aspectos das raízes africanas presentes em nosso cotidiano como protagonistas. Nesse sábado, o tema do encontro foi Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnico-Racial.
A aula foi ministrada pelo Paulo Inácio Coelho, com o tema "Vivências Cooperativas de Direitos Humanos", que através de atividades e jogos que incentivam a cooperação e tentam deixar o espírito de competitividade para trás.
Nesse sábado (27/10), ocorreu a terceira aula do Curso de Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (UFABC).
Este foi o terceiro, de uma série de seis encontros realizados aos sábados, de outubro a dezembro.
Ao longo do curso, os alunos entrarão em contato com práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
O curso é uma parceria entre a pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, com o objetivo de formar educadores não formais e profissionais da educação básica que atuem para que a História e Cultura Africanas sejam ressaltadas também como parte do aprendizado de crianças e jovens.
Durante seis encontros, os cursistas terão oficinas teóricas sobre temas que colocam aspectos das raízes africanas presentes em nosso cotidiano como protagonistas. Nesse sábado, o tema do encontro foi Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnico-Racial.
A aula foi ministrada pela Doutorando Simone Pedersen com o tema "Literatura Infantil e Direitos Humanos", os cursistas aprenderam sobre técnicas de escrita para crianças e jovens e como é importante escolher com sabedoria as leituras que serão feitas nas salas de aula.
A coordenadora do curso, Ana Maria Dietrich, apresenta a Doutoranda Simone Pedersen para a aula sobre "Literatura Infantil e Direitos Humanos".
Conferência de Abertura: Giovanni Casadio (Universidade de Salerno – Univerdità di Salero) provocou reflexões sobre “Utilidade do conhecimento inútil: o caso da História das religiões” “De acordo com critérios neoliberais, os governos não deveriam financiar o ensino superior se as universidades não pudessem demonstrar o valor daquilo que fazem – o valor que acrescentam – em termos quantificáveis, viesados nos financeiros. Se estendermos o princípio da mercantilização do conhecimento para o campo das humanidades, e em particular o setor de pesquisa em estudos religiosos, seria possível argumentar a favor da utilidade econômica ou social ou política do estudo das religiões. Falar da utilidade do inútil (cf. A. Flexner 1939 e N. Ordine 2017) não significa entrar na retórica da pesquisa ‘sem valor”.
Pretendo, em vez disso, afirmar que, independente de qualquer valor econômico imediato, a pesquisa, a erudição e o ensino de estudos religiosos implicam uma utilidade concreta. Uma série de estudos de caso sobre a importância de repensar a educação religiosa na Europa, na Rússia, no Japão e na américa do Sul daria corpo ao argumento.”
Um evento repleto de atividades e apresentações, com os mais variados tipos de projetos, com os mais diferentes públicos, em distintos espaços dentro da Universidade Federal de Santa Catarina, diálogos acalorados, ações afirmativas e propositivas em destaque, reflexões e escuta ativa para uma sociedade.
MR2: Membros fundadores da ABHR
“ABHR – Trajetória, Políticas, Reflexões” foi a Mesa Redonda que discursou sobre toda a existência da Associação Brasileira de História das Religiões. Da direita pra esquerda o professor Vasni de Almeida – UFT falou sobre “A parceria com a Editora Paulinas: experiências de publicações na ABHR” , a professora Elizete da Silva – UEFS discursou sobre “ABHR: ultrapassado os limites da sacristia e adentrando na academia” em seguida o professor Lyndon de Araújo Santos – UFMA trouxe um histórico de “Os (des)caminhos do plural: um balanço da ABHR em seus (quase) 20 anos”.
MR9: Coordenação de Airton Luiz Jungblut, PUC-RS
A Mesa Redonda que tratou do tema: “Internet e Religião: Ciborgues, Humor, Identidades, Poderes e Disputas” teve como pauta o discurso do coordenador “Memes e zoações: a exploração humorística das vulnerabilidades estéticas, morais e comportamentais dos evangélicos brasileiros na internet”, a participação de Magali do Nascimento Cunha - INTERCOM que divulgou sua pesquisa com base “Política, mídia e religião: o ativismo progressista entre evangélicos brasileiros por meio do Facebook e do Twitter” , além da brilhante participação dx atual presidente da ABHR Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão F° - UFPB com tema “’#TomaEmCristo: um tapa na cara pra quem diz que cura gay não existe:’ ideologia de gênero e de gênesis emCleycianne, Lady Gaga e Marco Feliciano” na ocasião fez lançamento do E-book Volume I do evento disponível em http://abhr2018.paginas.ufsc.br/files/2018/10/ABHR-2018-Volume-1.pdf
Exposição dos Pôsteres apresentados nos GTs
O GT “Sociedade e Intolerância na sociedade brasileira contemporânea”, recebeu um recorte do Projeto Primeiros Passos, com apresentação do Pôster “Uma ferramenta chamada Abayomi: o respeito na perspectiva do (re)conhecimento e à valorização pelo brincar na infância”. O GT foi coordenado pelo Dr. Celso Gabatz – Faculdade EST, que, junto aos demais integrantes do grupo, contribuiu com valiosas orientações, inclusive, aconselhando pela continuidade do Projeto.
Nesse sábado (20/10), ocorreu a segunda aula do Curso de Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (UFABC).
Este foi , o segundo de uma série de seis encontros realizados aos sábados, de outubro a dezembro.
Ao longo do curso, os alunos entrarão em contato com práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
O curso é uma parceria entre a pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, com o objetivo de formar educadores não formais e profissionais da educação básica que atuem para que a História e Cultura Africanas sejam ressaltadas também como parte do aprendizado de crianças e jovens.
Durante seis encontros, os cursistas terão oficinas teóricas sobre temas que colocam aspectos das raízes africanas presentes em nosso cotidiano como protagonistas. Nesse sábado, o tema do encontro foi Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnico-Racial.
O Prof. Thiago Pestana deu inicio à aula sobre Escravidão e Diáspora Africana, que além da parte teórica também propiciou atividades que reuniram os alunos para discutir questões sobre o tema da aula aplicada na área da educação.
Nesse sábado (06/10), o Curso de Extensão Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (UFABC), teve sua aula inaugural.
Este foi o primeiro, de uma série de seis encontros realizados aos sábados, de outubro a dezembro.
Ao longo do curso, os alunos entrarão em contato com práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
O curso é uma parceria entre a pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, com o objetivo de formar educadores não formais e profissionais da educação básica que atuem para que a História e Cultura Africanas sejam ressaltadas também como parte do aprendizado de crianças e jovens.
Durante seis encontros, os cursistas terão oficinas teóricas sobre temas que colocam aspectos das raízes africanas presentes em nosso cotidiano como protagonistas. Nesse sábado, o tema do encontro foi Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnico-Racial.
Na parte da manhã, recebemos as ilustres presenças do Pró-Reitor de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da UFABC, Acácio Almeida Santos, e da Profa. Marineusa Medeiros, da Secretária Municipal de Educação/UNICEU São Paulo, que compuseram a mesa de abertura, ao lado da coordenadora do curso, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.
Após a mesa de abertura o Prof. Marcos Costa deu inicio à aula sobre Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnico-Racial, que além da parte teórica também propiciou atividades lúdicas utilizando livros, pinturas e diferentes formas de expressão artística, que colocou em prática os ensinamentos do dia.
Mesa de abertura com a participação da Profa. Marineusa Medeiros, da Secretária Municipal de Educação/UNICEU São Paulo, Pró-reitor de Assuntos Comunitários e Politicas Afirmativas da UFABC, Prof. Dr. Acácio de Almeida e a coordenadora do curso, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich
Entre os dias 15 e 17 de outubro de 2018 ocorreu, na cidade de Coimbra, em Portugal, o Congresso Internacional de Direitos Humanos, um espaço dedicado à apresentação de propostas e críticas a respeito das ciências sociais e jurídicas em torno dos direitos humanos. Participaram deste evento grandes nomes acerca dos Direitos Humanos no mundo.
O Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos/ UFABC esteve representado por nossa coordenadora, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, e pela pesquisadora Sandra Felix Santos, com apresentação de trabalhos, coleta de informações e discussões acerca do assunto, buscando parcerias e entendimento do caminho que ainda temos de percorrer para conseguir transmitir ao maior número possível de pessoas o conhecimento sobre os seus direitos. No dia 15 houve a abertura do evento, com palestra magna ministrada pelo Prof. Dr. Vital Moreira, intitulada “Nos 70 anos da DUDH: a proteção internacional dos direitos humanos como fundamento do constitucionalismo transnacional emergente”, seguida de mesa temática mediada pelos professores Prof. Ms. César Augusto Ribeira Nunes e Prof. Ms. Eduardo Malheiro de Magalhães.
No período da tarde foi aberta a apresentação dos simpósios temáticos. No simpósio nº 27, intitulado “Direitos humanos das minorias no contexto mundial”, a pesquisadora Sandra Felix Santos apresentou o trabalho “Direitos humanos para todos: a linguagem visual como um aliado à superação do limite entre a integração e a inclusão”. A pesquisa busca apresentar uma alternativa de ferramenta que contribua para a disseminação dos direitos humanos de forma inclusiva. Ver resumo aqui.
A primeira edição do curso Africanidades, Literatura Infantil e Circularidade que ocorreu às sextas-feiras,
do dia 03 de agosto à 28 de setembro, contou com cinco oficinas:
Cultura Afro-brasileira, Ciência e Educação Étnica Racial -Marcos Costa (EDH/UFABC)
Escravidão e Diáspora Africana - Mestrando Thiago Augusto Pestana (UFABC)
Literatura Infantil e Direitos Humanos - Doutoranda Simone Pedersen (Unifesp)
Vivências Cooperativas de Direitos Humanos - Paulo Inácio Coelho (Rede do Cuidado)
Jogos Cooperativos de Tabuleiro- Ms. Antonio Salvador Coelho (Rede do Cuidado)
As oficinas organizadas pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich foram ministradas para os arte-educadores do Projeto O canto das Iaras, Dandaras e Iansãs: Batuclagem Diversas, além da comunidade da Universidade Federal do ABC. Durante os cinco encontros obtivemos um conhecimento maior sobre a cultura afro-brasileira e seus impactos na formação do ser humano, mergulhando numa profunda reflexão sobre o esquecimento e a falta de reconhecimento da sociedade africana enquanto precursora das ciências e do progresso tecnológico que experimentamos atualmente.
Também tivemos a chance de refletir sobre o modo como nossa sociedade está estruturada, sempre em busca de competição, de vencedores e derrotados, mas que através da cooperação podemos obter uma nova realidade. E também foi ensinado que através dos educadores que estão presentes na vida das crianças diariamente podemos mudar a visão construída durante anos sobre a sociedade africana e para conquistar isso é importante utilizar maneiras lúdicas que manifestem a riqueza dessa sociedade e histórias infantis que ajudem a formar pequenos cidadãos que cresçam com uma consciência do seu passado e orgulho da cultura afro-brasileira.
Jogos Cooperativos de Tabuleiro
Na última quarta-feira,19/09, foi realizada a primeira fase do processo seletivo para o curso de extensão "Africanidades,Literatura infantil e circularidade".
Participaram da pré-seleção os docentes do curso Thiago Pestana e Marcos Costa, as mestrandas do Programa de Pós-Graduação de Ensino e História das Ciências da UFABC Dione Mesquita, Sandra Felix e Anita Simão, a Mestre em Educação: História e Filosofia Cecilia Prado, além da Doutora em Educação: História, Política Sociedade Silmar Leila dos Santos e a coordenadora do curso, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.
Durante o curso, os selecionados entrarão em contato com a cultura afro-brasileira através de palestras que trarão um conhecimento histórico do povo africano, ainda será abordado durante as palestras assuntos como Direitos Humanos e literatura infantil. Também terão práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras como jogos, contação de histórias, folguedos e brincadeiras.
Além de professores da Educação Básica, visa formar novos arte-educadores que poderão atuar no ensino não formal. Até o momento o curso já possui 1.400 inscrições.
Anita Simão e Cecilia Prado participam da pré-seleção dos candidatos.
No último sábado (21/07), o Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC realizou o último encontro presencial desta edição do curso, além das bancas de avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso da pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos, turmas de Especialização e Aperfeiçoamento.
Vivenciamos uma manhã de imersão nos Direitos Humanos, com a avaliação dos trabalhos de 5 bancas das turmas de Especialização e Aperfeiçoamento.
Recebemos convidados de variadas instituições, além de militantes dos Direitos Humanos, o que conferiu pluralidade em nossas comissões avaliadoras, propiciando um rico debate acerca da Educação em Direitos Humanos.
Recebemos as ilustres presenças do Pró-Reitor Adjunto de Extensão e Cultura da UFABC, Evonir Albrecht, da coordenadora do polo Diadema da Universidade Aberta do Brasil (UAB), Márcia Ramos, além de Marineusa Medeiros, da Rede UniCEU, da Prefeitura de São Paulo, e Antonio Lozer, orador das turmas de formandos. Todos eles compuseram a mesa de abertura, ao lado da coordenadora do curso, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, e da coordenadora administrativa, Nathália Vaccani.
Os cursistas então apresentaram seus projetos às bancas examinadoras, que foram compostas por pareceristas presenciais e por avaliações enviadas de outros Estados do Brasil, além de participações internacionais, diretamente de Portugal e Argentina.
Confira aqui a lista com as bancas avaliadoras.
Assista aqui ao evento completo no Youtube.
O evento foi aberto pelo grupo teatral Psicocena, que promove reflexões importantes por meio de apresentações teatrais. A apresentação foi composta por um esquete teatral de aproximadamente 15 minutos sobre o sofrimento da pessoa negra, suas vicissitudes e a importância do enfrentamento ao racismo. As cenas são intercaladas pela execução de dois Vissungos na versão de Clementina de Jesus e os cinco sambas de Dona Ivone Lara, como uma homenagem.
Veja, abaixo, imagens do evento. Clique aqui e acesse o álbum completo.
Mesa de abertura
Esq. para a dir.:Antonio Lozer (Orador), Marineusa Medeiros (UniCEU - Prefeitura de São Paulo), Evonir Albrecht (Pró-Reitor Adjunto de Extensão e Cultura), Mácia Ramos (coordenadora Universidade Aberta do Brasil - Polo Diadema).
Curso de Educação em Direitos Humanos engaja mais de 4 mil pessoas nas redes sociais
Em 9 de junho, o Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC promoveu o V encontro presencial e bancas avaliadoras das turmas da pós-graduação lato sensu, Aperfeiçoamento e Especialização, do ano de 2018. Foi um dia muito importante de mobilização em torno dos Direitos Humanos, mostrando que a militância e o meio acadêmico podem, e devem, se unir, formando uma grande corrente de defesa, disseminação e luta pelos direitos de todos. A repercussão do evento foi muito simbólica para o Curso de Educação em Direitos Humanos. A procura por vagas já indicava que a demanda seria muito significativa, mas a repercussão realmente demonstra que o Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC foi abraçado pela comunidade, principalmente por professores da rede pública, mas também profissionais de outras atividades, como jornalistas, assistentes sociais, profissionais da segurança.
No final de 2017 foram mais de 1400 inscrições recebidas, para uma oferta de cerca de 150 vagas, uma concorrência digna de vestibular. Em menos de duas semanas após o evento, contabilizamos mais de 4 mil e cem pessoas alcançadas pelas publicações da página do Curso de Educação em Direitos Humanos e por publicações dos próprios cursistas, tutores, avaliadores, apontando que uma verdadeira rede em prol dos Direitos Humanos pode e está sendo construída. Para corroborar esses números, preparamos uma série de imagens que demonstram o engajamento do público com o Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC.
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich recebe prêmio das mãos do Pró-Reitor de Extensão e Cultura da UFABC, Leonardo Steil
A Profa. Dra. Ana Maria Dietrich foi reconhecida pela reitoria da Universidade Federal do ABC por atuar em prol da prática extensionista. Além do Curso de Educação em Direitos Humanos, a Profa. Ana Maria também coordena os projetos de extensão Memória dos Paladares, que leva cultura culinária e informação aos participantes, e Batuclagem Diversas: O canto das Iaras, Dandaras e Iansãs, que desmistifica histórias e religiões de matriz africana para crianças de escolas da Grande São Paulo.
Durante o Conexão: IV Congresso de Extensão Universitária da UFABC, o Pró-Reitor de Extensão e Cultura, Leonardo Steil, entregou à Profa. Ana Maria Dietrich um prêmio em reconhecimento ao trabalho desenvolvido por ela junto a discentes da Universidade Federal do ABC, que levam o nome do projeto a dezenas de escolas da região.
V Encontro do Curso de Educação em Direitos Humanos e bancas avaliadoras
Recebemos convidados de variadas instituições, além de militantes dos Direitos Humanos, o que conferiu pluralidade em nossas comissões avaliadoras, propiciando um rico debate acerca da Educação em Direitos Humanos.
Na parte da manhã, recebemos as ilustres presenças do Pró-Reitor de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da UFABC, Acácio Almeida Santos, e do Pró-Reitor Adjunto de Extensão e Cultura, Evonir Albrecht, que compuseram a mesa de abertura, ao lado da coordenadora do curso, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.
Após as palavras iniciais dos membros da mesa de abertura, os oradores convidados se juntaram à Profa. Dra. Ana Maria Dietrich e proferiram suas considerações sobre esta jornada a seus colegas e ouvintes.
Este foi um grande momento, já que os próprios cursistas puderam dizer o que o curso representou para eles ao longo destes meses. Confira aqui a íntegra do relato do cursista Rodrigo Martins, da turma de Aperfeiçoamento - Polo Diadema.
No último sábado (09/06), o Curso de Educação em Direitos Humanos - UFABC realizou o último encontro presencial desta edição do curso, além das bancas de avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso da pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos, turmas de Especialização e Aperfeiçoamento.
Vivenciamos um dia inteiro de imersão nos Direitos Humanos, com a avaliação dos trabalhos de 7 bancas das turmas de Aperfeiçoamento e 10 TCCs das turmas de Especialização.
Além do belo discurso, Rodrigo Martins também enviou um agradecimento especial à sua tutora ao longo do curso, Cecília Prado, que é possível conferir abaixo:
"Adorei a experiência propiciada pelo curso e sou muito grato por seu inestimável apoio ao longo de toda a caminhada.
Aliás, em minha trajetória escolar e acadêmica, jamais tive um professor tão dedicado na correção dos trabalhos. O seu detalhado feedback, com o perdão do estrangeirismo, ajudou-me muito na compreensão dos temas trabalhados na bibliografia. E sua agradável companhia animou as manhãs dos encontros presenciais em Diadema. Sentirei saudades.
Peço a gentileza de você estender os meus cumprimentos à professora Ana Maria, à Nathália, e aos demais professores e tutores.
Um forte abraço,
Rodrigo Martins"
O evento foi aberto, tanto no período da manhã quanto à tarde, por contações de histórias do projeto de extensão Batuclagem Diversas: O canto das Iaras, Dandaras e Iansâs, que ressaltou a importância do respeito à diversidade, o reconhecimento das raízes e o respeito às religiões de matriz africana.
No período matutino, Anaelisa Magalhães, arte-educadora do projeto, contou a história de Dandara dos Palmares, e Ricardo de Lima, também arte-educador do Batuclagem Diversas, contou a história Yabás: deusas do amor e da guerra.
No período vespertino, a arte-educadora Tuany Nascimento contou a história Jalade, a princesa Iorubá, e Ricardo de Lima trouxe o conto As palavras de Carolina.
À tarde, ao lado da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, esteve prestigiando o Curso de Educação em Direitos Humanos o Pró-Reitor de Extensão e Cultura, Prof. Dr. Leonardo José Steil.
Os cursistas então apresentaram seus projetos às bancas examinadoras, que foram compostas por pareceristas presenciais e por avaliações enviadas de outros Estados do Brasil, além de participação internacional, diretamente da Alemanha.
Todas as informações sobre o Curso de Educação em Direitos Humanos podem ser conferidas aqui. Confira, neste link, a lista com as bancas e os respectivos avaliadores.
Clique aqui e assista ao evento no período da manhã.
Clique aqui e assista ao evento no período da tarde.
Abaixo, leia alguns depoimentos de nossos cursistas, avaliadores e tutores sobre a representatividade do curso para eles.
Cursista Aureni Lima: Parabéns aos colegas formandos e um especial à UFABC por ter proporcionado a cada um de nós excelentes reflexões com trabalhos de pesquisa e questões que nos alimentaram com saberes que farão parte de nossa história e trajetória pessoal e profissional. Gratidão a todos!!
Cursista Margareth Ernandes: Obrigada! Muito orgulhosa de fazer parte dessa turma.
Cursista Angelica Marinovic Romboli: Agradeço imensamente a oportunidade de mais esse aprendizado.
Cursista Manoel de Matos: Dia especial, parabéns à coordenação, professores (as), tutores(as), avaliadores, pessoal de apoio e formandos (as) do incrível curso de Educação em Direitos Humanos UFABC - EDH.
Avaliadora convidada Profa. Dra. Simone Pedersen (UNICAMP): Pensando que eu fiquei emocionada e impactada ontem, na UFABC. A transformação que você opera nos professores é linda e tão significativa que afeta a todos e multiplica-se por meio do empoderamento desses professores e alunos.
Obrigada pela oportunidade de testemunhar esse resultado de impacto social imensurável.
Conte comigo sempre!
Avaliadora convidada Mestranda Sandra Félix (UFABC): Um dia recheado de experiência e conhecimento... pensa numa equipe que mesmo que tenha opinião diferente, consegue chegar em uma nova opinião muito mais rica... pessoas que complementam tudo o que você consegue enxergar nos projetos apresentados... esses foram os maravilhosos Ricardo Santhiago e Ana Catarina Braga! Foi maravilhoso, sensacional! Amei estar com vocês nessa jornada, aprendi muito! E só tenho a agradecer também à amiga, orientadora e admiradíssima Ana Dietrich pela oportunidade e confiança! Amei.
Avaliadora convidada Profa. Mestranda Dione Mesquita (UFABC): Foi um prazer poder participar e conhecer tantos trabalhos e pessoas envolvidas com as questões de Direitos Humanos, principalmente quando vemos esse envolvimento na prática conforme os trabalhos apresentados nas bancas da UFABC - Universidade Federal do ABC e principalmente a Ana Dietrich, que nos mostra essas possibilidades.
Que este caminhar seja cada vez mais significativo e duradouro, nossa sociedade precisa de pessoas com este comprometimento e coragem. Parabéns mais uma vez a todos!!!!!!
Tutora e avaliadora Cecília Prado: Gostaria de deixar registrado o quão importante foram os módulos trabalhados nos últimos 3 meses, o envolvimento dos cursistas, tutores, coordenação e equipe de apoio nos fazem enxergar uma luz. As práticas de Educação em Direitos Humanos reveladas durante o curso demonstram que temos um rol de ativistas que não permitirão que nosso país retroceda.
Aproveito a oportunidade para deixar um grande abraço a todos os nossos cursistas que cumpriram de forma exemplar mais essa etapa de nossa formação e um agradecimento especial aos cursistas do polo de Diadema, turma que acompanhei mais de perto.
Tutor e avaliador Silvio Corrêa: O que eu vou dizer? Direitos humanos é algo que se constrói. Nunca está pronto, nunca está completo.
As oportunidades de discutirmos o assunto foram grandiosas nesses últimos meses. Eu agradeço pela oportunidade de participar de mais essa etapa e agradeço muito a Profª Drª Ana Dietrich e a Nathália Vaccani, que tiveram que dar nó em pingo d'água para atender aos tutores e aos cursistas, fazendo com que o curso fosse mais um sucesso.
Também agradeço as tutoras Cecília Prado, Silmar Leila e Irene Franciscato, pois mesmo não tendo a oportunidade de compartilhar cursistas, como fizemos em 2015, é sempre reconfortante saber que há pessoas com quem podemos contar.
Um agradecimento muito, muito especial, aos grandes protagonistas desse curso de formação em Educação em Direitos Humanos. Os cursistas! Verdadeiros parceiros de caminhada, nos emocionando, nos ensinando, trazendo realidades diversas e complementares. Muito obrigado!
Um agradecimento, em particular, aos cursistas do Polo de São Rafael. Sempre educados, pacientes e batalhadores, tivemos um relacionamento, a distância e presencial, muito gratificante. Muito obrigado! Fiquem com um grande beijo e meu eterno agradecimento.
Confira como foi o último encontro presencial do Curso de Educação em Direitos Humanos
No último dia 5 de maio, o Curso de Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do ABC realizou o último encontro presencial desta edição do curso.
Os alunos se reuniram em seus respectivos polos (Diadema, São Rafael, Pera Marmelo e Casa Blanca) para discutir pertinentes e importantes temas acerca dos Direitos Humanos.
As atividades foram desenvolvidas das 10h às 13h nos polos de nosso curso. Foram dois temas abordados neste derradeiro encontro. O primeiro assunto tratado foi Desigualdade social, alteridade e juventude, seguido por Educação em Direitos Humanos e Gênero/LGBT.
Os alunos se reuniram em grupos para conversar e debater sobre os temas propostos. Posteriormente, o saldo dessa interação deveria ser submetido à avaliação dos tutores.
A partir das 15h, os alunos tiveram acesso à webconferência gravada pelos professores Dimitri Sales e Wilson Mesquita. A partir da exposição dos professores, os alunos deveriam realizar a atividade proposta para o módulo.
Agora, aguardamos nossos queridos cursistas para apresentação de suas produções na Universidade Federal do ABC, em 09 de junho.
Alunos do polo Pera Marmelo debatem tema de atividade proposta.
No último dia 14 de abril, sábado, tivemos nosso terceiro encontro presencial para discutirmos a Educação em Direitos Humanos.
De manhã, os cursistas e os tutores se encontraram para refletir sobre o fundamental direito à educação, neste momento particularizado à educação de crianças e jovens cujas necessidades de aprendizagem requerem um conjunto de ações como a adequação arquitetônica da escola até os materiais adaptados e redes de apoio.
Em um segundo momento discutiu-se especialmente a formação do professor comprometido com as questões de seu tempo e lugar, assim como o quanto se faz necessário compor um currículo que fuja do modelo acadêmico para incorporar outros saberes importantes, possibilitando que mediante diferentes dados culturais, os alunos e alunas se sintam aí reconhecidos e referenciados na formação de suas identidades.
Já no período da tarde, os alunos puderam acompanhar a aula da Profª Drª Silmar Leila e participar de um bate-papo com ela a respeito das temáticas de "Identidade, Currículo e Inclusão Escolar" e "Movimento Negro e Indígena".
Confira nas fotos como foi o encontro.
Cursistas do Polo de São Rafael.
Cursistas do Polo de São Rafael.
II Encontro presencial do curso de Educação em Direitos Humanos
No último dia 17 de março, o Curso de Educação em Direitos Humanos realizou mais um encontro presencial, o segundo de cinco previstos até o fim de nossa jornada.
Nesta aula, alunos da pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos assistiram, simultaneamente, às aulas dos professores Doutores Artur Zimerman e Ivan Filipe Fernandes.
As aulas foram transmitidas diretamente do polo de Diadema, via Youtube, para outros 3 polos da rede Uniceu Uab: Casa Blanca, São Rafael e Pera Marmelo.
Durante as aulas, que tiveram como temas Violência no campo e Democracia, os alunos puderam fazer profundas reflexões, promovendo profícuos debates e levantando importantes questões sobre o momento que os Direitos Humanos atravessam, com foco nos temas propostos.
Após a realização das web-conferências, os alunos puderam tirar dúvidas com os professores, enviando seus questionamentos através do Youtube, para quem estava nos demais polos, ou pessoalmente, para quem esteve em Diadema.
Na segunda parte do dia, os cursistas se reuniram em grupos e expuseram seus pensamentos aos colegas para, ao final da discussão entre eles, submeter suas conclusões à avaliação dos respectivos tutores.
Compartilhamos vivências importantes nessa incrível experiência, que esperamos repetir no nosso próximo encontro, que já está marcado: dia 14/04, às 10h.
No link abaixo, você pode rever as aulas ministradas pelos professores Artur Zimerman e Ivan Almeida:
Alunos assistem à web-conferência, com imagens geradas em Didadema, no polo Pera Marmelo.
A Aula Inaugural dos cursos de Pós-Graduação Lato Sensu Educação em Direitos Humanos/UFABC e Aperfeiçoamento de Educação em Direitos Humanos/UFABC aconteceu no último dia 24 de fevereiro no campus da UFABC em Santo André.
Tendo recebido o número recorde de 1.300 inscrições para os dois cursos, o Aperfeiçoamento terá 55 alunos, já a turma da Especialização contará com 100 alunos.
Os tutores e professores dos cursos compuseram a primeira mesa do evento. Estavam presentes o Prof. Dr. Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes, o Prof. Dr. Artur Zimerman e a Profa. Dra. Victoria Herrera, os tutores Silvio T. Correa, Silmar Leila e Cecília Prado e a coordenadora do curso, Profa. Dra Ana Maria Dietrich.
A segunda mesa teve a presença de autoridades, como o Pró-Reitor Adjunto de Extensão e Cultura da UFABC, Evonir Albrecht, Simone Pedersen, doutoranda em Educação na UNESP e colaboradora do EDH, Marineusa Medeiros da Silva da Rede Uniceu/Secretaria de Educação da Prefeitura de São Paulo, Márcia Ramos coordenadora do Polo UAB Diadema, o representante da Reitoria da UFABC, Leonardo José Steil e Luiz Rampazzo, Curador do Memorial do Holocausto de São Paulo.
O Frei David Santos, Diretor-Presidente da ONG EDUCAFRO (Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes), juntamente com Maria Nazareth, presidente do CONDEP (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Estado de São Paulo) discorreram sobre os direitos humanos na formação educacional na mesa Educação em Direitos Humanos: a importância de uma formação Plural. A mesa foi moderada pela Profª Drª Ana Maria Dietrich e pelo Prof. Dr. Ivan Filipe.
MESA COM OS PROFESSORES E TUTORES DOS CURSOS
Silvio T. Correa
Prof. Dr. Artur Zimerman
Profª. Drª. Silmar Leila
Cecília Prado
Profª. Drª. Victoria Herrera
Profª. Drª. Ana Maria Dietrich
Prof. Dr. Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes
Silvio T. Correa
Prof. Dr. Artur Zimerman
Profª. Drª. Silmar Leila
Profª Me. Cecília Prado
Profª. Drª. Victoria Herrera
Profª. Drª. Ana Maria Dietrich.
Curso de Educação em Direitos Humanos divulga resultado das inscrições
O Curso de Educação em Direitos Humanos, por meio da Pró-reitoria de Extensão e Cultura da UFABC, torna público os resultados das inscrições para o Curso de Educação em Direitos Humanos nas modalidades de Pós Graduação Lato Sensu e de Aperfeiçoamento.
As matrículas da primeira chamada vão até o dia 08 de fevereiro e os documentos obrigatórios para se matricular estão listados nos editais de abertura de incrições, que pode ser conferido nos links abaixo:
Na sexta-feira, dia 09 de fevereiro será publicada as listas da segunda chamada para matrícula.
Aperfeiçoamento
As inscrições começaram no dia 13 de novembro de 2017 e foram até o dia 15 de dezembro. Inicialmente o curso de Aperfeiçoamento oferecia 30 vagas, mas tendo recebido 495 inscrições, a coordenação do curso decidiu abrir mais 25 vagas, em função da excelente qualidade das propostas recebidas, totalizando assim 55 vagas.
Resultado Aperfeiçoamento: http://proec.ufabc.edu.br/cursos/cursos-de-aperfeicoamento/educacao-em-direitos-humanos-turma-2018-1
Pós Graduação
Já a modalidade Especialização recebeu inscrições até o dia 22 de dezembro e teve o total de 773 inscrições, sendo mantidas as 100 vagas iniciais.
Resultado Especialização: http://proec.ufabc.edu.br/cursos/cursos-de-especializacao/educacao-em-direitos-humanos
Livro Memória dos Paladares registra histórias associadas ao paladar e receitas de moradores
Lançado pela Editora UFABC e organizado pela professora doutora Ana Maria Dietrich, o livro Memória dos Paladares: Entre sabores e saberes foi lançado no dia 17 de novembro, durante o II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos, que contou com a participação das autoras Ana Dietrich e Silvia Helena Passarelli.
A obra é dividida em cinco partes: a primeira é formada por artigos que relatam quais são os objetivos da obra, qual foi a metodologia utilizada nas pesquisas e histórias de moradores da região de Santo André. A segunda consiste na história da formação da cidade, dados sobre a população da região e um panorama dos bairros e pontos importantes do município. A terceira apresenta narrativas de moradores, estudantes e comerciantes que contam sobre a importância de Santo André em suas vidas, resgatando lembranças associadas ao paladar. E a quinta parte reúne receitas de moradores da região e estudantes da UFABC.
O livro também procura evidenciar a importância da construção da UFABC na região. O livro contém ilustrações de pontos da cidade, como Paço Municipal e a Universidade Federal do ABC, bem como fotos de casas nos bairros da região. Além de poemas, como O Olho de Cecília Meireles.
ORGANIZAÇÃO
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC)
AUTORES
ALINE ZABINSKI
ANDREA PAULA DOS SANTOS KAMESNSKY
ANA MARIA DIETRICH
CYNTHIA CHRISTINA ZIVIANI
JOÃO VITOR CARVALHO DE MELO
KARINA VIEIRA DOS SANTOS
MARIANA PEREIRA
PLÍNIO ZORNOFF TÁBOAS
SILVIA HELENA PASSARELLI
Lançamento do livro no II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos
Foto por: Anderson R. Carlos
Entretodos 10
A Universidade Federal do ABC e a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da prefeitura de São Paulo realizaram o festival “Entretodos”, evento de apresentação de curtas-metragens de Direitos Humanos.
A 10ª edição da mostra ocorreu entre os dias 20 e 25 de novembro e apresentou o tema “DIFERENTES, DESIGUAIS”, em 46 pontos de exibição, entre eles o campus de São Bernardo do Campo da UFABC, que recebeu o evento no último dia 23.
O festival tem como objetivo disseminar produções cinematográficas nacionais e internacionais capazes de sensibilizar e promover debates sobre questões sociais, raciais, de cidadania e identidade de forma lúdica e participativa, levando ao público assuntos que geralmente não são temas de conversas cotidianas e que não estão no foco da grande mídia.
A mostra recebeu alunos da Escola Estadual João Ramalho, que assistiram uma apresentação do Batuclagem Diversas, onde debateram sobre Direitos Humanos. Os alunos puderam acompanhar produções voltadas ao público infantil, como “Próxima”, curta dirigido por Luiza Campos, e o internacional “The box”, que teve a direção de Merve Cirisoglu Cotur.
A cerimônia de premiação aconteceu no dia 25 de novembro, no Cine Olido. Confira os vencedores:
Júri popular:
Depois que te vi, Vinícius Saramago, 16’, Brasil, 2016.
A metódica rotina de um jovem autista muda radicalmente quando ele vê uma menina passar de bicicleta.
Reduto:
Era Uma Vez Agora, Coletivo Casa da Lapa, 5’, Brasil, 2017
A garota Jenifer fica incumbida de cuidar de seu irmão mais novo e entra em pânico ao perceber que ele sumiu de sua vista. Ela sai pelas ruas do bairro, deparando-se com intervenções que remetem ao que significa ser criança na Cracolândia, na região central de São Paulo.
Ruptura:
O olho do cão, Samuel Lobo, 20’, Brasil, 2017
Uma história de amizade, resistência e revolta. É domingo no Rio de Janeiro, Buck Jones sai para um passeio.
Fábula:
O Chá do General, Bob Yang (Yang Kuan Mei), 22’, Brasil, 2016
Um general aposentado chinês recebe a inesperada visita de seu neto.
Rastro:
Il Silenzio, Ali Asgari e Farnoosh Samadi, 15’, Itália/França, 2016
Fatima e sua mãe são refugiadas curdas na Itália. Na visita ao médico, ela deve traduzir o que a médica conta para sua mãe, mas ela fica em silêncio.
Olhar:
Pele de Monstro, Barbara Maria do Carmo Silva, 20’, Brasil, 2016
Estudantes negros da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) relacionam situações de racismo vividas por eles com filmes de terror dos anos 60.
Saiba como foi o II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos
O II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos aconteceu no último dia 17 de novembro no campus de São Bernardo da UFABC.
A contação de história sobre a Dandara de Palmares, feita pelo Projeto Batuclagem Diversas e com sonoplastia do músico Marcos Costa, emocionou a todos.
Em seguida, os palestrantes internacionais João Paulo Avelã Nunes da Universidade de Coimbra e Fernando Tavares Pimenta, da Universidade de Lisboa, o prof. Marcos Costa, da PUC/SP compuseram a primeira mesa do dia, com o tema II Guerra, África e Refugiados. Essa mesa teve como mediador o Prof. Dr. Ivan Fernandes e como debatedora a Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, ambos da UFABC.
A segunda mesa foi composta por autores dos livros lançados no dia. O grande lançamento do dia, o livro Memória dos Paladares - entre saberes e sabores foi representado pela Profa. Dra. Silvia Helena Passarelli (UFABC). Estavam presentes também os autores dos seguintes livros:
- Direitos Humanos no Chão da Escola, representado pela Profa. Msa. Cecília Prado;
-Educação, Ética e Regime Militar no Brasil, que foi apresentado pelo seus organizadores Prof. Dr. José Blanes Sala (UFABC) e pela Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos (PUC/SP).
- Neblina Sobre Trilhos, pelo prof. Dr. Cláudio Luís de Camargo (UFABC).
Houve também a participação da Pró-reitora de Pesquisa da UFABC, Marcela Sorelli Carneiro Ramos, que representou a reitoria. Também aconteceu o relançamento dos documentários Seja Mais e Neblina Sobre Trilhos.
Saiu na Imprensa! Curso Educação em Direitos Humanos
Com a abertura do edital para os Cursos de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos, a realização do II Seminário Internacional Educação em Direitos Humanos/ UFABC e do Festival Entretodos, a imprensa noticiou diversas vezes nosso curso, acompanhe!
Site UFABC
http://www.ufabc.edu.br/noticias/universidade-abre-inscricoes-para-especializacao-em-educacao-em-direitos-humanos
Carta Capital
http://www.cartaeducacao.com.br/agenda/ufabc-abre-curso-de-educacao-em-direitos-humanos/
Periferia em movimento
http://periferiaemmovimento.com.br/universidade-federal-do-abc-abre-inscricoes-para-curso-de-aperfeicoamento-e-pos-graduacao-de-educacao-em-direitos-humanos/
Guia de empregos Aprendiz/ UOL
http://guiadeempregos.aprendiz.uol.com.br/2017/11/13/ufabc-realiza-ii-seminario-internacional-de-educacao-em-direitos-humanos/
Metrô Jornal
https://www.metrojornal.com.br/variedades/2017/11/10/ufabc-inscricoes-pos-graduacao-lato-sensu-eventos.html
ABC Maior
http://abcdmaior.com.br/index.php/2017/11/11/inscricoes-para-pos-graduacao-na-universidade-federal-do-abc-comecam-na-segunda-13/
Repórter Diário
https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2428042/universidade-federal-abc-abre-inscricoes-para-pos-graduacao/
Prograd UFABC
http://prograd.ufabc.edu.br/2543-ii-seminario-internacional-de-educacao-em-direitos-humanos-ufabc
Campus de São Bernardo será palco de exibição do Festival Entretodos
O campus da UFABC em São Bernardo do Campo será, no dia 23 de novembro, um dos 42 polos de exibição do Entretodos - Festival de Curtas-Metragens de Direitos Humanos. Neste ano, o tema central do festival é “Diferentes, Desiguais” e o projeto tem como objetivo divulgar filmes nacionais e internacionais sobre Direitos Humanos para promover debates a respeito de assuntos que são poucas vezes retratados no cotidiano e alertar a população sobre seus direitos.
O Entretodos é realizado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, e tem parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, a Spcine e a Estate Produções.
O evento terá programação infantil, que ocorrerá às 15h30, com exibição do curta “Depois que te vi” dirigido por Vinícius Saramago. E programação direcionada ao público adulto, com curtas como: “Casca de Baobá” dirigido por Mariana Luiza e “Universo Preto Paralelo” dirigido por Rubens Passaro. A exibição começa às 17h30. O Festival também contará com Júri Popular e a votação poderá ser feita nas salas de exibição dos filmes.
A UFABC fica localizada na Alameda da Universidade, S/N. Mais informações do Festival podem ser encontradas no site do evento: http://www.entretodos.com.br/. Contamos com sua presença!
Inscrições pelo link https://docs.google.com/…/1FAIpQLScVtNh5CrN2_mRsAn…/viewform
Livro Neblina Sobre Trilhos resgata história cultural da Vila de Paranapiacaba
Pesquisas de campo realizadas desde 2009 resultaram em obra que une passado e presente por meio de narrativas e fotografias
Subdistrito de Santo André, a Vila de Paranapiacaba foi a morada no século XIX de imigrantes ingleses que desembarcaram no Brasil para construir a primeira estrada ferroviária paulista que transportava cargas e pessoas do interior do estado, em Jundiaí, ao Porto de Santos. Por meio do resgate da memória social dos antigos residentes, o livro “Neblina Sobre Trilhos” busca relembrar e contar a história cultural da região que foi tombada pelo IPHAN.
A obra junta textos reflexivos, fotografias e entrevistas reunidos nas pesquisas de campo realizadas desde 2009 pelo grupo que produziu o documentário que leva o nome do livro. “Neblina Sobre Trilhos” é dividido em três partes: a primeira é formada por artigos que contextualizam a Vila e enfatizam a construção dos textos, a segunda consiste em narrativas por aqueles que vivenciaram a região, e a terceira é composta de registros fotográficos feitos no local pelos membros do grupo.
O livro integra a coleção Transversalidades EDH que procura incentivar o debate de temas transversais à Educação em Direitos Humanos, à Arte, ao Patrimônio Material e Imaterial e à Memória. Publicado no momento em que Paranapiacaba completa 150 anos, “Neblina Sobre Trilhos” tem o papel de resgatar a história cultural da vila ferroviária tão importante no século passado, mas que enfrenta hoje o baixo incentivo ao turismo regional e à valorização da história do patrimônio.
Lançado pela editora Todas as Musas e pela EdUFABC, e organizado pela professora doutora Ana Maria Dietrich com a mestre em História da Ciência pela UFABC Soraia Oliveira Costa, a obra teve publicação estreada em 29 de julho na Vila de Paranapiacaba e o relançamento acontecerá no II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos, no campus da UFABC de São Bernardo, no dia 17 de novembro.
Imagens: Festival de Inverno de Paranapiacaba 2017
Curso de Educação em Direitos Humanos da UFABC abre vagas para 2018
O curso de Educação de Direitos Humanos da UFABC abre as inscrições nesta segunda-feira (13/11/2017) por meio dos editais para os cursos em aperfeiçoamento e especialização (pós-graduação lato sensu) em “Educação em Direitos Humanos”. As inscrições poderão ser realizadas através da ficha de inscrição disponibilizada na página do ProEC-UFABC (Pró-Reitoria de Extensão e Cultura) http://proec.ufabc.edu.br, e acontecerá até o dia 15/12/2017.
Os resultados para os dois processos seletivos estão previstos para o dia 05/02/2018 e serão divulgados na página da ProEC.
Aperfeiçoamento
O curso de aperfeiçoamento oferece 30 vagas, e será ministrado na modalidade semi-presencial, em uma carga horária total de 220 horas-aula, sendo 76 delas em aulas presenciais (divididos em aulas nos polos e vivência no ambiente escolar) e 144 EAD pela plataforma Tidia UFABC e conta com a ministração prevista para o período de 24 de fevereiro à 30 de junho de 2018.
Destinado aos candidatos com título de graduação devidamente reconhecido pelo MEC, e que atuem dentro das seguintes áreas: Gestores públicos e servidores públicos das áreas de Educação e/ou Direitos Humanos, profissionais da Comunicação, Cultura e Esporte, Profissionais dos Sistemas de Justiça e Segurança e indivíduos com experiência comprovada em projetos sociais voltados para Educação em Direitos Humanos.
A seleção ocorrerá através de análise dos currículos dos candidatos e da Carta de Intenção formulado no ato de inscrição.
Pós-graduação
Para a especialização o edital abre 100 vagas, e tem como pré-requisito o certificado no Curso de Aperfeiçoamento de Educação em Direitos Humanos/UFABC nos anos de 2015 ou 2016.
Será ministrado na modalidade semi-presencial, e é composto por 76 horas de aulas presenciais e 144 EAD pela plataforma Tidia UFABC, totalizando uma carga horária de 220 horas. O curso tem ministração prevista no período de 24 de fevereiro de 2018 a 30 de junho de 2018.
UFABC realizará o II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos
O II Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos será realizado no próximo dia 17, no campus de São Bernardo da UFABC. Tem como foco assuntos referentes à Educação em Direitos Humanos, e como novembro é o mês da Consciência Negra, o tema debatido será sobre a Cultura Afro.
A abertura do Seminário será feita pelo Projeto Batuclagem Diversas, que irá fazer uma contação de história sobre a Dandara, esposa de Zumbi dos Palmares, e o músico Marcos Costa, da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, será responsável pela sonoplastia.
O evento terá presença de dois palestrantes internacionais João Paulo Avelã Nunes da Universidade de Coimbra e Fernando Tavares Pimenta da Universidade Nova de Lisboa e um palestrante nacional, Marcos Costa que foi da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de São Paulo participarão da mesa II Guerra, África e Refugiados. Os professores da UFABC Ana Maria Dietrich será debatedora e Ivan Felipe de Almeida Lopes o moderador da mesa.
No mesmo dia, às 13h, acontecerá o lançamento do livro Memória dos Paladares, com a Profa. Silvia Helena Passarelli (UFABC) e dos livros Direitos Humanos no chão da Escola, representado pela tutora Cecília Prado; Educação, Ética e Regime Militar no Brasil, que será apresentado pelo seu organizador José Blanes Sala; Artes, Diversidades e afins, pela Vanisse Simone e Neblina Sobre Trilhos. E também dos documentários Seja Mais e NeblinaSobre Trilhos.
O evento ocorre das 10h às 14h e é gratuito e com direito a certificado de horas complementares. Faça sua incrição pelo link: https://goo.gl/forms/WcLZNQNTrUfNV7GK2. Para mais informações acesse o Facebook do evento https://www.facebook.com/events/323802881360779/. Contamos com sua presença!
Dia 17/11 - Das 10h às 14h
Local: UFABC - São Bernardo, auditório 2
Alameda da Universidade, s/n.
2º Fórum de Direitos Humanos: "É preciso ser humano"
No dia 16 de setembro de 2017, o Centro Universitário Anhanguera realizou o 2º Fórum de Direitos Humanos, com o tema: “É preciso ser humano”, uma iniciativa voltada ao Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, à Cultura de Paz e dos Direitos Humanos.
O auditório estava lotado de alunos e alunas dos cursos de Engenharia e foi extremamente gratificante permanecer horas debatendo um tema que normalmente não vemos chegar com tanta frequência e tradição nos cursos das áreas de exatas. Além de trabalhar toda a perspectiva de desconstrução de preconceitos e estigmatizações, buscando gerar reflexões sobre as posturas de cada um/a dos/as presentes, pensamos juntos/as em formas do campo da Engenharia estruturar construções e atuações profissionais com maior respeito aos direitos humanos.
Uma manhã de orgulho! Agradeço ao grupo de Educação em Direitos Humanos e, em especial à querida Ana Dietrich pela dedicação com que trabalha e luta por um mundo mais igualitário, humano e justo!
Docentes e pesquisadores/as:
- Prof. Douglas Eduardo Galiazzo Cardoso de Araújo: advogado e mestre em Políticas e Práticas com adolescentes em conflito, assessor da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP;
- Profa. Clarissa De Franco: psicóloga da UFABC, doutora em Ciência das Religiões, com Pós-Doutorado em Ciências Humanas e Sociais, com atuação em Políticas Afirmativas, Direitos Humanos, Gênero e Inclusão nas Universidades;
- Darling Ingrid Limeira: presidente do Grupo de Extensão Acadêmica Objetivando Direito, atuando em Minorias Sociais, Discriminação racial e intolerância religiosa nas matrizes africanas, discente do 10º semestre de Direito;
- Prof. Renato Alencar Dotta, Doutor em História Social, pesquisador do Grupo de Integralismo e Outros Movimentos Nacionalistas, na UFF e do Laboratório de Estudos e Pesquisas da Contemporaneidade, na UFABC;
- Prof. Alexandre Almeida, com formação em História e Antropologia, experiência em arquivo e docência.
Neblina sobre trilhos: Onde o presente e as memórias se intercruzam para narrar uma história de transformações na Vila de Paranapiacaba
Intervenções sociais na Vila de Paranapiacaba resultaram no livro Neblina sobre trilhos: Causos, contos e cliques, que trouxe consigo a história resgatada do distrito cercado pela Serra do mar.
Completando 150 anos, a Vila de Paranapiacaba, distrito da cidade de Santo André - hora tomada pela neblina -, ainda surpreende pelo seu rico acervo histórico e natural que guarda consigo memórias vivas do que antes foi parte da maior rede ferroviária de São Paulo.
O livro, organizado pela prof. Dra Ana Maria Dietrich e Soraia Oliveira Costa, Prof. Ms. em Ensino e História das Ciências pelo Program de Pós-Graduação de Ensino e História das Ciências da UFABC, foi publicado no dia 29 de Julho de 2017 pela UFABC e reúne textos reflexivos, fotografias e entrevistas coletadas nas pesquisas de campo realizadas desde 2009 pelo projeto Neblina sobre trilhos, que gerou também um documentário.
Seu objetivo é refletir e difundir a história da vila, através da memória social dos ferroviários buscando entender o descontentamento e a deixada da mesma pelos antigos e atuais moradores.
Esta, que antes foi marco de inovação e tecnologia do Estado de São Paulo, hoje reluta frente ao pouco incentivo ao turismo e resgate da história local. O lançamento do livro busca reparar lacunas reingressando o passado apagado através da arte.
O Curso de Educação em Direito Humanos exibe pela primeira vez o documentário Seja Mais
O 1° Prêmio Educação em Direitos Humanos teve sua segunda parte realizada no dia 07 de julho no Auditório Heleni Guariba, em Santo André. No dia, foi realizado o lançamento oficial do documentário Seja Mais, que teve sua primeira exibição e contou com a presença de diversos colaboradores e dos cursistas.
Antes da abertura do evento, fomos abrilhantados com a belíssima apresentação do Coletivo Afro Sol.
Apresentação do coletivo Afro Sol.
Apresentação do coletivo Afro Sol.
A Prof. Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do curso, fez a abertura, homenageando os cursistas que colaboraram no Seja Mais e convidando-os para a frente do palco para receber uma premiação.
O documentário, que tem direção de Soraia Oliveira Costa, registra a experiência do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos e tem como base mostrar o que foi feito durante o curso e quais foram os projetos desenvolvidos pelos alunos.
Após o lançamento oficial e a exibição do documentário com a linguagem libras, uma mesa de discussão foi realizada, com a presença de Buia Kalunga (Músico e Arte-Educador na Fundação Casa), Ana Clara Silva (Socióloga, artista e ativista / Núcleo de Prevenção e DST/Aids), Heitor Vilarinho (Ativista e jogador/Rosanegra Ação Direta e Futebol), Helen Lucinda (Ativista/Coletivo Afro Sol), Marcela Cabral (Arte-Educadora) e Rafael (Meninos Bons de Bola).
Ao final do evento, o coquetel servido foi por conta do chef de cozinha Luciano Roberto Felix.
O filme é dividido em três partes: primeiro é explicado o conceito de Direitos Humanos; na segunda parte, pode-se ver uma cursista declamando uma poesia, de sua autoria, momento captado em um dos encontros presenciais do curso; por fim, a realização dos projetos de intervenção nas escolas de diferentes partes da cidade de São Paulo.
Seja Mais (Brasil: direção Soraia Costa, 2017) - Quais são os direitos humanos? É possível promover a Educação em Direitos Humanos? Estas e outras perguntas tentamos responder no documentário, cujo título Seja Mais foi idealizado com base no princípio freiriano da possibilidade das pessoas deixarem de ser coisa e transformar a realidade cruel para ser mais. É preciso educar para construir uma cultura de direitos, para que as pessoas possam saber resistir as formas de violência, de assédio e de violações.
A Educação em Direitos Humanos pode ser uma importante ferramenta para desenvolver autorreflexão, consciência crítica acerca das desigualdades, promover o respeito e possibilitar a mudança. Esta obra audiovisual documenta a riqueza visceral das intervenções elaboradas, principalmente, por professores da Rede Municipal de São Paulo no âmbito do Projeto Educação em Direitos Humanos (UFABC/ MEC/Prefeitura de São Paulo).
Universidade Federal do ABC lança documentário sobre Direitos Humanos
Documentário Seja Mais registra a experiência do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos para mostrar os projetos de professores-cursistas
O 1° Prêmio Educação em Direitos Humanos e Prêmio Top Ten Contemporartes, realizado no dia 10 de junho no Teatro Municipal de Santo André, reuniu educadores de diversos setores para a entrega dos prêmios de menção honrosa e indicação para publicação em livro do curso Educação em Direitos Humanos, da Universidade Federal do ABC.
Na ocasião, três livros e um documentário foram lançados: Direitos Humanos no chão da escola; Educação, Ética e Regime Militar no Brasil; Artes, Diversidades e Afins – Melhores Textos da Contemporartes: Revista de Difusão Cultural (2009-2017); e Seja Mais.
O documentário Seja Mais, que tem direção da sociólgoa Soraia Oliveira Costa, é baseado na experiência do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos da UFABC, e tem como base mostrar o que foi feito durante o curso e quais foram os projetos desenvolvidos pelos alunos.
A socióloga Soraia Oliveira Costa discursa sobre o documentário Seja Mais durante o 1°Prêmio Educação em Direitos Humanos
O filme é dividido em três partes: primeiro é explicado o conceito de Direitos Humanos; na segunda parte, pode-se ver uma cursista declamando uma poesia, de sua autoria, momento captado em um dos encontros presenciais do curso; por fim, a realização dos projetos de intervenção nas escolas de diferentes partes da cidade de São Paulo.
O curso Educação em Direitos Humanos é exclusivo para professores da rede pública da Prefeitura de São Paulo e todos os alunos e escolas mostradas no documentário fazem parte da rede pública de ensino. Além dos alunos e cursistas, o filme conta com depoimentos dos professores e tutores do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos.
Seja Mais (Brasil: direção Soraia Costa, 2017) - Quais são os direitos humanos? É possível promover a Educação em Direitos Humanos? Estas e outras perguntas tentamos responder no documentário, cujo título Seja Mais foi idealizado com base no princípio freiriano da possibilidade das pessoas deixarem de ser coisa e transformar a realidade cruel para ser mais. É preciso educar para construir uma cultura de direitos, para que as pessoas possam saber resistir as formas de violência, de assédio e de violações.
A Educação em Direitos Humanos pode ser uma importante ferramenta para desenvolver autorreflexão, consciência crítica acerca das desigualdades, promover o respeito e possibilitar a mudança. Esta obra audiovisual documenta a riqueza visceral das intervenções elaboradas, principalmente, por professores da Rede Municipal de São Paulo no âmbito do Projeto Educação em Direitos Humanos (UFABC/ MEC/Prefeitura de São Paulo).
Curso Educação em Direitos Humanos/ UFABC lança livro Educação, Ética e Regime Militar em evento no Teatro Municipal
O livro busca esclarecer os conceitos de Ética na Educação e situa os Direitos Humanos durante a Ditadura Militar no Brasil
O 1°Prêmio Educação em Direitos Humanos e Prêmio Top Ten Contemporartes, realizado no dia 10 de junho, no Teatro Municipal de Santo André, promoveu o lançamento do livro Educação, Ética e Regime Militar no Brasil, organizado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC), Prof. Dr. José Blanes Sala (UFABC) & Dra. Silmar Leila dos Santos (PUC/SP).
O Prêmio, uma iniciativa do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos, da Universidade Federal do ABC, homenageou os melhores alunos do curso.
O livro é composto por duas partes. Inicia-se com uma reflexão sobre o fundamento da Ética, e segue entrelaçando o conceito de Ética com o Direito a fim de introduzir de forma apropriada a idéia atual de Direitos Humanos. Em seguida é abordado o mundo da Educação a fim de entender como a prática pedagógica deve estar comprometida com os Direitos Humanos. Oferecem-se exemplos de práticas pedagógicas atividades desenvolvidas em diversas escolas, tendo como referência artigos da Constituição Federal.
Na segunda parte, há uma análise das violações dos direitos humanos durante o Regime Militar no Brasil (1964-84), destacando os 50 anos do golpe e a Comissão Nacional da Verdade, que tem o intuito de apurar os crimes cometidos durante o regime.
Universidade Federal do ABC lança documentário sobre Direitos Humanos
Documentário Seja Mais registra a experiência do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos para mostrar os projetos de professores-cursistas
O 1° Prêmio Educação em Direitos Humanos e Prêmio Top Ten Contemporartes, realizado no dia 10 de junho no Teatro Municipal de Santo André, reuniu educadores de diversos setores para a entrega dos prêmios de menção honrosa e indicação para publicação em livro do curso Educação em Direitos Humanos, da Universidade Federal do ABC.
Na ocasião, três livros e um documentário foram lançados: Direitos Humanos no chão da escola; Educação, Ética e Regime Militar no Brasil; Artes, Diversidades e Afins – Melhores Textos da Contemporartes: Revista de Difusão Cultural (2009-2017); e Seja Mais.
O documentário Seja Mais, que tem direção da sociólgoa Soraia Oliveira Costa, é baseado na experiência do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos da UFABC, e tem como base mostrar o que foi feito durante o curso e quais foram os projetos desenvolvidos pelos alunos.
A socióloga Soraia Oliveira Costa discursa sobre o documentário Seja Mais durante o 1°Prêmio Educação em Direitos Humanos
O filme é dividido em três partes: primeiro é explicado o conceito de Direitos Humanos; na segunda parte, pode-se ver uma cursista declamando uma poesia, de sua autoria, momento captado em um dos encontros presenciais do curso; por fim, a realização dos projetos de intervenção nas escolas de diferentes partes da cidade de São Paulo.
O curso Educação em Direitos Humanos é exclusivo para professores da rede pública da Prefeitura de São Paulo e todos os alunos e escolas mostradas no documentário fazem parte da rede pública de ensino. Além dos alunos e cursistas, o filme conta com depoimentos dos professores e tutores do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos.
Capa do documentário Seja Mais
Seja Mais (Brasil: direção Soraia Costa, 2017) - Quais são os direitos humanos? É possível promover a Educação em Direitos Humanos? Estas e outras perguntas tentamos responder no documentário, cujo título Seja Mais foi idealizado com base no princípio freiriano da possibilidade das pessoas deixarem de ser coisa e transformar a realidade cruel para ser mais. É preciso educar para construir uma cultura de direitos, para que as pessoas possam saber resistir as formas de violência, de assédio e de violações.
A Educação em Direitos Humanos pode ser uma importante ferramenta para desenvolver autorreflexão, consciência crítica acerca das desigualdades, promover o respeito e possibilitar a mudança. Esta obra audiovisual documenta a riqueza visceral das intervenções elaboradas, principalmente, por professores da Rede Municipal de São Paulo no âmbito do Projeto Educação em Direitos Humanos (UFABC/ MEC/Prefeitura de São Paulo).
Curso Educação em Direitos Humanos/ UFABC lança livro Educação, Ética e Regime Militar em evento no Teatro Municipal
O livro busca esclarecer os conceitos de Ética na Educação e situa os Direitos Humanos durante a Ditadura Militar no Brasil
Livro Educação, Ética e Regime Militar no Brasil em exposição durante evento no Teatro Municipal
O 1°Prêmio Educação em Direitos Humanos e Prêmio Top Ten Contemporartes, realizado no dia 10 de junho, no Teatro Municipal de Santo André, promoveu o lançamento do livro Educação, Ética e Regime Militar no Brasil, organizado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC), Prof. Dr. José Blanes Sala (UFABC) & Dra. Silmar Leila dos Santos (PUC/SP).
O Prêmio, uma iniciativa do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos, da Universidade Federal do ABC, homenageou os melhores alunos do curso.
O livro é composto por duas partes. Inicia-se com uma reflexão sobre o fundamento da Ética, e segue entrelaçando o conceito de Ética com o Direito a fim de introduzir de forma apropriada a idéia atual de Direitos Humanos. Em seguida é abordado o mundo da Educação a fim de entender como a prática pedagógica deve estar comprometida com os Direitos Humanos. Oferecem-se exemplos de práticas pedagógicas atividades desenvolvidas em diversas escolas, tendo como referência artigos da Constituição Federal.
Na segunda parte, há uma análise das violações dos direitos humanos durante o Regime Militar no Brasil (1964-84), destacando os 50 anos do golpe e a Comissão Nacional da Verdade, que tem o intuito de apurar os crimes cometidos durante o regime.
Prêmio Top Ten Contemporartes premia autores da Revista de Difusão Cultural - Contemporartes
A revista, que comemora 8 anos de existência, foi transformada no livro Artes, Diversidades E Afins: Melhores textos da Contemporartes - Revista de Difusão Cultural (2009-2017), que teve lançamento na mesma noite do prêmio
O livro Artes, Diversidades E Afins: Melhores textos da Contemporartes - Revista de Difusão Cultural (2009-2017), organizado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC) & Prof. Dr. Rodrigo Machado (UFF), foi criado a partir da revista digital Contemporartes, que comemora 8 anos de existência e reúne os melhores artigos de 54 autores que passaram pela revista nesses anos.
O livro é dividido em seis partes, tendo como critério as linguagens, suas expressões e narrativas. Os artigos trazem uma reflexão ao tema Direitos Humanos, com textos sobre preconceito, regimes ditatoriais, feminismo, racismo, entre outros.
A primeira parte foi centrada em curtos textos de reflexões humanísticas. A segunda explora o universo da literatura. Já a terceira procura unir 20 ensaios sobre fotografia, teatro e cinema. A quarta é exclusiva da música. A quinta parte aborda o universo visual das artes plásticas e museologia. E para terminar, a sexta parte divulga contos, crônicas e poemas de autores pouco conhecidos, mas com talento inquestionável.
Mariana Zenaro, discursa na entrega do Prêmio Top Ten Contemporartes. Ao seu lado, Carmem Sanches, que foi receber o prêmio do poeta Altair de Oliveira; por último, a editora da revista, Prof. Vanisse Simone.
Os três primeiros colocados receberam um troféu durante o lançamento. O poeta Altair de Oliveira faz uma reflexão sobre poesia, com o texto “Os poetas Carlos Dalla Stella e Iriene Borges”. Rodrigo Machado, faz uma análise da obra de Tarsila do Amaral, no texto “O modernismo Brasileiro: Tarsila do Amaral”. Por fim, Mariana Zenaro completa o time modernista com o texto “Oswaldo Goeldi: sombria luz do ‘outro modernismo’”.
Curso Educação em Direitos Humanos/ UFABC lança livro sobre os três anos de formação voltado a professores da rede pública de São Paulo
O livro Direitos Humanos no chão da escola traz uma síntese de reflexões e práticas do curso de aperfeiçoamento, realizado pela Universidade Federal do ABC, e premia os melhores alunos
O curso Educação em Direitos Humanos, da Universidade Federal do ABC, lançou no dia 10 de junho, o livro Direitos Humanos no chão da Escola, organizado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC) & Dra. Cristina Miyuki Hashizume (USP), durante o 1° Prêmio Educação em Direitos Humanos e Prêmio Top Ten Contemporartes, no Teatro Municipal de Santo André.
Em exposição, o livro Direitos Humanos no chão da escola
O livro é composto por três partes. Na primeira parte do livro foram elaborados artigos de autoria de tutores/professores do curso nos quais são abordados temas em Educação em Direitos Humanos que apareceram como os mais recorrentes nos projetos de intervenção elaborados pelos cursistas do EDH: ensino, geração, etnia, gênero, educação inclusiva, bullying e cultura da paz. Os projetos também são comentados nesta parte.
A segunda parte, traz relatos de experiências de tutores do curso, que nos contam sobre a realização dos seminários de pesquisa e o documentário, a experiência da tutoria presencial e da supervisão. Por fim, na terceira parte estão dispostos os resumos dos trabalhos dos cursistas e as fotos dos melhores momentos desses três anos de projeto (2014-2017).
As três primeiras colocadas entre os melhores projetos apresentados discursaram sobre suas trajetórias durante a formação e a importância do curso em suas carreiras como professoras.
A cursista Esmeria Ribeiro fez o projeto “Fotografia: arte acessível na construção da identidade surda”, em que busca resgatar a auto estima do aluno(a) surdo(a) e valorizar suas etnias. Luzia Silvina trabalhou o tema da inclusão na escola, com foco no conhecimento que os professores devem adquirir com os alunos que possuem necessidades educacionais especiais, com o projeto “Reestruturando caminhos para a educação inclusiva: o conhecimento como via para mudanças de atitudes”. Viviane Soares fez o “Projeto Primeiros Passos: uma exposição dos princípios da Declaração dos Direitos da Criança rumo à valorização dos Direitos Humanos”, onde realizou reflexões sobre a educação e direitos humanos.
Mesa de lançamento do livro Direitos Humanos no chão da escola. Da esquerda pra direita: a paraninfa da turma, Profa Maria Aparecida Antero Correa; a cursista Viviane Soares; a cursista Luzia Silvina; e a cursista Esmeria Ribeiro.
Confira quem são os autores desta obra:
ORGANIZADORAS
ANA MARIA DIETRICH
CRISTINA MIYUKI HASHIZUME
AUTORES
CURSISTAS das turmas A,B e C do curso de Aperfeiçoamento de Educação em Direitos Humanos UFABC, 2015/16
JANAÍNA SOARES GALLO
CECILIA DE OLIVEIRA PRADO
FLAVIO MEDEIROS
IRENE FRANCISCATO
MARIA APARECIDA
ROSA MARIA MONTEIRO LÓPEZ
ANTONIO SALVADOR COELHO
SILMAR LEILA DOS SANTOS
SORAIA OLIVEIRA COSTA
VICTORIA HERRERA
ISOLETE DOMICIANO
LUCIA JOVIANO
DÁCIO ROBERTO MATHEUS
DANIEL ARRUDA MARTINS
JÉSSICA RODRIGUES
JOYANE FERREIRA SILVA
MÔNICA D´AMBROSI
NATHALIA VACCANI
SILVIO CORREA
STEFANIE GOMES DE MELLO
Importante: Devido a greve o evento foi adiado para o dia 7!
Devido à Greve Geral que ocorrerá na próxima 6ª feira, 30 de junho, contra as reformas trabalhistas e contra a reforma da Previdência iremos transferir a data da segunda etapa do 1° Prêmio de Educação em Direitos Humanos UFABC para 7 de julho de 2017, 6ª. Feira da próxima semana, no mesmo horário (18h às 21h30) e mesmo endereço Auditório Heleny Guariba (ao lado do Teatro Municipal).
Contamos com a presença de todos para esse momento de discussão sobre essa importante pauta - a educação em direitos humanos - e conferir o lançamento do documentário Seja Mais!
Confirme presença pelo link goo.gl/DStVgR
I Prêmio Educação em Direitos Humanos / UFABC/ Lançamento do documentário Seja Mais!
7 de julho de 2017 – das 18h às 22h - Auditório Heleny Guariba fica ao lado do Teatro Municipal de Santo André. Praça IV Centenário, s/nº, Centro - Santo André.
Curso Educação em Direitos Humanos da UFABC premia os melhores projetos de intervenção realizados nas escolas
Na noite de 10 de junho, o Teatro Municipal de Santo André foi palco do 1° Prêmio Educação em Direitos Humanos e Prêmio Top Ten Contemporartes, uma realização do curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do ABC. O evento homenageou os alunos do curso de aperfeiçoamento, que foi realizado entre 2015 e 2017 e teve a presença do vice-Reitor Dácio Matheus, do Pró-Reitor Adjunto de Extensão e Cultura Adalberto Azevedo, da coordenadora do Comitê Gestor Institucional de Formação Inicial e Continuada de Profissionais do Magistério da Educação Básica - COMFOR/ UFABC Virginia Cardia Cardoso Cardia e do presidente do Instituto Latino Americano de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos (ILADH) Dimitri Salles, entre outras autoridades.
O curso, voltado para educadores da rede pública da Prefeitura de São Paulo foi uma parceria entre a Universidade Federal do ABC, o SECADI/MEC e as Secretarias de Educação e Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo. Dentre os cursistas, 460 receberam menção à publicação em livro (https://goo.gl/aiZiNq) e 60 receberam certificado de menção honrosa (https://goo.gl/bQ8c6c).
O evento teve início com uma apresentação da Coro UFABC. Em seguida, a Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC), coordenadora do curso, realizou a fala de abertura enfatizando a importância dos educadores que participaram do curso de aperfeiçoamento e que agora lutam em favor de uma sociedade mais igualitária. “Acredito que é no chão da escola que pode acontecer grandes mudanças comportamentais e de atitude em favor da construção de uma sociedade mais justa, ética e democrática. Os educadores são ao mesmo tempo protagonistas e multiplicadores. Seus projetos, para além de um trabalho final de curso, representam mudanças efetivas na sociedade, pois, trabalham com a educação de novas gerações, uma educação de mudança de uma cultura de violência, privilégios, de toda sorte de desigualdades para uma cultura de respeito, paz, e valorização das diferenças”, afirmou.
Aprovação de Especialização em EDH gera repercussão positiva nas redes sociais
A notícia sobre a aprovação do Curso de Educação em Direitos Humanos UFABC obteve uma grande repercussão em nossa página do Facebook, alcançando 9000 pessoas e mais de 100 curtidas, 66 compartilhamentos e 27 comentários comemorando a iniciativa da UFABC e demonstrando interesse em participar da especialização.
A equipe gostaria de compartilhar com vocês algumas demonstrações de carinho e satisfação que chegaram até nós por meio de nosso Facebook, e agradece a cada comentário, cada compartilhamento e cada curtida dada.
Cada voto de confiança dado para o curso foi reconhecido com muita satisfação!
Confira abaixo algumas demonstrações de de carinho e felicidade referente a especialização do curso!
1° Prêmio de Educação em Direitos Humanos UFABC.
A equipe de Educação em Direitos Humanos gostaria de compartilhar com vocês os livros que serão lançados no 1° Prêmio de Educação em Direitos Humanos UFABC.
Conheça: Educação, Ética e Regime Militar no Brasil, de Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC), Prof. Dr. José Blanes Sala (UFABC) & Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos (PUC/SP).
O livro é composto por duas partes, a primeira, inicia-se com uma reflexão sobre o fundamento da Ética, após, segue uma reflexão ampla tentando entrelaçar o conceito de Ética com o conceito de Direito a fim de introduzir de forma apropriada a idéia atual de Direitos Humanos. Em seguida é abordado o mundo da Educação a fim de entender como a prática pedagógica deve estar comprometida com os Direitos Humanos. Além disso, neste capítulo, de forma complementar, oferecem-se exemplos de práticas pedagógicas concretas.
Na segunda, busca-se oferecer o auxílio da História para a referida prática pedagógica com um quadro sintético, mas cheio de vivacidade, das principais violações dos Direitos Humanos sofridas recentemente no nosso país e cujo principal agente foi o Estado durante o período do Regime Militar (1964-84).
Lançamento dos livros pela Educação em Direitos Humanos UFABC
Lançamento dos livros pela Educação em Direitos Humanos UFABC
A equipe de Educação em Direitos Humanos gostaria de compartilhar com vocês os livros que serão lançados no 1° Prêmio de Educação em Direitos Humanos UFABC.
Conheça: Artes, Diversidades E Afins: Melhores textos da Contemporartes - Revista de Difusão Cultural (2009-2017) Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC) & Dr. Rodrigo Machado (UFF).
O livro é composto por seis partes, tendo como critério as linguagens, suas expressões e narrativas. A primeira foi centrada em curtos textos de reflexões humanísticas. A segunda explora o universo da literatura. Já a terceira procura unir 20 ensaios sobre fotografia, teatro e cinema. A quarta é exclusiva da música. A quinta aborda o universo visual das artes plásticas, da museologia. E a sexta e última divulga contos, crônicas e poemas de autores pouco conhecidos, mas com talento inquestionável.
Lançamento dos livros pela Educação em Direitos Humanos UFABC
A equipe de Educação em Direitos Humanos gostaria de compartilhar com vocês os livros que serão lançados no 1° Prêmio de Educação em Direitos Humanos UFABC.
Conheça: Direitos Humanos no chão da Escola: Um sonho possível, de Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC) & Profa. Cristina Miyuki Hashizume (Uni Anhanguera).
O livro é composto por três partes, na primeira parte do livro foram elaborados artigos de autoria de tutores/professores do curso e convidados nos quais são abordados temas em Educação em Direitos Humanos que apareceram como os mais recorrentes nos projetos de intervenção elaborados pelos cursistas do EDH: ensino, geração, etnia, gênero, educação inclusiva, bullying e cultura da paz. Os projetos também são comentados nesta parte.
Já na segunda parte, são mostrados relatos de experiências de aspectos considerados importantes dentro projeto: a realização dos seminários de pesquisa e o documentário, a experiência da tutoria presencial e da supervisão. Por fim, na terceira parte estão dispostos os resumos dos trabalhos dos cursistas e as fotos dos melhores momentos desses três anos de projeto (2014-17).
Confira quem são os autores desta obra:
ORGANIZADORAS
ANA MARIA DIETRICH
CRISTINA MIYUKI HASHIZUME
AUTORES
CURSISTAS das turmas A,B e C do curso de Aperfeiçoamento de Educação em Direitos Humanos UFABC, 2015/16
JANAÍNA SOARES GALLO
CECILIA DE OLIVEIRA PRADO
FLAVIO MEDEIROS
IRENE FRANCISCATO
MARIA APARECIDA
ROSA MARIA MONTEIRO LÓPEZ
ANTONIO SALVADOR COELHO
SILMAR LEILA DOS SANTOS
SORAIA OLIVEIRA COSTA
VICTORIA HERRERA
ISOLETE DOMICIANO
LUCIA JOVIANO
DÁCIO ROBERTO MATHEUS
DANIEL ARRUDA MARTINS
JÉSSICA RODRIGUES
JOYANE FERREIRA SILVA
MÔNICA D´AMBROSI
NATHALIA VACCANI
SILVIO CORREA
STEFANIE GOMES DE MELLO
1º Prêmio de Educação em Direitos Humanos- UFABC e Prêmio Top Ten da Contemporartes.
O Curso de Educação em Direitos Humanos convida a todos para a celebração do 1º Prêmio de Educação em Direitos Humanos- UFABC e do Prêmio Top Ten da Contemporartes. A realização tem como objetivo premiar os alunos do Curso de Aperfeiçoamento de Educação em Direitos Humanos e os autores da Contemporartes: Revista de difusão cultural.
Na ocasião contaremos com a premiação dos cursistas que obtiverem "menção honrosa" pelos projetos de intervenção desenvolvidos e também serão homenageados todos o cursistas que receberam "indicação para publicação" e tiveram os resumos de seus projetos publicados no livro Direitos Humanos no chão da escola: Um sonho possível.
O evento irá acontecer em duas etapas:
A primeira no dia 10 de junho de 2017, das 19h às 22h, no Teatro Municipal de Santo André, que localiza-se na Praça IV Centenário, 01 - Centro - Santo André. Nesta etapa será realizado a premiação dos alunos do Curso da Educação em Direitos Humanos, e dos autores da Contemporartes: Revista de difusão cultural, além do lançamento dos livros:
Direitos Humanos no chão da Escola: Um sonho possível, de Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC) & Profa. Cristina Miyuki Hashizume (Uni Anhanguera).
Artes, Diversidades E Afins: Melhores textos da Contemporartes - Revista de Difusão Cultural (2009-2017) Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC) e Dr. Rodrigo Machado (UFF).
Educação, Ética e Regime Militar no Brasil, de Profa. Dra. Ana Maria Dietrich (UFABC), Prof. Dr. José Blanes Sala (UFABC) & Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos (PUC).
Além desta primeira etapa da ocasião receber como atração cultural o Coro da Universidade Federal do ABC, e o pianista Pietro Luiz Gomes Campos.
Comissão Organizadora EDH/ UFABC
Profa. Dra. Ana Maria Dietrich / UFABC
Eloá Camorani
Jéssica Rodrigues
Nathália Vaccani
Nicole Rodrigues
Profa. Mestra Soraia Oliveira Costa / SEE-SP
Apoio
Laboratório Memória dos Paladares/ Memorial Plínio Zornoff
UFABC CRIA ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
Primeiramente ocorreu a aprovação pela Consepe, no dia 13 de fevereiro de 2017, com o ato decisório de n°150 publicado no dia 21 de março de 2017. Posteriormente, o Consuni aprovou a especialização no dia 4 de abril de 2017, com o ato decisório publicado no dia 18 de abril de 2017.
A equipe do curso se encontra um tanto quanto feliz e satisfeita com a proporção e reconhecimento que o curso tomou, assim expressa de todas as maneiras gratidão a todos envolvidos, e convida aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer o projeto, a se inteirarem no Curso de Especialização em Direitos Humanos. Logo iremos abrir o edital para novas turmas.
Evento "Os 'Brasis' e suas Desigualdades" - Desigualdade Regional e as Políticas Públicas
"Os 'Brasis' e suas Desigualdades" - Desigualdade Regional e as Políticas Públicas.
A equipe de Educação em Direitos Humanos e o professor da especialização do curso Artur Zimerman vêm convidá-los para o evento de lançamento de 6 livros em formato de e-book, totalizando 11 volumes da série Desigualdade Regional e as Políticas Públicas.
Na mesma ocasião de lançamento, teremos uma Mesa de Discussão com colegas da UFABC intitulada "Os 'Brasis' e suas Desigualdades". Será na quinta-feira, 01/06, 16h30, na unidade de São Bernardo do Campo da UFABC, Bloco Beta - Auditório 2. Localizada na Alameda da Universidade, s/n - Anchieta, São Bernardo do Campo - SP.
Confira abaixo os títulos que serão enviados por link para os e-books:
4. Ações Afirmativas e a Educação para Pessoas com Deficiência
10. Uso e abuso de álcool e outras drogas à luz da saúde pública
Em cada um destes livros, o tema proposto é esmiuçado por especialistas das cinco regiões do país, tratando da questão em cada uma das regiões norte, nordeste, centro-oeste, sudeste, sul. Temos mais de 100 co-autores nestes livros, com inúmeras instituições de ensino superior e pesquisa espalhadas de norte a sul. E o melhor: como são e-books, e gratuitos, podem ser baixados sem custo e, inclusive colocados em repositórios de qualquer instituição acadêmica do país, para que mais pessoas tenham acesso.
Congresso LGBT
Objetivando Direito promove 3º evento do Congresso LGBT
A realização está sendo apoiada pelo curso de Educação em Direitos Humanos UFABC e será promovida no dia 03 de junho de 2017 das 8h30 às 17h00. Faça parte desta ação e prestigie conosco!
Uniremos forças com o Grupo de Extensão Acadêmica em Direitos Humanos da Universidade Anhanguera, intitulado Objetivando Direitos para a continuidade do Congresso LGBT, que já contou com duas etapas, sendo:
1º 08/04 - Seminário de Garantias Fundamentais
2º 06/05 - Fórum Inter Religioso da Secretaria de Justiça do Estado
Assim, convidamos você a fazer parte deste dia e prestigiar a seguinte programação:
Abertura: 08:30
1º Mesa- 09:00: Casa 01 + membros de cada sigla - LGBT ( Iremos ouvir um membro de cada sigla sobre o preconceito vivido em sua visão)
L - Giselle Cristina
G - Iran Giusti - Presidente da Casa 1
B - Helena Pivetta
T/M - Léo Barbosa
T/F - Leticia Gonçalves
2º Mesa- 10:00: Prof Dimitri Sales
Tema: A lei estadual 10.948/2001 contra homofobia
2º Mesa- 11:00: Rodrigo Leal da Silva - Defensor Publico
Tema: A atuação da Defensoria publica nas denuncias de homofobia, mudança de nome social e cirurgias de transformação genital
Almoço ( 12:00 as 13:00)
3º Mesa - 13:00: Maju Giorgi ( Mães pela diversidade)
Tema: Família! Quando o preconceito começa dentro de casa
4º Mesa - 14:00: Prof Paulo Iotti
Tema: A portaria federal 2712/13 que proibi a doação de sangue pelo grupo LGBT
5º Mesa: Saúde Mental da população LGBT - Eu existo!
15:00 - 17:00: Roland Oliveira ( Psicologo - homem Trans) e Renata Perón ( Assistente Social - Mulher Trans)
Em caso de dúvidas entre em contato:
· ca.objetivandodireito@gmail.com
· educacaoemdireitoshumanosufabc@gmail.com
Roda de conversa preparação Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos
No dia 06 de abril de 2017 a PROAP - Pró-reitoria de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da UFABC irá promover uma roda de conversa a respeito da constituição do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos.
A ação será realizada no campus de São Bernardo do Campo da Universidade, no auditório 01, bloco Beta das 16h00 às 18h00.
O evento conta com o apoio da Cátedra Sérgio Vieira de Mello e do Curso de Educação em Direitos Humanos. Na ocasião, haverá o levantamento e diagnóstico referente às ações do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos que estão sendo implementadas pela UFA. Para mais, há apoio do Condepe, da Edepe, da Defensoria Pública e Ouvidoria do Estado de São Paulo.
Apoie também essa causa, participe!
Para mais informações acesse:
http://reitoria.ufabc.edu.br/eventos/evento/roda-de-conversa-preparacao-plano-estadual-de-educacao-em-direitos-humanos/
E-mail de contato para dúvidas: blanes@ufabc.edu.br
Relato de experiência: VIII Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH)
Veja abaixo o relato de Juliana Fabbron Marin Marin, atuante no movimento feminista e LGBT, Juliana contribuiu com a fundação do Observatório LGBT do Grande ABC e faz parte do Coletivo Prisma Diversidades UFABC, que atua dentro e fora da Universidade, sendo desde 2015 organizadora de eventos e projetos voltados a população LGBT.
"Entre os dias 23 e 25 de novembro de 2016 tive a oportunidade de participar do VIII Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH), que aconteceu na Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Esta é a terceira edição que pude participar, o que me permitiu a reflexão acerca da estrutura do evento, assim como das temáticas propostas como discussão.
A concretização de um Congresso que tenha como aspecto principal a visibilidade sobre gênero e sexualidade é fundamental no contexto brasileiro, no qual a discussões sobre esses temas muitas vezes se mostram como tabu, o que culmina na manutenção dos preconceitos, discriminações e violências física, simbólica e psicológica contra pessoas cuja identidade de gênero e orientação sexual fujam das características ainda lidas como padrão socialmente imposto. Ser LGBTI, portanto, é transgredir normas sociais, porque ainda é a hetrocisnormatividade que impera nas relações sociais, tanto no âmbito público quanto privado.
O pouco reconhecimento político conquistado até então pelos LGBTs nessa caminhada de luta que permanece há décadas foi ameaçado pela drástica ruptura de governo e da implementação de um golpe capaz de dar visibilidade maior aos discursos de ódio e ao fascismo seletivo da população, que se ocupa em marginalizar ainda mais os já excluídos, mas que não reconhece que a maior parte de nossos “representantes” políticos, na verdade representa somente os interesses das elites.
Espaços que combinem discussões e convivência entre LGBTIs se tornam cada mais essenciais para permanência da luta e da resistência e para que não tenhamos nenhum direito a menos. E para além dos LGBTIs como uma comunidade, é importante salientar que cada uma das letras que compõem esta sigla possui sua luta e sua demanda. A união na luta é necessária, mas necessário se faz, também, a compreensão de que não conquistamos, ainda, o mesmo espaço na sociedade. A invisibilidade de travestis, mulheres transexuais e homens trans é nítida. Pouco se fala sobre essas pessoas, parece que elas não existem. Onde estão as leis que as defendam? Onde estão as políticas públicas capazes de transformar essa realidade de marginalização?
Neste ano notei que temas ligados a travestis e transexuais estiveram mais presentes no Congresso da ABEH, além do fato de que foi eleita para a presidência da Associação dos anos 2017 e 2018 a travesti Luma Nogueira de Andrade. Para o próprio movimento LGBTI isso é uma conquista e um avanço, pois dentro do próprio movimento não é rara a invisibilidade atribuída a letra ‘T’.
Debater, conversar, trocar experiências, conhecer pessoas de outras partes do Brasil, ter contato com diferentes culturas, explorar temas pouco discutidos, se tornar visível, alguém cuja voz é ouvida e ouvir pessoas cujas vozes são cotidianamente silenciadas são experiências que permearam a participação no evento e que tornam a minha luta, enquanto lésbica, e a nossa luta, enquanto comunidade LGBT, ainda mais fortes."
Cursos da Rede do Cuidado 2017
A Rede do Cuidado promove cursos para o ano de 2017, conheça mais sobre essa grande parceira do Curso de Educação em Direitos Humanos:
Com 4 anos de encontros vivenciais com diversificados grupos de educadoras e educadores, a Rede do Cuidado propõe um curso mais extenso em 4 módulos, em Ambiente de Acampamento Pedagógico visitamos as práticas, as teorias e os horizontes sempre novos de uma Educação como Projeto Civilizatório.
Ação pedagógica como arte comunitária em processos de libertação
Acampamentos pedagógicos com sabores aprendentes:
· Eco-pedagogia: fazendo arte com empenho ambiental.
Módulo 1 - Dias 04-05 de março
· Pedagogia da cooperação: o jogo em parceria transformadora.
Módulo 2 - Dias 20-21 de maio
· Colóquio livre: horizontes das pedagogias comunitárias.
Dias 01-02 de julho
· Pedagogia intercultural: dançando e contando histórias.
Módulo 3 – Dias 16-17 de setembro
· Pedagogia dos valores: educando para a paz e a solidariedade.
Módulo 4 – Dias 18 e 19 de novembro
Local: Sítio Yvy Eté Itatiba/SP, Rua Alberto Consoline, 7.
Realização: Rede do Cuidado
Equipe: Silvânia de Jesus, Paola Russano, Cidinha Marin, Paulo Araújo, Hermes Petrini, Antonio Salvador.
Contato: ascoelho@santacruz.g12.br – (11) 9 7575 3221.
Os 4 módulos configuram um processo de formação que alinhava o tecido do fazer educativo com os fios da Ecologia, da Cooperação, das Culturas e das Subjetividades Solidárias.
Em todos os módulos compartilharemos um vasto repertório de vivências culturais em muitas linguagens artísticas. A dança, os jogos, a música, a contação de histórias, a poesia, as mandalas, serão a ambiência artística em que nos moveremos durante os módulos do curso. Em cada encontro, um jeito diferente e experimentações novas.
Um alerta para educadores e educadoras em busca de repertório. A diversidade é grande, mas não se trata de receituário de dinâmicas ou da série de jogos, brincadeiras, canções e danças que se encontram nos livros e na internet.
Queremos sempre mergulhar mais fundo, encontrar os tesouros de nós próprios e dos povos. Garimpeiros e garimpeiras da arte, não queremos viver só na superfície, na tranquilidade das certezas, na segurança do já pronto. Vamos em direção à “clara noite rara nos levando além da arrebentação” (Ana Carolina/ Jorge Vercilo), para perder o medo de descobrir quem somos nesta escuridão, para tirar das nossas profundezas a chama que alumeia, para acolher o brilho das estrelas que estão chegando com sabor de infância. E para muito mais.
Inscrições: rededocuidado.com.br - Na barra inscreva-se você encontrará este endereço:
https://docs.google.com/forms/d/1FuWw6Uby5gJE6agy-6Gy_6kdR4FBAAwpFGSD95kyn9s/viewform
Investimento:
1. Há um custo fixo de R$ 100,00 para a hospedagem, alimentação e material do curso.
2. Há um custo flexível para a preparação, deslocamento e trabalho da equipe:
Para participantes do curso inteiro: 4 parcelas de R$ 120,00 mais o item 1.
Para participantes de alguns módulos: cada módulo fica em R$ 150, mais o item 1.
Destaque: Alunos do curso 'Educação em Direitos Humanos' recebem premiação
"Três formandos do curso de aperfeiçoamento ‘Educação em Direitos Humanos’ da UFABC receberam prêmio e destaque por projetos de intervenção na área, em eventos realizados no mês de dezembro de 2016 em São Paulo.
Wagner Alves Negreiros foi premiado em 3º lugar na Categoria Professores, com o projeto 'Do milagre econômico ao rompimento dos Direitos Humanos no Brasil: a ditadura militar', no 4º Prêmio Municipal de Educação em Direitos Humanos, realizado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo em 12 de dezembro. Na mesma ocasião, a professora Regina Lyrio, recebeu o prêmio pelo projeto “Inclusão: Por Uma Escola Verdadeiramente Democrática”; ficando em 3º lugar na categoria ‘Unidade Educacional’.
Já Viviane Soares foi convidada para contribuir com o workshop do projeto 'Famílias que cuidam', realizado pela ONG Plan International e pela empresa Nivea em 15 de dezembro. No evento, a aluna apresentou o projeto 'Primeiros passos: uma exposição dos princípios da declaração dos direitos da criança rumo à valorização dos Direitos Humanos'.
Os alunos desenvolveram seus projetos com a ajuda de orientadores de renomada formação: Wagner foi orientado pela tutora Silmar Leila dos Santos, Doutora e Mestre em Educação pela PUC, Regina pela tutora Mestre em Educação Maria Aparecida Antero Correia, formada pela USP; e Viviane, pela tutora Soraia Oliveira Costa, Mestre em Ensino e História das Ciências e da Matemática pela UFABC.
O projeto Educação em Direitos Humanos da UFABC, coordenado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, do Bacharelado de Políticas Públicas, visa fornecer subsídios para a formação continuada de educadores ligados à educação básica e demais profissionais de áreas do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Tem parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi/ MEC) e com as Secretarias Municipais da Educação e dos Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura Municipal de São Paulo."
Fonte: http://www.ufabc.edu.br/noticias/alunos-do-curso-educacao-em-direitos-humanos-da-ufabc-recebem-premiacao-e-destaque
Relato de experiência: Congresso ABEH
VIII Congresso Internacional de Diversidade Sexual e de Gênero
Nos dias 23 a 25 de novembro de 2016 foi realizado o VIII Congresso Internacional de Diversidade Sexual e de Gênero Universidade Federal de Juiz de Fora/MG.
A cada dois anos o Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero da ABEH (Associação Brasileira de Estudos da Homocultura) vem congregando pesquisadores (as) brasileiros (as) e de outras nacionalidades, concretizando-se como oportunidade de intercâmbios e enriquecimentos.
O evento acolheu trabalhos dos variados campos de conhecimento, seguindo as diferentes formas de participação: Simpósios Temáticos, Comunicações Orais, Pôsteres, Relatos de Experiências.
Participei com a apresentação do Relato de Experiência Projeto Educação em Direitos Humanos UFABC junto com a professora doutora Ana Maria Dietrich.
Apresentação do Relato de Experiência, Ana Dietrich e Daniele Benicio.
O relato de experiência tratou da discussão de três projetos de intervenção apresentados pelos alunos do curso no I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos, realizado no dia 4 de junho no Campus São Bernardo da UFABC, evento marcado pela formatura de 300 alunos do curso.
Os projetos de intervenção selecionados foram: Refletindo sobre a questão de gênero na educação infantil - A influência da escola e da família na construção da identidade de gênero da criança; As relações de gênero: uma análise sobre alguns danos do machismo causado às mulheres, homo e transexuais na sociedade brasileira; Esse brinquedo é "de menina". Com quais brinquedos brincar? Durante a apresentação do relato, buscou-se exemplificar as metodologias e resultados que os três projetos tiveram para alimentar o diálogo posterior.
Mesmo com a abordagem de destaque que a questão de diversidade foi vista no curso de aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos, inclusive com um Módulo voltado a essa temática, houve pouquíssimos projetos de intervenção dos cursistas apresentados sobre a temática LGBT. Sobre gênero, houve maior número de trabalhos finais, porém, ainda ficou muito aquém do tema mais estudado: africanidades.
Baseados na experiência de apresentação dos trabalhos durante o Simpósio, a invisibilidade do movimento LGBT nos trabalhos finais se deu pela falta conhecimento de metodologias apropriadas e de linguagem específica voltadas para o público infantil. Isso mostra a importância de se pensar estratégias e instrumentos metodológicos para que os professores de ensino básico, principalmente do Fundamental I, consigam tratar questões LGBT já com os alunos mesmo em sua tenra idade (5 a 11 anos) e descontruam a educação sexista que até então é imposta.
Na mesma sala, também foi apresentado o relato Gênero, sexualidade e raça na escola: uma discussão interseccional pelas alunas de Psicologia Thamara Santos Guilherme e Gabriela de Oliveira Moura e Silva. Elas desempenham um belo trabalho com a realização de oficinas para alunos do Ensino Médio no Rio de Janeiro sobre gênero, sexualidade e raça, promovendo diálogos e intervenções entre os alunos.
Os dois relatos de experiência foram apresentados para uma pequena plateia interessada no tema e para dois membros da comissão organizadora que nortearam os debates. As discussões se expandiram para além dos projetos apresentados, o tema como raça foi destaque e o debate sobre questões de branquitude na nossa sociedade.
A realização do Congresso é uma grande iniciativa para a promoção do debate sobre gênero nas mais diversas esferas. As experiências trocadas são únicas, não só durante as apresentações, mas na atmosfera durante todo o evento. Ficam reflexões que após o evento permanecem no ar e te levam a repensar algumas ideias e dão maior visibilidade a iniciativas de equidade na nossa sociedade.
Mesmo nesse momento conturbado para o país, destaque da própria abertura do evento, que contou com a apresentação de um coral, saber que as iniciativas se mantém e continuam a promover reflexões sobre a diversidade fortalece as prospecções para um futuro melhor.
Intervenção artística: Grafitismo na prisão
Confira a realização do grupo visionário 180 graus – Congrega Church sobre o grafite, feita em uma prisão de segurança máxima no Paraná, liderada por Robson Costa, chefe de segurança da penitenciária.
O projeto de intervenção artística tem como objetivo estimular e humanizar o espaço prisional, através do fomento a manifestação de talentos da comunidade interna, para a valorização da arte como parceira no processo de transformação do indivíduo, bem como do ambiente carcerário.
A matéria foi publicada pela revista eletrônica ContemporARTES. Saiba mais em:
http://www.revistacontemporartes.com.br/2016/12/o-sol-amarelo-experiencias-de.html
Por dentro da UFABC: Um projeto inspirador realizado por alunos da UFABC
No dia 18 de novembro aconteceu o Por dentro da UFABC, um projeto criado pela Prof. Dra. Ana Maria Dietrich e pelos seus alunos de Gestão de Projetos Culturais, que teve o apoio do Curso de Educação em Direitos Humanos.
O projeto visa trazer alunos de uma escola pública para conhecer o dia a dia da UFABC através de conversas e oficinas de diversas áreas de ensino. Ao final, os alunos colocaram seus sonhos no papel e esses foram colocados um uma árvore feita de material reciclado, que foi chamada de árvore dos sonhos.
Confira abaixo o relato emocionado da Prof. Dra. Ana Maria Dietrich.
A árvore dos sonhos
Dia 18 de novembro foi um dia especial, após quase três meses de preparativos, houve a concretização de um projeto criado com carinho por 42 alunos da disciplina de Gestão de Projetos Culturais do Bacharelado de Políticas Públicas, e orientado por mim. Por dentro da UFABC visa trazer alunos de escolas públicas da região para conhecer as carreiras e o que a universidade pública oferece. Diferente do UFABC paratodos, que a PROEC já tem realizado há alguns anos e de uma maneira muito eficiente, pretende estabelecer uma relação com alunos do Ensino Fundamental II, mais precisamente do 6º e 7º. Ano e a universidade. Algumas alunas (que trabalhavam no PIBID da UFABC) haviam detectado um sentimento de pessimismo da parte deles perante seu futuro. Assim, nossos objetivos eram trocar experiências, estimular a esperança e, o mais ambicioso, reacender sonhos. Não iria ser fácil.
O colégio escolhido foi a Escola Palmira Grassioto da Silva, localizada no Parque São Bernardo a 25 minutos da universidade. Após um diálogo inicial com os coordenadores, decidiu-se por uma data (11/11), posteriormente adiada pela paralisação na UFABC. Então, no dia 18, eles vieram em 44 alunos, a vice-diretora Júlia e a profa. de Português. Juntando com os estudantes da disciplina e comigo, éramos 89 pessoas “sonhando” junto um mesmo sonho como diria o velho Raul.
Realizou-se um diálogo entre universidade e ensino básico e mais ainda um diálogo entre duas gerações de adolescentes e jovens. Uma que está dentro da UFABC, com uma média de idade de 20 anos, que passou pelo ENEM e que vive a realidade interdisciplinar e quadrimestral da UFABC com todas as exigências da universidade, outra, entre 12 e 14 anos, a dos alunos da escola Palmira que vibravam a cada atividade e que ansiavam por mais.
Desde a preparação, os estudantes da UFABC assumiram o protagonismo da ação. Foram apresentar o projeto na escola, planejaram a realização de quatro oficinas, uma sobre cada área do conhecimento, Humanas, Exatas e Biológicas, e uma última sobre Artes. As três primeiras aconteceram simultaneamente com uma difícil logística de rotação dos alunos a cada meia hora. Prepararam ainda uma atividade inicial e final e a realização de uma obra de arte perene, uma escultura em forma de árvore, para deixar eternizada a ação. Todos se ajudavam mutuamente em todo o processo, se comunicando via facebook e whattsapp.
Quando entrei na primeira oficina já me espantei de ver os “alunos” que nesse momento eram os “mestres” falando com grande desenvoltura sobre os cursos da UFABC e comandando inúmeras atividades como jogos, montagem de objetos, performances e desafios. A dinâmica era muito diferente que do que o que costumamos ver entre professor/ aluno: eles falavam rápido e com uma linguagem peculiar, brincavam, davam ordens de uma maneira carinhosa e os adolescentes entendiam e iam fazendo tudo. Confesso que eu e as duas professoras da escola “boiamos” em algumas partes, mas os alunos do Palmira não, registravam cada segundo, o que me fez mais uma vez acreditar quão importante é o ensino não formal, longe dos métodos tradicionais e conteudistas de ensino.
Talentos eram evidentes. Um garoto conseguiu resolver uma equação na oficina de Exatas em menos de 30 segundos, outro montou a mão mecânica apresentada pelo pessoal da Biológicas em três minutos. Um terceiro deu uma verdadeira aula na oficina de Humanas sobre a Lei da Oferta e da Procura.
Durante a atividade final, dois alunos da UFABC Luiz e Joyce, falaram como eles sendo ex-estudantes de escola pública tinham conseguido chegar a UFABC. Então, os alunos do Palmira desenharam com guache e canetinha com intuito de registrar suas impressões da experiência. Após isso, em clima de confraternização, os desenhos foram pendurados na árvore dos sonhos e todos lancharam juntos. Nesse momento ouvi coisas como: “vem para cá agora, não precisa esperar o vestibular! Frequente nossa biblioteca! vamos montar um time de futebol para jogar no areião!”.
Uma aula de democracia, de Direitos Humanos, de respeito ao outro que me fez refletir sobre o papel do docente na universidade de dar visibilidade e criar espaços para que iniciativas como essa se multipliquem. Agradecimentos especiais aos nossos parceiros na ação: o CECS – Centro de Engenharia e Ciências Sociais Aplicadas e o Setor de Transportes da UFABC que nos cedeu as impressões e o ônibus, à PROEC, que nos deu as sacolas, à Comunicação, pelos folders, e especialmente aos projetos Educação em Direitos Humanos, Memória dos Paladares, Batuclagem e ao Diretório Acadêmico Sigma, por ceder espaços e materiais. Também recebemos doação do Exército, de duas panificadoras para os lanches e de uma construtora para os canos para a escultura.
Veja mais fotos:
Oficina de Exatas: avião do curso da Engenharia Aeroespacial e o desafio lançado para que os alunos montassem uma versão simplificada em menos de 10 minutos, o que foi cumprido em tempo menor.
30º Curso de verão: Educar para a paz
O CESEEP, engajado para com a prestação de serviços às lideranças de movimentos sociais e comunidades das diferentes Igrejas cristãs em seus trabalhos pastorais e de promoção humana, realizará entre os dias 6 e 14 de janeiro de 2017 o 30º Curso de Verão, com a temática: “Educar para a paz em tempos de injustiça e violência”.
Durante 30 anos o grupo de educadores populares convoca um Curso de Formação Inter-cultural e ecumênico, com múltiplas metodologias e linguagens. A cada ano conta-se com cerca de 500 participantes de muitos estados brasileiros e de outros países, especialmente da América Latina. O local do Curso é a PUC de São Paulo.
É um momento de encontro com pessoas que lutam pelos direitos humanos em diferentes realidades. É um tempo de partilha de experiências e um lugar para aprofundar e revisar as práticas.
O Curso é realizado com a gratuidade de cerca de 100 educadores que durante uma semana se dedicam aos grupos com linguagens comunitárias e criativas.
A metodologia é participativa com 20 grupos de vivências que utilizam linguagens diversas como teatro, dança circular, música, pintura, arte com crianças, jogos, contação de histórias, arpilleras, retalhos do povo negro, celebração popular...
Há hospedagem solidária em famílias das comunidades de São Paulo para quem precisa.
O evento tem caráter nacional, com a oferta de um conteúdo rico e de grande relevância social. Não perca essa oportunidade!
Veja a programação completa e inscreva-se no site:
http://novo.ceseep.org.br/?page_id=5208
Acampamento pedagógico- Conheça esta prática!
Realizado entre os dias 21 a 23 de outubro, o acampamento pedagógico criado pela Rede do Cuidado abordou a temática “Rodas, jogos e brincantes”, promovendo a ideia do saber compartilhado, com o intuito de estimular o conhecimento em caráter coletivo, a convivência cooperativa e dialogal.
O curso vem de encontro às temáticas pedagógicas, com uma proposta multicultural e transdisciplinar apostando na construção coletiva do saber, na arte educação e nas linguagens criativas.
Com o individualismo enraizado na sociedade, a ação apresenta uma contrapartida a este pensamento destacando e valorizando o convívio comunitário.
O espaço escolhido para a realização do curso de vivência foi o Sítio Yvyeté, em Itatiba/SP, de modo a estimular o contato com a natureza e semear o sentimento pacífico para com o convívio coletivo e meio ambiente.
A coordenadora do curso Educação em Direitos Humanos- UFABC, Ana Dietrich, conferiu pessoalmente o projeto, e compartilha a todos os registros de sua experiência. Veja abaixo:
Saiba como foi o II Simpósio Internacional da ABHR!
Do dia 24 ao dia 29 de julho o Curso de Educação em Direitos Humanos esteve presente no II Simpósio Internacional da ABHR (Associação Brasileira de História das Religiões), em Florianópolis (SC) apresentando o novo projeto do Memória dos Paladares, a oficina “Cozinha e Feminismo” e um trabalho de Comunicação Oral com o tema “Metodologias de comunicação mediada para o Curso Educação em Direitos Humanos”:
Na Oficina Cozinha e Feminismo nós visamos discutir questões de gênero relacionadas à cozinha, identificando elementos que dizem a respeito à forma como é tratada a sexualidade feminina.
Percebemos que existem muitas comparações que envolvem mulher e cozinha, como as que dizem que lugar de mulher é na cozinha, como se as mesmas já tivessem um papel social já definido, que seria cozinhar.
O objetivo da oficina é discutir as opressões sofridas pelas mulheres nesse âmbito. Com 2 horas de duração, a dinâmica da oficina ocorre de forma a envolver os participantes com o uso de pequenos adereços como bigodes e aventais para estereotipar os personagens e no final exercendo uma troca de papéis entre homem e mulher.
Os participantes são chamados a vivenciar situações cotidianas onde há opressão feminina relacionada ao ambiente da cozinha. A intenção é de observar a troca de poder – da mulher oprimida e do homem agente da opressão, fazendo com que os homens assumam o papel que as mulheres vivem cotidianamente, utilizando filmes, poemas e músicas que tenham como pano de fundo a cozinha.
A oficina foi realizada pelos arte-educadores Nathália Vaccani, Ana Clara Tomaz Carneiro, Paulo Henrique de Melo Ferreira. Veja abaixo participantes:
A oficina gerou diversas discussões sobre o papel da mulher em meio à sociedade, a questão da objetificação da mulher e sua associação à adjetivos e tratamentos, geralmente relacionados a alimentos como gostosa, delícia, pitéu, dentre outros, o que se apresentou como um grande sucesso da nossa mais nova oficina.
O trabalho de Comunicação Oral “Metodologias de comunicação mediada para o Curso Educação em Direitos Humanos” abordou as formas de comunicação usadas dentro do curso EDH tais como bate-papo, tutoria presencial, vídeo aula, textos e outros.
Na educação a distância existem dois tipos de comunicação a assíncrona que ocorre quando a comunicação não é simultânea, tais como assistir vídeos e responder as perguntas, enviar dúvida para tutor e esperar a resposta; e a síncrona com comunicação em tempo real, como bate-papo com resposta simultânea e conferência online.
Na apresentação também foi discutido o tema dos trabalhos realizados pelos cursistas e apresentados no I Simposio Nacional de Educação em Direitos Humanos, que aconteceu no dia 04/06/2016, em São Bernardo do Campo.
Nossa participação foi de grande sucesso, culminando na troca dos mais diversos saberes ao longo desta semana tão rica e inspiradora.
Saiu na imprensa: I Simpósio Nacional de Educação em Direitos Humanos
A Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Federal do ABC divulga nosso I Simpósio Nacional de Pesquisa em Direitos Humanos (parte II), realizado no dia 20 de agosto de 2016, retratando um pouco do que foi realizado no dia e mostrando os frutos de todo o nosso trabalho nos últimos anos.
Na ocasião foi realizada a formatura de 100 cursistas do curso de Aperfeiçoamento EDH/ UFABC, coordenado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.
Vale a pena conferir!
Junte-se a nós mobilizando o maior número de pessoas para a realização desta iniciativa da aprovação de uma nova lei de migração em substituição ao Estatuto do Estrangeiro, pautada pela perspectiva de direitos humanos.
Essa nova lei deve respeitar os direitos humanos, acabando com a criminalização e a discriminação dos migrantes. Ela também deve simplificar a obtenção dos documentos, permitindo que os estrangeiros se integrem rapidamente à sociedade.
"Na minha forma de entender, essa é uma luta não só dos imigrantes e
dos movimentos que trabalham o a seu lado, mas de todos que acredita em
que igualdade entre os seres humanos é um princípio fundamental para
que nossa sociedade seja mais justa."
Larissa Leite.
Esse abaixo-assinado é organizado por:
Caritas Arquidiocesana de São Paulo
CELS - Centro de Estudos Legais e Sociais
É gratificante quando temos o nosso trabalho reconhecido, e no último evento promovido, a segunda parte do I Simpósio Nacional de Pesquisa de Direitos Humanos, não foi diferente.
Nossas expectativas foram atendidas, e em especial a dos nossos convidados e cursistas, os quais prezamos e valorizamos profundamente.
Veja abaixo a declaração de um dos nossos convidados a parecerista:
"Agradeço por ter recebido tamanho prestigio e atenção, para mim foi uma experiência maravilhosa pena realmente não poder ter participado de todas as apresentações, pois, tendo como referência as que pude assistir deu para perceber o alcance do trabalho realizado por vocês e como isso teve repercussão através do curso de Aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos na vida e trabalho dos professores e profissionais da Educação que participaram do curso.
Transmita meus parabéns para todos os envolvidos.
Mais uma vez,
Gratidão"
Por Epaminondas de Castro Azevedo Filho
Secretaria de Direitos Humanos e Cultura da Paz
Prefeitura Municipal de Santo André
Jornada de Gandhi de Santo André
Na última sexta-feira, dia 26 de agosto de 2016, tivemos a oportunidade de prestigiar o incrível evento Jornada de Gandhi, sendo uma iniciativa da Prefeitura de Santo André em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos e Cultura de Paz.
Na data, participamos da palestra “Educando para a Paz” com a palavra de Taunay Daniel. Nesta foi aberto espaço ao diálogo entre a plateia e o palestrante, o qual abordou o tema de forma reflexiva e analítica. Uma realização de cunho social importante que visa fomentar a cultura de paz na sociedade, através do incentivo a prática da compreensão, respeito e valorização do próximo.
O evento teve início no dia 23 de julho e irá até 10 de outubro contando com uma gama de programações entre palestras, exposições de vídeos, atividades, apresentações culturais e muito mais!
O objetivo principal deste é de promover os conceitos de Cultura de Paz, e propagá-los aos participantes, tratando o tema de forma clara e profunda.
Faça parte desta experiência!
1º CICLO DE CINE INFÂNCIA E JUVENTUDE EM DEBATE
Temos a honra de convidá-los a participar do 1º Ciclo de Cine Infância e Juventude em Debate que acontecerá no Museu de Arte Sacra de São Paulo (auditório) localizado na Avenida Tiradentes, n° 676, Bairro Da Luz, SP a partir das 15h com estacionamento gratuito na Rua Jorge Miranda, n°43.
A programação acontecerá nos dias:
10/09 crianças invisíveis (2005, 120 min/ frança, itália) direção
De katia lund, spike lee e outros
08/10: filhos do paraíso (1997, 78 min/ irã) direção de majid majidi
12/11: cosmópolis (2012, 108 min/) direção de david cronenberg
Será de caráter gratuito e as incrições poderão ser feitas no local, fornecendo certificado digital ao final do ciclo.
Para mais informações, acesse o site ou entre em contato:
HTTP://WWW.MUSEUARTESACRA.ORG.BR
JUVENTUDINFANCIA@HOTMAIL.COM
EDUNETTONUNES@HOTMAIL.COM
Participação no Fórum de Direitos Humanos
Marcamos presença no Fórum de Direitos Humanos e agradeçemos muito a oportunidade de participar deste brilhante evento que abordou o tema Mitos e Simbolos- Onde se escondem os Direitos Humanos.
Na ocasião, a Coordenadora Profa. Dra. Ana Maria Dietrich do Projeto Educação em Direitos Humanos atuou como palestrante assim como nossa Tutora Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos e os integrantes Paulo Henrique Ferreira e Rebeca Ivasco, arte educadores do Projeto Batuclagem - Pesquisa e Extensão - UFABC, também coordenado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich. Contamos também com a participação da nossa Tutora Soraia Costa apresentando a pré estréia do documentário "Seja Mais".
Com certeza foi uma experiência maravilhosa a todos que estavam presentes.
I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos
No último sábado, dia 20/08, ocorreu a 2ª parte do I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos, na Universidade Federal do ABC - campus Santo André. Tivemos a oportunidade de promover a formatura de 100 cursistas da Turma C.
O evento nos trouxe momentos emocionantes e de grande orgulho a todos os participantes, principalmente nossos alunos e seus brilhantes projetos de intervenção.
Logo após, tivemos a mesa de abertura com a participação de autoridades como: Epaminondas Azevedo, Adalberto Mantovani, Janaina Gallo, Lucia Regina Horta, Mirian Pacheco, Paula Ayako, Silara Conchão, Virginia Cardoso, Virginia Slivar e como moderadora Profa. Dra. Ana Maria Dietrich. Os participantes falaram um pouco sobre seu envolvimento com os Direitos Humanos, suas especialidades e sua gratificação por estarem participando de um momento tão especial para os formandos.
Sexto aniversário do coletivo Perifatividade
No próximo domingo, acontecerá a grande festa do 6° aniversário do coletivo perifatividade!
Será realizada dia 28 de agosto, a partir das 13hs com uma grande diversidade de ritmos.
O evento é gratuito e será realizado na Rua Memorial de Aires, Jd. São Savério (ao lado da E.E. Álvaro de Souza Lima).
Não deixe de participar, sua presença é mais que importante!
Para mais informações, acesse o site:
https://perifatividade.com/2016/08/16/aniversario-perifatividade-uma-semana-de-acoes-celebrando-06-anos-de-resistencia/
Grupo Perifatividade na Bienal do Livro de São Paulo
Nesta Sexta feira, dia 26/08 às 14hs o Coletivo Perifatividade estará na Bienal do Livro de São Paulo, fazendo um super Sarau no stand da Secretaria Municipal de educação.
Não percam a oportunidade de prestigiar o grupo e adquirir os livros, Cd´s e Dvd´s da cultura periférica!
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209, stand L010
PROGRAMAÇÃO DAS MESAS DO I SIMPÓSIO NACIONAL DE PESQUISA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS- UFABC PARTE II
Prezados convidados,
O grande dia está chegando!
Nossa Mesa de Abertura será composta por convidados ilustres!
Contaremos também com a Mesa Redonda, intítulada "Educação em Direitos Humanos, Gênero e LGBT" que trará presenças valorosas.
Com as últimas confirmações recebidas, encaminhamos (abaixo) a formação das duas mesas do evento. Dois órgãos de imprensa também confirmaram presença: o Diário do Grande ABC e o ABCD Maior.
O evento será imperdível!
Estéticas das periferias - 6° aniversário do grupo Peratividade
Nesta Próxima Quinta feira, dia 25/08 a partir das 17hs a Casa de Cultura Chico Science, irá receber o grupo Peratividade que promoverá atrações como:
Sarau das Pretas
Debate “Funk: Resistência cultural e opressão” com Mcs Cacau Rocha e Gerinho (Liga do Funk) e Mc Di.
Debate “Refugiados de lá e daqui: como a sociedade brasileira invisibiliza a questão do refúgio internacional, as lutas da população em situação de rua e a identificação e reconhecimento indígena” com Marc Elie Pierre (Facilitador dos Refugiados – Haiti), Hassan Zarif (MOP@T – Movimento Palestina para tod@s – Palestina), Giva Manoel (educador e membro do Tribunal Popular – GT indígena) , Benedito Barbosa (Centro Gaspar Garcia de Direitos humanos) e Júlio “Choquito” (ex – morador de rua).
Show com o grupo vocal Os Escolhidos (Congo).
A Casa de Cultura Chico Science fica localizada na Av. Presidente Tancredo Neves, n° 1265 - Bairro Ipiranga (próximo ao metrô Sacomã).
Sarau Perifatividade - semana do 6° aniversário
"Para se ter o verdadeiro respeito, pode se rodar o mundo, mas a consideração deve vir do seu berço". Este é e sempre foi o lema do Coletivo Perifatividade, nascido e desenvolvido nas ruas, becos e vielas da periferia da zona sudeste, carinhosamente chamado pelo grupo de “Fundão do Ipiranga”.
Nesta próxima quarta feira, 24/08 às 15h30, o Coletivo vai estar na Biblioteca Castro Alves, no Jardim Patente, Rua Abrahão Mussa, s/n – Jd Patente Novo, realizando um Sarau-circulo de Cultura com estudantes das escolas públicas do entorno.
Não percam a oportunidade de comemorar conosco a semana do 6° aniversário do grupo peritividade que contará com diversos eventos.
Para mais informações, acesse o site:
https://perifatividade.com/2016/08/16/aniversario-perifatividade-uma-semana-de-acoes-celebrando-06-anos-de-resistencia/perifatividade-6-anos
Fórum dos Direitos Humanos
Neste sábado 13 de agosto, será realizado das 8h às 20h na Faculdade Anhanguera, Unidade Vila Mariana o Fórum de Direitos Humanos que irá abordar o tema Mitos e Simbolos- Onde se escondem os Direitos Humanos.
O evento será gratuito e ofertará um certificado ao participante. Não perca esta oportunidade e inscreva-se!
Para mais informações acesse o site ou entre em contato: (11)5085-9026
http://unidadevilamariana.com.br/
20/08 I SIMPÓSIO NACIONAL EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - UFABC / ENCONTRO FINAL DO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EDH UFABC
No dia 20 de agosto de 2016, realizaremos o I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos – UFABC / Encontro Final do Curso de Aperfeiçoamento EDH – UFABC (TURMA C) das 9h às 17h no Campus de Santo André da UFABC (Avenida dos Estados, 5001 - Santo André/ SP). Nessa ocasião será realizada a formatura de 100 cursistas do curso de Aperfeiçoamento EDH/ UFABC, coordenado pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.
Às 9h será abertura do evento com autoridades presentes. Na abertura acontecerá também a pré-estreia do documentário Seja mais (São Paulo, 2016: dir. Soraia Costa e Antonio Marcelo Alves), apresentação do grupo cultural De Gaulle Companie de Ballet da EMEF General De Gaulle. Em seguida haverá a apresentação da Oficina Cozinha e Feminismo do Laboratório Memórias dos Paladares (UFABC).
Às 11h será realizada a mesa redonda “Educação em Direitos Humanos, Gênero e LGBT” com a presença dos pareceristas do evento, que debaterão os movimentos sociais e/ou culturais que pertencem e sua relação com Educação em Direitos Humanos.
Às 12h30 será realizado um Coffee Break. Nesse momento, todos serão convidados a apreciar o buffet ofertado aos participantes do evento.
2. A apresentação e avaliação dos pôsteres
Em seguida das 13h30 às 16h00 haverá a apresentação dos pôsteres dos cursistas que são um resumo do Projeto de Intervenção de Educação em Direitos Humanos que foi realizado com trabalho final do curso. Estes serão avaliados por pareceristas integrantes de diversos movimentos sociais, os quais irão interagir com os cursista e público em geral.
Apresentação do livro "Outras Vozes", de Plínio Camilo.
A exposição do mais recente livro de Plínio Camillo ocorrerá no dia 20 de agosto de 2016 na praça do Carmo, 171, centro de Santo André, casa da palavra Mário Quintana às 13h30.
Coletânea de contos que possui como tema principal a trajetória dos negros escravizados no Brasil. “Camillo instaura uma impertinente reflexão sobre o problema que contradiz, ou pelo menos problematiza, os discursos dominantes sobre a questão, com uma multiplicidade e diversidade de personagens, Camillo propicia a emergência de vozes que foram, e muitas vezes continuam sendo, estigmatizadas, silenciadas e oprimidas." Diz Profa. Cátia Maringolo.
Para maiores informações, acesse o link abaixo
https://negrosoutrasvozes.wordpress.com/2016/07/27/outras-vozes-em-santo-andre/
Confira a entrega de Banners no CEU São Mateus
Mais um visita foi realizada na última terça feira 12/07. Os pôsteres dos alunos do Curso de Aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos foram entregues e expostos no CEU São Mateus! Com auxílio do Coordenador Paulo Roberto R. Simões e da Secretária Acadêmica Rita de Cássia que receberam a representante da nossa equipe, Jéssica Rodrigues com muito carinho.
Visita ao Rio de Janeiro
A viagem teve início às 22h30min do dia 5 de abril (terça-feira), no terminal rodoviário Tietê com destino ao Novo Rio, via ônibus da companhia Viação 1001. Atingimos nosso destino por volta das 4h00min do dia seguinte, e um táxi nos levou até o hostel Villa Budget, local onde nos hospedaríamos pelos próximos dias. Devido à longa e cansativa viagem, não estive apto a realizar o trabalho no Itamaraty; dessa forma, o encargo seria compensado nos próximos 2 dias, o que de fato aconteceu.
Nos dias 7 e 8, me empenhei exclusivamente a pesquisar os arquivos no Documento Histórico, dentro do tempo que me foi permitido (das 10:00 às 16:00, que é o horário de funcionamento do local) . Na quinta-feira voltei-me às relações exteriores Brasil-Japão, que renderam, entre estes materiais abaixo (Figuras 1 e 2), cerca de 400 fotos:
Na sexta, os esforços reverteram-se às correspondências com Roma. Este dia foi particularmente mais difícil, visto que a complexidade das relações do Brasil com a Itália era superior se comparada com o país asiático. Com as imagens a seguir (Figuras 3 e 4 ), este dia também rendeu algo entre 400 e 350 fotos.
No final de semana, nos dedicamos a passeios culturais pelo Rio de Janeiro: no sábado, passamos pelo Cristo Redentor, pelas escadarias da Lapa e pelo centro histórico da cidade. No domingo conheci a Lagoa Rodrigo de Freitas e assisti a apresentações musicais espontâneas nas proximidades da ciclovia do Ipanema.
A viagem termina no dia 11 de abril, pela mesma rodoviária – saímos às 9h30min, chegamos por volta das 16h00 em São Paulo.
Palácio do Itamaraty, no centro histórico do Rio de Janeiro
Confira a entrega dos pôsteres do CEU Três Lagos
Nesta última segunda-feira, 11/07/2016, os pôsteres dos cursistas do pólo de Três Lagos foram entregues por nossa equipe, com auxílio do Coordenador do pólo Vagner Alexandre Pereira, que recebeu a representante Jéssica Rodrigues com grande cordialidade.
Visitem o pólo e vejam os trabalhos!
Mudanças promovidas pelo Curso de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos
O Curso de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos está colhendo cada vez mais frutos desta obra.
O sucesso não se resume apenas a números, mas sim, ao valor agregrado a cada um dos alunos, os quais pudemos ter a honra de compartilhar conhecimentos, experiências e ações.
Com grande alegria, segue depoimento enviado por um cursista a uma de nossas tutoras, Marcia Rita Rotta, a respeito da mudança que o curso ocasionou a ele.
"Bom dia tutora Marcia!
Por incrível que parece esse projeto mudo muito a mim e aos meus alunos. Tenho notado eles tão diferente, positivamente. A questão das drogas, que nos era um agravante, tem tomado outro rumo e soluções mais plausíveis.
Alguma coisa em todos nós na escola, por mais simples que seja, mudou. E olha, nem fizemos a apresentação final. O projeto cresceu muito, e teremos até música de composição de um dos alunos na apresentação final. Estou só procurando uma banda para ele poder gravar as músicas e nós apresentarmos no dia. E ainda mais, teremos duas ilustrações sobre a percepção dos alunos em relação ao memorial da resistência e toda emoção sentida ali.
Eu me emociono ao falar do projeto e seus resultados. Quando cheguei nessa unidade escola, fiquei tão desacreditado, tão angustiado, que ao ver essas realizações, posso dizer: " Valeu muito a pena."
Os alunos se propuseram a aprofundar mais no tema agora nas férias e já começaram. Em agosto, tudo estará pronto para ser apresentado na escola. Claro, quero dividir muito dessas alegrias com vocês, tutores onlines pelo apoio e paciência e os presenciais do céu Butantã Isolete e Flavio, que nossa! Ouviram atentamente meus lamentos e angústias e me deram um norte. E também aos colegas que realizaram o encontro presencial comigo no céu, que deram total apoio. Vocês são parte dessa grande mudança que temos vivido na escola.
Mais uma vez. Muito Obrigado!"
Por: Diogo Xavier de Oliveira
EDH vai 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos (Brasília, abril, 2016)
Foi realizada em Brasília entre os dias 27 e 29 de abril de 2016, a 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos com o tema: Direitos Humanos para Todas e Todos: Democracia, Justiça e Igualdade
A conferência contou com dois mil delegados(as) e nossa participação aconteceu como observadoras, o que nos permitiu acompanhar as discussões em plenário e circular pelo ambiente onde foi realizada a conferência.
1º Ano do Fórum Inter-religioso
O 1º Ano do Fórum Inter-religioso, evento datado na última quarta-feira, dia 29/06/16, no auditório Heleny Guariba da Prefeitura de Santo André, teve como foco promover a diversidade e o diálogo entre religiões.
Em tempos tão difusos, trouxe o paradigma da tolerância religiosa, machismo, racismo, homofobia e do preconceito vigente para com algumas crenças pela grande massa. Na ocasião foi aberto o espaço para o diálogo e debate do tema.
Uma realização de cunho social importante que visa fomentar a cultura de paz na sociedade, através do incentivo a prática da compreensão, respeito, tolerância e receptividade, não se aplicando somente a diversidade religiosa, mas sim, a todos os campos da pluralidade humana.
Depoimento de cursista sobre o Curso de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos
É Extremamente gratificante quando recebemos elogios que demonstrem que toda a nossa dedicação e esforço por nossos cursistas está valendo a pena. Por isso, acreditamos ser necessário compartilhar este texto de uma de nossas cursistas que pode demostrar um de muitos elogios e agradecimentos de carinho que recebemos durante todo o andamento do curso. Obrigada a todos que fazem parte deste grande sonho que está sendo concretizado e amadurecido cada dia mais.
Segue o depoimento
Bom dia!!
Gostaria de deixar registrado meus agradecimentos aos organizadores do curso de Aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos, aos colegas com os quais tive o prazer de fazer alguns trabalhos nas aulas presenciais e principalmente aos tutores: Salvador, Marcia, Irene, Silmar e Victoria. Fui sempre atendida nas minhas dúvidas.
Meu muito obrigada especialmente a tutora Irene pelas observações, comentários e críticas, foram muito construtivas no desenvolvimento do trabalho final.
Sinto que esse curso foi muito esclarecedor nessa questão de direitos humanos. E embora não atue como professora, pois sou bibliotecária (CEU Jardim Paulistano), poderei aplicar tanto os conhecimentos adquiridos como o projeto elaborado. Quem mais ganha é a comunidade onde atuo, pois poderei desenvolver um trabalho com melhor qualidade.
Parabéns a todos.
Waldirene
Aluna da Turma C
Entrega de pôsteres no CEU Azul da Cor do Mar
Os pôsteres dos cursistas do Curso de Aperfeiçoamento Educação em Direitos Humanos foram entregues e expostos no CEU Azul da Cor do Mar! A receptividade a qual tivemos foi gratificante ao nosso trabalho.
Façam uma visita e vejam o trabalho dos nossos cursistas
MISSÃO ACADÊMICA NA CATALUNHA, ESPANHA, 23-27 de maio de 2016.
CURSO DE APERFEIÇOAMENTO - EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - UFABC
MISSÃO ACADÊMICA NA CATALUNHA, ESPANHA, 23-27 de maio de 2016.
RELATÓRIO CIENTÍFICO
1.Propósito da Missão Acadêmica em Barcelona
A partir de uma avaliação da Coordenação do Curso de Aperfeiçoamento de EAD em Direitos Humanos da UFABC (doravante denominado EAD-EDH/UFABC), decidiu-se realizar uma missão de intercâmbio acadêmico-científica à Catalunha, Espanha. Devido a contatos prévios do Professor Jose Blanes Sala com o IGOP, um centro europeu de excelência em pesquisas de políticas públicas, entendeu-se que este seria o melhor local para desenvolver a missão para aprimoramento do Curso de EAD em Educação em Direitos Humanos, bem como coleta de subsídios para materiais didático-pedagógicos e teóricos visando futuras publicações e atividades do Curso.
Integrada pelos dois coordenadores do Curso EAD-EDH/UFABC, professora Ana Maria Dietrich e Professor Jose Blanes Sala, e por Gilberto Rodrigues, professor formador do Curso, a missão ocorreu entre 23 e 27 de maio de 2016, havendo um preparação prévia com as instituições envolvidas no dia 20 de maio com a presença do professor José Blanes Sala em Barcelona.
Desta forma, a Missão Acadêmica na Catalunha teve como propósito participar de quatro ações específicas, relacionadas ao intercâmbio de práticas, experiências e visões sobre Cultura de Paz e Educação em Direitos Humanos:
- Apresentar o Seminário “Educação em Direitos Humanos como um instrumento de fortalecimento da Democracia e regeneração das instituições públicas. Comparando a Espanha e o Brasil”, realizado no Instituto de Governo e Políticas Públicas (IGOP) da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB), em 23.05.2016.
- Conhecer projetos municipais direcionados a imigrantes e refugiados a partir de uma instituição municipal da Prefeitura de Manresa, a Casa per la solidaritat i la pau Flors Sirera;
- Conhecer o Projeto de Formação em Direitos Humanos da Escola FEDAC-Manresa (Fundación Escuelas de Dominicas de la Anunciata), de Ensino Médio, de filiação católica, na cidade de Manresa;
- Conhecer a experiência de utilização do teatro para debater o tema do cyber-bullying em uma escola pública de ensino médio de Barcelona (I.E.S. Princep de Viana).
A seguir, o detalhamento de cada uma dessas ações.
2. O Seminário no IGOP-Universidade Autónoma de Barcelona (UAB)
Realizamos nossas apresentações no Seminário “Educação em Direitos Humanos como um instrumento de fortalecimento da Democracia e regeneração das instituições públicas. Comparando a Espanha e o Brasil” numa sala de Seminários do IGOP.
Contamos com o apoio de Ramon Canal, Diretor de Pesquisa do IGOP, quem conduziu os trabalhos do evento.
Após as três apresentações de nosso grupo (Profa. Ana Maria Dietrich, Prof. Gilberto Rodrigues e o Prof. Jose Blanes Sala), debatemos com a assistência as semelhanças e diferenças da Educação em Direitos Humanos com o sistema catalão e espanhol.
3. Visita à Casa per la solidaritat i la pau Flors Sirera, da Prefeitura de Manresa
Manresa é uma cidade de tamanho médio, localizada no centro da Região da Catalunha, a cerca de 30 minutos de trem de Barcelona. Nessa cidade, o poder local vem desenvolvendo ações de cooperação internacional, incluindo o apoio à acolhida de imigrantes e refugiados.
Os integrantes da Missão EAD-EDH/UFABC conheceram a proposta de intervenção da Casa per la solidaritat com os imigrantes e refugiados na cidade de Manresa, proposta que se insere numa perspectiva de cultura de paz, abarcando a inclusão social e a integração solidária de pessoas que a própria ONU considera como vulneráveis, num contexto de crise da Europa em lidar com a chegada de refugiados de outros continentes.
4. A Escola FEDAC-Manresa (Fundación Escuelas de Dominicas de la Anunciata)
A visita dos integrantes da Missão EAD-EDH/UFABC à Escola FEDAC-Manresa, uma escola de filiação católica, em 26.05.2016, visou conhecer as ações dos docentes e alunos em relação à construção de uma cultura de direitos humanos, por meio de vivências presenciais com comunidades e indivíduos excluídos social e economicamente.
A visão pedagógica da escola incorpora vivências de solidariedade ativa como meio de formação da inteligência emocional e social dos alunos e alunas, reforçando a ideia de uma solidariedade global por meio da prática dos direitos humanos.
5. A função de teatro na I.E.S. Princeps Viana, em Barcelona
Os integrantes da Missão EAD-EDH/UFABC acompanharam, na manhã de 27.05.2016, uma função de teatro sobre cyberbullying, desenvolvido com uma equipe especializada em dramaturgia de intervenção escolar, com apoio e acompanhamento do IGOP.
O método é inspirado no Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, com as adaptações feitas para sua utilização no contexto escolar, na Catalunha. Trata-se de uma função interativa, com mediação ativa e participação dos alunos a alunas no desfecho da peça.
O roteiro da peça abordou uma situação de cyberbullyng feita com uma aluna de ensino médio, em que fotos suas tiradas sem seu conhecimento eram veiculadas para grupos de alunos, gerando constrangimento característico do cyberbullying. A mediação da peça conduziu os alunos e alunas a intervir nos desdobramentos do episódio, estimulando a reflexão sobre as causas da agressão e as possibilidades não-violentas de prevenir sua ocorrência ou impedir sua continuidade.
6. Conclusões sobre o resultado da missão
A missão foi plenamente exitosa, dado o cumprimento integral e substantivo de todos os compromissos previstos.
As experiências conhecidas no IGOP e nas escolas de Manresa e Barcelona, bem como o diálogo desenvolvido com o poder local em Manresa, foram muito importantes para a reflexão e avaliação, em perspectiva comparada, das atividades e construção de materiais didáticos e paradidáticos para o Curso de EAD em Educação em Direitos Humanos da UFABC.
7. Recomendações
A experiência da Missão EAD-EDH/UFABC enseja algumas recomendações para a própria equipe e, de forma mais ampla, para a UAB, visando o aproveitamento das experiências conhecidas.
Destacamos três recomendações:
- A importância para a UFABC e para a UAB de contar com experiências internacionais para o aprimoramento das atividades do Curso de EAD em Educação em Direitos Humanos;
- A relevância de contar com as experiências conhecidas em Barcelona e Manresa para as atividades e materiais a serem produzidos no Curso de EAD em Educação em Direitos Humanos da UFABC;
- A importância de poder divulgar internacionalmente as atividades do Curso de EAD em Educação de Direitos Humanos da UFABC em instituições acadêmicas de excelência, como o IGOP da Universidade Autónoma de Barcelona, bem como entre os poderes locais que atuam com cultura de paz e promoção de direitos humanos.
I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos – UFABC
No dia 4 de junho de 2016, realizamos o I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos – UFABC / Encontro Final do Curso de Aperfeiçoamento EDH – UFABC. O evento realizou a “formatura” de 300 cursistas que iniciaram o curso em agosto de 2015 e finalizaram no fim de maio desse ano.
Além disso, o simpósio foi elaborado para divulgar os resultados dos trabalhos desses cursistas, 300 intervenções de Educação em Direitos Humanos realizadas em suas unidades escolares ou locais de trabalho, sistematizadas em forma de Pôsteres científicos. Contou com 34 pareceristas advindos de vários estados brasileiros.
Recebemos com muita honra nossos convidados e parceiros que contribuíram na realização desse projeto tão importante. A abertura do evento foi realizada com uma mesa “Educação em Direitos Humanos e cidadania” e foi presidida pela Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do projeto. Entre seus integrantes estavam autoridades e delegações:
- Daniel Arruda (Consultor da UNESCO e Assessor da Secadi/MEC até março de 2016),
Janaina Gallo (representante da Secretaria Municipal de Direitos Humanos de São Paulo),
Adriana Pereira da Silva (representante da Secretaria Municipal de Educação de São Bernardo do Campo),
Dácio Roberto Matheus (Vice reitor da UFABC),
Leonardo Steil (Pró-reitor Adjunto Graduação da UFABC)
Gustavo Galati (Pró reitor de Assuntos Comunitários e políticas afirmativas da UFABC).
Ainda na parte da manhã, tivemos a apresentação do grupo cultural De Gaulle Companie de Ballet da EMEF General De Gaulle. Logo após, houve a apresentação dos trabalhos científicos aos pareceristas que o avaliaram pela indicação de mérito e de publicação. Os pólos participantes da manhã foram Butantã, Três Lagos, Paraisópolis, Parelheiros e São Mateus. Foi servido durante todo o período um delicioso Buffet.
No período da tarde, tivemos o prazer de assistirmos a espetáculos culturais do grupo Trabalhando Arte com Amor da EMEIF Raul Pompéia - Taipas, com apresentações de dança do ventre, street dance, hip hop e também capoeira.
Na mesa redonda, tivemos a presença de diversos integrantes dos movimentos sociais, são eles:
- Angela Jackson (fórum LGBT de Vila Velha, ES)
- Gilberto Marcos Antonio Rodrigues (Cátedra Sérgio Vieira Melo, UFABC)
- Glaucia Bezerra Pires (Subsecretaria de Direitos Humanos do Rio de Janeiro)
- Izis Cristiane de Oliveira Posener (Presidente da Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe, ADEVISE),
- Jane Mare Dantos da Rocha (Conselheira do Conselho Estadual dos Direitos de Pessoas com Deficiência em Sergipe),
- Nyceu Dantas Posener (Presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência em Sergipe),
- Marcia Regina da Silva Carneiro (Professora de História da Universidade Federal Fluminense - Movimento Social de Gênero),
- Rafael Almeida (Coordenador Rede Ecumênica da Juventude em Belém do Pará e conselheiro do Comitê Nacional Diversidade Religiosa SDH) e Valdeir Cesário dos Santos (Conselheiro Estadual da Juventude de Goiás CONJ/JUVE).
- Vanessa Fernandes (representante do Movimento de idosos)
- Andreia Moreira da Silva (representante do Movimento feminista)
Os pólos participantes da tarde foram São Rafael, Azul da Cor de Mar e Perus. Também foi servido o buffet.
Agradecemos a todos que colaboraram com a participação e com a realização deste projeto!
PROGRAMAÇÃO DAS MESAS DO I SIMPÓSIO NACIONAL DE PESQUISA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - UFABC
Olá a todos!
O grande dia está chegando!
Nossa Mesa de Abertura será composta por convidados ilustres e serão presididas pelos nossos Coordenadores, a Prof. Dra. Ana Maria Dietrich e o Prof. Dr. José Blanes Sala.
A mesa da manhã (9h) se chamará "Educação em Direitos Humanos e Cidadania" e teremos a presença das três instituições que fizeram parceria no projeto Educação em Direitos Humanos da UFABC, o MEC, a Prefeitura de São Paulo e a UFABC.
Na mesa da tarde (13h30) "Movimentos Sociais e Educação em Direitos Humanos" estarão presentes componentes de movimentos sociais e ONGS de diversos estados brasileiros.
Ambas acontecerão no auditório principal da UFABC, Campus São Bernardo, Rua São Paulo, s/n, Jardim Antares, São Bernardo do Campo.
I SIMPOSIO NACIONAL DE PESQUISA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
No dia 4 de junho de 2016, realizaremos o I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos – UFABC / Encontro Final do Curso de Aperfeiçoamento EDH – UFABC. Um evento com programação toda pensada e elaborada visando a integração de nossos alunos e professores. Receberemos com muita honra nossos convidados e parceiros que contribuíram grandemente na realização desse projeto tão importante.
Às 9h será abertura do evento com autoridades presentes e delegações de diversos estados. Haverá a apresentação do grupo cultural De Gaulle Companie de Ballet da EMEF General De Gaulle.
A partir dàs 10h30 acontecerá a I Parte da exposição e apresentação dos pôsteres dos pólos São Mateus, Parelheiros e Três Lagos. Nesse momento, os cursistas dos demais pólos poderão visitar e conhecer outros trabalhos. Às 11h30 será nosso coffee break.
Em seguida às 12h30 será realizada a II Parte da apresentação dos pôsteres dos cursistas dos pólos Butantã e Paraisópolis. Nesse momento, os cursistas que apresentaram no primeiro período serão convidados a trocar experiências e conhecer o trabalho desses pólos.
Estarão avaliando os pôsteres pareceristas advindos das quatro regiões do País, entre eles, delegados da Conferência Nacional de Direitos Humanos realizada em Brasília em abril desse ano. Também foram convidados diversos integrantes dos movimentos sociais para serem pareceristas e interagir com os cursistas, além dos artistas e literatos.
Às 13h30 terá o Acolhimento dos cursistas da tarde e apresentação cultural do grupo Trabalhando Arte com Amor da EMEIF Raul Pompéia - Taipas, que irá fazer apresentações de dança do ventre, street dance, hip hop e também capoeira.
Às 15h, seguindo a mesma lógica que o encontro na parte da manhã terá a III Parte da apresentação dos pôsteres dos pólos São Rafael e Perus.
Às 16h haverá um Coffe break. Às 16h30, acontecerá a IV Parte da apresentação dos pôsteres, dessa vez do pólo Azul da Cor do Mar.
A apresentação e avaliação dos pôsteres
A apresentção dos pôsteres acontecerá em quatro horários, divididos por pólos, conforme programação explicada acima. O I Simpósio Nacional de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos – UFABC / Encontro Final do Curso de Aperfeiçoamento EDH – UFABC contará com a presença de 30 pareceristas, que serão compostos por convidados de diversas áreas e localidades do Brasil. Eles serão convidados a avaliar os pôsteres segundo o mérito e indicação para publicação. Os cursistas deverão apresentar em cerca de 10 minutos o conteúdo de seus pôsteres aos pareceristas e público interessado.
Comissão Organizadora
Ana Maria Dietrich
Cecilia Oliveira Prado
Jéssica Rodrigues
Maria Aparecida Antero Correia
Nathália Vaccani
Rosa Lopez
Silmar Leila dos Santos
Silvio Tadeu Corrêa dos Santos
Soraia Oliveira Costa
Thayna Scarpiello
Victoria Herrera
Pareceristas convidados (confirmados)
Alexandre de Almeida
Doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo. Bacharel e licenciado em História, pela PUCSP. Desenvolve investigações sobre processos de construção de identidades, mitologia política, memória e patrimônio, com foco em organizações e movimentos juvenis e cultura urbana.
Ana Paula Rodrigues
Coletivo Perifatividade.
Angela Jackson
Fórum LGBT - Vila Velha (ES).
Célia Regina de Araújo
Professora de Dança do Ventre Terapêutica - terceira idade ( Dança do Ventre Egipcía).
Glaucia Pires
Docente convidada da disciplina de Estatuto da Criança e Adolescente, na pós-graduação Serviço Social e Políticas Públicas pela Faculdade Governador Ozanam Coelho no Núcleo Educacional da Zona Oeste.
Izis Cristiane de Oliveira Posener
Presidente da Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe (ADEVISE).
Márcia Regina da Silva R.Carneiro
Professora de História na Universidade Federal Fluminense. Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Graduação em História, Especialização em História do Brasil, Mestrado em História Social e Doutorado em História Social pela Universidade Federal Fluminense.
Marinês de Souza Mendes
Música/Educadora
Bacharel em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda.
Nyceu Dantas Posener
Presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência em Sergipe.
Paulo Sérgio Rodrigues
Coletivo Perifatividade.
Rafael Almeida
Engenheiro ambiental – Belém do Pará
Coord. Rede ecumênica da juventude;
Conselheiro do Comitê Nacional Diversidade Religiosa- SDH.
Valdeir Cesário dos Santos
Assessoria da Coordenação de Cultura da Universidade Estadual de Goiás - PRE/UEG
Conselheiro Estadual da Juventude de Goiás - CONJUVE; Mestrando do Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos - PPGIDH/UFG.
Vanessa Paola R. Fernandez
Bacharel em História pela Universidade de São Paulo (USP).Mestre em História Social pela USP e Doutoranda em Gerontologia pela UNICAMP especializada em direitos dos imigrantes.
Aula Inaugural do Módulo C
No último dia 02 de abril foi realizada a aula inaugural da nova turma do Curso de Educação em Direitos Humanos.
Com a presença de todos os cursistas, a aula contou com uma programação, que pode ser conferida abaixo:
9h às 10h - Recepção dos cursistas/ entrega dos materiais/ assinatura da lista de presença
10h às 12h - Apresentação do curso e do trabalho de avaliação (Projeto de intervenção Educação em Direitos Humanos)
12h às 13h30 - Pausa para o almoço
14h às 17h - Apresentação da Plataforma Tídia e plantão de dúvidas
A aula foi um sucesso, agradecemos todos os alunos que compareceram e participaram ativamente da aula!
Confira as fotos do evento, que também estão disponíveis no facebook.
Relato III Encontro Presencial com os Polos
Parelheiros
No último dia 5 de março, chegamos no polo por volta das 8h30 e aos poucos as pessoas cursistas foram chegando. Notei que muitas já se conheciam, o que deixou o café da manhã com bastante interação.
Após o café, iniciamos a primeira parte. Poucas dúvidas foram levantadas, o que me levou a entender que a maioria já estavam ciente de como desenvolver um projeto além do vídeo e explicação da supervisora Victoria ter sido bastante elucidativo.
Na segunda parte, tivemos um Sarau com um Varal Cultural, onde cursistas buscaram em livros, excertos e internet poesias e músicas que dialogavam com o tema: Direitos Humanos.
Por fim, fizemos um debate sobre experiências de docentes com o tema e as manifestações culturais nas escolas.
Todos presentes foram muito participativos.
Documentei encontro com fotografias.
Relato da tutora e fotógrafa Soraia Costa responsável pelo polo Parelheiros.
Paraisópolis
"As atividades do curso de Educação em Direitos Humanos no dia 05 de março de 2016 começaram meio sonolentas no polo Paraisópolis.
As pessoas foram chegando aos poucos, sentando-se caladas pela sala. O café e o pão de queijo foram muito bem-vindos por todos nós: parece que faltava combustível para começarmos as atividades. A partir daí tudo transcorreu tranquilamente, com a apresentação da Profa. Ana Lucia Gasparoto a respeito do trabalho final que todas as cursistas precisarão desenvolver.
Tiradas as dúvidas, fizemos um breve intervalo para o lanche e retomamos com a apresentação da Profa. Marcia Carneiro, sobre “A liberdade do homem e a moral da mulher – as conquistas desiguais da humanidade”. Sem dúvida, o que mais despertou atenção e gerou debates foi um dos vídeos levados pela professora, com uma música da MC Carol. Quais seriam, afinal, os papéis de homens e mulheres em nossa sociedade? Por que haveria apenas dois homens na sala – nenhum deles cursista?"
Por Luciano Ferreira e Denise Yoshie, tutores responsáveis pelo polo Paraisopolis.
São Rafael
A abertura do evento do último dia 05 de março foi realizada pelo Professor Gilberto que deu as boas vindas aos cursistas, apresentando a Equipe que conduziria os trabalhos do dia e agradecendo a coordenação do CEU pela organização e receptividade. Quando chegamos já estava tudo preparado para começarmos a aula. A gestora do CEU Sra. Socorro também participou da abertura relatando seu comprometimento com a região e as propostas de transformação social.
Em seguida os cursistas se dirigiram para o café da manhã. Não tivemos nenhum problema neste aspecto organizativo. Foi um momento importante de reencontro dos cursistas e de contato com a equipe.
O primeiro momento da manhã foi coordenado pelo Prof. Gilberto Marcos Antonio Rodrigues, com a apresentação dos vídeos de forma dialogada com o grupo. Foi uma excelente oportunidade para dirimir dúvidas sobre o padrão que deve ser adotado para elaboração do trabalho final, bem como sobre os temas e a metodologia que deve ser aplicada. Todas as dúvidas foram sanadas no momento.
Apesar do relato de algumas dificuldades por parte dos cursistas e uma certa preocupação com os prazos de entrega, foi possível perceber o interesse na realização da intervenção. Alguns já desenvolveram sua proposta na hora. Muitos saíram com a certeza sobre o quê fazer. Ao final da explanação do Prof. Gilberto convidamos os cursistas para um lanche que também transcorreu normalmente. Foi outro momento importante de diálogo da equipe com os cursistas, em que sanamos outras dúvidas sobre o trabalho final.
Após o almoço em outra sala com espaço adequado, nos reunimos para o sarau cultural, com a escritora e poetisa Simone Pedersen. A palestrante focou seu trabalho na área de literatura, principalmente a literatura infantil. Mas, também teve música, com vários momentos de participação dos cursistas. Na exposição dialogada que ela desenvolveu, os cursistas demonstraram gostar muito de desenvolver o tema dos Direitos Humanos por meio da literatura. Um novo olhar foi criado sobre o tema. Destaque-se que uma parte dos cursistas atua na Educação Infantil, e a escritora Simone trouxe importantes elementos voltados para a literatura nesta faixa etária da educação básica.
Encerramos o dia com uma nova confraternização momento em que aprofundamos nossos vínculos.
Nesse momento os cursistas nos questionaram sobre a possibilidade de também usar camisetas do curso. Alguns inclusive dispuseram inclusive a pagar. Eles acham que seria importante para divulgar o curso e também gostariam de utilizá-las no momento de intervenção. Levamos o pedido para a coordenação do curso.
Nos despedimos certos de que novamente a aula presencial cumpriu seu papel de envolver os cursistas informando, orientando, aprimorando o curso e apresentando novos olhares sobre os Direitos Humanos na Educação e, principalmente trazendo aprendizado mútuo para a equipe, os cursistas e os responsáveis pelo Polo.
Relato da tutora Maria Aparecida responsável pelo pólo São Rafael.
Azul da Cor do Mar
Em 05/03/2016 estive presente no CEU Azul da Cor do Mar colaborando com a realização do encontro presencial do curso Educação em Direitos Humanos. Os cursistas foram recebidos e acolhidos fraternalmente com o café da manhã e receberamo material do curso. Os alunos foram dirigidos à sala para início dos trabalhos, com a explanação do projeto de intervenção, que foi ministrado pelo Prof. Renato. Os cursistas fizeram várias perguntas, registraram informações no caderno e tiraram foto dos slides.Algumas dúvidas operacionais foram aparecendo e buscamos esclarecer os estudantes e encaminhar as que necessitavam desse procedimento.
Após o período destinado ao almoço fomos com os cursistas ao teatro, onde foi realizado o Sarau, com a participação do grupo Perifatividade Cultura Urbana. Inicialmente o Sarau começou tímido, mas depois os cursistas interagiram muito, participaram do sarau com produções realizadas por eles, trazendo produções de outros artistas e ampliando a discussão e o debate sobre as questões que envolvem os direitos humanos.
Ao acompanhar as discussões e conversando com os cursistas, foi possível perceber como o grupo estava animado com as discussões sobre os direitos humanos, apresentando interesse nas discussões e preocupados com o projeto de intervenção. Vários cursistas vieram conversar sobre o projeto, trazendo ideias significativas, que se bem executado trará ressonância na escola.
Avalio a experiência e o encontro como momento frutífero do curso, ampliando o relacionamento e a discussão do material do curso e da experiência das escolas. Não apenas os cursistas aprendem, mas os tutores e formadores se enriquecem com essa partilha. O encontro foi importante para a reflexão sobre os direitos humanos e o seu trabalho na perspectiva escolar e social.
Relato do tutor Flavio Silva responsável pelo polo Azul da Cor do Mar.
No encontro realizado em 05/03/2016 foi possível perceber a grande ansiedade e inquietude dos cursistas com relação ao trabalho final. Eles estão bem inseguros com relação a como fazê-lo. No período da manhã, o professor Renato – presente no encontro – tratou de explicar um pouco sobre como deveria ser realizado o referido trabalho.
No período da tarde, todos participamos do Sarau realizado pelo Coletivo Perifatividade
Cultura Urbana, que de forma artística – música, poesia, etc. – apresentou temas sobre as mais variadas formas de violações aos Direitos Humanos (racismo pessoal e institucional, homofobia, discriminação à população pobre, etc.). No início, os alunos ficaram tímidos. Mas, conforme o Sarau ia avançando e os temas ima chamando sua atenção, começaram a participar ativamente da atividade. Muitos alunos quiseram subir ao palco para apresentar sua poesia – de autoria própria ou não – e se empolgaram tanto, que tivemos dificuldade em finalizar a atividade, acabando por exceder um pouco o horário previamente estabelecido.
Relato do tutor Victor Rocca responsável pelo polo Azul da Cor do Mar.
Uma experiência enriquecedora!
Recebemos, após nosso evento, diversos comentários e relatos que são de enorme importância para nosso projeto e gratificantes para nossa equipe, que tanto trabalhou e continua trabalhando para atender da melhor forma nossos alunos e parceiros.
Gostaríamos de compartilhar com vocês.
Fotos 3º Encontro Presencial do Curso (05/03)
Fotos 3º Encontro Presencial do Curso (05/03)
Olá cursistas, tutores e professores.
Confiram abaixo algumas fotos do nosso 3º encontro presencial ☺
Em breve disponibilizaremos álbuns completos, fiquem de olho!
Polo Butantã
Professora Ana Maria Dietrich (UFABC) durante ministração da aula.
Grupo Taekwondo e Cidadania.
Artista Marinês (à esquerda) junto à professora do grupo de Taekwondo (à direita).
Nossa turma!
Pólo Azul da cor do Mar
Prof. Renato Kinouchi (UFABC) durante a ministração da aula.
Nossa Turma!
Alguns de nossos cursistas
Coletivo Perifatividade com professor Renato Kinouchi
Polo São Mateus
Lançamento: Olhares que constroem - A criança autista das teorias, das intervenções e das famílias
A tutora do curso Educação em Direitos Humanos Rosa Maria Monteiro López, no dia 10 de março de 2019 das 18h30 às 21h30 fará estreia de seu livro Olhares que constroem - A criança autista das teorias, das intervenções e das famílias na livraria Martins Fontes localizada na avenida Paulista.
A autora, antropóloga com doutorado em saúde coletiva, embasada em sólidos conceitos teóricos e extensa observação empírica, empreende a análise de duas instituições de atendimento a crianças autistas, que representam duas concepções distintas a respeito do autismo, a comportamental e a psicanalítica, e suas repercussões na vida das crianças, nas famílias e nos profissionais, fornecendo um amplo panorama dos debates, dilemas e controvérsias sobre o tema na atualidade.
Apoiada em inúmeros relatos e experiências dos envolvidos na “nebulosa autista” – pais, professores, autistas e profissionais da área da saúde –, a obra procura reconstituir trajetos e caminhos que levam a um ou outro tipo de atendimento. Momento e contexto em que se dá o diagnóstico, recusa ou não dos pais em aceitar a condição da criança, encaminhamento dado pelo profissional de saúde e disponibilidade de atendimento nas instituições especializadas, entre outros, são fatores que acabam sendo determinantes no desenvolvimento da potencialidade da criança diagnosticada como autista. Em todos esses fatores o olhar que cada envolvido nesse universo dirige a essa criança tem papel fundamental e decisivo.
III Encontro Presencial do Curso Educação em Direitos Humanos
Olá cursistas!
Estamos a dois dias do III Encontro Presencial do nosso curso. E você? Já conferiu o endereço do polo para o qual está designado? Seguem abaixo todos os endereços:
CEU São Rafael: Rua Cinira Polônio, 100 Conjunto Promorar Rio Claro, São Paulo - SP
CEU São Mateus: Rua Curumatim, Tv. Manhã de Carnaval, 201, Jd. Parque Boa Esperança, São Paulo - SP
CEU Perus: Rua Bernardo José Lorena, s/n - Vila Fanton, São Paulo - SP
CEU Azul da cor do mar: Rua Ernesto de Souza Cruz, 2171 Cidade Antônio Estevão de Carvalho, São Paulo - SP
CEU Butantã: Av. Engº Heitor Antônio Eiras Garcia 1700/1870, São Paulo - SP
CEU Parelheiros: Rua José Pedro de Borba, 20, São Paulo - SP
CEU Paraisópolis: Rua Dr.José Augusto Souza e Silva, s/nº - Jd Pq Morumbi, São Paulo - SP
CEU Três Lagos: Estrada do Barro Branco, s/nº Jardim Três Corações, São Paulo - SP
Fotos Encontro Presencial 28 de novembro de 2015 - Dinâmica: Jogos Teatrais e a Formação do Professor Reflexivo
E aqui estão as fotos dos relatos dos Jogos Teatrais com os temas: Racismo, Homofobia, Diversidade Religiosa, Questões de Gênero e Educação Inclusiva e demais encontros presenciais.
Agradecemos aos cursistas pelas ótimas reflexões e que elas sirvam de inspiração para sua vida pessoal e profissional!
1º
Os cursistas se mostraram muito interessados no curso, apesar de alguns relatarem que se inscreveram, inicialmente, pela pontuação para evolução funcional, mas ao terem contato com o material do curso, descobriram que desconheciam, quase que completamente, o significado dos Direitos Humanos e como esse desconhecimento influenciou a forma como se relacionavam com as outras pessoas.
Uma cursista relatou que foi vítima de abuso -- não especificou qual -- e que só conseguiu reagir depois que entrou no curso e tomou conhecimento de seus direitos. Já outro cursista relatou que foi vítima de racismo em uma escola, na qual era o único professor afro-descentente. A situação foi tão constrangedora, que teve necessidade de se afastar por depressão, só retornando após remoção para outra U.E. O debate dos grupos girou em torno do racismo.
As palavras chaves para descrever o encontro foram:
- Aprendizado
- Conhecimento
- Reflexão
- Avaliação
- Mudança
- Cidadania
2º
Houve a participação de 14 cursistas que foram divididos em 3 grupos. Todos discutiram a maioria dos temas, pois ambos os interessavam. Tive que insistir para que escolhessem apenas um para debater.
O primeiro grupo escolheu como tema a Educação Inclusiva. Na discussão o fato de maior relevância destacado pelo grupo foi de que a educação inclusiva sofre mais resistência por parte de professores do que por parte dos alunos.
As experiências relatadas mostraram que muitas vezes os alunos lidam melhor com pessoas que possuem necessidades especiais, em um clima de ajuda mútua. Já os profissionais por vários motivos não demonstram a mesma disponibilidade.
Outra questão importante é a falta de profissionais capacitados para lidar com as especificidades, mesmo as diretrizes da educação estabelecendo isso. O segundo grupo escolheu a diversidade religiosa, relatando fatos e experiências que demonstram a intolerância religiosa não só na relação professor x aluno, ou aluno x aluno.
Há também, em diversas ocasiões, intolerância religiosa na relação entre os próprios professores. Também há a prática recorrente de fazer com que os alunos, em certas ocasiões, participem de rituais (como orações) dentro da própria escola, não contemplando os que seguem outra religião ou não seguem uma religião específica.
O terceiro grupo escolheu a homofobia. Os relatos demonstraram a homofobia sofrida pelos alunos e também por professores, Foi possível comprovar inclusive o quanto essas questões estão interligadas, Citaram o exemplo da uma mãe que sempre ia nas reuniões do filho (cujo professor era homem) e quando o pai foi em uma das reuniões e descobriu que o professor de seu filho era homem, não gostou (porque para ele ser professor não é coisa de homem) e chegou a agredir a mãe da criança em questão por não ter lhe contado.
Questão de gênero e homofobia interligadas. Além disso, há muitos casos de homofobia envolvendo professores e alunos nas escolas.
3º
Participaram da atividade 11 cursistas, sendo 7 do grupo inicial, que começou no primeiro módulo (de um total de 9 atuantes hoje) e 4 do grupo B, que iniciou no módulo 2 (de um total de 7 atuantes). Os participantes foram divididos em cinco grupos, quatro contendo dois integrantes e um com com três pessoas, como se segue:
Beatrice e Sandra escolheram o tema da educação inclusiva.
Angelita e Priscila escolheram o tema do racismo.
Tânia e Adriana escolheram também o tema do racismo.
Célia, Cristiane e Ana Tânia escolheram o tema questões de gênero (mulher).
Edgar e Antônio escolheram o tema da educação inclusiva.
As apresentações que os grupos realizaram não seguiram o formato cênico, pautaram-se mais pelo levantamento de questões em que os outros presentes também opinaram, e além de relato de experiências individuais ou observadas no ambiente escolar. Um ponto em comum, que todos de certa forma destacaram, diz respeito à necessidade de trabalhar com a família para que certas atitudes e ideias preconceituosas fossem modificadas. Não foi apontado exatamente como é possível fazer isso, mas ficou marcada a percepção comum de que se alguma conscientização não for feita também com os pais, pouco terá sido efetivamente construído na direção do respeito aos direitos humanos com as crianças, em geral ainda pequenas.
A primeira dupla a expor suas ideias, Beatrice e Sandra, optou por escrever em pequenos papéis algumas perguntas relacionadas ao tema da acessibilidade/educação inclusiva e pedir para que os demais cursistas da sala sorteassem uma pergunta e a respondessem. Devido à pequena disponibilidade de tempo para a apresentação, apenas duas perguntas puderam ser respondidas e debatidas.
Uma delas, dirigida a Antonio, questionava se a escola em que ele trabalha tem acessibilidade para deficientes. Ele falou sobre a precariedade das instalações nesse sentido, escadas imensas logo na entrada da escola, a construção recente de uma rampa no local, ainda pouco adequada, e outras dificuldades que pessoas com deficiência física teriam naquele ambiente escolar (parece que não há deficientes no momento, pelo que ele mencionou).
A outra pergunta foi direcionada a Ana Tânia, que sorteou o papelzinho em que se questionava a aceitação dos pais em relação à deficiência dos filhos, pelo que ela tinha contato em sua escola. Ana disse que em certos casos a aceitação ocorre, em outros não. Aqui a questão ficou mais em torno da deficiência intelectual e da frequente dificuldade dos pais em assimilar e aceitar manifestações de tipo autístico ou outras não facilmente visíveis ou rotuláveis no sentido de identificar as diferenças de rendimento que seus filhos apresentam. Com a síndrome de Down parece ser mais fácil, segundo Ana e os outros comentaram.
Angelita e Priscila basicamente relataram vivências de racismo no ambiente escolar,enfatizando que muitas vezes o preconceito vem dos próprios negros ou mestiços em relação a seus pares. Por exemplo, Angelita conta que em sua escola há uma dupla de irmãos, filhos de mesmo pai e mesma mãe negros, na qual um nasceu com um tom de pele mais claro e o outro bem mais escuro. Ela diz que o menos preto chama o irmão de macaco, no sentido pejorativo mesmo, que se sente melhor do que o outro por ser mais claro... Relatam também o caso de pais, ambos negros, que foram matricular seu filho na escola e apresentaram a certidão de nascimento da criança, onde constava cor: branca. Segundo contam, era visível que a criança era negra, e seus pais também. Questionados sobre a cor constante no registro, a mãe diz que quando a criança nasceu, o pai olhou pra ela, achou assim meio clarinho, e decidiu escrever branco no registro... Mais uma vez se lembrou a necessidade de que os pais sejam trabalhados para que as crianças possam relativizar olhares e atitudes preconceituosas e discriminatórias.
A dupla Tânia e Adriana abordou o tema do racismo de modo semelhante à dupla anterior. Tânia, que é negra, falou um pouco sobre o que sofreu quando criança na escola e como a discriminação ainda permeia sua vida. Disse que, quando era pequena e começou a freqüentar a escola, várias crianças faziam muitas coisas para intimidá-la, prejudicá-la, por exemplo, pegavam seu caderno e jogavam para trás do armário, o que a deixava nervosa, triste, preocupada, como iria chegar em casa sem seu caderno? Era tanta marcação que ela se lembra de chegar um dia em casa, chorando, e perguntar para a mãe: como eu tiro isso de mim?– indicando seus braços, sua cor, por não aguentar mais ser maltratada e perseguida pela sua diferença.
Tânia mencionou também que às vezes os adultos brancos, mesmo os amigos, acabam demonstrando seu preconceito quando parecem querer afastá-lo. Citou o caso de um casal de amigos seus, brancos, que têm uma filhinha pequena, também muito branquinha, com quem Tânia esteve na praia. Ao vê-la na ducha, de biquíni, ambas tomando banho, a menininha pergunta espantada para Tânia: Nossa, você é todinha assim? (indicando a cor), ao que Tânia responde afirmativamente com naturalidade, quando a mãe da menina se aproxima e recrimina a criança: Filha, não pode falar assim com ela, isso é preconceito!. Tânia relata que achou um exagero, um atropelo da mãe essa intervenção, que sabia que a criança estava apenas curiosa, descobrindo o mundo e as diferenças e que a mãe não agiu certo ao dar esse significado ao que era apenas uma curiosidade infantil.
O trio Célia, Cristiane e Ana Tânia falou sobre o tema do preconceito contra a mulher, citando uma personagem da novela A regra do jogo, da TV Globo, a Domingas, que tem exemplificado e tornado visível para muitas pessoas o que é o maltrato doméstico e a inferiorização da mulher pelo seu próprio marido. Elas dizem que existem muitas Domingaspor aí, e que é preciso combater a tendência da família e da sociedade a papéis tão rígidos para cada sexo. Falaram sobre as brincadeiras e cores de meninos e meninas, o fogãozinho que logo é presente para elas, a dispensa de qualquer serviço ligado à casa para os meninos e tantas outras atitudes que reforçam esses estereótipos sexistas.
Antôno e Edgar falaram também sobre educação inclusiva mais no sentido da acessibilidade para deficientes físicos, relatando que muitas vezes se faz uma adaptação para tornar visívelque se está preocupado com a acessibilidade para deficientes, mas não se pensa no suporte necessário para viabilizar o uso efetivo da tal melhoria. Por exemplo, coloca-se um elevador para deficientes em algum ponto da escola ou de uma estação de transporte público, mas não
se dá reais condições para que a pessoa com deficiência chegue àquele ponto por si própria. Antônio fala de rampas íngremes de sua escola, nas quais só um atleta de braços muito fortes teria condições se subir sozinho, e mesmo com acompanhante é difícil de vencer. No geral, segundo as conclusões da dupla, ainda se está muito longe de realmente promover acessibilidade e inclusão efetiva, é preciso projetar visando incluir, não apenas adaptar, e visualizar o acesso de forma mais ampla.
Ao término da dinâmica, foi pedido que cada cursista resumisse em uma palavra o que foi o evento daquele dia. Primeiro uma cursista disse: melhor não perguntar, dando a entender que tinha muito a reclamar a respeito. Eu tentei explorar o que poderia haver de positivo a citar, falando para que se pusesse de lado momentaneamente os problemas ocorridos e que se pensasse na experiência do evento e seus conteúdos. Todos acabaram por transmitir ideias favoráveis em suas palavras, consigo me lembrar de algumas: grata, conhecimento, troca, valeu a penae palestra. Pedi para que a cursista explicasse melhor essa última e curiosa menção (palestra), ela disse que achou interessante ver se expressando pessoalmente aqueles professores que só conhecia pelo vídeo, que gostou disso...
4º
Participaram da atividade da tarde 11 cursistas, todas mulheres, e a filha de uma delas, de 8 anos. Elas foram convocadas no auditório, a partir da chamada da Profa. Ana Maria. Acredito que no período da manhã havia ainda outros cursistas de minha turma, mas não sei dizer se eles foram embora ou se se juntaram a outras turmas na dinâmica.
Logo de início, muitas participantes se mostraram com receio de realizar o jogo teatral previsto para esse período. Informei, então, que pretendia adotar uma atividade alternativa, por não me considerar suficientemente capacitada para empreender uma dinâmica teatral, técnica que requer conhecimento e experiência para proporcionar resultados satisfatórios.
Todas as participantes se mostraram satisfeitas com o informe. Uma delas, graduada em artes e atriz profissional, até comentou estar aliviada com a mudança. Ela relatou estar preocupada com a proposta inicial, por acreditar que a baixa qualificação da tutora para empreendê-la, somada à falta de tempo para a atividade, redundaria em algo raso e pouco proveitoso.
Partimos, assim, para a apresentação das participantes. Solicitei a cada uma delas que se apresentasse, sem dizer o próprio nome e o local do trabalho. Iniciei a atividade e as demais seguiram se apresentando, na ordem do círculo em que estávamos organizadas.
Em seguida, pedi a todas que se levantassem, e que cada uma se dirigisse a outra colega, cumprimentando-a com um aperto de mãos ou abraço, fazendo contato visual e dizendo o próprio nome. Todas se apresentaram umas às outras, trocando de lugar por vezes.
Na sequência, para fixar o nome das participantes, pedi a cada uma delas que repetisse sua apresentação, agora com liberdade para dizerem o nome, o local de trabalho ou as informações que considerassem mais relevantes.
Esses momentos de apresentação foram bastante ricos, pois muitas delas relataram sua experiência com o curso e sobre como ele tem sido importante para transformar sua visão a respeito do que são os direitos humanos. Uma das participantes relatou que seu padrasto é policial militar e que, devido à convivência familiar, entendia, como lugar comum, que direitos humanos serviam para proteger 3 ladrões. Contudo, no transcorrer do curso, tem ampliado sua visão a respeito desse e outros conceitos, o que, segundo ela, tem sido muito transformador.
Outras participantes relataram que estão gostando do curso e que acreditam que esses conhecimentos contribuirão para tornar o ambiente escolar e logo o comunitário mais respeitosos e cidadãos. Outras, ainda, alegaram que já detinham certo conhecimento a respeito do tema e que o curso tem auxiliado na sistematização desse conhecimento, além de contribuir para a progressão na carreira, o que pareceu de suma relevância para todas as mulheres.
Distribuí folhas de sulfite para todas elas e coloquei, ao centro, alguns lápis de cor, gizes de cera e canetinhas. Perguntei se desejavam realizar a atividade em grupos pequenos, mas elas decidiram de forma unânime que ficariam no grande círculo. Solicitei, então, que escolhessem uma das temáticas propostas (homofobia, racismo, diversidade religiosa, gênero, educação inclusiva e xenofobia) e fizessem um cartaz a respeito, considerando os conteúdos abordados no curso até o momento.
Depois que todas haviam terminado, solicitei que apresentassem seus trabalhos, uma a uma, e todas puderam comentar as produções da turma. Todas as produções foram bastante conectadas com a realidade escolar, com variados graus de apropriação dos conceitos ligados aos direitos humanos. As imagens dos cartazes produzidos estão no anexo, inclusive a atividade produzida pela menina de 8 anos, filha de uma das cursistas.
Os cartazes suscitaram intenso debate entre as participantes, que se mostravam muito desejosas de falar a respeito do que estão estudando no curso. O encontro mostrou-se um espaço de diálogo privilegiado a respeito de direitos humanos, diversidade religiosa e homofobia, em especial. Muitas delas relataram que na teoria ou no projeto político-pedagógico, muitas instituições ou escolas se declaram respeitosas aos direitos humanos, mas que a partir dos estudos empreendidos no curso elas têm constatado que esse discurso não se reflete na prática. Algumas participantes relataram, inclusive, que as práticas são muitas vezes discriminatórias e excludentes, sem que os agentes tenham consciência disso.
Diante da riqueza das falas, optei por estender o debate em detrimento de realizar o fechamento proposto inicialmente. Ainda assim, as participantes se encarregaram de resumir o dia como bastante proveitoso, indicando o transporte e a alimentação como grandes pontos ruins e que, na opinião delas, talvez tenham levado algumas pessoas a irem embora após as atividades da manhã.
5º
O evento contou com um número menor de cursistas, com relação às expectativas. Quase todos os membros da equipe estavam presentes. Acredito que todos os convidados compareceram. A programação dos ônibus foi cumprida quase em todos os polos. Os profissionais contratados para servirem o brunch e o café também estavam a postos, porém houve demora em servir o brunch. O evento de forma geral, ocorreu com tranquilidade, mas também evidencia que alguns problemas ocorreram:
1)Ausências de alguns cursistas deve-se a alguns fatores como: Dia letivo nas escolas; Problemas cotidianos de saúde, tanto dos cursistas como em família; Os cursistas assumiram compromissos neste dia, pois houve alteração na data do evento;
2)Poucos tutores não estavam presentes, certamente com ausência justificada.
3)Houve atraso do ônibus no Polo Butantã, em outros polos falta de ar condicionado no ônibus, e também quantidade menor de ônibus.
4)O serviço de servir o brunch não foi bom. Os cursistas ficaram em fila, esperando por quase meia hora.
5)Como tutora, não pude assistir as palestras, pois foi necessário colaborar na recepção dos cursistas.
Entretanto, todos os dados citados nos itens anteriores, não quebraram o brilhantismo do evento e com certeza são indicadores de reflexão para aperfeiçoamento dos próximos encontros. A programação foi muito elogiada pelos cursistas. Gostaram muito das palestras e da dinâmica. Na socialização final, os comentários foram excelentes e com pedidos de mais encontros. Pude constatar durante a dinâmica que o Curso está sendo um sucesso e o mais importante, a transformação de prática de sala de aula vem acontecendo. As representações teatrais foram ótimas e mostraram cenários que rotineiramente acontecem nas escolas e o encaminhamento que deve ser realizado em vista aos Direito Humanos na escola. Enfim, foi um dia totalmente colaborativo com relação à equipe e muito prazeroso pelo retorno do trabalho que vem sendo realizado.
6º
A partir da apresentação das professoras, Maria Cândida Capecchi e Vivilí Gomes os tutores desenvolvemos com pequenos grupos de cursistas jogos teatrais que problematizaram a práxis do professor reflexivo. Os temas homofobia, racismo, gênero, educação inclusiva, diversidade religiosa foram ilustrados através das dinâmicas e debatidos como possibilidades de intervenção do professor na área de Direitos Humanos.
Os professores cursistas trouxeram indagações quanto às dificuldades de lidar com problemas relacionados aos temas, a relação entre gestão e docência, necessidade de protagonismo dos atores escolares, a superlotação em salas, aspectos que foram contextualizados e analisados como desafios do trabalho docente em Direitos Humanos. Tratou-se de uma atividade importante, que situa a formação em direitos humanos numa interface entre ética, estética e engajamento coletivo político.
Especificamente na nossa atividade, um grupo representou uma cena de racismo, em que foram discutidas as referências consideradas “padrão” em nossa sociedade. As professoras trouxeram experiências de preconceito entre alunos e pais, em um acontecimento numa CEI conveniada, em que os pais (tanto negros como não negros) se sentiram incomodados de seus filhos-alunos receberem uma boneca negra. Podemos analisar que um trabalho deve ser feito os pais também, através, de atividades escolares que possam se estender à comunidade escolar como um todo. Ficamos pensando: os pais podem ser mudados através das práticas escolares? A referência de mundo ocidental, branco, burguês pode ser relativizada e mais inclusiva? Qual é o conceito de inclusão que devemos tratar em nossa prática docente?
O segundo grupo apresentou uma cena de uma família nordestina, com valores familiares muito fortes, impregnados de um modo de pensar machista e intolerante. Levando-se em conta essa realidade, o grupo encenou um incidente de homofobia, em que, primeiramente a professora recrimina a manifestação de carinho em sala de aula (como se fosse possível separar o afetivo do cognitivo), além de se posicionar de forma intolerante ao casal de meninas adolescentes.
Algumas questões que permearam a discussão foram: a importância de um projeto coletivo que possa ser referendado pela gestão da escola como uma prática institucional de defesa dos direitos humanos, e não uma postura individual do professor. Os atravessamentos da violência social no cotidiano escolar, que impedem um posicionamento mais ativo da professora. Sobre isso, penso que ficar calada pode ser tão violento quanto agir em reação à violência, mesmo que essa reação possa colocar o professor em risco. Por isso a postura coletiva em relação ao preconceito deve ser muito bem articulada entre a equipe escolar, através de discussões em momentos de formação em serviço. O discurso da inclusão passa por uma prática de formação da sociedade, no sentido de adaptar todos às necessidade universais das minorias.
7º
Nosso grupo nesse dia contou com a presença de 13 cursistas.
A primeira parte da atividade ocorreu conforme planejado, exploramos os espaços da sala de forma solitária e de percebendo a presença do outro; nos colocamos e representamos papéis que não os nossos e nos apresentamos.
No segundo momento nos organizados em 3 grupos de trabalho, expliquei a comanda de atividade para o grupo todo e os temas que cada um poderia escolher para representar uma situação do cotidiano escolar. Para minha surpresa e sem conversarem entre si, os 3 grupos optaram pela mesma temática: DIVERSIDADE RELIGIOSA.
O primeiro grupo a se apresentar representou uma situação de uma reunião entre profissionais da escola em que uma professora propôs iniciar a reunião fazendo uma oração do pai nosso. Após um bate-boca entre eles a professora ficou indignada e questionou: a gente não pode agradecer? Nesse momento a coordenadora pedagógica intervêm dizendo que é melhor tratarem só do pedagógico e dá continuidade a reunião sem a oração proposta.
O segundo grupo apresenta uma situação de Festa Junina na escola, sob a argumentação inicial de que a mesma exclui os evangélicos através do argumento de que como defendemos igualdade de direitos não podemos fazer Festa Junina, e que escola deve optar por festas regionais. Uma das representantes do grupo argumenta que a comunidade gosta de festas juninas, que a escola já possui adereços para a mesma e que quem quiser vem, quem não quiser fazer o que...
O terceiro grupo apresenta os argumentos uma mãe evangélica inconformada com uma atividade desenvolvida pela professora a partir da leitura do livro "Chuva de manga" que apresenta questões sobre a afro-brasileira e africana. A mãe evangélica acusa a professora de macumbeira e diz que no dia programado para degustarem mangas seu filho não deve comer pois "isso não é de Deus". Após a conversa a professora solicita auxilio a coordenadora pedagógica da escola e a mesma se esquiva da conversa e de orientações pois está muito ocupada.
Para o grupo o papel da escola é de ampliar a cultura de mundo apresentando outras culturas, danças, comidas, músicas.
Após as apresentações e debate sobre a situações comentei porque será que os três grupos, que não conversaram anteriormente optaram pelo mesmo tema. O grupo, bastante participativo, afirma que esse é um tema que pega na escola, tanto entre docentes, como com alunos e suas famílias.
Para o grupo os outros temas ficam camuflados e talvez por falta de conhecimento eles discutam menos. A partir de então passaram a fazer comentários sobre os dois dos temas não apresentados na dinâmica: Segundo eles, a educação inclusiva está mais sólida e não é mais tabu nas escolas, mas falta para a real efetivação os apoios necessários. Gênero, afirmam que como profissionais não sofrem nenhum tipo de situação em que não sejam respeitadas por serem mulher. Ao serem provocadas por mim de que então não tínhamos nenhuma situação a ser enfrentada na escola revelaram que entre as crianças verificam muitas situações constrangedoras e humilhantes.
Afirmam também que muitas vezes fingem não ouvir ofensas a meninas por parte dos meninos (principalmente no ensino fundamental II). Uma professora contou uma situação em que as crianças deveriam fazer um autorretrato para capa do portfólio e um garoto se desenhou vestido de princesa, fato que seu pai não admitiu. Das situações e exemplos citados conversamos sobre o papel da escola, da diferença do espaço privado da família e do espaço público da escola. Discutimos a importância da escola identificar se a criança sofre discriminação, se sente oprimida e/ou constrangida e da importância da escola como espaço de acolhimento e de respeito mútuo entre todos.
AVALIAÇÃO DOS PARTICIPANTES SOBRE O JOGO:
- momento reflexivo, essa troca me fez pensar muito. - stressante, a demora na chegada do ônibus e no almoço.
- gostei da atividade do período da tarde, se fosse uma outra palestra provavelmente dispersaríamos (ressalto que a atividade da manhã também foi produtiva).
- frustração, ter que esperar até 9h00 a chegada do ônibus me fez ir murchando, acabou com minhas expectativas. Me senti desrespeitada pois ao chegar as atividades da manhã já haviam sido iniciadas.
- estou saindo com saldo positivo, das falas da manhã e dinâmica da tarde
- dinâmico.
- satisfeita.
- me sinto privilegiada por estar participando do curso, tenho refletido muito.
- duas participantes se queixaram de não ter recebido a mensagem do curso (orientei-as quanto a importância de abrir diariamente a ferramenta mensagem do Tidia.
- uma participante sugeriu criar um what zapp do nosso grupo.
- uma participante solicitou a abertura do módulo 1 em janeiro, momento que segundo ela tem mais tempo para desenvolver as atividades.
Considerando que as avaliações negativas se referiram a infra-estrutura do transporte e alimentação e não as atividades, eu Cecília de Oliveira Prado, senti como positivo o saldo do nosso encontro.
Curso de aperfeiçoamento EDH - Encontro presencial 28/11/2015
No dia 28 de novembro de 2015 ocorreu dentro da Universidade Federal do ABC (UFABC) no campus São Bernardo do Campo o segundo encontro presencial do curso de aperfeiçoamento semi-presencial Educação em Direitos Humanos.
Pela manhã houve duas rodas de debate discutindo a importância da temática do curso, sendo que a primeira contou com a presença Jonas Tabacof Waks, coordenador adjunto de Educação em Direitos Humanos (Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo), José Fernando Queiruga Rey, pró-reitor de graduação da UFABC, Virgínia Cardia Cardoso, coordenadora do COMFOR - UFABC e Daniel Pansareli, pró-reitor de extensão e e cultura da universidade e a segunda foi feita Paulo Roberto Martins Maldos, coordenada pelo professor doutos José Blanes Sala e mediada pelo professor pós-doutor Gilberto Marcos Antonio Rodrigues.
Antes da pausa para o brunch, fomos agraciados com a Apresentação das Fiandeiras das Palavras Camila Shunyata e Vivian Darini que tem como principal objetivo promover e incentivar as atividades das fiandeiras e tecelãs da região, valorizando e estimulando a produção de seus trabalhos e contribuindo para a multiplicação de seus conhecimentos junto às futuras gerações e pela disseminação e preservação da memória coletiva, artesanal e cultural.
Seguiu-se assim a tarde os jogos teatrais com o objetivo de levar os cursistas à reflexão através de uma encenação a respeito de alguma tema na área de Direitos Humanos.
A equipe do curso agradece pelo interesse demonstrado pelos alunos-cursistas e sua dedicação ao longo do programa.
No dia 05 de novembro de 2015, ocorreu na Prefeitura de São Bernardo do Campo um seminário sobre Educação Inclusiva abordando questões relativas a deficientes físicos e também abordando os temas de discriminações de cunho racial.
A vivência foi uma iniciativa que uniu os projetos de Educação em Direitos Humanos feitos por Ana Maria Dietrich e José Blanes Sala e o projeto Jogos teatrais e a formação do professor reflexivo, coordenado pelas Profas. Dras. Maria Candida de Morais Capecchi e Vivili Gomes a partir da temática Educação como Construtora de uma Cultura de Direitos Humanos.
Nas palavras da Dra. Vivili Gomes "[são] dois projetos de integrando: construindo um sonho..."
No polo São Mateus eram 72 matriculados e compareceram 40. Começamos às 9:30, pois aguardamos a chegada dos atrasados na esperança de formar as duas turmas, pois a sala de computadores possui 45 aparelhos. Como não passamos dos 40 decidimos fazer uma turma só. De manhã apresentamos o curso distribuindo os folders, depois nos apresentamos coordenador e tutores, assim como os cursistas, nem todos eram professores, havia coordenadores de escolas e até mesmo uma estagiária da defensoria pública de região. Passamos o primeiro vídeo e explicamos os módulos com mais detalhe, os cursistas fizeram bastantes perguntas sobre o funcionamento do curso, aulas presenciais e cursos de especialização tanto 'latu sensu' quanto 'strictu sensu', mostramos o site da UFABC, na página da PROEX e na página da Pós Graduação.
Às 10:45 fizemos um intervalo com café, bolachas, sucos e frutas que a copa do polo preparou. Na volta passamos os vídeos da professora Aquino e deixamos a última parte e o debate para depois do almoço. O debate foi breve mas bem intenso com ótimas intervenções dos cursistas, alguns questionaram a eficácia mais ampla da Comissão Nacional da Verdade, recomendei assistir a apresentação que o presidente fez na UFABC o passado dia 14/08 a qual está na integra no site da UFABC. A seguir foi a aula tutorial do Tidia que a tutora Rosemeire fez com muito esmero, enquanto isso a tutora Marissel ia resolvendo os problemas individuais. Por sinal, a Marissel foi registrando todos os passos do encontro presencial com a câmera emprestada da UAB.
Concluímos às 16:30 aproximadamente. O polo São Mateus possui uma estrutura completíssima e fomos muito bem acolhidos pelo Coordenador Paulo e o gestor Tião. O funcionário André cuidou da parte técnica e tudo funcionou corretamente.
Experiência gratificante.
- Impressões fornecidas por Jose Blanes Sala.
No céu São Rafael a responsável pelo polo, Socorro, reservou o anfiteatro central e duas salas com telão para receber a equipe de professores e os cursistas e foi muito gentil e solicita. Foi disponibilizada o laboratório da UAB, quando conversado sobre a necessidade do uso de computadores.
Os cursistas que foram chegando foram acolhidos no anfiteatro central. Compareceram cerca de 45 pessoas divididos em dois grupos, por causa da estrutura da sala com os equipamentos necessários para se assistir os filmes após a apresentação do cronograma do curso e da explicação de como seriam organizadas as atividades ao longo do dia.
Os debates foram muito proveitosos, sendo que a maior parte dos cursistas estão muito interessados em compartilharam as experiências que já vem desenvolvendo em sala de aula. Também houve alguns professores que se mostraram mais descontentes com as suas condições de trabalho, e um pouco desanimados com as possibilidades da Educação em Direitos Humanos, mas esperamos que o desânimo não seja uma barreira que impeça a efetivação do que conversaremos em sala, mas sirva de força para que eles consigam levar um pouco das discussões para o seu ambiente de trabalho.
- Impressões enviadas por Deloise Jesus.
A equipe foi recebidos pela receptiva Coordenadora Profa. Rosana que os levou à sala de reuniões para conversarem enquanto os cursistas chegavam. Por conta do aviso tardio sobre a aula, os cursistas demoraram para chegar, mas lotaram a sala no decorrer da manhã.,
O primeiro contato com os cursistas foi numa sala de aula para apresentação do curso e assistida do primeiro vídeo sobre Direitos Humanos. Após isso, foram encaminhados para o anfiteatro onde realizaram o resto das atividades
Foi uma ótima surpresa ver como os cursistas estavam atentos e receptivos ao curso. O debate foi profícuo, inclusive com os professores contando experiências em sala de aula acerca da maneira como os alunos trabalham os direitos humanos sem se dar conta de que o fazem. Foi sugerido a eles que essas experiências fossem expressas também no trabalho final deles, para que possam servir de exemplo para os demais cursistas. As histórias foram muito boas, sendo o ápice num relato sobre uma experiência de implantação de direitos humanos na Fundação Casa.
O sentimento geral foi de ânimo e vontade da parte dos docentes que estavam ali e a percepção de estarem de fato interessados no curso. Havia nos cursistas uma noção clara da importância da educação como instrumento de ensino e efetivação dos direitos humanos, inclusive com relato de uma professora que percebeu num aluno o preconceito e a necessidade de trabalhar mais com ele para eliminar o preconceito. Todos os cursistas concordaram que práticas contrárias aos direitos humanos vêm da educação que os alunos recebem, e que os professores se sentem responsáveis por ensinar àquilo que os alunos não aprenderam em casa.
No teatro foi passado os vídeos da Comissão da Verdade e o debate continuou interessante e animado. Grande contribuição dos professores, sobretudo àqueles que lecionam as disciplinas de História e Geografia. Houve debate sobre direito à verdade, direito à resistência, e novamente Educação em Direitos Humanos (inclusive sobre a educação na época da Ditadura, o que os livros ensinavam, etc). Foi uma experiência incrível para a equipe da EDH presente.
Esperamos que a empolgação sobre a temática continue ao longo do curso.
- Impressões enviadas por Ana Lucia Gasparoto.
Neste local, no polo Butantã, foi trabalhado com uma turma de 56 pessoas. De manhã foi feito a aula presencial apresentando o curso, discutindo o conceito de Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos e em, uma segunda parte, a Ditadura Militar e Comissão Nacional da Verdade com base em 2 videoaulas gravadas pela UAB com recursos da UFABC. A tarde houve explicação "corpo a corpo" sobre o Tídia.
Agradecemos o entusiasmo dos cursistas no debate, quando todos manifestaram o desejo de se pronunciar, mas devido ao tempo, foi dada a oportunidade para cerca de vinte pessoas expressaram suas opiniões e observações. Houve desabafos e momentos emocionantes para a equipe que coordenava o curso. Houve preocupações com a violação por parte do Estado quanto aos Direitos Humanos, mas neste momento foi discutida a importância do professor enquanto multiplicador na cultura de direitos humanos.
- Impressões enviadas por Ana Maria Dietrich.
Neste local, os alunos foram recepcionados pela equipe de atendentes Vanessa e o responsável Clóvis e alocados na sala de mídia aguardavam a equipe que coordenaria a aula. A aula foi iniciada com um bate papo de apresentação da equipe, da dinâmica da aula e do tema em Educação em Direitos Humanos.
Depois disso, foi passado o vídeo de Introdução EDH: Daí, houve uma conversa sobre o desenvolvimento do curso, metodologia e expectativas do curso. Logo após foi passado os vídeos da Prof. Maria Aparecida de Aquino.
Após assistirem os vídeos, foi organizado um debate aberto onde ocorreu várias participações, a maioria do professorado do Estado, momento que alguns salientaram questões sobre como os direitos humanos antecedem a Ditadura, pois, um país forjado sob mãos de obra escrava estava longe de considerar o direito a vida. Após os proveitosos debates, entre outros pontos de vista sobre o tema e o breve conhecer da turma, foi feito uma pausa.
Retomando as atividades, foi executado a apresentação do Tidia na sala de mídia. A equipe considerou muito proveitoso e particularmente agradável e gostoso estar ali com todos aqueles professores, partilhando de conhecimento e outros pontos de vista a respeito da Educação.
- Impressões enviadas por Michele Pereira de Carvalho.
2º Colóquio de Pesquisas e Ações em Direitos Humanos
A Universidade Federal do ABC, em parceria com a Direito São Bernardo, promoverá no próximo dia 7 de outubro seu 2º Colóquio de Pesquisa e Ações em Direitos Humanos, com a temática “Fronteiras, Dinâmicas Religiosas e Direitos Humanos”.
O Colóquio será organizado em formato de Conferência e Mesas de Debate, contando com a participação de renomados especialistas de diversas Instituições de Ensino Superior nacionais. Destacamos a participação de dois professores da Faculdade de Direito São Bernardo, Dr. Rui Décio Martins e Dr. Carlos Eduardo Batalha, na qualidade de Coordenadores das Mesas “O campo Religioso Brasileiro: Convivências, Disputas e Intolerâncias” e “Pluralismo e Convivência no Campo Religioso Brasileiro”, respectivamente.
Na ocasião, ocorrerá também a Assinatura de Convênio entre a Universidade Federal do ABC e a Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo.
O evento será realizado na Universidade Federal do ABC, campus São Bernardo, Auditório 2 Térreo, Bloco Beta.
Veja abaixo a programação completa:
Local da gravação: ETEC Júlio de Mesquita
A Gravação do módulo do Prof. Dr. Gilberto Marcos Antonio Rodrigues ocorreu na Escola Técnica Julio de Mesquita, em Santo André no dia 29 de julho de 2015. A equipe agradece a ótima recepção feita pelo novo Diretor, Prof. Luis Saito e pela Coordenadora Acadêmica, Profa.Valéria. A gravação e fotografias foram feita pela equipe de Leo, Danson, Rodrigo e Gilberto Rodrigues.
É um curso (Educação em Direito Humanos) que pretende fornecer subsídio para a realização de práticas pedagógicas voltadas à consecução da cultura dos direitos humanos no ambiente escolar e elaboração materiais didáticos específicos de educação em direitos humano e tem como público alvo professores, gestores e demais profissionais da escola, preferencialmente da Rede Pública de Educação Básica Municipal da cidade de São Paulo.
A proposta didática do curso levará em conta os diferentes perfis de cursistas, tanto no que diz respeito à diversidade de funções entre trabalhadores da educação, como também aqueles profissionais de outras áreas que atuam na escola, na rede de proteção ou em movimentos sociais.
Os cursistas serão orientados a realizar atividades pedagógicas práticas (aulas experimentais, atividades de sensibilização e mobilização da equipe da escola, reorganização do espaço escolar, atividades de pesquisa e vivência dentro da comunidade escolar entre outras) em seus espaços educacionais de atuação, preferencialmente no desenvolvimento próprio de suas funções, investindo na articulação entre formação e trabalho. Estas atividades serão acompanhadas e avaliadas pela equipe do curso - à luz das diretrizes conceituais, legais e metodológicas - sendo entendidas como laboratório de novas práticas pedagógicas e estratégia de consolidação e multiplicação dos conhecimentos.